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O Ensino de Ciências e suas Relações com o Contexto Social Disciplina: Ciências da Natureza II Prof. Msc. André Matassoli.

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1 O Ensino de Ciências e suas Relações com o Contexto Social Disciplina: Ciências da Natureza II Prof. Msc. André Matassoli

2 A ausência de atividades experimentais, as aulas práticas, é apontada pelos professores como uma das principais deficiências no ensino de Ciências no ensino fundamental. Faremos uma reflexão sobre a importância do experimento no ensino de Ciências, bem como, faremos algumas considerações que têm implicações para o ensino.

3 Qual a função e importância da experimentação no ensino de Ciências? A experimentação serve para comprovar a teoria, revelando a visão tradicional de ciência. As atividades experimentais podem facilitar a compreensão do conteúdo. As aulas práticas ajudam a despertar a curiosidade ou o interesse pelo estudo nos alunos.

4 Qual a função do experimento? A teoria serve para organizar os fatos e o experimento seria adaptar a teoria à realidade. Sendo assim, como ensinar Ciências através da investigação e da experimentação de forma a alcançar esse objetivo?

5 A função do experimento é fazer com que a teoria se adapte à realidade, poderíamos pensar que como atividade educacional isso poderia ser feito em vários níveis, dependendo do conteúdo, da metodologia adotada ou dos objetivos que se quer com a atividade.

6 Os círculos indicam níveis possíveis de contato do aluno com a atividade experimental. Quanto mais interior o círculo, tanto maior é a interação entre o aluno e o experimento e maior poderia ser a sua visão do ajuste entre a teoria em questão e a realidade.

7 Nível A: relação fraca, um primeiro contato do aluno com equipamentos e experimentos científicos, do tipo demonstrativo. O objetivo principal dessa atividade seria atingir um grande número de alunos através da realização de experimentos interessantes que despertassem a atenção do aluno para a ciência.

8 Nível B: a interação do aluno com o experimento é mais intensa, ele já manipula o equipamento, colhe dados e analisa, como numa aula de laboratório usual. É uma atividade mais demorada e que exige mais dedicação por parte do aluno, ao mesmo tempo que ele tem maior oportunidade de perceber a relação entre a teoria e a realidade, via experimento.

9 Nível C: relação mais íntima do aluno com o laboratório, de forma que o aluno constrói equipamentos e modelos, e realiza experimentos sofisticados, estando preparado para repassar para os seus colegas a sua experiência e o que aprendeu sobre experimentação.

10 Sugestões Começar no nível A e à medida que houvesse um maior amadurecimento dos alunos, gradualmente levá-los a atingir níveis mais interiores. De A para C deve haver, naturalmente, uma diminuição do número de alunos envolvidos. Deve haver, por parte do professor, preocupação em verificar se o aluno de fato estabeleceu coordenações e relações conceituais e causais.

11 Para planejarmos uma aula prática devemos refletir sobre quais objetivos queremos alcançar. Quais são esses objetivos? Possibilitar a aquisição do conhecimento científico de forma estimuladora para o desenvolvimento das habilidades científicas. Estimular a postura ativa e participante do estudante.

12 Promover o espírito de cooperação e solidariedade. Levar os alunos à tomada de consciência, por meio das suas próprias explicações sobre como operaram com o material. Identificar os tipos de explicações causais dados pelos alunos. Analisar o desenvolvimento do pensamento dos alunos na apropriação do conhecimento.

13 O aluno deve agir sobre os objetos e ver como eles reagem. Nesse momento os alunos constroem hipóteses e relacionam a ação e reação. O aluno deve agir sobre os objetos para obter um efeito desejado. Nesse nível, o aluno exercita o trabalho cooperativo, é o momento de falar e ouvir e buscar a comprovação da hipótese.

14 O aluno deve ter consciência de como se produziu o efeito desejado. Esse é o momento da reflexão sobre o como a ação foi realizada, o que pode ser alcançado através da reconstrução das ações. O aluno deve dar as explicações causais. Agora, o aluno procura pelo por quê e, estabelece em pensamento, as próprias coordenações conceituais, lógico- matemáticas e causais.

15 O aluno deve produzir textos e/ou desenhos relatando as atividades desenvolvidas. Nesse nível o aluno exercita a interdisciplinaridade com a Língua Portuguesa e Artes, contribuindo para a formação do indivíduo como um todo. Deve haver tempo para a comunicação, reflexão e argumentação entre os alunos.

16 Importância do Erro O erro expressa o pensamento, que tem por base outro sistema de referência. O que fazer? Deve-se partir da explicação do aluno, procurando entender a estrutura de seu pensamento e, por meio de perguntas, procura-se levar o aluno a conflitos cognitivos, criando condições para que supere o erro. Segundo Piaget: "A importância dos erros não é negligenciada, visto que um erro corrigido é frequentemente mais instrutivo que um sucesso imediato."

17 Análise dos Resultados e Conclusão A análise dos resultados deve incidir sobre as atividades desenvolvidas em aula, bem como sobre os textos e desenhos produzidos pelas crianças. Como professores, devemos lembrar que as crianças do ensino Fundamental são capazes de ir além da observação e da descrição dos fenômenos, que são as habilidades almejadas comumente e trabalhadas pelos professores de maneira tradicional.

18 Análise dos Resultados e Conclusão Através das atividades experimentais, as crianças elaboram os primeiros conceitos científicos e (re)constroem o conhecimento socialmente adquirido. Sendo assim, as aulas de Ciências devem ser planejadas para que os estudantes ultrapassem a ação contemplativa. Ao refletir sobre os problemas experimentais, os alunos aprendem mais do que conceitos - aprendem a pensar cientificamente o mundo. Dessa forma, o conhecimento passa a ser do aluno, e é por ele construído com a mediação do educador.

19 Nas aulas práticas o trabalho em grupo: É uma excelente oportunidade para o aluno testar seus conhecimentos prévios, discutindo com os colegas. Transmite a importância da cooperação e do espírito de solidariedade. É importante que se procure Ensinar a pensar Construir alternativas Desenvolver a inteligência Permitir que o aluno transforme o pensamento em ação e a ação em movimento.

20 SÍNTESE Apresentamos os diversos pressupostos para a construção de aulas práticas no ensino de ciências. Identificamos a importância dessa metodologia para assimilação dos conteúdos e ainda propusemos a construção de modelos práticos para facilitação do ensino.

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22 A função do experimento seria adaptar a teoria à realidade


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