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11 – 13 Agosto 2008 Conselho Universitário UCM e os desafios e oportunidades no sector – Uma leitura e interpretação em cenários Challenges and Opportunities.

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1 11 – 13 Agosto 2008 Conselho Universitário UCM e os desafios e oportunidades no sector – Uma leitura e interpretação em cenários Challenges and Opportunities in a changing Sector of Higher Education – What are the Scenarios for UCM?

2 O nosso Ambiente do Ensino Superior Estrutura Recursos Cultura Mercado de trabalho Desenvolvimentos tecnologicos Desenvolvimentos politicos Outras IES públicas e privadas Mercado de pesquisa Mercado educacional Desenvolvimentos socio-culturais Governo Desenvolvimentos economicos MEC-DICES Mercado de consultoria e serviços

3 Sector Developments Desenvolvimentos relevantes no Sector Economia continua a crescer (por ano 8%), mas as discrepâncias socio-económicas aumentam também.  Familias com educação superior procuram também acesso para seus familiares, mas o aumento dos alunos no EP2 com um mercado de trabalho muito limitado e sem fundos para continuar a estudar reclama respostas... Descentralização dos serviços públicos, mas ao preço duma partidarização ainda mais visível e centralização das políticas, que provoca conflitos entre tarefas, responsabilidades e autoridades. Há um crescimento e variedade de tecnologias, mas nasce em “ilhas” com pouca integração local.  Necessidades e procura/oferta em computorização (banda larga) e engenharia (ETP) vão crescer acima da media...

4 Education market Mercado educacional Mais pessoas procuram uma educação académica Jovens (12º) e cada vez mais funcionários com emprego

5 HE Reform Scenarios Reforma do Sector do Ensino Superior – Cenários Custo anual por estudante (sector público): USD Desagregação do custo:  Sistema de Bolsas, paga  Fundo Institucional, paga 250  Orçamento Directo, paga 700  Inscrição/Matrícula, paga 90  Governação, paga 10  Total Propina paga pelo estudante individual: % de Estudantes financiados por Bolsas: 90% a 80% % de Estudantes a pagarem individualmente: 10% a 20%

6 HE Reform Scenarios Reforma do Sector do Ensino Superior - Financiamento

7 HE Reform Scenarios Reforma do Sector do Ensino Superior - Cenários Provisão de cursos (capacidade) Acesso p/estudantes (e sua diversidade) Qualidade e diversidade dos cursos (inovação) Provisão eficiente e sustentável Objectivos políticos (desenvolvimento) para o financiamento pelo Governo – Critérios:

8 HEI 2008 IES em Lei 1/ (ISPU/UCM) 2005 (23 IES/12 privados) Expansão IES público UniLurio UniZambeze Criação Institutos Superiores em quase todas as Províncias UCM Expansão (nacional?) Diversificação (cursos, graus) Institucionalização (sinergias) DistancE-Learning UCM UMBB UP AM UL UCM (09) ESCM ISPU UP UL (09) UCM UP UEM UJP ESEG UZ (09) ISPAC (09) ISPG UCM ISPT ISEG UCM UP UEM UCM (?) UCM UL (08) ISPAC (09) UCM ESEG ISMG UCM (09/10) UEM UP UDM USTM ISRI ISCTEM ISUTC ISPU ACIPOL ISCISA ESCN ESEG ISCAM ISET ISFIC

9 Challenges Desafios principais - Externos Competição (vagas/bolsas IES públicas) Política das IES públicas da expansão (máxima presença) e colaboração (sinergias e dominância) com objectivo de aumentar o numero dos estudantes (antecipadamente da introdução da reforma financeira no sector) Oferta académica (acesso e diversifidade) cada vez mais próximo Fraca percepção na população (familias com filhos na 12ª) sobre o relacionamento educação (investimento) e vida profissional (emprego) Falta de transparência no sector (qualidade e custos)

10 Challenges Desafios principais - Internos Alta dependência financeira das propinas (limitação auto-financimento e falta de acesso aos fundos públicos ou doadores) Estrutura organizacional desenhada para 1 Faculdade = 1 Cidade Sustentabilidade (institucionalização da planificação, monitoragem e auditoria nas áreas da gestão, académica e administrativa) Pessoal académico local da “casa” com acesso limitado à formação e experiência académica e institucional Interpretação dos estatutos (responsibilidades, tarefas e autoridades) e apoio pela Conferência Episcopal (sinal para manter a UCM como maior e melhor IES privada)

11 Opportunities Oportunidades no Sector - Estrutura Organização  Sistema da Informação (UIS) institucionalizada (como sistema central)  Reitoria (como unidade de gestão, monitoragem e auditoria)  Planficação institucionalizada (programas e seu financiamento) Programa académica  Provisão dum programa actualizado e diversificado (horizontal e vertical) sob aspectos da mobilidade e empregabilidade  Acesso ao programa por mais estudantes (e diversidade) com métodos e formas inovadoras (diurno/nocturno, ensino à distância e da forma electrónica, centros de aprendizagem, página internet,...)  Qualidade da instituição (estandardização, formalização e auditoria)  Sinergias entre ensino, pesquisa e serviços (estudante no seu caminho dum académico na sua vida profissional) Estrutura Recursos Cultura

12 Opportunities Oportunidades no Sector - Recursos Pessoal  Formação pedagógica e metodologica (introdução e periódica)  Elaboração dum plano de desenvolvimento (formação académica, carreira do docente, docente como investigador, rotação) Finanças  Gestão eficas e eficiente com a introdução dum departamento/sistema de auditoria interna, acompanhada pela capacitação e modernização  Actualização e sinergias no programa académico com introdução de troncos comuns e combinações de/entre cursos (modulos/disciplinas)  Crescimento como sustento das futuras instalações e programas Infraestruturas  Sinergias ICT (cursos, centros de aprendizagem, ensino electrónico à distância, administração, gestão) orientadas pelo plano estratégico  Maior presença nas cidades (UCM “hub”) Estrutura Recursos Cultura

13 Opportunities Oportunidades no Sector - Cultura Missão e Estatuto  A UCM criou em poucos anos a sua reputação como instituição pioneira, que fez o ensino superior “chegar” em todo o pais  O acesso continua ser um aspecto principal, que está em linha com a política de desenvolvimento, e deve ser cultivado com toda a cuidade  O reconhecimento nacional (pela população e governo) está a criar uma boa imagem para a Conferência Episcopal (como dono) e a Igreja Qualidade e Inovação  A fama pioneira está igualmente ligada com um ensino inovadora, que “introduziu” o sistema bacharelato/mestrado, o Inglês como lingua da instrução, a aprendizagem baseada em problemas (PBL) e deve servir como base para novidades (cursos e formas de ensino) Relaçoes publicas e internas  Manter-se como “lider” em competição: Informação e comunicação  Criar confiança entre os níveis (Conferência/Reitoria/Unidades) Estrutura Recursos Cultura

14 11 – 13 Agosto 2008 Conselho Universitário UCM e os Desafios e Oportunidades num Sector em Mudança Challenges and Opportunities in a changing Sector of Higher Education Obrigado pela atenção


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