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Plano de Investigação Elizena Souza Cortez Oton Magno Santana dos Santos.

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1 Plano de Investigação Elizena Souza Cortez Oton Magno Santana dos Santos

2 Investigação Qualitativa Na investigação qualitativa em educação, o investigador comporta- se mais de acordo com o viajante que não planeia do que com aquele que o faz meticulosamente.

3 InvestigaçãoQualitativa Investigação Qualitativa pouco se sabe sobre o objeto de estudo; os planos evoluem pela observação direta; conclusão do estudo – relatório detalhado do método utilizado; a formulação das questões resultante da recolha de dados; o próprio estudo estrutura a investigação.

4 - hipóteses teóricas; - tradições da recolha de dados; - parte dos seus conhecimentos e das suas experiências; - hipóteses formuladas e modificadas à medida que vão avançando. - plano - produto final da fase; - recolha e análise de dados; - passa-se a fase da escrita. Investigadoresqualitativos Investigadores qualitativos Investigadorestradicionais Investigadores tradicionais

5 Teoria Fundamentada: indução analítica e método comparativo constante

6 A escolha de um estudo Qual será o tema da minha investigação? Que tipo de dados devo procurar? Que perspectivas devo adotar?

7 Em investigação a autodisciplina só pode levar até um certo ponto, Sem um toque de paixão pode não ter o fôlego suficiente para manter o esforço necessário à conclusão do trabalho ou limitar-se a realizar um trabalho banal. [...]

8 investigador qualitativo: seja prático – fonte de dados acessível; não escolher um assunto em que esteja pessoalmente envolvido; sempre encontrará material importante;

9 Estudos de caso consiste na observação detalhada de um contexto, ou indivíduo, de uma única fonte de documentos ou de um acontecimento específico ( Merriam, 1988)

10 O plano geral do estudo de caso pode ser representado como num funil. Num estudo qualitativo, o tipo adequado de perguntas nunca é muito específico;

11 Como? Qual? Como? Qual? recolha de dados; revendo e explorando-os; tomam decisões acerca do objetivo do trabalho; organizam e distribuem o seu tempo; escolhem as pessoas que irão entrevistar e quais os aspectos a aprofundar; pode desenvolver planos iniciais ou novos - esses podem ser modificados; selecionam estratégias; área do trabalho é delimitada.

12 Estudos de caso de organizações numa perspectiva histórica organização específica; período determinado de tempo; relata o seu desenvolvimento - escola aberta

13 Estudos de caso de observação consiste na observação participante; foco – organização particular (escola, centro de reabilitação) ou aspecto dessa organização; sala de aula, sala dos professores e refeitório; grupo específico de pessoas; qualquer atividade da escola.

14 [...] O investigador qualitativo tenta ter em consideração a relação desta parte com o todo, mas pela necessidade de controlar a investigação, delimita a matéria de estudo.

15 Pessoas que partilham características como: idade, raça, sexo ou posição organizacional podem, contudo, não pertencer a um mesmo grupo. Estas características comuns podem favorecer a amizade ou a coloquialidade, mas as pessoas que partilham não formam, obrigatoriamente um grupo.

16 História de vida Regra geral: os investigadores que realizam este tipo de estudo de caso encontram-nos por acaso. Não decidem qual o tipo de sujeito que desejam entrevistar partindo, em seguida, em busca de alguém que corresponda ao modelo. Pelo contrário, encontram uma pessoa que os impressiona como sendo um objeto interessante e resolvem, depois, prosseguir o estudo.

17 Estudos comunitários Semelhantes ao estudo de caso de observação. Exceto pelo fato de o objeto do estudo ser o bairro ou uma comunidade e não uma escola ou outra instituição;

18 Microetnografia Refere-se a estudos de caso realizados seja em unidades muito pequenas de uma organização (uma parte de uma turma), seja numa atividade organizacional muito específica (crianças aprendendo a desenhar);

19 A escolha intencional de um caso invulgar ou a escolha aleatória deixa em aberto a possibilidade de generalizações. Como será possível articular o contexto escolhido com a diversidade do comportamento humano?; O investigador tem de definir o objeto do seu estudo; isto é, de que tipo de caso estar a tratar?;

20 [...] algumas decisões não podem ser consideradas corretas ou incorretas, em si; representam apenas uma escolha.

21 Entendemos as decisões que são tomadas a partir de uma ideia geral daquilo que se pretende estudar, as pessoas com quem queremos falar, qual a hora do dia em que o faremos, quantos documentos e de que tipo iremos rever; Amostragem interna

22 O tempo durante o qual visita um local ou está com uma pessoa influenciará o tipo de dados que irá obter. Amostragem de tem Amostragem de tempo

23 Outra dificuldade no planeamento está relacionada com a quantidade de tempo que deve disponibilizar para um estudo de caso;

24 Os investigadores qualitativos aferem a altura em que terminaram o estudo. O ponto da recolha de dados a partir do qual a aquisição de informação se torna redundante. Saturação de dados

25 1- Indução analítica modificada: O método de indução analítica é utilizado quando algum problema ou questão específica se transforma no foco da pesquisa. Estudos realizados simultaneamente em múltiplos locais Estudos realizados simultaneamente em múltiplos locais

26 Implica na combinação da recolha de dados com a sua análise e estas se desenrolam alternadamente. 2- Método comparativo constante

27 - Inicie a recolha de dados; - Procure situações-chave, acontecimentos recorrentes ou atividades ; - Recolha dados que proporcionem muitos incidentes e diversidades das categorias em estudo - Escreva sobre as categorias que está a explorar; - Descreva todos os incidentes e procure novos ; - Trabalhe com dados e com o modelo emergente para descobrir processos sociais e relações básicas; - ocupe-se da amostragem,codificação e escrita, à medida que a análise se concentra nas categorias principais. Método comparativo constante - passos

28 Redação da proposta Os alunos elaboram-nas para os seus professores ou para as comissões de tese; os investigadores fazem-nas para potenciais financiadores. [...] Questões adicionais relacionadas com o plano

29 Estudo qualitativo Estudo qualitativo: descrever o que vão fazer antes de iniciar a investigação; As propostas são mais sucintas do que as da investigação quantitativa; é geralmente desnecessária uma longa revisão de literatura; não efetuar revisões substanciais de literatura antes da recolha de dados.

30 A primeira consiste em realizar algum trabalho de campo antes de escrever a proposta; A segunda escolha consiste em escrever uma proposta sem observações ou entrevistas preliminares; As propostas qualitativas

31 As propostas relativas a estudos qualitativos diferem significativamente, umas das outras, mas apresentam pontos comuns. Existem perguntas específicas que todas as boas propostas formulam:

32 1. O que pretende fazer? 2. Como o vai fazer? 3. Por que o vai fazer? 4. De que forma aquilo que vai fazer se relaciona com o que outros já fizeram? 5. Qual é o contributo potencial (para a investigação básica e/ou prática) do seu trabalho?

33 Para além destas perguntas, existem outras destinadas às pessoas que tenham procedido a uma recolha prévia de dados: 1. O que é que já fez? 2. Que temas, preocupações ou tópicos surgiram do seu trabalho preliminar? Que questões analíticas vai aprofundar?

34 As propostas devem também incluir uma lista de questões de investigação, isto é, questões que ajudem a enquadrar o foco do seu estudo; A proposta orienta o seu trabalho. Idealmente, seria como um pai levando uma criança para o recreio; As pessoas que se dedicam à revisão de propostas qualitativas devem compreender que estas não são contratos rígidos dos quais o investigador não se possa desviar.

35 Grelhas de entrevista e guiões do observador O plano de investigação: um processo evolutivo, no qual as perguntas a serem colocadas e os dados a serem recolhidos decorrem do próprio processo da investigação.

36 A grande maioria das investigações qualitativas são aquilo que se designa por investigação do "cavaleiro solitário", isto é, o investigador enfrenta, isoladamente, o mundo empírico, partindo só, para voltar com os resultados. contudo, cada vez mais a investigação qualitativa é feita em equipa. Investigação em equipa e investigação do "cavaleiro solitário"

37 Referências Bibliográficas BOGDAN, ROBERT; BIKLEN, SARI. Investigação Qualitativa em Educação. Porto: Porto Editora,1994 (Cap. II – Plano de Investigação. Revista veja.Editora Abril. Edição 2316 – 46 – nº 15, 10 de abril de cafecomsucralose.blogspot.com direito.folha.uol.com.br noticias.r7.com prac.ufpb.br jarbas.wordpress.com cultura.ba.gov.br moodle.unicentro.br e pensamentoslucena.blogs.sapo.pt geledes.org.br

38 Referências Bibliográficas webnoticias.facomb.ufg.br esportefabico.wordpress.com fotos.eluniversal.com.mx e educadores.diaadia.pr.gov.br esporteeducacao.org.br isabelapagliari.wordpress.com


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