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Como Estruturar uma Tese, Relatório, Memorandum ou Artigo Científico António S. Carvalho Fernandes IST, LEE, 2º ano, COE.

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1 Como Estruturar uma Tese, Relatório, Memorandum ou Artigo Científico António S. Carvalho Fernandes IST, LEE, 2º ano, COE

2 Setembro I.O que é uma Tese ou Dissertação II.A arquitectura duma Tese III.O que é um Relatório dum Trabalho IV.As características dum Relatório V.Características dum Memorando VI.Características dum Artigo Científico VII.Outros aspectos Conteúdo:

3 Setembro Trata-se duma monografia, ou seja, aborda um tema específico. Constitui uma proposta ou proposição que se pretende defender publicamente. Trata-se de um relato de trabalho desenvolvido sobre um determinado tema, quando tanto o tema como o tipo de trabalho são predefinidos, embora sem normas rígidas. I. O que é uma Tese ou Dissertação (1)

4 Setembro É de autoria pessoal, reflecte um longo esforço e contém material que é produto de idealização, investigação, procura e compilação, sistematização, teorização, experimentação e discussão. Serve uma comunidade como suporte explicativo e justificativo de novas ideias, teorias, produtos e metodologias. É tipicamente um documento académico. Tem uma extensão variável, de uma a cinco centenas de páginas. I. O que é uma Tese ou Dissertação (2)

5 Setembro Título 2.Identificação 3.Palavras-chave 4.Resumo 5.Índice de Conteúdos 6.Apresentação 7.Recursos e Metodologia 8.Desenvolvimento e Aplicações 9.Resultados 10.Discussão 11.Conclusões e Trabalho Futuro 12.Reconhecimentos e Agradecimentos 13.Referências Bibliográficas 14.Anexos, Listas de Tabelas, de Figuras, etc. e Índice Remissivo II. A arquitectura duma Tese

6 Setembro Título Reflecte o tema do trabalho e da questão que coloca e resolve. Deve ser curto, eventualmente com duas partes: título e subtítulo.

7 Setembro Identificação Informação suficiente sobre os autores e locais de trabalho, permitindo o seu contacto, directa ou indirectamente.

8 Setembro Palavras-chave Conjunto pequeno de palavras, cada uma representando, separadamente, uma ideia concreta. Estas palavras são as entradas que, numa busca de informação, conduzirão a este trabalho. São muitas vezes palavras para as quais a comunidade tem, num determinado tempo, uma atenção especial.

9 Setembro Resumo Apresenta todas as partes do trabalho e o seu sentido global, em 200 a 400 palavras. Coloca ênfase na parte mais importante. É uma súmula do trabalho e não uma introdução ao trabalho. Em alguns casos, pode ter duas páginas. Por vezes, deve ser escrito em Inglês.

10 Setembro Índice de Conteúdos Descrição por títulos das partes componentes do trabalho Fornece ao leitor uma imagem da arquitectura do trabalho e algumas das suas características mais importantes.

11 Setembro Apresentação A- Explicação dos antecedentes, finalidades e contexto em que o trabalho se desenvolveu. B- Apresentação da questão geral em que o trabalho se insere, da pergunta em concreto que se pretende responder e a quem e para quê serve essa resposta. C- Apresentação do estado da arte, ou seja, uma descrição exaustiva e rigorosamente referenciada do que se sabe e não se sabe, do que se fez e ainda não se fez, no âmbito desta questão e sobre a pergunta em particular a que este trabalho se refere. D- Descrição breve da estrutura do relato que se segue nos pontos seguintes.

12 Setembro Recursos e Metodologia Descrição completa dos recursos que estiveram na base do trabalho, como instituições, orçamentos, espaços, equipamentos, dados, bibliografias e pessoas. Descrição referenciada, explicada e justificada da metodologia geral que se aplicou bem como dos métodos específicos, modelos de análise e algoritmos usados. Em suma, pretende-se descrever o que se utilizou, o que se fez e como se fez, de modo a que tudo possa ser replicado com facilidade.

13 Setembro Desenvolvimento e Aplicações Descrição dos percursos teóricos, práticos e experimentais bem como de aplicações concretas, de modo a permitir a replicação e verificação do desenrolar do trabalho. É essencial separar explicitamente os desenvolvimentos dos autores dos que se referem a trabalhos de outros, bem como a separação dos desenvolvimentos teóricos das respectivas aplicações.

14 Setembro Resultados Descrição explícita, separada de tudo o resto, do que se encontrou como resultado da utilização dos recursos, métodos e aplicações.

15 Setembro Discussão Verificação ou falsificação do significado dos resultados face ao contexto, às hipótese e às expectativas. Explicação da forma como os resultados contribuem para esclarecer quer a questão inicial, quer a pergunta que presidiu ao trabalho. Apreciação da importância dos resultados e comparação qualificada e quantificada com outros de alguma forma semelhantes e comparáveis.

16 Setembro Conclusões e Trabalho Futuro Resumo da questão e pergunta iniciais e apresentação das principais conclusões do trabalho face a esse contexto (resultados ou métodos). Descrição do trabalho futuro, o qual foi suscitado naturalmente ao longo deste processo.

17 Setembro Reconhecimentos e Agradecimentos Declaração das pessoas e instituições que colaboraram de alguma forma. Agradecimentos face a contribuições explícitas e valiosas para o desenvolvimento do trabalho quer institucionais, quer pessoais. Este título é muitas vezes reduzido à segunda componente.

18 Setembro Referências Bibliográficas (1) Conjunto de nomes e obras citadas para justificar todos os aspectos do trabalho, apresentadas de modo que permitam encontrá-las e consultá-las com facilidade. Apresentadas em lista, na parte final do documento, por ordem alfabética e citadas no texto com o nome do autor e data. Cada citação implica o seu conhecimento por parte do autor ou a afirmação que foi extraída da obra de outro autor, o qual merece confiança consensual na comunidade.

19 Setembro Referências Bibliográficas (2) As citações constituem as relações que agregam a construção do edifício da Ciência. Quanto à forma, há uma norma internacional, da APA, tanto para a forma das referências como das respectivas citações. As referências a documentos da Internet seguem também uma norma e não constituem, em princípio, fontes fidedignas para a construção científica.

20 Setembro Anexos, Listas de Tabelas, etc. e Índice Remissivo Estas componentes agregam-se no final do documento pois têm apenas um carácter funcional.

21 Setembro III. O que é um Relatório dum Trabalho (1) Um Relatório dum Trabalho tem, essencialmente, a mesma estrutura e componentes duma Tese. Todavia, é mais simples e mais directo. Tem uma maior ênfase nos resultados. O seu estilo requer-se mais imediato, directo, incisivo, linear sem deixar de ser tecnicamente correcto.

22 III. O que é um Relatório dum Trabalho (2) No texto, não há lugar para elipses e hipérboles ou outras figuras de estilo e as palavras que têm um certo significado repetem-se as vezes que for preciso. As frases são afirmativas, curtas e estruturadas na forma mais convencional. Não se escreve negações de negações, frases com mais de um sujeito ou outras orações compostas. Setembro

23 Setembro III. O que é um Relatório dum Trabalho (3) Utiliza frequentemente listas, tabelas e figuras. Os desenvolvimentos teóricos e abstractos são reduzidos a um mínimo ou apresentados em anexos. Há, com frequência, necessidade de apresentar a parte orçamental e financeira de suporte do trabalho, bem como o esquema de gestão do tempo e recursos utilizados. Antes de executar um trabalho que requeira um relatório, deve-se perguntar a quem o vai ler como o quer estruturado e escrito. Usa-se a terceira pessoa do singular na forma reflexa quando o autor é único ou, quando se trata de um grupo de autores, a primeira pessoa do plural.

24 Setembro IV. As características dum Relatório (1) O Título, Identificação, Palavras-chave, Resumo e Índice de Conteúdos também existem nos Relatórios de trabalhos, embora, se o relatório for longo, deva haver um Sumário Executivo que substitua o Resumo.

25 IV. As características dum Relatório (2) Esse Sumário Executivo deve ter uma ou duas páginas, apresentando o essencial do conteúdo, com ênfase nas conclusões e recomendações. A Apresentação ocupa tipicamente uma proporção menor do relato e há um realce visível nos Resultados. Setembro

26 Setembro IV. As características dum Relatório (3) A componente Recursos e Metodologias está muitas vezes reduzida a Materiais e Métodos, quase sempre apresentada em forma de listas e parágrafos simples. Normalmente não tem Índice Remissivo, Listas de Tabelas, etc.

27 A Discussão e as Conclusões estão muitas vezes fundidas. Os Reconhecimentos e Agradecimentos estão reduzidos a um mínimo, sóbrio e indispensável. Setembro IV. As características dum Relatório (4)

28 Setembro V. Características de um Memorando (1) Um Memorando é pouco mais que uma extensa nota para relatar um acontecimento ou uma ideia, de forma a registá-la para benefício futuro, do próprio ou de outros. É breve e pessoal, deve conter apenas as ideias essenciais e o mínimo de contexto. Sobre este último, é importante que se anote a data, o local, a hora e as pessoas envolvidas.

29 O essencial deve ser descrito em frases curtas e simples, afirmações ou interrogações, usando palavras-chave que reflictam factualmente o âmago do que se pretende reter. Juntar fotos ou vídeos, tratando-se dum acontecimento, pode ser muito útil, bem como referências a sítios da Net. Setembro V. Características de um Memorando (2)

30 Setembro VI. Características dum Artigo Científico (1) Um artigo científico, normalmente, condensa muitas vezes uma tese ou um conjunto de relatórios. A sua estrutura também não diverge da apresentada atrás para as teses e dissertações. É, no entanto, muito mais curto. Na sua forma final, tipicamente, tem setecentas palavras por página, ou seja, reduz a metade um texto escrito com letra 11 e a espaço e meio numa página A4.

31 Um artigo para uma comunicação numa conferência terá, na forma final, entre 4 a 10 páginas e, para publicação numa revista, entre 6 a 20 páginas. Depende muito da publicação em causa, de modo que se torna necessário consultar os editores e ler outros artigos da revista ou publicação. Além da dimensão, os editores anunciam normalmente as características dos artigos que pretendem quer nos aspectos formais, quer nos de substância. Setembro VI. Características dum Artigo Científico (2)

32 Setembro VI. Características dum Artigo Científico (3) Os artigos científicos caracterizam-se por uma linguagem extremamente densa, parca e rigorosa. Referenciam e reportam apenas o essencial, mas fazem-no de tal forma que o leitor, especialista, com mais ou menos trabalho, pode encontrar nas referências citadas todas as explicações implícitas, incluindo contactar o autor. Assim, o leitor pode replicar o fenómeno, o efeito, o algoritmo, o produto ou o que quer que seja que o artigo apresenta.

33 Setembro VI. Características dum Artigo Científico (4) A primeira parte dum artigo deve explicar claramente porque tem sentido ser publicado, ou seja, o que há nele de verdadeiramente novo e ainda o que se pode fazer com essa novidade e a sua importância. Assim, o estado da arte é um ponto fundamental e imprescindível. Deve também definir rigorosamente a questão e a pergunta que pretende responder.

34 Os Materiais e os Métodos devem ser explicitados e referenciados correctamente. Os Resultados e as Conclusões devem ter uma visibilidade especial Não há listas nem índices e raramente inclui anexos. Setembro VI. Características dum Artigo Científico (5)

35 Setembro VI Características dum Artigo Científico (6) Inclui obrigatoriamente um Sumário (Abstract) no início. Este representa o artigo num grande número das bases de dados: em cerca de cem palavras deve conter a questão, a pergunta, o modelo de análise, os resultados e a sua relevância. As Referências e respectivas citações seguem uma norma que, geralmente, é própria da revista. É portanto necessário consultá-la com antecedência.

36 Setembro VII. Outros aspectos - Capa Nome da instituição proprietária do trabalho e sua localização (Cidade) Título do trabalho Nome do autor e sua filiação institucional (identificação mais ou menos extensa conforme o tipo de relatório) Data e Patrocinadores e seus logótipos

37 Setembro VII. Outros aspectos - Propriedade Autoria, propriedade e seus registos A propriedade intelectual é regulada pelo IGAP – Inspecção-Geral das Actividades Culturais – Para o IST deve-se consultar o regulamento A POLÍTICA DE PROTECÇÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL NO IST -

38 Setembro VII. Outros aspectos – Ficha Técnica (1) Nome e morada da instituição editora Nome e morada da tipografia Informação sobre autoria dos aspectos gráficos Nº de exemplares Nº do depósito legal junto da Biblioteca Nacional

39 Registo de propriedade intelectual - Obras Literárias e Artísticas – IGAP. ISBN (International Standard Book Number)- Estes números identificam univocamente um título duma publicação não periódica num certo idioma – Consultar a Agência Portuguesa para o ISBN APEL Setembro VII. Outros aspectos – Ficha Técnica (2)


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