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Oração para conhecer e viver a Palavra. “Senhor, como aos apóstolos, abre também nossa inteligência para entender tua Palavra. Senhor, somos peregrinos.

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Apresentação em tema: "Oração para conhecer e viver a Palavra. “Senhor, como aos apóstolos, abre também nossa inteligência para entender tua Palavra. Senhor, somos peregrinos."— Transcrição da apresentação:

1 Oração para conhecer e viver a Palavra. “Senhor, como aos apóstolos, abre também nossa inteligência para entender tua Palavra. Senhor, somos peregrinos como os discípulos de Emaús. Vem caminhar conosco! Dá-nos teu Espírito para que façamos do estudo da tua Palavra um caminho para o discipulado. Transforma nossa Igreja em comunidades orantes e acolhedoras, testemunhas da fé, da esperança e da caridade. Abre nossos olhos para reconhecer-te nas situações sofridas de nossas vidas.

2 Aquece nosso coração para que sintamos sempre a tua presença. Abre nossos ouvidos para escutar tua Palavra, fonte de vida e missão. Ensina-nos a partilhar e comungar do Pão, alimento da caminhada. Permanece conosco! Faz de nós discípulos missionários, a exemplo de Maria, a discípula fiel, sendo testemunhas da tua Ressurreição. Tu que és o caminho para o Pai. Amém”.

3 CANON BÍBLICO Dúvidas do João: Além dos livros canônicos, sei que existem centenas de apócrifos, considerados "não-inspirados". Quem e de que modo fez essa divisão? Quais os critérios utilizados para definir qual livro foi ou não inspirado por Deus?

4 Será que a escolha do cânone não foi uma desculpa utilizada por algumas correntes para eliminar outras consideradas dissidentes ou heréticas? Quem e com qual autoridade alguém define se um texto é ou não inspirado? Com certeza não perguntaram a Deus quais eram os inspirados e os heréticos, portanto foram homens comuns que fizeram essa crucial distinção. Não estaria a cristandade sendo enganada por engodos há dois mil anos?

5 Estas perguntas questionam algo decisivo: estamos conhecendo e seguindo a verdade ou sendo vítimas de manipulações de facções que lutam para impor seus interesses? De outro lado contem afirmações categóricas preconcebidas como se o autor tivesse conhecimento pleno e fosse autoridade competente e infalível para julgar o assunto.

6 Críticas como estas colocam a Igreja católica sob suspeita de ser falsa e estar manipulando a verdade por interesses escusos. Aqui estamos mais ou menos na situação dos pais que vêem filhos iludidos por falsos namorados ou amigos aproveitadores. Os pais vêem os filhos iludidos e quando argumentam são considerados atrasados. Os filhos se julgam vencedores e os pais humilhados.

7 Não é fácil à Igreja defender a verdade. Parece que as doutrinas liberais e permissivas tornam as pessoas felizes e a verdade as oprime. Alem disso certos sucessos de público, o apoio dos meios de comunicação e o faturamento econômico parecem ser o critério para discernir quem está com a verdade. A verdade assim fica humilhada com Jesus na cruz.

8 A verdade pode ser contestada, mas nunca vencida. A verdade tem força em si mesma (Mc.4,26s) e não depende de artifícios da oratória ou espertezas dos comunicadores. Quem precisa disso é a mentira. O fogo queima mesmo quando negam seu efeito. A verdade se impõe, sem pressa, quer aceitemo- la ou não. A mentira desmorrona por si. A verdade é de Deus.

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10 RESPOSTA Prezado João: A Igreja é quem define claramente quais são os livros canônicos, pois a ela foi dada a missão de ter e manter o depósito da fé. Você diz que: "Com certeza não perguntaram a Deus quais eram os inspirados e os heréticos, portanto foram homens comuns que fizeram essa crucial distinção. Não estaria a cristandade sendo enganada por engodos há dois mil anos?"

11 Meu caro João, não sei se você já reparou, mas Deus não sai por aí respondendo perguntas de curiosos. Deus nos ensina através da Igreja. E Ele, que não pode enganar-se e nem nos enganar, revelou a distinção entre livros inspirados e não. Não é difícil entender que, porque e como Deus Nosso Senhor quis se revelar. Pela forma de suas perguntas, se vê que você parte do principio de que não há intervenção divina na revelação, o que é contraditório. Até parece que, para você, a igreja é apenas obra humana, sem Deus, guiada apenas pelas intrigas de interesses.

12 É óbvio que Deus cuida para que a Revelação seja transmitida corretamente, senão para que Ele Se revelaria? A Revelação não é produto da consciência individual ou coletiva do homem através dos tempos. Ou conjunto de estórias desenvolvidas por grupos como meio de dominação cultural. Isto tudo não é Revelação, por definição. A revelação é sobrenatural e externa ao homem. Portanto ela não nos chega de modo direto e imediato, mas através da Igreja.

13 Como a verdade é una, só pode haver uma Igreja que Ele estabeleceu para transmitir e guardar a revelação. E essa é a Igreja que Ele fundou: a Igreja Católica. Cristo, Verbo de Deus, confiou Sua verdade e Sua graça à Igreja Católica, para que transmitisse aos homens de todas as gerações: "Foi-me dado todo o poder no céu e na terra. Ide, pois e ensinai todos os povos...Eis que Eu estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos" (Mt ) Sem crer nisto não há base de fé.

14 A garantia de que a Igreja cumprirá fielmente esta missão não reside em si apenas, enquanto composta de homens frágeis, mas na presença eficaz de Cristo e de Seu Espírito Santo, até a consumação dos tempos (cf. Jo 14, e 16, 13-15). Ora, foram duas as formas de transmitir a Revelação: a Tradição oral e a Tradição escrita, as Sagradas Escrituras. As Escrituras são posteriores à Tradição Oral e necessitam dela para ser retamente interpretadas, pois as Sagradas Escrituras nasceram da Tradição.

15 “Nossa Capacidade vem de Deus. Ele é que nos fez aptos para ser ministros da Nova Aliança, não a da letra, e sim do Espírito. Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica”. O próprio fato da existência e o número dos livros inspirados (canon) só os conhecemos pela Tradição. O canon bíblico é composto por 45 livros do Antigo Testamento e 27 do Novo Testamento.

16 Antigo Testamento: Existem dois cânones do Antigo Testamento: o Alexandrino, também chamado Versão dos Setenta, que é o verdadeiro e sempre foi utilizado pela Igreja desde o início, e o Palestinense (bíblia hebraica), fixado no séc I de nossa era pela Escola de Jâmnia. Foi usado na Palestina e era o único reconhecido como autêntico pelos fariseus.

17 A Septuaginta é uma tradução para o grego e foi feita no séc. III aC, em Alexandria (Egito), por setenta e dois sábios judeus, em virtude da diáspora. A população judaica nessa cidade já não mais compreendia a língua hebraica. Essa foi a Bíblia adotada pelos Apóstolos de Nosso Senhor Jesus Cristo em suas pregações e textos: das 350 citações que o Novo Testamento faz dos livros do Antigo Testamento, 300 concordam perfeitamente com a versão dos Setenta, inclusive quanto às diferenças com o hebraico. E os fariseus não o condenavam por isto.

18 Por volta do ano 100 dC, os judeus da Palestina se reuniram em um sínodo na cidade de Jâmnia e estabeleceram alguns critérios para formarem o seu cânon bíblico, tais como: o livro não poderia ter sido escrito fora do território de Israel, (Deus não age fora?) o livro não poderia conter passagens ou textos em aramaico ou grego, mas apenas em hebraico, (Deus não sabia essas línguas?) o livro não poderia ter sido redigido após a época de Esdras ( aC), etc.

19 Por causa desses critérios nacionalistas, os livros escritos pela comunidade judaica do Egito não foram reconhecidos pelo sínodo de Jâmnia. Esses livros não reconhecidos e que aparecem na tradução dos Setenta são tecnicamente chamados de deuterocanônicos, por não terem sido unanimemente aceitos. São, portanto, deuterocanônicos no Antigo Testamento os seguintes livros: Tobias, Judite, Baruc, Eclesiástico, Sabedoria, 1Macabeus e 2Macabeus, além das seções gregas de Ester e Daniel.

20 Durante muito tempo vingou entre os eruditos não católicos, isto é, protestantes, a teoria de que o cânon alexandrino tinha ampliado o cânon hebraico, o palestinense. O chamado sínodo de Jâmnia não teria reconhecido este acréscimo e por isso não reconheceu como inspirados os deuterocanônicos. Esta tendência era comum entre os reformadores do século XVI.

21 Recentemente, porém, graças às descobertas de Qûmram, mais conhecidos como Manuscritos do Mar Morto, o cânon tradicional católico foi mais uma vez confirmado, porque se descobriu que aquela comunidade hebraica mais antiga dispunha de uma coleção semelhante à tradução dos Setenta. Ou seja, não foram os alexandrinos que ampliaram o catálogo dos Livros Sagrados, mas a Escola de Jamnia que o reduziu. Portanto se vê claramente, inclusive pelas pesquisas mais recentes, que o cânon da Igreja sempre foi o correto. Qualquer historiador honesto reconheceria isto.

22 “Suscitarei a fome de ouvir a Palavra do Senhor” Amós 8,11.

23 Novo Testamento: Foi mais fácil se ter o controle da canonicidade dos livros do Novo Testamento, pela própria organização da Igreja nos primórdios do Cristianismo. Com a doutrina íntegra, e principalmente com a Tradição, os primeiros cristãos tinham a mesma doutrina que temos hoje. O primeiro critério de canonicidade é óbvio: a integridade da doutrina.

24 Desde os tempos remotíssimos, documentos episcopais, sinodais e também papais, recusavam os apócrifos e davam a lista completa dos escritos canônicos. Assim por exemplo, a Carta Pascal de Santo Atanásio (367) relaciona todos os 27 livros do Novo Testamento, aí incluída a Epístola aos Hebreus, a segunda e a terceira de São João e a de São Judas Tadeu, sobre as quais havia antes algumas dúvidas.

25 Em Santo Atanásio temos um testemunho autorizado do Oriente; no Ocidente temos a lista completa dos 45 livros do Antigo Testamento, e dos 27 do Novo no decreto do Papa São Damaso (382), lista que se repete nos Concílios de Hipona (393) e de Cartago (397) e na carta do Papa Inocêncio I a Exupério, bispo de Toulouse (405), e, bem mais tarde, no sínodo "in Trullo" de 692. Fora esses livros tidos como canônicos desde os primórdios, meu caro João, o resto é tudo apócrifo. Bem simples, não?

26 “Quem não renascer da água e do Espírito Santo”...

27 Intervalo

28 Queremos conhecer algo do importante documento do Concílio Vaticano II sobre a Palavra de Deus, com o nome de “Dei Verbum”. “Dei Verbum”.

29 Dei Verbum e Formação do Antigo Testamento I. INTRODUÇÃO: Nosso estudo tem como base um documento do Magistério Eclesiástico que se chama Constituição Dogmática Dei Verbum. Este documento foi elaborado em 1965 no último Concílio Ecumênico da Igreja Católica, ou seja, no Concílio Vaticano II. Fala sobre a Revelação Divina e Sua Transmissão.

30 O que é a Revelação Divina? É Deus comunicando e manifestando gradualmente a sua própria vida divina na história dos homens, por etapas e que vai culminar na pessoa de Jesus. Deus quis Se revelar ao homem para que este O conhecesse e assim pudesse livremente amá-Lo e escolhê-Lo como Bem Supremo de sua vida.

31 Etapas da Revelação Divina: - Deus manifestou-se desde o princípio, aos nossos primeiros pais através das coisas criadas. - Convidou-os a uma comunhão íntima consigo mesmo revestindo-os de uma Graça e justiça resplandecentes. - Depois da queda do homem, Deus prometeu-lhes a salvação. - Concluiu com Noé uma aliança entre Ele e todos os seres vivos.

32 - Escolheu Abraão e concluiu uma aliança com Ele e seus descendentes. Fez deles o Seu povo. - Revelou a este povo a Sua lei por meio de Moisés. - Preparou a este povo através dos profetas a acolher a salvação destinada a toda humanidade. - Revelou-Se plenamente, enviando o Seu Filho, no qual estabeleceu a Sua aliança para sempre. - O Filho é a palavra definitiva do Pai. Depois Dele não haverá outra Revelação.

33 Deus dispôs que aquelas coisas que revelara para salvação de todos os povos permanecessem sempre íntegras e fossem transmitidas a todas as gerações. Por isto o Cristo senhor ordenou aos Apóstolos que o Evangelho fosse por eles pregado a todos os homens como fonte de toda a verdade salvífica.

34 “Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração... Estas palavras, tu as repetirás com insistência aos teus filhos...” Dt. 6,4s

35 Transmissão da Revelação Divina: A transmissão da Revelação Divina aconteceu ao longo dos tempos, de duas maneiras: primeiro, oralmente e depois, por escrito. Hoje o que Deus revelou encontra-se na Sagrada Tradição e na Sagrada Escritura, as quais constituem um só sagrado depósito da Palavra de Deus confiado à Igreja.

36 1. TRADIÇÃO: A Sagrada Tradição oriunda dos Apóstolos progride na Igreja sob a assistência do Espírito Santo ( pela compreensão ). Jesus ordenou aos Apóstolos que o Evangelho fosse pregado por eles a todos. E os Apóstolos pregaram de forma oral e depois ( Sob a inspiração do Espírito Santo ) de forma escrita. A pregação apostólica foi conservada por escrito na Sagrada Escritura. Também fazem parte da Tradição, os escritos dos padres apostólicos (Santos Padres), bispos que conviveram com os 12 Apóstolos).

37 2. SAGRADA ESCRITURA A Bíblia é a Palavra de Deus, redigida pelo hagiógrafo (autor sagrado) sob a inspiração do Espírito Santo. - O Verbo de Deus (Jesus) - por meio de Maria(encarnação) torna-se homem. - A Palavra de Deus (Bíblia) - por meio do homem(autor sagrado) torna-se linguagem (palavra) humana. Por isso a Igreja venera a Sagrada Escritura (A Bíblia) e o Corpo de Cristo (Pão da vida).

38 A mesma Palavra que se encarnou no seio de Maria quer habitar e ser anunciada por todos nós.

39 3. MAGISTÉRIO DA IGREJA: Só o magistério da Igreja, cuja autoridade é exercida pelos bispos em comunhão com o Papa, pode interpretar e transmitir fielmente a Revelação Divina. O Magistério está a serviço das Palavra de Deus. Ensina aos homens o que foi transmitido por Deus.

40 II. FORMAÇÃO DO ANTIGO TESTAMENTO Foi no seio do povo hebreu que nasceu a Bíblia (A.T.) Os textos bíblicos do Antigo Testamento começaram a ser escritos a partir do século IX a. C. No decorrer dos séculos foi-se formando a biblioteca sagrada de Israel, sem que os judeus se preocupassem com a catalogação das mesmas. E o último livro a ser escrito foi Sabedoria (50 aC). Os autores sagrados (os hagiógrafos) viveram em lugares e ambientes muito diversos: cada um imprime na sua obra traços característicos de sua personalidade. Mas como eles escreveram sob a inspiração do Espírito Santo, é Deus o Autor principal de toda a Bíblia.

41 Só depois do Exílio (538 aC) é que se escreveu definitivamente o Antigo Testamento. Nessa época é que o Antigo Testamento adquiriu toda a sua autoridade. Ele se tornou o eixo de um sistema social e religioso - o judaísmo. O Antigo Testamento era como a carteira de identidade do povo de Israel. Os judeus foram ajuntando no decorrer de sua história e coleção dos livros do Antigo Testamento e dividiram-na em 3 partes:

42 A Lei, a Torá - contendo os 5 livros: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Formam o núcleo fundamental da Bíblia. Os Profetas - os judeus compreendiam por esse título os livros que hoje são denominados proféticos e históricos. Os Escritos - os judeus designavam por este nome os livros: Salmos, Provérbios, Jó, Cânticos, Rute, Lamentações, Eclesiastes, Ester, Daniel, Esdras e Neemias, Crônicas. No segundo século antes da nossa era, esta coleção já estava terminada (séc. II aC).

43 Nessa época (entre 250 e 100aC), os judeus estavam, em parte, dispersos pelo mundo afora (diáspora - emigração e dispersão dos judeus para outros países). Quando os judeus começaram a emigrar para outros países, levaram consigo a Bíblia. Se fixou, um grupo de judeus, em Alexandria (Egito), onde se falava grego e lá constituíram uma colônia. Adotaram a língua grega e tiveram a necessidade de traduzir a Bíblia do hebraico para o grego.

44 Conta a Tradição que o rei Ptolomeu II (Alexandria) querendo possuir na sua biblioteca um exemplar grego dos livros sagrados dos judeus, pediu ao sumo sacerdote Eleázaro de Jerusalém os tradutores. Eleázaro enviou seis sábios de cada uma das doze tribos de Israel (72 sábios) para Alexandria. Estes ficaram em 72 cubículos individuais e no final os 72 textos gregos do Antigo Testamento estavam idênticos. Consideraram um milagre! Ficou sendo conhecida como a TRADUÇÃO DOS SETENTA ou tradução Alexandrina.

45 Alguns escritos recentes lhe foram acrescentados sem que os judeus de Jerusalém os reconhecessem como inspirados: Tobias e Judite, Daniel e Ester (parte), Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, Jeremias. A Igreja Cristã admitiu-os como inspirados da mesma forma que os outros livros. Desse modo a Bíblia grega (tradução dos setenta hebraico- grego) tem 7 livros a mais do que a Bíblia hebraica (original).

46 Os judeus de Jerusalém não reconheceram os 7 livros como verdadeiros porque eles afirmam que: - Só podem ser escritos dentro de Israel - Só podem ser escritos em hebraico - Só podem ser escritos antes de Esdras Obs: Foi no ano 100 dC que os rabinos se reuniram no sínodo de Jâmnia para estipular esses critérios nacionalistas.

47 Foi a tradição apostólica que levou a Igreja a decidir quais os escritos que deviam ser contados na lista dos livros sagrados. Esta lista é chamada de: Cânon das Escrituras. Cânon (grego) = Catálogo - Canônico =Livro catalogado - Os livros escritos dentro do seio da comunidade dos judeus, são chamados: PROTOCANÔNICOS (Catalogados em primeiro lugar) - Os sete livros escritos em grego são chamados: DEUTOROCANÔNICOS (Catalogados em segundo lugar). O Cânon Católico compreende 46 livros do Antigo Testamento.

48 Divisão da Bíblia: 1. Pentateuco (a Lei) - Gen, Ex, Lev, Num, Deut. 2. Livros Históricos - Jos, Jz, Rt, Sam, Reis, Crôn, Esd, Nee, Tob, Jud, Est, Macabeus. 3. Livros Sapienciais - Jó, Sl, Prov, Ecle, Cânt, Sab, Eclo. 4. Livros Proféticos - Isaías, Jeremias, Lamentações, Baruc, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miqueias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias

49 O Cânon Católico - Adota a Bíblia hebraica juntamente com os sete livros acrescentado na tradução grega: os protocanônicos e deuterocanônicos. Os judeus - adotam só a Bíblia hebraica (Protocanônicos). não aceitam os livros deuterocanônicos.

50 Como o israelita escrevia a Bíblia: Dentre todos os antigos povos do Oriente, somente o povo de Israel se distingue por ter cultivado a história. No meio de uma cultura politeísta, Israel se desenvolve sob a influência de uma crença monoteísta. Os Israelitas sabiam, por revelação divina, que Deus fala e age pelos acontecimentos.

51 “Deus querendo e preparando a salvação do homem, elegeu para si um povo ao qual confiaria as promessas” (Rom 15, 4) Línguas Bíblicas: Os idiomas que Deus quis se servir para falar aos homens foram: o hebraico (para praticamente o AT inteiro), o aramaico (alguns dos livros) e o grego (Para o AT escrito pelos setenta, e para quase todo o NT).

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53 Defendendo os deuterocanônicos Quando católicos e protestantes falam sobre a Bíblia, os dois grupos atualmente possuem dois livros diferentes. No século 16, os reformadores protestantes removeram uma parte do Antigo Testamento que não era compatível com a sua teologia. Diziam que estes livros não eram inspirados e os chamaram de "apócrifos".

54 Os católicos se referem a eles como "deuterocanônicos" (pois foram disputados por alguns autores e sua canonicidade foi estabelecida mais tarde que o resto), enquanto que os demais livros são chamados de "protocanônicos" (sua canonicidade foi estabelecida primeiro).

55 Refutando o argumento protestante sobre a integridade da Bíblia, a Igreja Católica reafirmou a inspiração divina dos livros deuterocanônicos no Concílio de Trento em Fazendo isto, ela reafirmou o que já estava sendo crido e aceito desde os tempos primitivos.

56 Quem organizou o Antigo Testamento? A Igreja não nega que existam alguns livros que são realmente "apócrifos". Durante a era da igreja primitiva, existiam manuscritos que supunham ser inspirados, mas não eram. Muitos chegaram até nós, como o "Apocalipse de Pedro" e o "Evangelho de Tomé", cujas igrejas cristãs rejeitaram como não pertencendo às Escrituras.

57 Durante o primeiro século, os judeus discordavam sobre a constituição do cânon das Escrituras. De fato, havia muitos "cânones" sendo usados, incluindo livros usados por cristãos. Para combater a disseminação do rito cristão, os rabinos se encontraram na cidade de Jâmnia em 90 d.C. para determinar quais os livros que continham as verdadeiras palavras de Deus. Pronunciaram-se afirmando que muitos livros, incluindo os Evangelhos, eram impróprios para serem considerados Escritura Sagrada.

58 Este cânon também excluiu 7 livros (Baruc, Sirácida, 1 e 2 Macabeus, Tobias, Judite, Sabedoria de Salomão, e algumas porções de Daniel e Esther) que os cristãos consideravam como parte do Antigo Testamento. O grupo de judeus que estavam em Jâmnia tornou-se o grupo dominante no decorrer da história judaica, e hoje muitos judeus aceitam tal cânon. Entretanto, alguns judeus, como os da Etiópia, seguiam um cânon diferente e idêntico ao cânon Católico do Antigo Testamento, pois incluíam os sete livros deuterocanônicos (cf. Enciclopédia Judaica, vol 6, p. 1147).

59 Não é necessário dizer que a Igreja não aderiu ao resultado de Jâmnia. Primeiro, um Concílio judaico após a época de Cristo não guarda ligações com os seguidores de Cristo. Segundo, Jâmnia rejeitou precisamente os documentos que constituíam a base da Igreja Cristã - os Evangelhos e outros documentos do Novo Testamento.

60 Terceiro, rejeitando os deuterocanônicos, Jâmnia rejeitou livros que foram usados por Jesus e os apóstolos e que estavam contidos na edição da Bíblia que os apóstolos usaram no dia-a-dia - a Septuaginta.

61 Os apóstolos e os deuterocanônicos A aceitação pelos cristãos dos deuterocanônicos era lógica porque estes estavam incluídos na Septuaginta, a versão grega do Antigo Testamento que os apóstolos usaram para evangelizar. Dois terços das citações do Antigo Testamento no Novo são oriundos da Septuaginta.

62 Em nenhuma parte os apóstolos falaram aos seus discípulos ou convertidos para evitar estes sete livros ou alguma doutrina contida nele. Assim como os judeus pelo mundo que usam a versão da Septuaginta, os primeiros cristãos aceitaram os livros encontrados nela. Sabiam que os apóstolos não iriam enganá-los ou arriscar suas almas colocando falsas Escrituras em suas mãos - especialmente não os avisando contra isto.

63 Mas os apóstolos não colocaram os deuterocanônicos nas mãos de seus convertidos simplesmente como parte da Septuaginta. Eles regularmente citavam-nos em seus escritos. Por exemplo, Hebreus 11 nos encoraja a imitar os heróis do Antigo Testamento e no Antigo Testamento "mulheres houve, até, que receberam ressuscitados os seus mortos. Alguns foram torturados, rejeitados, não querendo o seu resgate, para alcançarem melhor ressurreição“ Existem alguns exemplos de mulheres recebendo de volta seus mortos pela ressurreição no Antigo Testamento protestante(Hb 11,35).

64 Você pode achar Elias ressuscitando o filho da viúva de Sarepta em 1 Reis 17, e você pode achar seu sucessor Eliseu ressuscitando o filho da mulher sunamita em 2 Reis 4, mas uma coisa não se poderá achar - em nenhum lugar no Antigo Testamento protestante, do começo ao fim, de Gênesis a Malaquias - alguém é torturado e rejeita o seu resgate para alcançarem melhor ressurreição. Querendo achar tal fato, deve procurar no Antigo Testamento da Bíblia católica - justamente nos livros deuterocanônicos que Martinho Lutero retirou de sua Bíblia.

65 Esta história é encontrada em 2 Mac 7, onde lemos que durante a perseguição dos Macabeus. "Aconteceu também que, tendo sido presos sete irmãos com sua mãe, o rei os queria obrigar a comer carne de porco contra a lei. Os outros irmãos exortavam-se mutuamente com sua mãe, a morrerem corajosamente, dizendo: 'O Senhor Deus vê e consola-se em nós'...

66 Morto deste modo o primeiro, levaram o segundo ao suplício. Respondendo na língua dos seus pais, disse: Não! Pelo que este também padeceu os mesmos tormentos que o primeiro. Estando já para dar o último suspiro, disse desta maneira: 'tu ó malvado, faze-nos perder a vida presente, mas Deus, o Rei do universo, nos ressuscitará para a vida eterna, a nós que morremos, por fidelidade às suas leis" (2 Mac 7,1.5-9).

67 Os filhos morreram um por um, proclamando que eles serão recompensados pela ressurreição. "Entretanto a mãe deles, sobrema- neira admirável e digna de memória, vendo morrer os seus sete filhos em um só dia, suportou heroicamente a sua morte, pela esperança que tinha no Senhor. Cheia de nobres sentimentos, exortava, na língua dos seus pais, a cada um deles em particular, dando firmeza. Dizia-lhes: 'não sei como fostes formados em meu ventre; não fui eu quem vos deu o espírito e a vida, ou que formei os membros do vosso corpo.

68 O Criador do mundo, que formou o homem no seu nascimento e deu a origem a todas as coisas, vos tornará a dar o espírito e a vida, por sua misericórdia, em recompensa do quanto agora vos desprezais a vós mesmos, por amor das suas leis“. Diz ao último filho: "Não temas este algoz, mas sê digno de teus irmãos, aceita a morte, para que eu te encontre com eles no dia da misericórdia" (2 Mac 7, ).

69 Esta é uma das referências do Novo Testamento aos deuterocanônicos. Os primeiros cristãos reconheciam amplamente estes livros como Escrituras Sagradas, não somente porque os apóstolos os colocaram em suas mãos, mas porque também se referiram a eles no próprio Novo Testamento, citando o que recordavam como exemplos a serem seguidos.

70 Os Pais (Santos Padres) falam A aceitação dos deuterocanônicos é evidente ao longo da história da Igreja. O historiador protestante J.N.D. Kelly escreve: "Deveria ser observado que o Antigo Testamento admitido como autoridade na Igreja era algo maior e mais compreensivo que o Antigo Testamento protestante...ela sempre incluiu, com alguns graus de reconhecimento, os chamados apócrifos ou deuterocanônicos.

71 A razão para isso é que o Antigo Testamento que passou em primeira instância nas mãos dos cristãos era... a versão grega conhecida como Septuaginta... a maioria das citações nas Escrituras encontradas no Novo Testamento são baseadas nelas preferencialmente do que a versão hebraica... nos primeiros dois séculos... a Igreja parece ter aceitado a todos, ou a maioria destes livros adicionais, como inspirados e trataram-nos sem dúvida como Escritura Sagrada.

72 Citações de Sabedoria, por exemplo, ocorrem em 1 Clemente e Barnabé... Policarpo cita Tobias, e o Didache cita Eclesiástico. Irineu se refere a Sabedoria, a história de Susana, Bel e o dragão (livro de Daniel), e Baruc. O uso dos deuterocanônicos por Tertuliano, Hipólito, Cipriano e Clemente de Alexandria é tão freqüente que referências detalhadas são necessárias" (Doutrina Cristã Antiga, 53-54).

73 O reconhecimento dos deuterocanônicos como parte da Bíblia dada pessoalmente pelos santos padres também foi conferida por esses mesmos padres como uma regra, quando se encontravam nos Concílios da Igreja. Os resultados dos Concílios são especialmente úteis porque não representam a visão de uma só pessoa, mas o que fora aceito pelos líderes da Igreja de todas as regiões.

74 O cânon das Escrituras, Antigo e Novo Testamento, foi fixado definitivamente no Concílio de Roma em 382, sob a autoridade do Papa Damaso I. E foi logo reconhecido por sucessivos Concílios, tanto regionais como gerais. O mesmo cânon foi firmado no Concílio de Hipona em 393 e no de Cartago em 397. O fato destes Concílios não serem "ecumênicos" não rejeita o fato de suas decisões não serem aceitos como baseadas em verdade de fé.

75 Em 405 o Papa Inocêncio I reafirmou o cânon em uma carta ao bispo Exuperius de Toulouse. Outro Concílio de Cartago, este no ano de 419, reafirmou o cânon como os seus predecessores e pediu ao papa Bonifácio que "confirme este cânon, pois estas são as que recebemos de nossos pais para serem lidos na Igreja". Todos estes cânones formavam a mesma Bíblia católica atual, todos eles incluindo os deuterocanônicos.

76 Este mesmo cânon foi implicitamente confirmado no sétimo Concílio Ecumênico, o de Nicéia II (787), que aprovou os resultados do Concílio de Cartago de 419, e explicitamente reafirmou nos Concílios Ecumênicos de Florença (1442), Trento (1546), Vaticano I (1870) e Vaticano II (1965).

77 As acusações protestantes Os deuterocanônicos mostram doutrinas da Igreja Católica, e por esta razão eles foram retirados do Antigo Testamento por Lutero e colocados como apêndice sem números de páginas! Lutero também retirou livros do Novo Testamento - Hebreus, Tiago, Judas e Apocalipse - e os colocou como apêndice, sem páginas, da mesma forma que os outros.

78 Estes foram mais tarde recolocados de volta no Novo Testamento por outros protestantes, mas os 7 livros do AT foram deixados. Em 1827, o British and Foreign Bible Society retirou também este apêndice, sendo este o motivo pelo qual não são encontrados nas Bíblias protestantes mais contemporâneas, apesar de ainda serem encontradas em traduções protestantes clássicas, como a King James Version.

79 A razão porque eles foram retirados é que ensinam doutrinas católicas que os protestantes rejeitam. Acima citamos um exemplo onde a carta aos Hebreus nos mostra um exemplo do Antigo Testamento contido em 2 Mac 7, um incidente não encontrado em nenhuma Bíblia protestante, mas facilmente localizada na Bíblia católica. Porque Lutero teria retirado este livro se ele claramente serviu de fonte para aquela parte do Novo Testamento?

80 Simples: alguns capítulos mais adiante o livro apóia a prática da oração às almas dos mortos para que sejam purificados das conseqüências dos seus pecados (2 Mac 12,41-45); em outras palavras, a doutrina católica do purgatório. Desde que Lutero rejeitou o ensino histórico do purgatório (que data de antes de Cristo, como mostra o livro de Macabeus), ele teve que retirar este livro da Bíblia e coloca-lo como apêndice. (Note que ele também retirou Hebreus, o livro que cita 2 Macabeus, e o colocou também como apêndice)

81 Para justificar esta rejeição a livros que estavam na Bíblia desde tempos antes dos apóstolos (a Septuaginta foi escrita antes dos apóstolos), os primeiros protestantes recorreram ao fato de que os judeus daqueles dias não honraram tais livros, retornando assim ao Concílio de Jâmnia. Mas os reformadores estavam atentos apenas aos judeus europeus; não prestando a devida atenção aos judeus africanos, como os etíopes, que aceitavam os deuterocanônicos como parte de sua Bíblia.

82 Eles censuraram as referências ao deuterocanônicos no Novo Testamento, assim como seu uso da Septuaginta. Ignoraram o fato de que existiam múltiplos cânones judaicos circulando no primeiro século, apelando a um Concílio judaico pós-cristão que não possuía nenhuma autoridade para com os cristãos para se falar que "os judeus não aceitaram estes livros". Na verdade, foram longe tentar buscar algo que suportasse a rejeição a estes livros da Bíblia.

83 Reescrevendo a história da Igreja Anos mais tarde eles até iniciaram a propagação do mito de que a Igreja Católica "adicionou" estes sete livros à Bíblia no Concílio de Trento. Os protestantes também tentaram distorcer as evidências patrísticas em favor dos deuterocanônicos. Alguns superficialmente afirmam que os Padres da Igreja não os aceitavam, enquanto outros fazem reivindicações comedidas que certos importantes Padres, como Jerônimo, também não os aceitava.

84 É verdade que Jerônimo, e poucos e isoladas escritores, não aceitavam alguns deuterocanô- nicos como inspirados. Entretanto, Jerônimo fora persuadido, contra sua convicção original, a incluir os deuterocanônicos em sua edição Vulgata pelo fato de que os livros eram comumente aceitos e era esperado que fossem incluídos em todas as edições da Bíblia.

85 Além do mais, deve ser documentado que em anos mais tarde Jerônimo de fato aceitou certos deuterocanônicos como inspirados. Em sua resposta a Rufino, ele defendeu bravamente as partes deuterocanônicas de Daniel mesmo que os judeus de seu tempo não o fizessem.

86 Ele escreveu, "Que pecado eu cometi se segui o julgamento da Igreja? Mas ele que traz acusações contra mim por relatar as objeções a que os judeus estavam acostumados a formar contra a história de Susana... e a história de Bel e o dragão, que não se acham nos volumes hebraicos, provam que ele é apenas um bajulador insensato. Eu não estava relatando minha própria visão, mas antes as questões que eles (os judeus) estavam acostumados a fazer contra nós" (Contra Rufinus 11,33 [402 d.C.]). Desta forma Jerônimo reconheceu o princípio pelo qual o cânon foi fixado - o julgamento da Igreja, não dos judeus.

87 Outros escritores protestantes citam como objeção aos deuterocanônicos, que Atanásio e Orígenes não os aceitavam. Ora, Atanásio aceitava o livro de Baruc (Festal Letter 39) e Orígenes aceitava todos os deuterocanônicos, mas simplesmente recomendava não os usar nos debates com os judeus. Contudo, apesar de alguns disparates e hesitações de alguns escritores como Jerônimo, a Igreja permaneceu firme em sua afirmação histórica sobre os deuterocanônicos como inspirados e vindos com os apóstolos.

88 O protestante J.N.D. Kelly afirma isto apesar da dúvida de Jerônimo: "Pela grande maioria, porém, os escritos deuterocanônicos atingiram o grau de inspirados com o máximo de senso. Agostinho, por exemplo, cuja influência no ocidente foi decisiva, não fazia distinção entre eles e o resto do Antigo Testamento... a mesma atitude com os apócrifos foi demonstrada nos Sínodos de Hipona e Cartago em 393 e 397, respectivamente, e também na famosa carta do papa Inocêncio I ao bispo de Toulouse Exuperius, em 405" (Doutrina Cristã Antiga, 55-56).

89 Este é, portanto, um grande mito pelo qual os protestantes acusam os católicos de terem "adicionado" os deuterocanônicos à Bíblia no Concílio de Trento. Estes livros estavam na Bíblia antes de o cânon pretender ser definido, o que ocorreu só em 380 d.C. Tudo o que Trento fez foi reafirmar, em face dos ataques protestantes à Bíblia católica, o que tem sido a histórica Bíblia da Igreja - a edição padrão seria a Vulgata de Jerônimo, incluindo os deuterocanônicos!

90 Os deuterocanônicos do Novo Testamento É irônico que os protestantes rejeitem a inclusão dos deuteroca- nônicos pelos Concílios de Hipona e Cartago, porque nestes Concílios da Igreja antiga também foram definidos os livros do Novo Testamento. Principalmente pelo ano 300 havia uma ampla discussão sobre quais livros exatamente deveriam pertencer ao Novo Testamentos apóstolo.

91 Alguns livros, como os Evangelhos, Atos e a maioria das cartas de Paulo foram rapidamente aceitos. Contudo alguns livros, mais notavelmente Hebreus, Tiago, 2 Pedro, 2 e 3 João, e Apocalipse permaneceram em ardente disputa até que o cânon foi fixado. São, de fato, "deuterocanônicos do Novo Testamento".

92 Enquanto os protestantes aceitam o testemunho dos Concílios de Hipona e Cartago (os Concílios que eles mesmos mais citam) para a canonicidade dos deuterocanônicos do Novo Testamento, não estão dispostos a aceitar o testemunho dos mesmos Concílios para a canonicidade dos deuterocanônicos do Antigo Testamento. Realmente irônico! Autor: James Akin Fonte: Catholic Information Network Tradução: Rondinelly Ribeiro


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