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22/11/20141 Metodologia do ensino e da pesquisa Prof. Sheila Kocourek Programa de Residência Multiprofissional – CCS - UFSM.

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2 22/11/20141 Metodologia do ensino e da pesquisa Prof. Sheila Kocourek Programa de Residência Multiprofissional – CCS - UFSM

3 Finalidade Oferecer apoio e ajuda ao pesquisador Proporcionar maior compreensão do tema em estudo Propiciar a reflexão e a organização das idéias antes de iniciar a execução da pesquisa Propiciar a distinção entre o fundamental e o secundário Constatar a relevância e a viabilidade da pesquisa

4 Finalidade Auxiliar na preparação das tarefas inerentes ao processo de pesquisa Verificar os defeitos e as falhas de raciocínio, prevenindo as dificuldades Pode ser alterado a qualquer momento Ao ser submetido a outras pessoas permite que sejam apresentadas críticas e sugestões importantes.

5 Coerência Interna Conforme a abordagem de pesquisa ou mesmo dentro de uma mesma abordagem, existem diferentes formas de elaborar um projeto de pesquisa. Pesquisa Experiência Referencial Método Prazer

6 1. Tipos de Pesquisa Pesquisa Exploratória –Explorar é a primeira aproximação de um tema e visa criar maior familiaridade em relação a um fenômeno –Busca de material que possa informar a real importância do problema, o estágio de avanço dos conhecimentos e novas fontes de informações –Levantamento bibliográfico, entrevistas com profissionais que estudam/atuam na área, visita a web sites etc.

7 1. Tipos de Pesquisa Pesquisa Descritiva –Após a pesquisa exploratória o interesse é descrever o fenômeno –Levantamento das características conhecidas –Levantamento ou observações sistemáticas do problema escolhido

8 1. Tipos de Pesquisa Pesquisa Explicativa –Criar uma teoria aceitável a respeito do fenômeno –Trabalha com os “Porquês” –Identifica a maneira como ocorrem os fenômenos ou os fatores que contribuem ou determinam a ocorrência dos mesmos –Visa aprofundar o conhecimento da realidade além das aparências –Responsabilidade maior pelos resultados.

9 1. Tipos de Pesquisa Estudo de caso –Objeto de pesquisa restrito –Objetivo: aprofundar aspectos característicos do objeto de estudo –Exige do pesquisador: Domínio técnico Capacidade de observação Parcimônia quanto à generalização dos resultados

10 1. Tipos de Pesquisa Pesquisa Bibliográfica –Conjunto de materiais escritos/gravados, mecânica ou eletronicamente, que contêm informações já elaboradas e publicadas por outros autores Livros Publicações periódicas Fitas gravadas de áudio e vídeo Páginas de web sites Relatórios de simpósios/seminários Anais de congressos Etc.

11 1. Tipos de Pesquisa Pesquisa Documental –Fontes de informação que ainda não receberam organização, tratamento analítico e publicação Tabelas estatísticas Relatórios de empresas Documentos informativos arquivados em repartições públicas, hospitais, sindicatos, etc. Fotografias, correspondência pessoal, etc.

12 1. Tipos de Pesquisa Pesquisa-ação –O processo é desenvolvido envolvendo pesquisadores e pesquisados no mesmo trabalho, já que a ambos interessaria a criação de respostas imediatas para uma certa necessidade Pesquisa participante –O Pesquisador é um dos dados pesquisados

13 1. Tipos de Pesquisa Pesquisa ex-post-facto –Examina um fenômeno que já está pronto, anterior ao controle do pesquisador Pesquisa quantitativa Pesquisa qualitativa

14 13 Pesquisa quantitativa Trabalha com dados passíves de mensuração através especialmente de procedimentos estatísticos. Ex: idade, número de visitas realizadas, número de internações, quantidade de meninos que habitam as ruas de POA, etc. (PRATES, 2005)

15 14 Principios da pesquisa qualitativa: TRÊS PRINCÍPIOS SAO: 1.reconhecimento da singularidade do sujeito, significando “conhecê-lo, ouvi-lo, escutá-lo, permitir- lhe que se revele”. 2.reconhecimento da importância em se conhecer a experiência social do sujeito, o que significa compreender a sua trajetória histórica no contexto social.” 3.o conhecimento do modo de vida do sujeito pressupõe o conhecimento de sua experiência social.

16 15 Algumas características da pesquisa qualitativa Tem por objetivo trazer à tona o que os participantes pensam a respeito do que está sendo pesquisado;  Privilegia instrumentos que superam o questionário, formulário e que vão incidir mais na narrativa oral;  Não se trata de uma pesquisa com grande número de sujeitos. É preciso aprofundar o conhecimento em relação;  A pesquisa qualitativa é de modo geral participante, nós também somos sujeitos da pesquisa;  Trabalha com questões norteadoras ou com hipóteses;  O pesquisador tem uma postura de engajamento junto ao fenômeno em estudo;  Contrapõe-se a qualquer postura de neutralidade frente ao fenômeno em estudo.

17 16 Pesquisa quantitativa Trabalha com dados passíves de mensuração através especialmente de procedimentos estatísticos. Ex: idade, número de visitas realizadas, número de internações, quantidade de meninos que habitam as ruas de POA, etc. (PRATES, 2005)

18 17 Pesquisa quanti-qualitativa Trabalha com dados de fácil quantificação quantificação e complementa-os com dados subjetivos ou descritivos (PRATES, 2005).

19 18 Estrutura do Projeto de Pesquisa Sumário Introdução Justificativa Apresentação do estudo: Tema Delimitação do tema Problema de pesquisa Objetivos Questões norteadoras ou hipóteses Revisão bibliográfica/fundamentação teórica Base metodológica Recursos Bibliografia

20 2. Elaboração do Projeto Capa / Título –Deve conter um número considerável de elementos anunciadores do teor da pesquisa, sem se tornar confuso com excesso de informações –Deve-se evitar título em forma de frase ou interrogativo

21 2. Elaboração do Projeto Sumário Introdução –Panorama geral a respeito daquilo que encontrará durante a leitura Importância e abrangência do tema Objetivos

22 2. Elaboração do Projeto Justificativa –Razão da pesquisa, sua relevância e necessidade. –A razão não deve ser meramente subjetiva, é preciso ter um caráter de interesse científico, revestido de caráter social

23 2. Elaboração do Projeto Tema da Pesquisa –É o assunto e, embora de uma visão global, já determina o tipo de enfoque, pois é o primeiro recorte da realidade que a pesquisa propõe  Delimitação do tema: –Requer uma delimitação precisa do que o pesquisador procura investigar. Na delimitação do tema, é preciso saber dizer, o que se extrai da área temática, obedecendo as dimensões do tempo e espaço onde a pesquisa será desenvolvida.

24 2. Elaboração do Projeto Problema de Pesquisa –O problema de pesquisa deve ser claramente formulado, pois ele serve de guia na busca de informações que permitam responder aos questionamentos. É um esforço de reflexão sobre o tema, buscando: Identificar os problemas que ele envolve Escolher, entre os problemas identificados, os que merecem uma pesquisa mais aprofundada, considerando-se sua relevância, sua viabilidade e prioridades

25 Problema de Pesquisa É considerado o ponto de partida do pesquisador. O problema de pesquisa fornece a categoria de estudo que precisa ser definida para clarificar exatamente quais aspectos da realidade estão sendo investigados ou não. O mesmo deve ser levantado como uma preposição interrogativa. O problema de pesquisa, na verdade é o que desencadeia todo o processo de pesquisa. Assim, toda a pesquisa inicia com a formulação de um problema que se queira resolver. A formulação deve ter como objetivo a solução do problema que se constitui numa dificuldade teórica ou prática para a qual se procure uma solução.

26 2. Elaboração do Projeto  Objetivos –Geral e/ou específicos: O objetivo geral deve dar conta da proposição do estudo em seu todo, ao passo que, os específicos demonstram especificidades do estudo. O objetivo geral, apresenta de forma genérica o que o pesquisador pretende investigar, ao passo que, os específicos constituem-se na subdivisão do objetivo geral e estes, poderão ser discutidos no decorrer do trabalho; –Objetivos da pesquisa e não da atuação profissional; –Claros e concisos; –Partem da dúvida estabelecida no problema; –Os objetivos são estabelecidos de acordo com o problema de pesquisa; –A sua formulação deve ser feita na forma verbal infinitiva. Exemplo: identificar, conhecer;

27 2. Elaboração do Projeto  Fundamentação Teórica –Identifica o referencial que irá dar sustentação as idéias desenvolvidas no projeto –Deve abordar as questões que serão necessárias à discussão posterior e situar o leitor sobre o assunto –São apresentados os conceitos fundamentais e as reflexões teóricas existentes sobre o tema, bem como o manejo e/ou entrecruzamentos entre elas –Deve-se evitar o simples despejo de transcrições ou citações

28 Fundamentação Teórica –Deve promover o diálogo entre o que já foi elaborado sobre o tema; mostrando, comparando e analisando os autores e as teorias. –Autores atuais e antigos –Livros, revistas e internet –Nacional e internacional

29 2. Elaboração do Projeto  Definição de Termos ou categorias –Tem o objetivo de definir os principais termos do problema de pesquisa, segundo o marco referencial teórico-epistemológico adotado –Definir todos os termos susceptíveis de interpretações dúbias

30 2. Elaboração do Projeto Hipóteses – Pesquisa quantitativa –Propõe explicações provisórias para certos fatos, com o apoio da teoria –Suposição que antecede a constatação –São objetivas e afirmativas –Devem ser claramente formuladas –A hipótese conduz a uma verificação empírica –Utiliza a estatística para confirmar ou refutar uma idéia –Hipótese nula (H0) x Hipótese alternativa (H1, H2, H3...)

31 2. Elaboração do Projeto Questões Norteadoras: São perguntas elaboradas, geralmente como base nos objetivos e nas dúvidas do pesquisador. Não servem para antecipar respostas e sim, para direcionar o caráter investigativo da pesquisa. Jamais trabalhar com hipóteses e questões norteadoras numa mesma pesquisa. Por que? O uso de hipóteses ou de que questões norteadoras expressa uma concepção metodológica do pesquisador. Assim, hipóteses são utilizadas em pesquisas de caráter quantitativo e também em pesquisas de caráter qualitativo. Ao passo que, as questões norteadoras apenas podem ser utilizadas em pesquisas de caráter qualitativo ou quanti-quali;

32 2. Elaboração do Projeto  Variáveis ou categorias –A definição de variáveis pertence, em geral, à pesquisa quantitativa; –Qualquer característica do indivíduo, do objeto ou do evento, segundo a qual ele pode ser classificado. Exemplo: variáveis do sujeito da pesquisa (idade, sexo, estatura, peso, escolaridade, profissão, situação sócio-econômica, etc), ou do objeto (Participação: familiar, religiosa, profissional, comunitária, política, etc) –Categorias devem ser conceituadas com clareza e de forma operacional, definindo-se seus indicadores e índices.

33 32 2. Elaboração do Projeto A metodologia: de pesquisa supera o simples uso de técnicas e instrumentos de coleta de dados e informações. Ela deve, necessariamente, articular concepções teóricas, técnicas/ instrumentos e o potencial criativo do pesquisador. A base metodológica passa a se constituir na metodologia de pesquisa que compreende o “como” o pesquisador irá desenvolver e executar a pesquisa. Um dos elementos essenciais da metodologia, é o pesquisador saber dizer como irá desenhar o percurso da pesquisa.

34 33 Metodologia Assim, o pesquisador expressa a sua concepção teórico-metodológica na condução da pesquisa. Revela sistematicamente, a natureza de sua pesquisa, seja ela de caráter quantitativa, qualitativa ou quanti-qualitativa. Planeja ainda, os momentos ou procedimentos operacionais em que desenvolverá a pesquisa, descrevendo e propondo todos os passos a serem seguidos.

35 Metodologia –População –Amostra ou Sujeitos –Instrumentos observação, observação participante, história de vida, análise documental, questionário, formulários com escalas de opinião ou escalas de atitude, entrevista, testes e outros –Procedimento –Dimensão ética –Produtos esperados ou contribuições

36 35 População ou universo E o conjunto de elementos ou de seres que se deseja investigar que apresentam pelo menos uma caracteristica comum. “N” = universo e o número total do universo ou população (PRATES, 2005)

37 36 Definições Amostra signifca: “uma porção, um pedaço, um fragmento, os quais são apresentados para demonstar propriedades da natureza ou qualidade de algo” “uma pequena parte de algo ou de uma quantia, com a pretensão de mostrar a qualidade, estilo ou natureza do todo”; Fonte : TURATO, 2003, p

38 37 Recortes no Universo Empírico Seleção dos participantes (estabelecer critérios); Local onde serão recrutados ou selecionados (justificar a escolha); Período de Tempo que será contemplado o estudo

39 38 Tamanho da Amostra na Pesquisa Qualitativa “É a que permite – em virtude de não ser muito grande – a profundidade e a análise orientada para o caso, que é uma marca de todos os inquéritos qualitativos e que resulta – em virtude de não ser muito pequena – numa nova e ricamente tecida compreensão da experiência” (Sandelowsky apud Turato, 2003, p.361).

40 39 Tipos de amostra “Parte de uma totalidade de unidades que compõem o fenômeno coletivo, com duas possibilidades”: “Amostra representativa" (probabilística) Rigorosamente fundamentada em leis estatísticas (GIL apud PRATES, 2000) Amostra: probabilísticas ou não-probabilísitaca - por escolha casual, que segue uma razão. Fonte : TURATO, 2003, p

41 Amostragem Probabilística Amostragem Aleatória Simples (AAS) Uma amostra escolhida de tal forma que cada item ou pessoa na população tem a mesma probabilidade de ser incluída. Amostragem Aleatória Sistemática Os itens ou indivíduos da população são ordenados de alguma forma – alfabeticamente ou através de algum outro método;

42 Amostragem Probabilística Amostragem Aleatória Estratificada : A população é inicialmente dividida em subgrupos (estratos – como genero) e uma subamostra é selecionada a partir de cada estrato da população Amostragem aleatória Estratificada com Repartição Proporcional · Amostragem Aleatória Estratificada com Repartição de Neyman (ou repartição ótima) Amostragem por Conglomerados

43 42 Amostra não-probabílistica Amostragem proposital, intencional ou deliberada: “escolha deliberada de respondentes, sujeitos ou ambientes, oposta à amostragem estatística, preocupada com a representativade de uma amostra em relação à população total” (Pope e Mays, 1995 apud Turato, 2003, p.357).

44 43 Amostragem por variedade de tipos Seleção dos sujeitos é proposital, seguindo critérios do pesquisador e interesse científicos, conforme características várias deliberadamente eleitas pelo pesquisador. O pesquisador justificará a inclusão de pessoas no estudo baseado em múltiplas variáveis (sexo/gênero; faixa etária, nível de escolaridade; extrato sócio-econômico, credo religioso posição no grupo familiar, participação em instituições, etc) Critério de homogeneidade fundamental: os sujeitos incluídos e reunidos possuem pelo menos uma característica comum a todos; a característica-chave que os une é o próprio tema da pesquisa.

45 44 Amostra não-probabílistica Dirigida ou intencional - escolhida pelo pesquisador; Intencional - está interessado na opinião (ação, intenção) de determinados elementos da população, nem sempre representativos da mesma, como por exemplo lideranças...

46 45 Amostra não-probabílistica Júris - trabalha em profundidade, com parcelas pequenas, porém compreendidas como representativas da população; Tipicidade – tem por base determinados segmentos, como, usuário de drogas, participantes de determinado movimento social, entre outros;

47 46 Amostra não-probabílistica Quotas - principal modalidade entre amostragem dirigida dividindo a população por características e realiza escolhas a partir dessas particularidades: cortes por gênero, faixa-etária, bairros moradores, classe social, níveis de renda, etc...

48 47 Amostragem por Saturação Esse tipo é denominado “Amostragem por Saturação” porque o pesquisador fecha o grupo quando, após as informações coletadas com um certo número de sujeitos, novas entrevistas passam a apresentar uma quantidade de repetições em seu conteúdo

49 48 Amostragem por Saturação Critério da Homogeneidade ampla : Os sujeitos são incluídos e reunidos pelas suas caracteristicas/variáveis comuns. Saturação: depois de um certo número de sujeitos entrevistados, novas entrevistas passam a apresentar uma quantidade de repetições em seu conteúdo Parâmetros de avaliação : verificar se elementos colhidos são suficientes para atingir os objetivos da pesquisa; consultar pessoas que poderão servir de juízes: orientador, colegas de atividades de pesquisa ou outros.

50 49 Tamanho da Amostra na Pesquisa Qualitativa Não é definida a priori, apenas após a entrada no campo; Na pesquisa quantitativa, o tamanho da amostra é definida a priori de modo que seja estatisticamente representativo da população global; Na pesquisa qualitativa, deve constar apenas no projeto de pesquisa os critérios de inclusão da amostra, o modo de construção da amostra, não fazendo sentido citar quantas pessoas serão entrevistadas.

51 50 Técnicas de coletas e Instrumentos Entrevista Observação História oral – (História de vida e depoimentos) Técnicas alternativas Técnicas coletivas

52 51 Técnicas de coletas e Instrumentos Entrevista –visa a interpenetração informativa, quebrando isolamentos grupais, individuais e sociais. Pode ser: –Fechada. –Semi-estruturadas e/ou semi-abertas; –Exploratória; –Não estruturada e/ou aberta;

53 52 Técnicas de coletas e Instrumentos Observação – não significa apenas olhar, mas destacar de um conjunto aquilo que é específico, prestando atenção em suas características é abstrair do contexto dimensões singulares. Sendo dividida: –Sistemática –Assistemática –Participante –Em equipe –Individual

54 53 Técnicas de coletas e Instrumentos História oral – consiste em explorar as relações entre história e memória. Divide-se em: –História de vida: busca obter informações sobre experiências íntimas dos sujeitos; –Depoimento: instrumento que tem por finalidade preencher as lacunas deixadas pelas fontes escritas.

55 54 Técnicas de coletas e Instrumentos Coleta coletiva: constitui-se em estratégias para a obtenção de dados. Metodo Zoop: consiste em uma reflexão conjunta e sistematizada. Técnicas de seminário – utilizada na pesquisa-ação.

56 55 Técnicas de coleta alternativa TÉCNICAS DE DRAMATIZAÇÃO E GRAFIA TEATRO EXPERIMENTAL – trabalha a partir da criação de personagens e cenas do cotidiano que são registradas e analisadas. É possível congelar cenas e pedir a explicação dos participantes ou, após a encenação, discutir sobre a cenas e personagens, buscando sentimentos, explicações, reflexões coletivas.

57 56 Técnicas de coleta alternativa GRAFODRAMA: que articula o desenho e a dramatização, trabalha a partir da criação de desenhos representativos aos quais se dá vida aos personagens. […] desenho e o elemento provocador da expressão do pesquisado, a partir do qual buscar-sé-á significados vivencias, sentimentos que serão descritos a partir da vida atribuida aos personagens. Sociometria

58 57 Técnicas de coleta alternativa SOCIOMETRIA: é uma tecnica qualitativa que procura explicar as relações pessoais entre indivíduos de um grupo. […] revela a estrutura grupal, indicando posição de cada indivíduo em relação aos demais. […] por votação escrita pede-se ao grupo três pessoas com as quais gostaria de trabalhar. […] verifica-se a “panelinhas” ou subgrupos.

59 58 Instrumentos de registro Formulário Questionário Gravador Diário de pesquisa – observação

60 59 Questões éticas Resolucao 196/96; Termo de consentimento livre e esclarecido; Comites de etica em pesquisa; Devolucao do resultados – metodo de esposicao

61 2. Elaboração do Projeto  Plano de análise e interpretação dos dados –Obtidos os dados, o pesquisador terá diante de si um amontoado de respostas, que precisam ser organizadas, para que possam ser analisadas e interpretadas –Deve ser planejada a forma de classificação, codificação e tabulação dos dados

62 Tratamento dos dados –Análise quantitativa tratamento estatístico prevalece a preocupação com a quantificação dos fenômenos –Análise fenomenológica busca compreender significados e interpretar o fenômeno que é dado à consciência Busca informações de natureza qualitativa (percepções, significados, processos de conscientização) –Análise crítica busca desvelar as interconexões entre os fenônemos, as relações das partes com a totalidade, a historicidade dos fenômenos e as suas contradições considera tanto as informações quantitativas, quanto as qualitativas, tendo em vista que “as coisas podem realizar a passagem do quantitativo ao qualitativo, e vice-versa”.

63 Tratamento dos dados –A interpretação vai consistir em expressar o significado do material pesquisado, comparando-se os resultados alcançados com os propósitos do estudo, o quadro referencial teórico e a experiência acumulada.

64 2. Elaboração do Projeto  Cronograma –deve ser minuciosamente estabelecido, indicando-se o tempo necessário para cada fase da pesquisa, de acordo com o prazo de que o pesquisador dispõe e levando-se em conta todos os possíveis atrasos.

65 2. Elaboração do Projeto Orçamento –Recursos disponíveis: humanos e materiais Bibliografia Anexos

66 65 Referências Bibliográficas DENZIN, Norman e LINCOLN, Yvonna. Handbook of Qualitative Research. London: SAGE, FLICK, Uwe. Uma introdução à Pesquisa Qualitativa. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2004 TURATO, Egberto Ribeiro. Tratado da metodologia da pesquisa clínico- qualitativa: construção teórico-epistemológica, discussão comparada e aplicação nas áreas de saúde e humanas. Petrópolis: RJ, VOZES, VICTORA, Ceres; KNAUTH, Daniela e HASSEN, Maria de Nazareth. Pesquisa Qualitativa em Saúde. Porto Alegre:TOMO Editorial, 2000.


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