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COMO AVALIAR A QUALIDADE NA ATENÇÃO BÁSICA A SAÚDE? CONTRIBUIÇÕES PARA UMA GESTÃO DE INOVAÇÕES Marina Mendes Ferreira Greciane Soares da Silva Renata Patrícia.

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1 COMO AVALIAR A QUALIDADE NA ATENÇÃO BÁSICA A SAÚDE? CONTRIBUIÇÕES PARA UMA GESTÃO DE INOVAÇÕES Marina Mendes Ferreira Greciane Soares da Silva Renata Patrícia Freitas de Jesus Luís Velez Lapão

2 INTRODUÇÃO Constituição SUS Atenção Básica na ordenação da Rede de Atenção (Mendes, 2010) Expansão dos serviços ofertados X Qualidade garantida X Avaliação (Hartz, 1999; Frias et al., 2010) Necessidade de um sistema de saúde mais equitativo com maior qualidade e eficiência (Lapão, 2007)

3 Constituição Brasileira SUS Atenção Básica como sua Instância ordenadora: PACS (1991) PSF (ESF) (1994) Necessidade de mudanças inovadoras A qualidade no âmbito da AB tornou-se tema relevante Ênfase conferida a ESF, mediante o aumento do Nº de equipes e cobertura populacional* Política Nacional de Avaliação PMAQINTRODUÇÃO

4 INTRODUÇÃO “A inovação em assistência à saúde pode ser definida como a introdução de um novo conceito, ideia, serviço, processo ou produto destinado a melhorar o tratamento, diagnóstico, educação, alcance, prevenção e pesquisa, e com as metas de longo prazo de melhoria da qualidade, segurança, resultados, eficiência e custo” (Omachonu & Einspruch, 2010)

5 INTRODUÇÃO Inovações o Disruptivas - são transformações de sistemas antigos, envolvendo novos atores e novos mercados, buscando o menor custo e maior qualidade que os sistemas precursores (Christensen; Bohmer & Kenagy, 2000) o Não Disruptivas - também conhecidas como incrementais, evolutivas, lineares, ou resistentes, melhoram algo que já existe, direcionando para melhores oportunidades ou resolução de problemas (Omachonu & Einspruch, 2010)

6 INTRODUÇÃO (Omachonu & Einspruch, 2010) Ideia, processo ou produto “novo” “Aplicação” prática Geração de benefícios Nova prática, instrumento, método, etc. Implantada - seus efeitos avaliados Com evidências de impactos positivos para os usuários INOVAÇÃO NA ÁREA DE SAÚDE

7 OBJETIVO Discutir o PMAQ, em seu primeiro ciclo, como uma inovação no sistema de saúde brasileiro.

8 MÉTODO Estudo teórico, documental e descritivo sobre o PMAQ Análise documental: Portarias; Notas técnicas; Manual instrutivo do Programa; Informações em sites do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS); Relatórios de instituições de ensino. (Diretrizes operacinais dos pacto pela vida, 2006; Política nacional de Humanização da atenção e gestão do SUS; Portaria /2011; Manual inatrutivo PMAQ 2012; Brasil a DAB/MS; Nota técnica : PMAQ AB Telessaúde Brasil Redes na Atenção Básica à Saúde)

9 RESULTADOS E DISCUSSÃO Primeiro Ciclo PMAQ Benefícios da modelagem do programa na avaliação participativa o Quais são os componentes que melhor representam o programa? o Que atividades são necessárias para executar este Programa? o Quais são os recursos disponíveis e necessários para alcançar os objetivos e resultados deste Programa? o Que resultados podem ser alcançados a curto, médio e longo prazo? Silva et al, 2012 Modelo lógico deve ser revisto e reconstruído periodicamente podendo ser acrescentado ou retirado dados à medida em que novas informações forem coletadas. Modelo lógico deve ser revisto e reconstruído periodicamente podendo ser acrescentado ou retirado dados à medida em que novas informações forem coletadas. Bezerra et al, 2010; Medeiros et al, 2010 Proporciona um melhor entendimento da intervenção; Ajuda a divulgar de maneira sucinta e objetiva; Clarifica responsabilidades para os interessados; Natureza não definitiva. Proporciona um melhor entendimento da intervenção; Ajuda a divulgar de maneira sucinta e objetiva; Clarifica responsabilidades para os interessados; Natureza não definitiva. Coerência na relação causal no modelo lógico Leviton et al, 2010 Silva et al, 2012

10 RESULTADOS E DISCUSSÃO Primeiro Ciclo PMAQ Principais resultados observados: municípios -> adesão; EAB -> Participação  30% -> desenvolvimento 55% -> Estruturas adequadas ( Avaliação externa) Brasil, 2013; Brasil 2012; Fausto e Fonseca, 2014

11 CONSIDERAÇÕES FINAIS Estudo contribuiu de forma preliminar para sistematização de novas discussões relacionadas às inovações disruptivas e não disruptivas nos sistemas de atenção à saúde; Dadas às características apresentadas, a proposta PMAQ não se esgota nesta discussão, necessitando de novos estudos que promovam maiores reflexões voltadas às inovações no sistema de saúde.

12 OBRIGADA! Apoio:


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