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2 1 - Quando é preciso receber uma transfusão de sangue ou de hemocomponentes? Quando o paciente é avaliado por seu médico assistente e esta avaliação.

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2 2 1 - Quando é preciso receber uma transfusão de sangue ou de hemocomponentes? Quando o paciente é avaliado por seu médico assistente e esta avaliação mostra necessidades de reposição de hemácias, plaquetas, volume circulante, ou correção de alterações de coagulação que possam trazer risco à vida deste paciente. 2 - Quem determina esta necessidade? O médico assistente normalmente é o responsável pela indicação da transfusão, mas em ocasiões especiais, um outro médico que esteja atendendo o paciente em regime de urgência, ou em casos de emergência grave, 3- Como saber se posso receber uma determinada bolsa de sangue? Toda solicitação de transfusão de sangue é encaminhada, com a respectiva amostra de sangue do paciente, para um laboratório de seleção pré-transfusional. Neste laboratório, a amostra do sangue será avaliada por profissionais qualificados em todos os níveis de um laboratório especializado ( médicos, biomédicos, biólogos e técnicos), e uma ou mais unidades de sangue serão selecionadas para os testes. Estes testes são chamados testes de compatibilidade que avaliam a classificação sanguínea do paciente, e a presença de anticorpos irregulares no seu soro. As unidades testadas, se compatíveis, poderão ser transfundidas sem trazer problemas para o paciente.

3 3 4 - É seguro receber uma transfusão de sangue? Muitas atitudes são tomadas pelo Serviço de Hemoterapia para garantir ao máximo a segurança das transfusões. É bom lembrar que nenhum Serviço do mundo pode garantir 100% de segurança nos hemocomponentes a serem transfundidos porque existe uma limitação de segurança determinada pela janela imunológica que varia de doença para doença. Mas todas as tecnologias disponíveis atualmente no mundo para a detecção das doenças transmissíveis pela transfusão, são, por lei, obrigatoriamente aplicadas para garantir um máximo de segurança - próximo de 100%. 5 - O sangue transfundido pode transmitir doenças? Sim. São passíveis de transmissão: Hepatites B e C, HIV, HTLV, Malária, Doença de Chagas, Sífilis, etc. Por isto, é muito importante que a seleção dos doadores seja bem feita desde a entrevista do candidato, onde nenhuma informação sobre o doador deverá ser omitida, até os exames que serão feitos em sua amostra para verificar a existência ou não destas doenças que podem ser transmitidas pelas transfusões.

4 4 6 - Como se verifica a segurança do sangue que vai ser transfundido? A amostra obtida durante a coleta do sangue é encaminhada a dois laboratórios de suma importância para a segurança do ato transfusional: Laboratório de Sorologia e Laboratório de Imunogenética. O primeiro destes avalia o sangue quanto à possibilidade de existência de Doenças Transmissíveis pela Transfusão, com todos os exames obrigatórios determinados pela RDC 1353 da ANVISA, por mais de uma tecnologia, devidamente validadas. O segundo realiza a classificação sanguínea das unidades coletadas e pesquisa de anticorpos irregulares. Pode proceder também a fenotipagem destas unidades. O sangue, como matéria prima utilizável em transfusões só é liberado após avaliação de ambos os laboratórios.

5 5 7 – Pode haver uma reação durante a transfusão? Sim. Existem algumas circunstâncias em que o paciente pode apresentar reações ao componente sanguíneo transfundido. Estas reações são de vários tipos e, algumas delas muito graves, podendo trazer risco à integridade do paciente: reações alérgicas, febris não hemolíticas, hemolíticas imediatas ou tardias, sobrecarga volêmica, lesão pulmonar aguda relacionada à transfusão (TRALI), e transmissão de doenças. Elas variam em intensidade e gravidade de forma imprevisível e merecem intervenção imediata do médico hemoterapêuta. 8 – Como é tratada esta reação? As reações transfusionais são variadas e, por isto, recebem tratamentos igualmente variados. Importante que os profissionais de saúde, responsáveis pela transfusão, acompanhem a transfusão nos primeiros 15 minutos da sua realização. A maioria das reações acontece neste período. No caso de uma reação, a primeira atitude é interromper a transfusão. O Médico Hemoterapêuta responsável é acionado imediatamente, e tomará as medidas em relação ao tratamento da reação de acordo com a intensidade e gravidade do processo. Material de socorro em emergência deve estar sempre disponível pois poderá ser necessário em alguns tipos de reação.

6 6 9 – Se houver necessidade de outra transfusão, vai haver nova reação? Não necessariamente, mas a possibilidade existe. Por isto, são estabelecidos protocolos transfusionais referentes às reações verificadas. Estes protocolos tentam evitar a recorrência destas com pré – medicação, ou a indicação de procedimentos especiais. Estes procedimentos (lavagem, desleucocitação, desplasmatização, irradiação e aliquotagem), visam a remoção da susbtância, célula ou volume, focos (causas?) da reação. No caso das reações alérgicas, esta pode ser específica contra um tipo de proteína contra qual, paciente nunca mais terá contato, portanto nunca mais apresentará reação alérgica. Mas se a alergia tem um caráter menos específico ela pode se apresentar em uma nova transfusão, e se mostrar cada vez mais grave, se não houver intervenção médica. Outro tipo de reação muito comum, é a reação febril contra leucócitos, onde o paciente tem anticorpos contra os leucócitos transfundidos junto com o componente desejado. Todas as reações podem ser evitadas ou minimizadas com a utilização destes procedimentos.

7 7 Laboratório de Seleção Transfusional Laboratório especializado onde são feitos os testes que mostram a possibilidade ou não de uma unidade de sangue ser transfundida em um determinado paciente. Neste laboratório, são processadas a classificação sanguínea do paciente, e as pesquisas de anticorpos irregulares que podem trazer problemas para o paciente durante e após a transfusão. Além disto também são estudados os fenótipos referentes aos vários grupos sanguíneos dos pacientes e doadores. A fenotipagem pode ser “curta”, pode abranger apenas onde se a pesquisa dos sistemas ABO, Rh e Kell, ou ser estendida, onde os demais sistemas com significação clínica nas transfusões também são estudados. Testes de Compatibilidade São testes de laboratório onde se verificam as possibilidades de uma unidade de sangue ser transfundida em um paciente pela sua compatibilidade com ele. Há uma exposição dos antígenos eritrocitários ao soro dos pacientes, e, se houver uma anticorpo específico contra qualquer antígeno das hemácias presentes no hemocomponente ele se mostrará presente tornando o sangue incompatível. Janela Imunológica É o período de tempo entre o momento em que alguém contrai uma doença e os anticorpos de defesa desta doença começam a aparecer na circulação sanguínea deste alguém. Só com a presença destes anticorpos a doença poderá ser detectada pelas técnicas sorológicas e, então, a unidade de sangue poderá ser descartada, evitando a transmissão da doença.

8 8 Doenças Transmitidas Pelas transfusões São todas as doenças que podem ser transmitidas através de uma transfusão de sangue. São motivo de grande preocupação nos processos de segurança transfusional e retrovigilância. Laboratório de Sorologia Laboratório especializado na realização de exames que possam detectar doenças transmitidas pelas transfusões. No Brasil, através da RDC 1353 da ANVISA, são feitas pesquisas específicas contra microorganismos capazes de transmitir doenças como: hepatites B e C, HIV, HTLV, Doença de Chagas e Sífilis. Laboratório de Imunogenética Laboratório especializado na realização de exames de classificação sanguínea, detecção de anticorpos antieritrocitários, e compatibilização de unidades de sangue requisitadas para os pacientes. Protocolos Transfusionais São protocolos instituídos pela instituição promotora da transfusão visando a proteção do paciente, em relação a necessidades especiais na prevenção de efeitos adversos à transfusão de sangue. Estes efeitos podem ser relacionados a reações imediatas ou tardias, ou prevenção de efeitos adversos em relação a tratamentos futuros.


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