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Teoria das Relações Internacionais I – Teorias Clássicas Cristiane Lucena Professora Doutora, IRI/USP

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Apresentação em tema: "Teoria das Relações Internacionais I – Teorias Clássicas Cristiane Lucena Professora Doutora, IRI/USP"— Transcrição da apresentação:

1 Teoria das Relações Internacionais I – Teorias Clássicas Cristiane Lucena Professora Doutora, IRI/USP

2 Hobbes – O Leviatã – Estado de natureza – Estado soberano e absoluto

3 Cap. XIII O Conceito de Igualdade Faculdades do corpo e do espírito Natureza como fonte de igualdade “Igualdade quanto à esperança de atingirmos nossos fins.” Igualdade como fonte de instabilidade na vida social [§4]

4 O Leviatã “(...) os homens não tiram prazer algum da companhia uns dos outros (...), quando não existe um poder capaz de manter a todos em respeito.” [§5] “(...) durante o tempo em que os homens vivem sem um poder comum capaz de os manter a todos em respeito, eles se encontram naquela condição a que se chama guerra; e uma guerra que é de todos os homens contra todos os homens.” [§8]

5 O Conceito de Paixão e Razão As paixões e o caminho da paz – O medo da morte – A busca do conforto A razão e o fundamento das leis de natureza (direito natural)

6 Cap. XIV Leis de Natureza Lei fundamental: busca pela paz Lei derivada: renúncia recíproca – A noção de força vinculante com relação às leis de natureza em Hobbes: equilíbrio instável, porque fundamentado no medo da ruptura: “(...) medo de alguma má conseqüência resultante da ruptura.” [§7)  Contraste com a noção de Pacta Sunt Servanda, no direito internacional

7 Dos Contratos Renúncia recíproca, como lei de natureza derivada Contratos, enquanto transferência mútua de direitos

8 Cap. XV De Outras Leis de Natureza A justiça como cumprimento dos pactos Necessidade do poder coercitivo para “obrigar” o cumprimento dos pactos  Poder civil, ou Estado Complacência, perdão, e horizonte prospectivo... Reconhecer o outro como seu igual, equidade, salvo-conduto

9 Cap. XVII Do Estado Oposição entre as paixões naturais e as leis de natureza Papel estabilizador e garantidor do poder soberano  Personificado em um homem ou assembléia de homens – Estado por aquisição (força natural) – Estado por instituição (concordância; voluntariedade)

10 Cap. XVIII e XIX O poder soberano (absoluto) Mecanismo de delegação do poder e “justificação” do absolutismo [§8;9] Defesa da monarquia

11 Hobbes, Savagery, and Int’l Anarchy Pat Moloney A noção da anarquia selvagem do Novo Mundo em Hobbes e o estudo de Relações Internacionais – Significado da guerra para Hobbes – Ponte teórica entre o caos da periferia colonial e a ordem que deveria caracterizar os estados Europeus (interna e externamente) – Doutrina das duas esferas

12 A Doutrina das Duas Esferas

13 Hobbes e o Direito Internacional Anarquia selvagem e pirataria Apropriação de Hobbes por de Vattel – Reservas quanto ao estado permanente de guerra – Igualdade dos indivíduos como fundamento da igualdade entre os Estados

14 One World, Rival Theories Jack Snyder Ataques de 11 de Setembro: – Falha da inteligência e da política – Falha da teoria? Qual o papel da teoria – em particular a Teoria das Relações Internacionais – na formulação de política?

15 One World, Rival Theories Jack Snyder, p. 54 RealismLiberalismIdealism (Constructivism) FoundersMorgenthau Waltz Smith Kant Wendt Ruggie ThinkersMearsheimer Pape Walt Doyle Keohane Ikenberry Sikkink Barnett Finnemore DoersBismarck Kissinger Scowcroft Wilson Annan Clinton Gandhi Bin Laden Antiglobalization movement

16 One World, Rival Theories Jack Snyder Desafios para o Realismo centrado no Estado: – Por que a única superpotência anunciou uma guerra contra Al Qaeda, um ator não-estatal – Estratégia dos países europeus para fazer face à hegemonia norte-americana Instituições multilaterais Regimes internacionais

17 One World, Rival Theories Jack Snyder* Desafios para o Realismo centrado no Estado: – Dados empíricos a favor das teses liberais Instituições e valores democráticos promovem a cooperação entre os Estados Dificuldades dos processos de transição democrática

18 T.H. – Teórico da Segurança Internacional Walker Condição de possibilidade externa do Estado – Elo tênue com as teorias de Relações Internacionais A ética e a condição de anarquia em Hobbes Hobbes – O Estado soberano e absoluto – O Estado na sociedade internacional

19 T.H. – Teórico da Segurança Internacional Walker Hobbes e Kant Estado de natureza = guerra? – A guerra (civil) interna – A guerra no contexto internacional

20 T.H. – Teórico da Segurança Internacional Walker Contribuições de Hobbes i.Sua ética ii.A condição de anarquia Limites da metáfora do indivíduo para a análise/formulação de uma teoria internacional Conceito de igualdade e a desigualdade na política internacional (estrutura de governança da ONU) iii.Proposta de enquadramento em uma ordem espaço-temporal (p. 18)

21 Why Hawks Win? Daniel Kahneman e Jonathan Renshon Realistas e Liberais, “hawks & doves” – Coerção, uso da forca v. concessões políticas Viés em favor das preferências e crenças dos “hawkish” Exemplos deste viés na política: – Otimismo dos assessores com relação ao resultado favorável da guerra

22 Why Hawks Win? Daniel Kahneman e Jonathan Renshon Exemplos oriundos da psicologia: ①Exagerar as intenções perversas do inimigo ②Calcular mal a percepção que os adversários têm uns dos outros ③Serem excessivamente sanguinários quando as hostilidades começam ④Serem excessivamente relutantes a fazer concessões necessárias durante as negociações

23 Why Hawks Win? Daniel Kahneman e Jonathan Renshon Resultado: as guerras têm início mais facilmente e o seu fim é mais difícil Exemplos históricos: – Primeira Guerra Mundial – Guerra da Koréia – Guerra do Iraque

24 The Logic of Political Survival Bueno de Mesquita, Smith, Siverson e Morrow A vida no estado de natureza hobbesiano: – “solitary, poore, nasty, brutish and short” – Como explicar que líderes autoritários permaneçam no poder, em média, por muito mais tempo que líderes democráticos?

25 25 The Logic of Political Survival Bueno de Mesquita, Smith, Siverson e Morrow Decisões dos líderes: 1) Nível dos impostos (trabalho v. lazer) 2) Gastos públicos 3) Produção de bens (bens públicos v. bens privados)

26 26 Coalizões Amplas e Sociedades mais Ricas (The Logic of Political Survival, p. 150) WNumber of observations Per capita GDP (mean) 0434$2, $2, ,374$1, ,617$3, ,086$16,180


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