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PASTILHAS Alunos: Sérgio Lima de Paula Valdecir dos Santos Disciplina: Processos Construtivos Processos ConstrutivosProfessor: David Alves Ferreira.

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1 PASTILHAS Alunos: Sérgio Lima de Paula Valdecir dos Santos Disciplina: Processos Construtivos Processos ConstrutivosProfessor: David Alves Ferreira

2 1. DEFINIÇÃO Pastilha é uma cerâmica de revestimento, constituída de uma mistura de argilae outras matérias-primas inorgânicas, queimadas em altas temperaturas, utilizada em larga escala pela Arquitetura. Pastilha é uma cerâmica de revestimento, constituída de uma mistura de argila e outras matérias-primas inorgânicas, queimadas em altas temperaturas, utilizada em larga escala pela Arquitetura. O seu uso na arquitetura foi dirigido tanto a um apelo decorativo, quanto prático.

3 2. MATERIAIS CONSTITUINTES Para a produção da cerâmica de revestimento (pastilha), utilizam-se matérias-primas classificadas como plásticas e não-plásticas. As principais matérias-primas plásticas são: Argilas plásticas (queima branca ou clara); Argilas fundentes (queima vermelha); Caulim Dentre as matérias não-plásticas, destacam- se: Filitos; Fundentes feldspáticos; Talco;Carbonatos.

4 2. MATERIAIS CONSTITUINTES (Cont) Cada matéria-prima exerce uma função específica durante o processo produtivo. As plásticas são essenciais na fase de conformação, pois fornecem à massa a plasticidade necessária, para se obter um revestimento de alta qualidade mecânica. Materiais não-plásticos, atuam principalmente na fase do processamento térmico e nas misturas com argilas, para a produção da massa.

5 3. PROCESSO DE PRODUÇÃO DA PASTILHA O processo de produção é bastante automatizado, utilizando equipamentos de última geração, mas existe interferência humana nas atividades de controle do processo, inspeção da qualidade do produto acabado, armazenagem e expedição.

6 3.1 Preparação dos Materiais Os materiais utilizados para a fabricação são: A argila, para produzir o biscoito, que corresponde ao suporte cozido; argila O pó, que constitui o produto resultante da fase da preparação das massas; E as fritas ou esmalte, que é uma cobertura vitrificada impermeável aplicada no biscoito. esmalte

7 4. ALGUMAS CARACTERÍSTICAS

8 4.1 Normalização - Placas cerâmicas As normas brasileiras estão baseadas na ISO que aborda terminologia, classificação e especificação e corresponde às NBRs e e parte da NBR 13818; e na ISO que trata das condições de ensaio, tendo como correspondente parte da NBR Estas normas estão em vigor desde abril de NBR 13816: Placas cerâmicas para revestimento - Terminologia; NBR 13817: Placas cerâmicas para revestimento - Classificação; NBR 13818: Placas cerâmicas para revestimento - Especificação e métodos de ensaio, contendo 20 anexos.

9 4.2 Identificação nas Embalagens As placas cerâmicas devem conter as seguintes informações nas suas embalagens: Marca do fabricante e o país de origem; Marca do fabricante e o país de origem; Identificação de primeira qualidade; Identificação de primeira qualidade; Grupo de classificação (Referência à norma NBR e ISO 13006); Grupo de classificação (Referência à norma NBR e ISO 13006); Tamanho nominal (N); Tamanho nominal (N); Dimensão de fabricação (W); Dimensão de fabricação (W); Modular (M) ou não modular; Modular (M) ou não modular; GL de esmaltado (glazed) ou UGL de não esmaltado (unglazed); GL de esmaltado (glazed) ou UGL de não esmaltado (unglazed); Classe de abrasão para pavimentos esmaltados; Classe de abrasão para pavimentos esmaltados; Nome e código do produto; Nome e código do produto; Referência de tonalidade do produto; Referência de tonalidade do produto; Código de rastreamento do produto (ex: data, turno, lote de fabricação); Código de rastreamento do produto (ex: data, turno, lote de fabricação); Número de peças; Número de peças; Metros quadrados que cobrem; Metros quadrados que cobrem; Especificação da largura da junta pelo fabricante. Especificação da largura da junta pelo fabricante.

10 4.2 Declarações e Identificações nos catálogos Nos catálogos, folhetos técnicos e informativos das placas cerâmicas devem constar informações sobre as seguintes classes de qualidade ISO ou NBR: Grupo de classificação, conforme NBR ; Classe de abrasão dos pisos - de 0 a 5; Classe de resistência química - A, B, C; Classe de resistência a manchas - de 0 a 5; Coeficiente de atrito dos pisos.

11 4.3 Permanência da cor Enquanto outros materiais têm sua coloração alterada em função da exposição à luz solar, os revestimentos cerâmicos permanecem inalterados. A ação da luz, mesmo os raios ultravioletas, não provoca perda de cor nem desbotamento da superfície cerâmica, mantendo estáveis suas cores. A ação da luz, mesmo os raios ultravioletas, não provoca perda de cor nem desbotamento da superfície cerâmica, mantendo estáveis suas cores. Trata-se de uma característica importante para uso em pisos ou paredes que estejam expostos às radiações solares diariamente. Trata-se de uma característica importante para uso em pisos ou paredes que estejam expostos às radiações solares diariamente.

12 4.4 Peso O peso varia de acordo com o material utilizado, estando numa faixa de 10 a 15 Kg/m2 para revestimento de parede e 19 a 24 kg/m2 para pisos.

13 5. FORMA DE COMERCIALIZAÇÃO E VALORES APROXIMADOS 5.1 Formas de comercialização Pastilhas são peças pequenas de cerâmica ou vidro com arestas bem definidas, formato geralmente quadrado ou retangular, com dimensões (20X20mm, 20x30mm, 25x25mm), coladas em placas de papel que é retirado após a colocação. É comercializada por m2.

14 5.1 Formas de comercialização (cont) Utilizadas para o revestimento de pisos, ou mais comumente em paredes. Não são assentadas uma por uma, mas em conjuntos, por serem peças pequenas, por uma cola ou argamassa colante. Depois de assentadas, é passado um rejunte.

15 5.1 Formas de comercialização (cont) Alguns exemplos de pastilhas encontradas:

16 6. ARMAZENAMENTO 6.1 Condições de armazenamento e estocagem no canteiro de obras Local – tanto a data de entrega quanto o local de estocagem devem ser planejados com antecedência para evitar pré-estocagem em local inadequado e economizar área de canteiro. O lugar deve ser protegido da umidade e estar próximo à área onde o material será utilizado ou do transporte vertical, diminuindo o manuseio e o risco de quebras.

17 6.1 Condições de armazenamento e estocagem no canteiro de obras Armazenamento – separe as pilhas de forma que em cada uma delas estejam produtos de mesma referência, tonalidade, tamanho e classe. Isso facilitará a retirada dos produtos quando forem assentados. No caso de armazenamento em lajes verifique antes a sua capacidade de resistência para evitar sobrecarga e possível ruptura. Empilhamento - É importante que as embalagens estejam empilhadas da maneira correta para danos ao produto, como a quebra de cantos ou mesmo de toda a peça. As embalagens devem ser empilhadas cuidadosamente até uma altura máxima de 1,5 metros. Deposite sempre as embalagens verticalmente. Preste atenção às figuras abaixo e utilize sempre a forma adequada de empilhamento.

18 7. PROCEDIMENTO DE EXECUÇÃO A base de assentamento das pastilhas deve ser constituída de um emboço desempenado, devidamente curado. A superfície deve estar áspera, ser varrida e posteriormente umedecida. A argamassa de assentamento deve ser aplicada na base com o lado liso da desempenadeira. Em seguida, aplicar o lado dentado criando estrias para garantir melhor aderência e nivelamento. Esta aplicação deve ser feita em pequenas áreas, pois ela não pode iniciar seu processo de cura antes de receber as placas de pastilhas.

19 7. PROCEDIMENTO DE EXECUÇÃO (cont) As placas de pastilhas devem estar secas e limpas no lado do assentamento. Colocar a placa de pastilhas sobre superfície plana, horizontal e seca, com a face do papel voltada para baixo. Com o lado liso da desempenadeira, preencher as juntas com argamassa, deixando um excesso de 2 a 3 mm sobre a placa. A placa deve ser colocada sobre a superfície, observando-se as linhas de prumo e nível, e pressionada com as mãos. Após colocadas 5 a 6 placas, observando-se sempre o alinhamento devido, fazer dois cortes verticais em cada placa com a ponta da colher, para expelir o ar, e com o auxílio do batedor e do martelo, rebater todas as placas aplicadas.

20 O papel que prende as pastilhas deve ser removido com solução a 5% de soda cáustica em água, aplicada abundantemente com a brocha no sentido de cima para baixo; retirar com cuidado o papel no mesmo sentido. As pastilhas devem ser lavadas com água para retirar o excesso de cola. Aplicar a pasta de rejuntamento usando rodo de borracha em movimentos alternados, preenchendo todas as juntas. Deixar secar um pouco e passar a estopa para a retirada do pó. Após 15 minutos do término do rejuntamento, retirar o excesso de material com esponja úmida de água. Após secagem total, limpar com estopa seca. 7. PROCEDIMENTO DE EXECUÇÃO (cont)

21 O assentamento das pastilhas é uma operação executada pelo pastilheiro nas superfícies internas e externas das edificações. Consiste em colocar placas de pastilhas para atender aos aspectos técnicos, artísticos e decorativos das construções. O assentamento das pastilhas poderá ser executado por dois métodos: Convencional (sobre emboço rústico sarrafeado); Convencional (sobre emboço rústico sarrafeado); Argamassa colante (sobre emboço sarrafeado ou desempenado); Argamassa colante (sobre emboço sarrafeado ou desempenado); 7.1 Paredes

22 No assentamento das pastilhas, o pastilheiro deverá usar luvas de borracha, óculos de segurança e outros equipamentos de segurança individual, caso necessário. Recomendações importantes 1 - Emboço: evitar na composição do emboço o uso de saibros, arenosos ou qualquer elemento argiloso. 2 - Juntas: a recomendação da ABNT é a execução de juntas em paredes externas, com área maior que 24m2 ou sempre que a extensão do lado for maior que 6m e em paredes internas em área maior que 32m2, ou sempre que a extensão do lado for maior que 8m. 7.1 Paredes (cont)

23 Processo Convencional Entende-se por processo convencional aquele realizado com a aplicação de pastilhas utilizando reboco úmido e nata. - Preparação da superfície a ser pastilhada - Preparação da argamassa de reboco - Preparação da nata para pastilhas - Assentamento das pastilhas - Remoção do papel e da cola - Retoques para rejuntamento - Corte das placas de pastilhas - Limpeza final 7.1 Paredes (cont)

24 Processo com Argamassa Colante Este processo consiste na aplicação de pastilhas utilizando-se argamassa colante. - Preparação da superfície a ser pastilhada - Preparação da argamassa colante - Preparação da nata para pastilhas - Assentamento das pastilhas - Remoção do papel e da cola - Retoques para rejuntamento - Corte das placas de pastilhas - Limpeza final 7.1 Paredes (cont)

25 As piscinas podem ter os mais diversos formatos, podem ser enterradas ou elevadas. A estrutura (tanque) deve estar baseada em projeto construtivo realizado por profissional responsável e deve ser executada de acordo com as normas da ABNT. Nomenclatura adotada: Tanque: reservatório destinado à prática de atividades aquáticas. Base: superfície que vai receber o revestimento. As bases da piscina são constituídas de paredes e fundo. 7.2 Piscinas

26 Camada de correção da base: camada de argamassa que regulariza as imperfeições da estrutura base (tanque). Impermeabilização: sistema aplicado sobre a base, para vedar a infiltração de água. Camada de regularização: camada de argamassa cuja função é a proteção mecânica do sistema de impermeabilização e que receberá o revestimento de pastilhas de porcelana. Revestimento em pastilhas de porcelana: é o conjunto constituído por pastilhas de porcelana, argamassa de assentamento e argamassa de rejuntamento aplicadas sobre a camada de regularização. 7.2 Piscinas (cont)

27 Pastilhas de porcelana: revestimento cerâmico classificado na classe 1a, com índice de absorção de água entre 0 e 0,5% (porcelana). Argamassa de assentamento: argamassa colante com poder de aderência maior que 0,5 MPA e tempo em aberto igual ou maior que 20 min. (argamassa tipo II conforme ABNT). É usada para assentar as pastilhas de porcelana sobre a camada de regularização. Argamassa de rejuntamento: tem a função de dar acabamento as juntas existentes entre as pastilhas. 7.2 Piscinas (cont)

28 NOTA: a impermeabilização da piscina, seja ela revestida de pastilhas de porcelana ou vidro ou elementos cerâmicos, é obtida pela aplicação de um correto sistema impermeabilizante. 7.2 Piscinas (cont)

29 Para espalhamento da argamassa colante, desempenadeira de aço e denteada - a largura dos dentes depende da placa a ser assentada. Esta ferramenta permite a obtenção de espessuras constantes na camada de argamassa e permitir espalhamento completo do material; Desempenadeira 6x6x6 mm: utilizada para aplicação única sobre o emboço ou contrapiso para placas de até 400 cm2; os cordões devem ficar com altura de 5mm e, após assentamento, uma camada de 2,5 mm de espessura; 8. FERRAMENTAS PARA A INSTALAÇÃO DAS PASTILHAS

30 Desempenadeira 8x8x8 mm: para placas entre 400 a 900 cm2, com argamassa aplicada apenas sobre o substrato, e peças superiores a 900 cm2, com argamassa aplicada sobre o substrato, e no tardoz da placa formando dentes de 7mm de altura, e após assentamento, uma camada de 3,5 mm; Desempenadeira especial com dentes semicirculares: dentes com 10 mm de raio, espaçados em 3 mm; devem ser utilizadas apenas em pisos para placas acima de 900 cm2, devendo a argamassa ser espalhada apenas no contrapiso. A camada de argamassa deve ficar em 6 mm de espessura, após assentamento. 8. FERRAMENTAS PARA A INSTALAÇÃO DAS PASTILHAS (cont)

31 Desempenadeiras especiais de acabamento de canto e quina; Espassadores flexíveis.; Martelo de borracha, para percutir a placa cerâmica logo após o assentamento; Desempenadeira de borracha ou espátula plástica, indicada para o espalhamento da argamassa de rejuntamento. 8. FERRAMENTAS PARA A INSTALAÇÃO DAS PASTILHAS (cont)

32 A peça não devem apresentar rachaduras, base descoberta por faltado vidrado (esmaltadas), depressões, crateras, bolhas, furos, pintas, manchas, cantos despontados, lados lascados, incrustações de corpos estranhos, riscados ou ranhurados, bem como diferença de tonalidade e dimensão dentro do mesmo lote. Além das condições acima, os produtos devem atender aos requisitos mínimos de qualidade prescritos nas normas da ABNT. 9. CUIDADOS NO RECEBIMENTO

33 Ao receber o material na obra não libere a transportadora antes de verificar: Condições das embalagens - observe se os produtos sofreram algum dano durante o transporte como, por exemplo, quebra de cantos, trincas ou lascamentos. Notas fiscais – confira se os produtos que estão sendo entregues correspondem aos da nota fiscal, observando os seguintes itens: Referência, tonalidade, tamanho e classe. Estas informações são encontradas na vista principal das embalagens Atendidas as condições de fornecimento e execução, o revestimento pode se não apresentar desvios de prumo e alinhamento superiores a 3mm/m. 9. CUIDADOS NO RECEBIMENTO (cont)

34 Ao receber o material na obra não libere a transportadora antes de verificar: Condições das embalagens - observe se os produtos sofreram algum dano durante o transporte como, por exemplo, quebra de cantos, trincas ou lascamentos. Notas fiscais – confira se os produtos que estão sendo entregues correspondem aos da nota fiscal, observando os seguintes itens: Referência, tonalidade, tamanho e classe. Estas informações são encontradas na vista principal das embalagens Atendidas as condições de fornecimento e execução, o revestimento pode se não apresentar desvios de prumo e alinhamento superiores a 3mm/m. 9. CUIDADOS NO RECEBIMENTO (cont)

35 Em revestimentos internos e externos, conforme especificações do projeto (parede, fachadas, piscinas, utilizada também na fabricação de mosaicos). Em revestimentos internos e externos, conforme especificações do projeto (parede, fachadas, piscinas, utilizada também na fabricação de mosaicos). 10. APLICAÇÕES

36 Argamassa pré-fabricada para assentamento e rejuntamento, adequada assentamento quanto ao rejuntamento de pastilhas de porcelana. Argamassa pré-fabricada para assentamento e rejuntamento, adequada assentamento quanto ao rejuntamento de pastilhas de porcelana. O resultado da colocação pelo método tradicional depende da correta formulação em obra das argamassas, e da adequação da qualidade dos materiais utilizados. A utilização das argamassas industriais com aditivos específicos para aplicação de pastilhas e mosaicos de vidro, transfere os cuidados com a mistura e procedência dos materiais, da obra para os fabricantes. 11. ARGAMASSA

37 Adicionalmente essas argamassas apresentam flexibilidade e resistência ao arranque, maiores que o sistema convencional. È importante notar que geralmente a adição de líquido recomendada pelos fabricantes dessas argamassas, à primeira vista, parecem insuficientes, porém, resultam em argamassas de consistência adequada. Quando se aumenta a adição do líquido, por associação ao que se espera de uma argamassa convencional, elas se tornam mais fáceis de misturar, porém ficam inadequadas à finalidade. Adicionalmente essas argamassas apresentam flexibilidade e resistência ao arranque, maiores que o sistema convencional. È importante notar que geralmente a adição de líquido recomendada pelos fabricantes dessas argamassas, à primeira vista, parecem insuficientes, porém, resultam em argamassas de consistência adequada. Quando se aumenta a adição do líquido, por associação ao que se espera de uma argamassa convencional, elas se tornam mais fáceis de misturar, porém ficam inadequadas à finalidade. 11. ARGAMASSA (cont)

38 FIM


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