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A GÊNESE DOS CONCEITOS DE HABITUS E DE CAMPO Pierre Bourdieu Aluna: Cláudia Pinheiro Nascimento BOURDIEU, PIERRE. O PODER SIMBÓLICO. 14ª ed. Rio de Janeiro:

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1 A GÊNESE DOS CONCEITOS DE HABITUS E DE CAMPO Pierre Bourdieu Aluna: Cláudia Pinheiro Nascimento BOURDIEU, PIERRE. O PODER SIMBÓLICO. 14ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, p.

2 O BJETIVO DO TEXTO Apresentar de modo mais sintético e mais sistêmico, os conhecimentos adquiridos ao longo dos anos pela aplicação do mesmo modo de pensamento que é designado noção de “campo”.  O texto divide-se em dois momentos: 1. A construção da noção de Habitus; 2. A construção da noção de campo.

3 A CONSTRUÇÃO DA NOÇÃO DE HABITUS O autor inicia o texto a partir de uma crítica a teoria científica, onde o autor “a coloca como um programa de percepção e ação só revelado no campo empírico em que ele se realiza”, Sua crítica continua com relação a construção teórica, utilizada pelas ciências sociais, e afirma “A construção provisória elaborada para o trabalho empírico e por meio dele, ganha mais com a defrontação dos objetos do que com a polêmica teórica”. Sendo assim, “tomar partido da ciência é optar asceticamente por dedicar mais tempo e mais esforço a por em ação os conhecimentos teóricos adquiridos, investido-os em novas pesquisas em vez de, os condicionar a vinda, metendo em um metadiscurso.

4 Diante disso Bourdieu vai propor tratar a teoria como um Modus Operandi. Tratar a teoria como modus operandi, significa orientar e organizar a teoria científica a romper com a complacência feiticista que os téoricos costumam ter com ela. O autor não acha importante a genealogia dos conceitos; neste sentido a noção de Habitus, exprime a recusa a toda a série de alternativas nas quais a ciência social se encerrou, a do finalismo e da consciência (ou do sujeito) e do inconsciente, a do finalismo e do mecanicismo. A noção de Habitus permite romper com o paradigma estruturalista sem cair na velha filosofia do sujeito ou da consciência, ou da economia clássica e do homo economicus que regressa hoje com o nome de individualismo metodológico.

5 A proposta de Bourdieu é pôr em evidência as capacidades criadoras, activas, inventivas, do habitus e do agente (que a palavra hábito não diz), embora chamando a atenção para a idéia de que este poder gerador não é o de um espírito universal de uma razão humana, como em Chomsky, o habitus, como indica a palavra, é um conhecimento adquirido e também, um haver, um capital (de um sujeito transcendental na tradição idealista) o habitus, a hexis, indica a disposição incorporada, quase postural, mas sim o de um agente acção... (BOURDEU, 2009, p.61) O uso do conceito de habitus baseia-se em trabalhos anteriores (Kant, Heidegger, Merleau-Ponty). Segundo Bourdieu a decisão em retomar uma palavra da tradição para reativar, assenta na convicção de que o trabalho de conceitualização pode, também ser cumulativo, e consiste em uma estratégia oposta de associar um nome a um neologismo, como o que ocorre no modelo das ciências da natureza.

6 Inicia uma crítica de se criar conceitos novos na ciência o tempo to.do – Como forma de valorização; Afirma que o que é realmente produtivo “é a capacidade de reproduzir ativamente os melhores produtos dos pensadores do passado pondo a funcionar instrumentos de produção que eles deixaram”. Mas como esse método vai ser construído? Segundo Bourdieu, a elaboração e a transmissão do método associa-se não a circulação de idéias, mas sim com a forma de execução da pesquisa. (Para isso o autor usa o exemplo da música, que é produzida não somente para ser escutada ou executada, mas para fornecer princípios de composição)

7 A NÁLISE DO CONCEITO DE C AMPO A noção de campo também foi utilizada para indicar uma direção a pesquisa, como forma de romper a alternativa proposta pelas ciências sociais, de uma interpretação interna e da explicação externa. A mesma foram utilizada para a construção do conceito de habitus é utilizada para a construção do conceito de campo, que ocorre a partir, de idéias já concebidas por diferentes autores, sobretudo, quando a origem deste encontro é perfeitamente clara. Qual a dificuldade deste modo de pensamento? A dificuldade da aplicação deste pensamento as coisas do mundo social provêm da ruptura com a percepção comum do mundo social exigido.

8 QUAL O CAMINHO CONSTRUÍDO PELO AUTOR PARA CHEGAR A NOÇÃO DE CAMPO Primeiramente o autor para construir a noção de campo, precisou passar para além da tentativa de análise do campo intelectual, como universo relativamente autônomo de relações específicas: com efeito, as relações imediatamente visíveis entre os agentes envolvidos na vida intelectual, sobretudo, as interações entre os autores ou entre os autores e os editores que muitas vezes disfarçam as relações objetivas entre as posições ocupadas por esses agentes, que determinam a forma de tais interações. Em um segundo momento faz uma análise crítica a construção teórica de Weber, no qual propôs uma construção do campo religioso como “estrutura de relações objetivas” que pudesse explicar a forma concreta das interações que Weber descrevia como uma tipologia realista.

9 Terceiro - a necessidade da aplicação destes conceitos em diferentes campos, como: alta costura, literatura, filosofia, política... Quarto – Paciência das aplicações práticas repetidas do método, como uma via possível para a “ascensão semântica”, permitindo levar a um nível de generalidade e de formalização mais elevado os princípios teóricos envolvidos no estudo empírico de universos diferentes e as leis invariantes da estrutura e da história dos diferentes campos. Denunciam as propriedades comuns a todos os campos

10 COMO DEVE SER PENSADA A TEORIA ECONÔMICA DENTRO DO CONCEITO DE CAMPO? A teoria econômica em vez de ser um modelo fundados, deve ser pensado como um caso particular da teoria de campos, que se constrói pouco a pouco, de generalização em generalização, e que ao mesmo tempo permite compreender a fecundidade e os limites de validade da transferência como as que Weber opera, e obriga a repensar os pressupostos da teoria econômica a luz, sobretudo, dos conhecimentos adquiridos a partir da análise dos campos de produção intelectual. A teoria geral da economia dos campos, permite descrever e definir a forma específica de que se revestem, em cada campo, os mecanismos e os conceitos mais gerais (capital, investimento, ganho), evitando assim toda as espécies de reducionismo, a começar pelo economismo, que nada mais conhece além do interesse material e a busca da maximização do lucro monetário.

11 C OMO SE ALCANÇA ESSE OBJETIVO ? A partir da compreensão da gênese social de um campo, e apreender aquilo que faz a necessidade específica da crença que o sustenta, do jogo da linguagem que nele se joga, das coisas materiais e simbólicas em jogo que nele se geram, é explicar, tornar necessário, subtrair ao absurdo do arbitrário e do não-motivado os atos dos produtores e das obras por eles destruídas e não, como geralmente se julga, reduzir ou destruir. Uma outra necessidade diz respeito, ao fato de se reapropriar pela tomada de consciência, da necessidade que está inscrita na história e em particular de conferir a si mesma, o domínio teórico das condições históricas em que podem emergir condições trans-históricas.

12 A análise da história do campo é em si mesma, a única forma legítima, segundo o autor da análise da essência.


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