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METODOLOGIA DA PROBLEMATIZAÇÃO NA CONCEPÇÃO DA PRÁXIS Profa Angela e Profa Adriana.

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1 METODOLOGIA DA PROBLEMATIZAÇÃO NA CONCEPÇÃO DA PRÁXIS Profa Angela e Profa Adriana

2 MET0DOLOGIA DA PROBLEMATIZAÇÃO MÉTODO DE ENSINO MÉTODO DE ENSINO METODO DE ESTUDO METODO DE ESTUDO ASSOCIADA AO CONCEITO DE PRÁXIS ASSOCIADA AO CONCEITO DE PRÁXIS

3 Proposta de Maguerez Método do Arco REALIDADE Observação da realidade (problema) Aplicação à realidade (prática) Pontos Chaves Hipóteses de Solução Teorização

4 METODOLOGIA REALIDADE SOCIAL: como ponto de partida e de chegada; REALIDADE SOCIAL: como ponto de partida e de chegada; processo criativo de ação-reflexão sobre um determinado aspecto extraído, observado ou vivido; processo criativo de ação-reflexão sobre um determinado aspecto extraído, observado ou vivido; este aspecto será traduzido em nova ação (mais elaborado); este aspecto será traduzido em nova ação (mais elaborado); provocar intencionalmente alguma transformação; provocar intencionalmente alguma transformação;

5 RELEMBRANDO CADA ETAPA

6 OBSERVAÇÃO Observar algo relacionado à temática de estudo; Observar algo relacionado à temática de estudo; Perceber o que é pertinente; Perceber o que é pertinente; O conhecimento permite ao aluno ver determinado aspecto como problema; O conhecimento permite ao aluno ver determinado aspecto como problema; Problematização: exercício intelectual e social Problematização: exercício intelectual e social

7 VÁRIOS PROBLEMAS Dadas as condições, analisar se todos os problemas poderão ser estudados ou se priorizará um deles; Dadas as condições, analisar se todos os problemas poderão ser estudados ou se priorizará um deles; Para selecionar o problema (usar critérios); Para selecionar o problema (usar critérios);

8 PONTOS CHAVES Identificá-los no problema: Identificá-los no problema: a) Quais as suas possíveis causas b) Quais seus possíveis determinantes contextuais c) Quais seus componentes e seus desdobramentos

9 TEORIZAÇÃO Resposta das questões anteriores darão origem à uma lista de: Resposta das questões anteriores darão origem à uma lista de: - preocupações; afirmações iniciais; novas perguntas; pressupostos orientadores de estudo; tópicos a serem explorados; diferentes formas de elaboração.

10 TEORIZAÇÃO Usar idéias e teorias já disponíveis sobre o problema; Usar idéias e teorias já disponíveis sobre o problema; Se houver necessidade voltar à observação; Se houver necessidade voltar à observação; Buscar sistematicamente informações técnicas, científicas, empíricas, oficiais, com auxílio de procedimentos de pesquisa; Buscar sistematicamente informações técnicas, científicas, empíricas, oficiais, com auxílio de procedimentos de pesquisa;

11 DIFERENTES ÂNGULOS DO PROBLEMA SÃO ANALISADOS A PARTIR DAS INFORMAÇÕES COLHIDAS EM DIVERSAS FONTES. DIFERENTES ÂNGULOS DO PROBLEMA SÃO ANALISADOS A PARTIR DAS INFORMAÇÕES COLHIDAS EM DIVERSAS FONTES.

12 HIPÓTESES DE SOLUÇÃO Momento de comparar crenças iniciais com as informações atuais; Momento de comparar crenças iniciais com as informações atuais; Pode-se reforçar posições anteriores, reformular posições iniciais; Pode-se reforçar posições anteriores, reformular posições iniciais; Aprendizagem efetiva vem da relação da teoria com a percepção dos fenômenos concretos, reais.

13 HIPÓTESES Encontrar alternativas; Encontrar alternativas; Elaborar propostas de superação do problema central em estudo; Elaborar propostas de superação do problema central em estudo;

14 Aplicação à realidade (prática) Ações sobre a realidade, que devem ser tomadas, executadas ou encaminhadas; Ações sobre a realidade, que devem ser tomadas, executadas ou encaminhadas; Compromisso dos alunos com o seu meio ; Compromisso dos alunos com o seu meio ;

15 Aplicação à realidade O que fazer O que fazer Como fazer, em que condições Como fazer, em que condições Com que estratégias Com que estratégias Com que recursos Com que recursos Para obter que efeitos Para obter que efeitos Com que finalidade e para beneficiar a quem Com que finalidade e para beneficiar a quem

16 CONDIÇÕES OBJETIVAS Nível de conhecimento Nível de conhecimento Disponibilidades das pessoas envolvidas Disponibilidades das pessoas envolvidas Autoridade; poder necessário para intervenção Autoridade; poder necessário para intervenção Uso das estratégias; momento oportuno Uso das estratégias; momento oportuno Grau de comprometimento e consciência social Grau de comprometimento e consciência social

17 PRINCÍPIOS As pessoas que participaram, cedendo informações para a pesquisa, deverão receber o retorno de toda a elaboração feita por eles. As pessoas que participaram, cedendo informações para a pesquisa, deverão receber o retorno de toda a elaboração feita por eles.

18 Aspectos da Transformação Do início ao final do processo de estudo, o que acontece com o pesquisador, em termos de mobilização intelectual, afetiva, política e social Do início ao final do processo de estudo, o que acontece com o pesquisador, em termos de mobilização intelectual, afetiva, política e social Em termos de método de estudo e de leitura sobre essa realidade, que conseqüências essa experiência poderá ter lhe proporcionado Em termos de método de estudo e de leitura sobre essa realidade, que conseqüências essa experiência poderá ter lhe proporcionado Que experiência de vida poderá representar a etapa final, da ação para a transformação, por mínima que seja, da realidade social a que pertence Que experiência de vida poderá representar a etapa final, da ação para a transformação, por mínima que seja, da realidade social a que pertence

19 Associação entre o conceito de práxis e conceito de metodologia da problematização Associação entre o conceito de práxis e conceito de metodologia da problematização

20 CONCEITO DE PRÁXIS E FORMAÇÃO DE UMA CONSCIÊNCIA DA PRÁXIS (VASQUEZ, 1977) – consciência da práxis como atividade material do homem que transforma o mundo natural e social par fazer dele um mundo humano. - Adota concepção marxista; - Guia para interpretar e transformar o mundo; teoria:pratica

21 PRÁXIS É DIFERENTE DE PRÁTICA PRÁXIS: é atividade transformadora, consciente e intencionalmente realizada.

22 COMO SE CHEGA À CONSCIÊNCIA DA PRÁXIS Superar ponto de vista limitado da consciência idealista; Superar ponto de vista limitado da consciência idealista; Ir além da consciência comum; Ir além da consciência comum; Superar consciência mistificada Superar consciência mistificada Ascender a um ponto de vista mais objetivo, científico Ascender a um ponto de vista mais objetivo, científico Unir conscientemente pensamento e ação Unir conscientemente pensamento e ação Partir da realidade cotidiana para a concepção filosófica; Partir da realidade cotidiana para a concepção filosófica; Ver-se como sujeito histórico; Ver-se como sujeito histórico;

23 CURSOS DE FORMAÇÃO HÁ UMA GRANDE LACUNA ENTRE O PENSAR E O AGIR PROFISSIONAL NA EDUCAÇÃO, EM TODOS OS NÍVEIS DE ESCOLARIDADE.

24 Importância da consciência política A despolitização cria um vazio muito grande nas consciências, que pode ser facilmente preenchido por atos, preconceitos e hábitos, impingidos por forças interessadas. A despolitização cria um vazio muito grande nas consciências, que pode ser facilmente preenchido por atos, preconceitos e hábitos, impingidos por forças interessadas.

25 ESCOLA QUE PAPEL SOCIAL VAI DESEMPENHAR QUE PAPEL SOCIAL VAI DESEMPENHAR Conservação- reprodução Conservação- reprodução transformação transformação

26 Concepção de práxis humana É à luz da categoria da práxis, que devem ser abordados, segundo a concepção histórico crítica de sociedade, os problemas do conhecimento, da história, da sociedade e do próprio ser. É à luz da categoria da práxis, que devem ser abordados, segundo a concepção histórico crítica de sociedade, os problemas do conhecimento, da história, da sociedade e do próprio ser.

27 Teoria-metodologia da problematização Não transformar todos os homens em filósofos, mas que a maior parte deles tenha uma consciência mais elevadas de si mesmo e do mundo em que vive. Não transformar todos os homens em filósofos, mas que a maior parte deles tenha uma consciência mais elevadas de si mesmo e do mundo em que vive.

28 Pela continuidade das experiências com a Metodologia da Problematização a escola pode participar da formação de cidadãos mais conscientes, críticos e criativos, para atuar numa sociedade ainda tão desumanizada, para transformá-la. a escola pode participar da formação de cidadãos mais conscientes, críticos e criativos, para atuar numa sociedade ainda tão desumanizada, para transformá-la.

29 FONTE: BERBEL, Neusi Aparecida Navas. A metodologia da problematização no ensino superior e sua contribuição para o plano da práxis. Revista Semina. Londrina. V. 17. Edição especial. p. 7 a 12. nov BERBEL, Neusi Aparecida Navas. A metodologia da problematização no ensino superior e sua contribuição para o plano da práxis. Revista Semina. Londrina. V. 17. Edição especial. p. 7 a 12. nov

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