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Aula 5 Bolsa de Valores - Negociações Disciplina: Mercado de Capitais Professora: Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Estagiária de docência: Regina M. Karolkievicz.

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1 Aula 5 Bolsa de Valores - Negociações Disciplina: Mercado de Capitais Professora: Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Estagiária de docência: Regina M. Karolkievicz

2 Negociação – Bolsa de Valores 1. Processo de Negociação 2. Formas de investir 3. Critérios para escolha de uma ação 4. Corretora 5. Relação com a Corretora 6. Home Broker 7. Ordem de Compra ou Venda 8. Modalidade de pregão 9. Horário de negociação 10. Formação de Preço 11. Liquidação 12. Como escolher em que ações investir 13. Impostos 14. Custos de Transação.

3 Por que comprar ações? Um investidor adquire ações com o objetivo de obter ganho, lucratividade. Esse retorno será proveniente dos direitos e proventos distribuídos - dividendos, bonificações, direitos de subscrição, etc. - aos acionistas pela companhia e da eventual valorização de preço das ações.( conforme visto nas aulas 3 e 4) Esses fatores, por sua vez, dependerão do desempenho da empresa e de suas perspectivas futuras.

4 Por que vender ações? Um investidor vende ações para obter liquidez, isto é, para convertê-las em dinheiro, que será utilizado na aquisição de novos títulos ou em outro destino qualquer. Uma ação normalmente é vendida quando o Investidor avalia que suas perspectivas a médio e longo prazos são relativamente menos favoráveis em comparação a outras ações ou mesmo outras alternativas de investimento.

5 1. Processo de Negociação Procura uma corretora Escritório Telefone Internet Faz o cadastro Informações pessoais e documentos Assessoria Escolhe a Ação e dá ordem para a Corretora Corretora Executa a ordem dada pelo investidor e compra a ação na BMF Bovespa PAGAMENTO O investidor efetua o pagto para a Corretora Corretora As ações são creditadas em custódia, na CBLC Aviso de negociação remetido pela BOVESPA Extratos mensais de custódia remetidos pela CBLC

6 2. Formas de investir em ações Individualmente o investidor procura uma corretora e contrata seus serviços. Em seguida, com a assessoria dos profissionais da corretora, o investidor escolhe as ações que deseja adquirir e transmite a ordem de compra diretamente para a corretora. Também pode comprar e vender ações via internet, através do site da corretora (se ela possui esse serviço). Lista de corretoras: Site Bovespa / participantes

7 2. Formas de investir em ações Clubes de investimento um grupo de pessoas físicas se reúne e procura uma corretora para constituir um clube de investimentos. Nesse caso, existe um representante do clube, que fica em contato com a corretora para transmitir as decisões acordadas entre os participantes. investimento.aspx?Idioma=pt-br

8 2. Formas de investir em ações Fundos de investimento o investidor compra cotas de um fundo de ações, administrado por uma corretora de valores, um banco ou um gestor de recursos independente, autorizado pela CVM.  Funciona como o condomínio de um prédio. Os condôminos - no caso, os cotistas - se juntam para dividir os custos e ter acesso às oportunidades de investimento disponíveis apenas para grandes investidores.  O patrimônio é administrado por especialistas, que cobram uma taxa pela gestão dos investimentos.  Os gestores acompanham o mercado diariamente em busca de boas oportunidades de investimento.O dinheiro depositado nos fundos é convertido em cotas, que são atualizadas diariamente

9 2. Formas de investir em ações Fundos de investimento Somente pode atuar como administrador de Fundo: Banco múltiplo com carteira de investimento ou carteira de crédito imobiliário; banco de investimento; sociedade corretora ou sociedade distribuidora de valores mobiliários; sociedade de crédito imobiliário e caixas econômicas; associações de poupança e empréstimo.

10 2. Fundos de Investimento

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12 3. Critérios para escolha da Ação Para escolher as ações, ponderar três critérios: liquidez (facilidade de vender a ação quando quiser resgatar) Volume negociado da ação / volume total de negócios retorno (possibilidade de ganhos) risco (possíveis perdas). A combinação desses três elementos, a critério do investidor, definirá em quais ações aplicar.

13 3. Critérios para escolha da Ação Dois tipos de riscos: 1. Não sistemático ou diversificável: Risco único que é inerente a essa ação 2. Sistemático ou não diversificável: Risco de mercado, que deriva das variações do próprio mercado. Os investidores podem eliminar o risco único através da diversificação da carteira de títulos, mas não podem eliminar o risco de mercado. Existem métodos para explicar o comportamento do preço das ações em relação a um determinado mercado, possibilitando aos investidores avaliarem o impacto de risco sobre o ativo. preço mercado Entre os métodos disponíveis, temos o CAPM (Capital Asset Pricing Model), que relaciona o risco de uma determinada ação com o seu retorno esperadoCAPM (Capital Asset Pricing Model)

14 4. Corretora de títulos e Valores Mobiliários Empresa sob as formas de sociedade por ações ou limitada. Realiza as operações de compra e venda de valores mobiliários, para seus clientes ou para outras instituições financeiras, nos sistemas mantidos pela bolsa de valores. Viabiliza compradores x vendedores de títulos e valores mobiliários, proporcionando-lhes negociabilidade adequada, dando segurança ao sistema e liquidez aos títulos transacionados.

15 5. As relações Corretora-Investidor Oferecer prateleira de produtos financeiros p/ atender necessidades em investimento de seus clientes; Orientar sobre as diferentes alternativas de investimento (expectativas e a predisposição ao risco de cada cliente) Realiza as operações financeiras, e prestar-lhes contas da execução de suas ordens e dos procedimentos de compensação e liquidação. Responsabiliza perante a bolsa de valores e as entidades de compensação e liquidação pelas operações realizadas para seus clientes Prestar a seus clientes serviços de custódia Fornecer informações sobre as tendências de mercado,

16 5. As relações Corretora-Investidor Auxílio na formalização da negociação Cadastramento e a ficha de situação financeira dos clientes, acompanhados dos documentos de identificação; login (acesso com senha) para clientes operar no sistema home broker; Orientá-los sobre os procedimentos

17 5. As relações Corretora-Investidor Fluxo

18 6. Home broker Serviços de corretoras de valores em meio eletrônico, acessíveis por computador através da Internet Permite o envio de ordens de compra/venda de ações pela Internet, e possibilita acesso às cotações, acompanhamento de carteiras de ações, entre outros recursos. O cliente utiliza um código de acesso para fazer cumprir suas ordens e consultas. A negociação via home broker permite: cadastro de clientes mais eficaz, consulta e posição financeira e de custódia, Acesso a cotações, envio de ordem de compra e venda de ações, A vista (execução imediata ou programada, envio de ordens de compra e venda de opções.

19 7. Ordem de compra ou Venda em Bolsa Ato mediante o qual o cliente determina ao operador de uma sociedade corretora que compre ou venda ativos ou direitos em seu nome, nas condições que especificar. No Mega Bolsa, o sistema eletrônico de negociação da BM&FBovespa, o operador lança a ordem do cliente, informando obrigatoriamente a quantidade de ações e o preço pelos quais deseja negociar. Caso haja alguma outra ordem manifestando interesse de compra nessas mesmas condições, a operação é casada automaticamente. Assim, o negócio está concretizado e faltam apenas os procedimentos administrativos para sua conclusão.

20 7.1 Os tipos mais comuns de ordem Podem ser enviadas pelos investidores às corretoras de diferentes formas:  Ordem a Mercado - especifica somente a quantidade e as características dos ativos ou direitos, devendo ser executada pela Corretora a partir do recebimento;  Ordem Administrada - especifica somente a quantidade e as características dos ativos ou direitos, ficando a execução a critério da corretora;

21 7.1 Os tipos mais comuns de ordem  Ordem Limitada - deve ser executada somente a preço igual ou melhor do que o especificado pelo cliente (ordens inseridas pelo Home Broker);  Ordem Casada - a execução está vinculada à outra ordem do cliente (uma de compra e outra de venda), podendo ser com ou sem limite de preço;  Ordem de Financiamento - constituída por uma ordem de compra de um ativo no mercado da Bovespa e outra de venda de opção do mesmo ativo, com prazos de vencimento distintos (Compra à vista e Venda Opção).

22 7.1 Os tipos mais comuns de ordem  Ordem On-Stop - especifica o nível de preço do ativo a partir do qual a ordem deverá ser executada. Start de compra: A ordem Start é uma ordem de compra enviada à Bolsa qdo o preço da ação atingir ou ultrapassar o preço determinado pelo cliente como preço de disparo da ordem. Ex. Usuário deseja comprar uma ação apenas após a confirmação do rompimento de uma resistência, poderá determinar o valor de disparo da ordem. Se uma ação está sendo negociada a 20,00 e sua resistência é 21,50. O investidor quer comprar a ação apenas se sair negócio acima dessa resistência. Dessa forma, ele poderá colocar a ordem Start com o preço de Start a 21,51. Acessar:

23 7.1 Os tipos mais comuns de ordem  Ordem On-Stop - especifica o nível de preço do ativo a partir do qual a ordem deverá ser executada. Stop de Venda: A ordem do Stop pode funcionar como ferramenta de proteção ao investidor, já que a ordem é enviada à Bolsa quando o preço da ação ultrapassar o preço determinado pelo cliente como preço de disparo da ordem.

24 7.2 Day-Trade  Compra e venda de uma mesma quantidade de ações, de uma empresa, realizada no mesmo dia e pelo mesmo investidor.  Exemplo: você compra um certo número de ações por um preço, acompanha a variação da cotação daquele papel ao longo do dia e inverte a posição vendendo no mesmo dia.

25 8. Modalidades de pregão da BM&FBovespa A BM&FBovespa opera desde o dia 3 de outubro de 2005 apenas uma modalidade de pregão, denominada Mega Bolsa. O pregão tradicional, de ações, denominado "a viva voz", foi extinto em 30 de setembro de O pregão a viva voz da área de futuros encerrou-se em 30 de junho de 2009.

26 9. Horário de Negociação na Bovespa Pregão Eletrônico  das 9h45 às 10h – leilão de pré-abertura, registro de ofertas para a formação do preço de abertura;  das 10h às 17h – sessão contínua de negociação para todas as empresas listadas, nos mercados a vista, a termo, de opções e futuro de ações,  das 16h55 às 17h – fechamento para os ativos negociados no mercado a vista que fazem parte da carteira de índices da BOVESPA e para as séries de opções de maior liquidez.

27 9.1 After Market Período de negociação que funciona como uma ampliação do horário de funcionamento do pregão eletrônico. Funciona após o horário regular de funcionamento das negociações, e só registra operações no mercado à vista. Entre outras regras do after market, citam-se:  Limite de ordens por investidor;  Preço das ordens de compra e venda pode variar até o limite de 2% em relação às cotações de fechamento do pregão do horário normal;  Negócios não influem nos índices da Bolsa, por ocasião do fechamento

28 9.1 After Market HORÁRIO DE NEGOCIAÇÃO: After Market  das 17h30 às 17h45 – leilão de pré-abertura das ofertas registradas no período regular;  das 17h45 às 19h – fase de negociação. Detalhe: Horário de Verão Pregão Regular: das 11:00h às 18:00h After-Market: das 18:45h às 19:30h

29 10. Formação de Preço Ao iniciar o pregão de um dia de negociações, cada ação tem um preço referencial. Este preço foi a cotação de fechamento do dia anterior. Ele é influenciado por diferentes fatores, tais como:  Fluxo de oferta e procura da ação  Comportamento histórico dos preços  Projeção da performance da empresa  Notícias sobre a empresa

30 11. Liquidação de uma ordem Última etapa do processo de compra e venda de ativos, títulos e valores mobiliários, quando dinheiro e ativo negociados trocam de proprietário, através da transferência da propriedade dos títulos e o pagamento ou recebimento do montante financeiro envolvido. Na BM&FBovespa, a liquidação das operações é feita pela CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia)

31 11. Liquidação de uma ordem 1º) Entrega dos títulos: implica a disponibilização dos títulos à CBLC, pela Corretora intermediária. Ocorre no terceiro dia útil (D3) após a realização do negócio em pregão (mercado à vista). 2º) Pagamento da operação: compreende a quitação do valor total da operação pelo comprador, o respectivo recebimento pelo vendedor e a efetivação da transferência das ações para o comprador. Ocorre no terceiro dia útil (D3) após a realização do negócio em pregão (mercado à vista).

32 11.1 Fluxo de liquidação Mercado à vista: Negócio com ativos, títulos e valores mobiliários que se liquida a vista. Na BM&FBovespa, os negócios com ações a vista liquidam-se no terceiro dia útil após a negociação D+0 - dia da operação; D+1 - prazo para as Corretoras especificarem as operações por eles executadas junto à Bolsa; D+2 - entrega e bloqueio dos títulos para liquidação física da operação, caso ainda não estejam na custódia da CBLC; D+3 - liquidação física e financeira da operação.

33 11.2 Custódia Guarda de títulos e valores mobiliários Guarda e serviços de administração de ativos financeiros, títulos e valores mobiliários Mediante procuração do investidor, o custodiante recebe os dividendos, juros dos títulos e credita diretamente na conta do investidor, seja ele pessoa física ou jurídica, ou fundo ou clube de investimento.

34 12. Como escolher em que ações investir Para escolher as ações, o investidor deve ponderar três critérios:  Liquidez (facilidade de vender a ação quando quiser resgatar);  Retorno (possibilidade de ganhos);  Risco (possíveis perdas).

35 TIPOS DE AÇÕES  “Blue chips” ou de 1ª linha - grande liquidez e procura no mercado de ações, em geral de empresas tradicionais, de grande porte/âmbito nacional e excelente reputação (PETR VALE ITUB BBDC GGBR)  de 2ª linha - ações um pouco menos líquidas, de empresas de boa qualidade, em geral de grande e médio portes (NATU GFSA CPLE)  de 3ª linha - são ações com pouca liquidez, em geral de companhias de médio e pequeno porte – porém não necessariamente de menor qualidade (INEP JBDU) 12. Como escolher em que ações investir

36 13. Imposto de Renda em ações Para a pessoa física, os rendimentos auferidos em operações realizadas com ações em Bolsa de Valores são tributados à alíquota de 15% sobre os ganhos líquidos apurados no mês. O imposto de renda deve ser pago até o último dia útil do mês subseqüente àquele em que os ganhos houverem sido apurados. Estão isentos os ganhos líquidos auferidos por pessoa física em operações no mercado a vista de ações nas bolsas de valores e em operações com ouro ativo financeiro cujo valor das alienações, realizadas em cada mês, seja igual ou inferior a  R$ ,00, para o conjunto de ações e para o ouro ativo financeiro respectivamente.

37 13.1 Impostos em outros Rendimentos Além do IR devido nas aplicações em ações, outros Resultados distribuídos pelas empresas também sofrem incidência desse imposto.

38 14. Custos de Transação Taxas e custos operacionais: Valores cobrados de comitentes pelas sociedades corretoras e pela Bolsa de Valores de São Paulo, nas operações realizadas em seus mercados. As taxas são cobradas pelas corretoras, e são livremente pactuadas entre elas e os clientes.

39 14. Custos de Transação As principais taxas são Corretagem: cobrada quando da compra/venda em Bolsa; Serviços de custódia: para os títulos mantidos em custódia na corretora; Administração: cliente contrata o serviço de administração de carteira; Performance: vinculada à taxa de administração de carteira; Consultoria técnica: em casos em que o cliente contrata estes serviços com a corretora. Os custos operacionais cobrados pela Bovespa

40 14. Taxas e custos operacionais Sobre as operações realizadas no mercado a vista incidem:  os emolumentos e as taxas de liquidação. Site custos-operacionais.aspx?sitemap=0&Idioma=pt-br#tab1

41 Considerações Finais Antes de iniciar seus investimentos, ponderações: Ganhos a curto prazo não devem ser a expectativa de quem decide investir em ações. É aconselhável que o investidor não dependa do recurso aplicado em ações para gastos imediatos e que tenha um horizonte de investimento de médio e longo prazo, quando eventuais desvalorizações das ações poderão ser revertidas. Estar bem assessorado ao decidir sobre aplicações (analista de mercado). Acompanhar o noticiário econômico. Acompanhar as publicações legais. Acessar informações específicas na Bolsa de valores.

42 Exercícios a) Elabore quadro com nome de 20 empresas de capital aberto, listadas na BOVESPA. Relacione as ações emitidas pela empresa, código de negociação e cotação de fechamento no dia de hoje. As ações escolhidas não devem fazer parte do índice IBOVESPA. Sugestão de caminho: Mercados/empresas/emp listadas investidores/empresas listadas b) Acesse: mercadoavistamercadoavista. Veja tabela de custos completa. Escolha duas das ações relacionadas no item a) e faça a compra a mercado de R$ (planilha excel) de cada uma dessas ações. Imagine o recurso disponível em conta investimento da corretora de valores.

43 Exercícios Identifique: I) Cotação atual do papel (marque data e hora) II) Numero de ações do lote padrão. III) Quantos lotes inteiros você irá comprar e quantas ações serão compradas no mercado fracionário. IV) Calcule os custos da operação, considerando que sua corretora cobre R$ 15,00 por operação de compra e/ou venda. Monte uma tabela mostrando para pessoas físicas: custos de negociação, de liquidação, de registro, e custos de corretagem. Apresente o custo total. V) Por que não há custo de custódia nessa operação? VI) Se você fizer essa operação hoje, quando o dinheiro vai “sair” da sua conta na corretora de valores? VII) Se você fizer essa operação hoje, quando as ações vão aparecer no seu extrato de investimento? (carteira de ações) VIII) A partir do exposto nas questões VI e VII, é possível dar uma ordem de compra, sem estar com o dinheiro disponível?


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