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MAPA DE RISCOS Prof Dra Ângela Cristina Puzzi Fernandes.

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1 MAPA DE RISCOS Prof Dra Ângela Cristina Puzzi Fernandes

2 mapa de risco É uma metodologia descritiva e qualitativa de investigação territorial de riscos, difundida no Brasil no início da década de Foi desenvolvida para o estudo das condições de trabalho e incorpora, em sua origem, a dimensão política de ação do trabalhador na defesa de seus direitos embasada no Modelo Operário Italiano.

3 Suas premissas são a valorização da experiência e do conhecimento do trabalhador (o “saber operário”), a não delegação da produção do conhecimento, o levantamento das informações por grupos homogêneos de trabalhadores e a validação consensual das informações destes trabalhadores, a fim de subsidiar as ações de planejamento e controle da saúde nos locais de trabalho.

4 MAPA DE RISCO Por Que Fazer ? Estes riscos (ambientais)podem prejudicar o bom andamento dos serviços e tarefas, portanto, devem ser identificados, avaliado se controlados de forma correta.

5 MAPA DE RISCO A maior dificuldade no mapeamento dos riscos ambientais, está na falta de capacidade, informação e subsídios técnicos para identificar, avaliar e controlar os riscos existentes dentro de seus processo produtivos.

6 Os MAPAS DE RISCO, devem ser refeitos a cada gestão da CIPA – NR5.

7 As avaliações de risco constituem um conjunto de procedimentos com o objetivo de estimar o potencial de danos à saúde ocasionados pela exposição de indivíduos a agentes ambientais. Tais avaliações servem de subsídio para o controle e a prevenção dessa exposição. Nos ambientes de trabalho, esses agentes podem estar relacionados a processos de produção, produtos e resíduos.

8 A Norma Regulamentadora NR-9 estabeleceu a obrigatoriedade de identificar os riscos à saúde humana no ambiente de trabalho2, 3 atribuindo às Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPA) a responsabilidade pela elaboração de mapas de riscos ambientais.

9 Esse arranjo normativo é considerado por alguns autores uma tentativa de garantir o controle social e a participação do trabalhador na definição de suas condições e processos de trabalho.

10 Tradicionalmente, entretanto, as avaliações de risco são realizadas por especialistas – que aplicam métodos científicos cada vez mais sofisticados para identificar e mensurar quantitativamente os riscos – ou são baseados em instrumentos pré-definidos por comissões de biossegurança ou de qualidade para avaliar os riscos e a conformidade a práticas de segurança.

11 Outra abordagem à avaliação de riscos ambientais, à qual se filiam a metodologia de mapa de risco e o diagnóstico rápido participativo, prioriza a identificação dos riscos pelos trabalhadores, que implica a discussão coletiva sobre as fontes dos riscos, o ambiente de trabalho e as estratégias preventivas para reduzir os riscos identificados.

12 Na área de saúde, o controle dos riscos ambientais apresenta intersecções com três áreas: a biossegurança, a saúde do trabalhador e, mais recentemente, a garantia de qualidade em estabelecimentos de saúde.

13 A biossegurança surgiu a partir de recomendações preventivas, prioritariamente para riscos biológicos, formuladas pela Organização Mundial de Saúde para controle do ambiente e do processo de trabalho de laboratórios de saúde pública.

14 Posteriormente, incluiu também riscos físicos, químicos e ergonômicos associados às atividades desenvolvidas em qualquer ambiente de atenção à saúde, aproximando-se, em seu escopo, dos programas de qualidade em estabelecimentos de saúde e da saúde do trabalhador

15 A partir da Lei Orgânica da Saúde, a área de saúde do trabalhador aproximou-se da vigilância em saúde do trabalhador. Suas atribuições passaram a incluir a intervenção sobre os ambientes de trabalho, com a promoção de mudanças nas condições e nos processos, a fim de melhorar o quadro de saúde da população trabalhadora.

16 Os programas de qualidade total em serviços de saúde visam promover a qualidade dos ambientes, o controle dos riscos, a observância a padrões de conformidade na perspectiva de melhoria do desempenho da organização, com foco na segurança do paciente, considerando secundariamente a dos profissionais de saúde, O trabalhador participa propondo mudanças que contribuem para a garantia da qualidade do serviço e melhoria do desempenho organizacional.

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18 Benefícios Para INSTITUIÇÃO: Facilita a administração da prevenção de acidentes e de doenças do trabalho; Ganho da qualidade e produtividade; Aumento de lucros diretamente; Informa os riscos aos quais o trabalhador está trabalhador está expostosexpostos, cumprindo assim dispositivos legais.

19 Benefícios PARA OS TRABALHADORES Propicia o conhecimento dos riscos que podem estar sujeitos os colaboradores; Fornece dados importantes relativos a sua saúde; Conscientiza quanto ao uso dos EPI´s. Os MAPAS DE RISCO contém, ainda informações como o número de trabalhadores expostos ao risco e especificação do agente.

20 Representação gráfica do MAPA DE RISCOS É representado graficamente, através de círculos de cores e tamanhos proporcionalmente diferentes (riscos pequeno médio e grande), sobre o Lay-Out da empresa e deve ficar afixado em local visível a todos os trabalhadores.

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24 RESTAURANTE Câmara frigorifica Físico (Frio)Pessoal não utiliza EPI's para entrar na câmara frigorifica (casaco utilizado para entrar na câmara frigorifica em péssimo estado de conservação)M

25 Câmara de Lixo Risco Biológico O lixo é retirado todos os dias, porém a largura (tamanho) da porta de saída não nos pareceu adequada, não há sinalização de que aquela porta é uma lixeira com refrigeração Tamanho do Risco - M

26 Cozinha Risco de Acidente As pias e bancadas são baixas e os usuários queixam-se de dores nas costas Tamanho do Risco M

27 Cozinha Risco de Acidente As pias usadas para lavar as mãos tem um dispositivo de descarga com os pés em ambos os casos o dispositivo estão com as tampas semi-soltas Tamanho do Risco - P

28 Refeitório Risco deAcidente O paviflex esta de uma maneira geral gatos, necessitando em alguns pontos mais que outros de substituição Tamanho do Risco - P

29 Estoque Galão de água segurando a porta sem identificação Risco Químico Tamanho do Risco - P Iluminação do estoque está junto com a iluminação do restaurante deve ser feito a separação do mesmo Risco de Acidente Tamanho do Risco - P

30 Relatório Final O objetivo do Mapeamento é identificar e classificar os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes em pequenos, médios e grandes. Os riscos físicos, químicos e biológicos, praticamente constatados. Os riscos ergonômicos na maioria das vezes foram identificados e classificados como pequenos, geralmente causados por distribuição inadequada de equipamentos e mobiliários na sala, algum mobiliário incompatível ou antigo e layout sem planejamento

31 Relatório Final A situação observada na grande maioria dos casos está relacionada com os riscos de acidentes. Os riscos de acidentes são classificados como sendo as situações inadequadas que podem desencadear danos às pessoas ou ao patrimônio. Por exemplo: - Vias de circulação fora dos padrões, causadas, principalmente pela presença excessiva de mobiliário;

32 Relatório Final - LayOut sem planejamento; - Fiação elétrica e de informática má distribuída, adaptações (gambiarras); - Excesso de materiais inúteis sobre armários, mesas e parapeitos das janelas (caixas vazias, jornais, catálogos antigos, vasos, objetos pessoais, etc); - Excesso de papéis e documentos dentro e sobre os armários e sobre as mesas; - Equipamentos e mobiliários sem utilidade que já podiam ter sido colocados a disposição.

33 O maior risco gerado pelas situações acima é o de desencadeamento e propagação de incêndio que poderá acarretar grande prejuízo à empresa. Um outro risco é a dificuldade de locomoção ou retirada de pessoas em situações de emergência. Em resumo, os riscos são gerados pelos usuários, na maioria das vezes, desnecessariamente.


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