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FENÔMENOS DA EMANCIPAÇÃO SONO/SONHO SONAMBULISMO ÊXTASE DUPLA VISTA CATALEPSIA E LETARGIA.

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Apresentação em tema: "FENÔMENOS DA EMANCIPAÇÃO SONO/SONHO SONAMBULISMO ÊXTASE DUPLA VISTA CATALEPSIA E LETARGIA."— Transcrição da apresentação:

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2 FENÔMENOS DA EMANCIPAÇÃO SONO/SONHO SONAMBULISMO ÊXTASE DUPLA VISTA CATALEPSIA E LETARGIA

3 Acredite ou não, vamos passar cerca de 24 anos (!!!!) da nossa vida roncando, digo, dormindo! Acredite ou não, vamos passar cerca de 24 anos (!!!!) da nossa vida roncando, digo, dormindo! A conta é a seguinte: se dormimos 8 horas por dia e se a expectativa de vida do brasileiro hoje é de 73 anos, significa que passamos uns 24 anos e 4 meses dormindo. Quando dormimos, estamos momentaneamente no estado em que o homem se encontra após a morte “Morreis todo dia” Quando dormimos, estamos momentaneamente no estado em que o homem se encontra após a morte “Morreis todo dia” Quanto tempo de vida nos passamos dormindo?

4 Estudando as propriedades do perispírito, notaremos que ele está em íntimo contato com o corpo físico, molécula-a-molécula, de tal forma que o Espírito terá liberdade completa apenas após a morte do envoltório material. Porém, quando o corpo entra num estado neurofisiológico alterado ("estados alterados de consciência"), como o sono físico, o sonambulismo, o êxtase, o coma, etc., o perispírito tem possibilidade de expandir-se, e o Espírito liberta-se parcialmente do corpo em repouso, mas ainda ligado a este por um "laço" fluídico. Isso acontece todas noites (ou manhãs), quando dormimos. Fenômenos da Emancipação da Alma

5 Nesse momento, o Espírito procura aquilo que é de seu real interesse, com aquilo que mantém maior afinidade, freqüentando ambientes materiais ou espirituais correspondentes. Esse fenômeno chama-se emancipação da alma (desdobramento )

6 Fenômenos da Emancipação da Alma LE Q-401 – Durante o sono a alma repousa com o corpo? LE Q-402 – Como podemos julgar a liberdade do Espírito durante o sono? LE Q-401 – Durante o sono a alma repousa com o corpo? LE Q-402 – Como podemos julgar a liberdade do Espírito durante o sono? “ Não. O Espírito jamais fica inativo Durante o sono os laços que o prendem ao corpo se afrouxam e, desde que o corpo dele não necessita, ele percorre o espaço e entra em relação mais direta com outros Espíritos.” Podemos avaliar a liberdade do Espírito durante o sono,pelos sonhos. Quando o corpo repousa, o Espírito tem mais condições de exerce seus dons, tem mais faculdades do que em vigília; tem a lembrança do passado e algumas vezes a previsão do futuro;adquire mais poder e pode entrar em comunicação com outros Espíritos, visitas aos domicílios, recados para terceiros, premonições, trabalhos mediúnicos.

7 407 - O sono completo é necessário para a emancipação do Espírito? – Não; o Espírito recobra sua liberdade quando os sentidos se entorpecem. Ele se aproveita, para se emancipar, de todos os momentos de repouso que o corpo lhe concede. É assim que a sonolência, ou um simples entorpecimento dos sentidos, apresenta muitas vezes as mesmas imagens do sono. 412 A atividade do Espírito durante o repouso ou o sono do corpo pode fazer com que o corpo sinta cansaço? – Sim, pode. O Espírito está preso ao corpo, assim como um balão cativo a um poste. Da mesma forma que as agitações do balão abalam o poste, a atividade do Espírito reage sobre o corpo e pode fazer com que se sinta cansado O sono completo é necessário para a emancipação do Espírito? – Não; o Espírito recobra sua liberdade quando os sentidos se entorpecem. Ele se aproveita, para se emancipar, de todos os momentos de repouso que o corpo lhe concede. É assim que a sonolência, ou um simples entorpecimento dos sentidos, apresenta muitas vezes as mesmas imagens do sono. 412 A atividade do Espírito durante o repouso ou o sono do corpo pode fazer com que o corpo sinta cansaço? – Sim, pode. O Espírito está preso ao corpo, assim como um balão cativo a um poste. Da mesma forma que as agitações do balão abalam o poste, a atividade do Espírito reage sobre o corpo e pode fazer com que se sinta cansado Fenômenos da Emancipação da Alma

8 Espírito desprendido do corpo durante o sono do corpo físico poderá estar em: zonas espirituais elevadas ou inferiores a depender do seu grau de evolução O sono assim além de proporcionar a reparação das forças orgânicas também repara as forças morais. O sono é a porta que Deus lhes abriu, para que possam ir ter com seus amigos do céu; é o recreio depois do trabalho, enquanto esperam a grande libertação, a libertação final, que os restituirá ao meio que lhes é próprio.(LE Q- 402) “O sono liberta parcialmente a alma do corpo. Dormindo ficamos momentaneamente no estado em que, de modo permanente, ficamos depois da morte.” (LE Q-402-cont.)

9 SONHO PARA A PSICANÁLISE Para Freud os sonhos são expressões disfarçadas de processos psíquicos inconscientes, profundos e extremamente significativos; revelações diretas, mas veladas, de desejos insatisfeitos Acrescenta que, se os nossos conflitos não encontram solução, encerram-se no subconsciente e convertem-se em complexos. Uma censura, o superego, impede que regressem à consciência. No entanto, podem se manifestar em forma de sonhos, neuroses etc.

10 1.das interferências das preocupações do estado de vigília; 2. dos desejos do estado de vigília; 3. das disposições orgânicas; 4. das lembranças de vidas passadas; 5. das atividades do espírito durante o sono; 6. das intuições quanto ao futuro. 1.das interferências das preocupações do estado de vigília; 2. dos desejos do estado de vigília; 3. das disposições orgânicas; 4. das lembranças de vidas passadas; 5. das atividades do espírito durante o sono; 6. das intuições quanto ao futuro. Pode-se afirmar que, na visão espírita, trazida por Allan Kardec, nos primórdios do Espiritismo, os sonhos são conseqüências: Pode-se afirmar que, na visão espírita, trazida por Allan Kardec, nos primórdios do Espiritismo, os sonhos são conseqüências: SONHO NA DOUTRINA ESPIRITA

11 São aqueles que refletem nossas vivências diárias. Nos sonhos comuns, quase não há exteriorização perispiritual. Puramente cerebral, simples repercussão de nossas disposições físicas ou de nossas preocupações morais. É também o reflexo de impressões e imagens arquivadas no cérebro durante a vigília (vivências ocorridas durante o dia, quando acordados ). …se, depois de assistirmos a um filme de terror, formos dormir, poderemos sonhar com algumas dessas imagens Sonhos Comuns

12 Sonhos Reflexivos Tal registro é possível de ser feito em virtude da modificação vibratória, que põe o espírito em relação com fatos e paisagens remotos, desta e de outras existências. Sonhos Reflexivos  são aqueles em que o desprendimento ou emancipação da alma permite um mergulho mais profundo em nossos registros perispirituais,recuperando imagens, cenas de vidas passadas;estas imagens são mais nítida e coerentes como cenas de filme e poderão ser induzidos por espiritos desencarnados superiores ou inferiores;

13 Sonhos Espíritas Durante a viagem astral, a alma, desprendida do corpo, exerce atividade real e efetiva, encontrando-se com parentes, amigos, instrutores e também com os inimigos desta e de outras existências Sonhos Espíritas  são lembranças de nossa vivência real no mundo dos Espíritos. São recordações de encontros, estudos que participamos, conversas, tarefas que desenvolvemos,... podem ocorrer também, perseguições e acontecimentos desagradáveis, sempre em função de nossa sintonia espiritual. Há mais ampla exteriorização do perispírito..

14 Na Revista Espírita de Junho de 1866, Allan Kardec cita um sonho instrutivo Considerávamos a multidão e procurávamos captar o assunto da conversa quando, de repente, apareceu no canto de um muro uma inscrição em letras pequenas, brilhantes como fogo, e que nos esforçamos por decifrar. Estava assim concebida: Descobrimos que a borracha rolada sob a roda faz uma légua em dez minutos, desde que a estrada.... Enquanto procurávamos o fim da frase, a inscrição apagou-se pouco a pouco e acordamos. Era um sonho instrutivo, isto é, os espíritos estavam lhe mostrando que as invenções são precedidas de estudos anteriores, durante o sono. Sonhos Espíritas

15 O presidente Abraham Lincoln ( ), presidente dos Estados Unidos durante a grande guerra civil, sonhou que acordava em plena noite e, dirigindo-se para o salão principal da Casa Branca, notou que havia um velório. Perguntou a um soldado, que lhe respondeu que era o presidente, que fora assassinado. Naquele mesmo dia, comparecendo a um teatro, Lincoln foi morto. Sonhos Proféticos Sonhos Proféticos  são os que revelam acontecimentos futuros

16 Gênesis 37:5- José foi um excelente projetor consciente de precognição Em sonho isto é, com a consciência plenamente projetada, ficava conhecendo fatos vindouros. No primeiro sonho, José com apenas 17 anos de idade, ao lado de seus irmãos, viu feixes enfileirados que rodeavam e saudavam o seu feixe; No segundo teve a visão simbólica do sol, a lua e de onze estrelas se inclinando perante ele. Na realidade, em ambas as projeções, teve acesso ao tempo futuro, sabendo-se que espaço e tempo são dimensões que se inter-relacionam Gênesis 37:5- José foi um excelente projetor consciente de precognição Em sonho isto é, com a consciência plenamente projetada, ficava conhecendo fatos vindouros. No primeiro sonho, José com apenas 17 anos de idade, ao lado de seus irmãos, viu feixes enfileirados que rodeavam e saudavam o seu feixe; No segundo teve a visão simbólica do sol, a lua e de onze estrelas se inclinando perante ele. Na realidade, em ambas as projeções, teve acesso ao tempo futuro, sabendo-se que espaço e tempo são dimensões que se inter-relacionam Gênesis 41:7: Sonho do Faraó, interpretado por José. Desta vez, desvenda os sonhos profeticos de Faraó, No primeiro, sete vacas magras e feias comiam sete vacas gordas e formosas.No segundo, sete espigas de milho mirradas devoravam sete espigas grandes e cheias Sonhos Proféticos

17 Sonambulismo O sonambulismo é um estado de independência do Espírito, mais completo que no sonho, estado em que maior amplitude adquirem suas faculdades. Sonambulismo O sonambulismo é um estado de independência do Espírito, mais completo que no sonho, estado em que maior amplitude adquirem suas faculdades. A alma tem então percepções de que não dispõe no sonho, que é um estado de sonambulismo imperfeito. No sonabulismo o Espírito está na posse plena de si mesmo. Os órgãos materiais, achando- se de certa forma em estado de catalepsia, deixam de receber as impressões exteriores. Ocorre durante o sono quando o Espírito necessita do corpo físico para executar uma tarefa. (LE - Q-425) A alma tem então percepções de que não dispõe no sonho, que é um estado de sonambulismo imperfeito. No sonabulismo o Espírito está na posse plena de si mesmo. Os órgãos materiais, achando- se de certa forma em estado de catalepsia, deixam de receber as impressões exteriores. Ocorre durante o sono quando o Espírito necessita do corpo físico para executar uma tarefa. (LE - Q-425) Fenômenos da Emancipação da Alma

18 O que caracteriza este estado é que nele o indivíduo, embora dormindo, se movimenta e procede como se estivesse acordado. Levanta-se, caminha e pratica atos próprios de sua vida habitual com absoluta segurança e perfeição. Caracteriza-se ainda por perder o sonâmbulo, ao acordar, a lembrança do que fez dormindo Um jovem padre que se levantava todas as noites, ia à escrivaninha, compunha sermões e tornava a deitar. Quando ele terminava uma página, lia-a alto, de principio a fim. (Se se pode chamar leitura esta ação sem o concurso dos olhos). Um jovem padre que se levantava todas as noites, ia à escrivaninha, compunha sermões e tornava a deitar. Quando ele terminava uma página, lia-a alto, de principio a fim. (Se se pode chamar leitura esta ação sem o concurso dos olhos). Um farmacêutico, da Pavia, durante o sono levantava-se todas as noites e ia ao laboratório de sua farmácia continuar o preparo de receitas não acabadas durante o dia. Nesse labor noturno acendia fornos, preparava alambiques, retortas, vasos, manejava tubos de ensaio, tudo com a maior prudência e perícia e sem que nunca lhe acontecesse qualquer acidente. Rotulava e colocava os medicamentos nas prateleiras a fim de serem entregue aos clientes. Um farmacêutico, da Pavia, durante o sono levantava-se todas as noites e ia ao laboratório de sua farmácia continuar o preparo de receitas não acabadas durante o dia. Nesse labor noturno acendia fornos, preparava alambiques, retortas, vasos, manejava tubos de ensaio, tudo com a maior prudência e perícia e sem que nunca lhe acontecesse qualquer acidente. Rotulava e colocava os medicamentos nas prateleiras a fim de serem entregue aos clientes.

19 ÊXTASE Segundo o dicionário Houaiss êxtase é:... estado de quem se encontra como que transportado para fora de si e do mundo sensível, por efeito de exaltação mística ou de sentimentos muito intensos de alegria, prazer, admiração, temor reverente etc. O êxtase é um estado de comunhão profunda entre o encarnado e o mundo espiritual, requer que alma esteja em conexão com espiritualidade pelas suas ações, pelo seu modo de pensar Qual a diferença entre o êxtase e o sonambulismo? — O êxtase é um sonambulismo mais apurado; a alma do extático é mais independente ÊXTASE Segundo o dicionário Houaiss êxtase é:... estado de quem se encontra como que transportado para fora de si e do mundo sensível, por efeito de exaltação mística ou de sentimentos muito intensos de alegria, prazer, admiração, temor reverente etc. O êxtase é um estado de comunhão profunda entre o encarnado e o mundo espiritual, requer que alma esteja em conexão com espiritualidade pelas suas ações, pelo seu modo de pensar Qual a diferença entre o êxtase e o sonambulismo? — O êxtase é um sonambulismo mais apurado; a alma do extático é mais independente Fenômenos da Emancipação da Alma

20 O êxtase é a emancipação da alma no grau máximo. “No sonho e no sonambulismo, a alma erra pelos mundos terrestres; no êxtase, penetra num mundo desconhecido, no mundo dos Espíritos etéreos, com os quais entra em comunicação, sem, todavia, poder ultrapassar certos limites, que ela não poderia transpor sem quebrar totalmente os laços que a prendem ao corpo O Espírito do extático penetra realmente nos mundos superiores? — Sim, ele os vê e compreende a felicidade dos que os habitam; é por isso que desejaria permanecer neles. Mas há mundos inacessíveis aos Espíritos que não estão bastante depurados. Ex. Joao escritor do Apocalipse ÊXTASE Fenômenos da Emancipação da Alma

21 Fenomenos de Dupla Vista O que se chama dupla vista é ainda resultado da libertação do Espírito, sem que o corpo seja adormecido. A dupla vista, igualmente chamada de segunda vista, é o nome que se dá ao fenômeno pelo qual certas pessoas, em perfeito estado de vigília, conseguem perceber cenas e fatos passados a distância ou exclusivamente na esfera espiritual Efeito da emancipação_da_alma que se manifesta no estado de vigília (acordado). Faculdade de ver as coisas ausentes como se estivessem presentes. Aqueles que dela são dotados não_vêem_pelos_olhos, mas pela alma... Certas pessoas a possuem sem saber: ela parece-lhes um efeito natural, e produz o que denominamos visõe s. Efeito da emancipação_da_alma que se manifesta no estado de vigília (acordado). Faculdade de ver as coisas ausentes como se estivessem presentes. Aqueles que dela são dotados não_vêem_pelos_olhos, mas pela alma... Certas pessoas a possuem sem saber: ela parece-lhes um efeito natural, e produz o que denominamos visõe s. Fenômenos da Emancipação da Alma

22 Quando eles se aproximaram de Jerusalém e chegaram a Betfagé, perto do Monte das Oliveiras, Jesus enviou dois de seus discípulos, dizendo- lhes: - Ide a essa aldeia que está à vossa frente e, lá chegando, encontrareis amarrada uma jumenta e junto dela o seu jumentinho; desamarrai-a e trazei-mos. Fenômenos da Emancipação da Alma

23 Avança para o mar e lança as tuas redes de pescar. - Respondeu-lhe Simão: Mestre, trabalhamos a noite toda e nada apanhamos; contudo, pois que mandas, lançarei a rede. - Tendo-a lançado, apanharam tão grande quantidade de peixes, que a rede se rompeu. - Acenaram para os companheiros que estavam na outra barca, a fim de que viessem ajudá-los. Eles vieram e encheram de tal modo as barcas, que por pouco estas não se submergiram. (S. Lucas, cap. V, vv. 1 a 7.) Irradiação Magnetica Fenômenos da Emancipação da Alma

24 Kardec perguntou aos instrutores espirituais se existe alguma relação entre o sonho, o sonambulismo e o fenômeno da dupla vista. Responderam os imortais que tudo isso é uma só coisa. O que se chama dupla vista é o resultado da libertação do Espírito sem que o corpo esteja adormecido. A dupla vista ou segunda vista, afirmam eles, “é a vista da alma”. Responderam os imortais que tudo isso é uma só coisa. O que se chama dupla vista é o resultado da libertação do Espírito sem que o corpo esteja adormecido. A dupla vista ou segunda vista, afirmam eles, “é a vista da alma”. Fenômenos da Emancipação da Alma

25 No livro "Mediunidade - Encontro com Divaldo”, ele esclarece o assunto com as seguintes palavras: “A Catalepsia se manifesta como um tipo de perturbação de natureza psicomotora, produzindo parada dos movimentos voluntários, sem qualquer lesão física”. A Letargia é um estado de sono profundo, no qual, as funções orgânicas se apresentam, aparentemente, interrompidas, entre elas, as de respiração e circulação. (Divaldo Pereira Franco. Mundo Maior Editora. 2ª Edição. SP. 2000) Portanto, Letargia e a Catalepsia não é sinônimo de morte, diz o escritor Richard Simonetti” (*). “Todas as funções vitais permanecem ativas. O ritmo da vida é que se torna mais lento, como numa hibernação, emprestando- lhe a aparência de um cadáver”. (Viver em Plenitude. Ed. e Distribuição Gráfica São João Ltda. Pág. 63. Bauru-SP. 1994) No livro "Mediunidade - Encontro com Divaldo”, ele esclarece o assunto com as seguintes palavras: “A Catalepsia se manifesta como um tipo de perturbação de natureza psicomotora, produzindo parada dos movimentos voluntários, sem qualquer lesão física”. A Letargia é um estado de sono profundo, no qual, as funções orgânicas se apresentam, aparentemente, interrompidas, entre elas, as de respiração e circulação. (Divaldo Pereira Franco. Mundo Maior Editora. 2ª Edição. SP. 2000) Portanto, Letargia e a Catalepsia não é sinônimo de morte, diz o escritor Richard Simonetti” (*). “Todas as funções vitais permanecem ativas. O ritmo da vida é que se torna mais lento, como numa hibernação, emprestando- lhe a aparência de um cadáver”. (Viver em Plenitude. Ed. e Distribuição Gráfica São João Ltda. Pág. 63. Bauru-SP. 1994) CATALEPSIA E LETARGIA Fenômenos da Emancipação da Alma

26 Os letárgicos e os catalépticos, em geral, vêem e ouvem o que em derredor se diz e faz. É pelo Espírito que agem, pois este tem consciência de si, apesar de estar o corpo naquele estado. Na letargia, o corpo não está morto. Sua vitalidade está em estado latente e, enquanto o corpo vive, o Espírito se lhe acha ligado. Em se rompendo entretanto a ligação, por efeito da morte real, integral se torna a separação, e o Espírito não volta à vida, é que não era completa a morte. B. Godoy Paiva no livro “Síntese de O Livro dos Espíritos Os letárgicos e os catalépticos, em geral, vêem e ouvem o que em derredor se diz e faz. É pelo Espírito que agem, pois este tem consciência de si, apesar de estar o corpo naquele estado. Na letargia, o corpo não está morto. Sua vitalidade está em estado latente e, enquanto o corpo vive, o Espírito se lhe acha ligado. Em se rompendo entretanto a ligação, por efeito da morte real, integral se torna a separação, e o Espírito não volta à vida, é que não era completa a morte. B. Godoy Paiva no livro “Síntese de O Livro dos Espíritos CATELEPSIA/LETARGIA

27 Forças vitais já se encontravam em desorganização adiantada e foram recompostas pela ação magnética desenvolvida por Jesus.

28 Não chores. E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto assentou-se, e começou a falar. E Jesus entregou- o à sua mãe. (Lucas 7:11-17). Não chores. E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto assentou-se, e começou a falar. E Jesus entregou- o à sua mãe. (Lucas 7:11-17). Por que vos alvoroçais e chorais? A menina não está morta, mas dorme. E riam-se dele; porém ele, tendo-os feito sair, tomou consigo o pai e a mãe da menina, e os que com ele estavam, e entrou onde a menina estava deitada. E, tomando a mão da menina, disse-lhe: Talita cumi; que, traduzido, é: Menina, a ti te digo, levanta-te. E logo a menina se levantou… (Mar. 5:21-43). Por que vos alvoroçais e chorais? A menina não está morta, mas dorme. E riam-se dele; porém ele, tendo-os feito sair, tomou consigo o pai e a mãe da menina, e os que com ele estavam, e entrou onde a menina estava deitada. E, tomando a mão da menina, disse-lhe: Talita cumi; que, traduzido, é: Menina, a ti te digo, levanta-te. E logo a menina se levantou… (Mar. 5:21-43). CATELEPSIA/LETARGIA

29 Todos estes casos sugerem que, na realidade, eles não haviam morrido, mas, sim, encontravam-se em estado de emancipação espiritual. Em todos estes casos, a ligação fluídica ainda não se rompera, sugerindo que ambos se encontravam em estado letárgico e tinham reservas vitais em seus perispíritos, sem o que Jesus não se poderia operar a cura, porque esta teria sido impossível.

30 Preparação para o Sono Orgânica: refeições leves, atividades físicas moderadas. Orgânica: refeições leves, atividades físicas moderadas. Mental: leituras, conversas e atividades que não sejam excitantes, nem desgastantes. Mental: leituras, conversas e atividades que não sejam excitantes, nem desgastantes. Espiritual: leitura de um texto do Evangelho e Principalmentea prece. Espiritual: leitura de um texto do Evangelho e Principalmentea prece.

31 Boa Noite

32 Bibliografia Almeida, Joao Ferreira – Biblia Almeida, Joao Ferreira – Biblia Luis. Andre- Missionários da luz Kardec, Allan – A Genese Kardec, Allan – A Genese Kardec, Alan – Livro dos Espiritos Kardec, Alan – Livro dos Espiritos Kardec, Allan – Livro dos Mediuns Kardec, Allan – Livro dos Mediuns Martins Peralva, no livro -Estudando a Mediunidade Martins Peralva, no livro -Estudando a Mediunidade PaivaGodoy - “Síntese de O Livro dos Espíritos DELANNE, Gabriel. O Espiritismo Perante a Ciência


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