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S EMINÁRIO CERTEZAS SOLAPADAS : AS CIÊNCIAS Tatiane da Silva Francielle de Oliveira Chagas Daniele Pereira de Paula Pfª: Tatiane Tavares.

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1 S EMINÁRIO CERTEZAS SOLAPADAS : AS CIÊNCIAS Tatiane da Silva Francielle de Oliveira Chagas Daniele Pereira de Paula Pfª: Tatiane Tavares

2 O U NIVERSO M ATERIAL 1885 – éter, matéria e energia – conquistou-se mais em 15 anos do que em toda a história anterior do ramo do conhecimento – espaço e tempo de elementos constitutivos a construções. Modo de “ver” o universo transformado em pequeno espaço de tempo, sendo entendida ou notada por número reduzido de pessoas. 2

3 Nem todas as áreas passaram por transformações e de mesma maneira. Pessoas conscientes de um progresso linear mais do que de uma transformação. Estudo mais completo deveria estabelecer a distinção entre: Antigas ciências vs. Inovações; Teorias científicas como base de um novo consenso vs. as que permaneciam em suas disciplinas; Teorias aceitas e questionadas vs. Modificadas; Ciências Naturais vs. Ciências Sociais (abismo crescente – desaparecimento da “filosofia”). 3

4 Paisagem intelectual clara e diferente da dos observadores inteligentes. Fim da compreensão do universo como imagem do arquiteto ou do engenheiro, passando a mentalidade do mundo burguês triunfante. Exclusão do sobrenatural e do milagroso (“filosofia” religiosa) Universo intelectual com compreensão intuitiva do mundo material e com conceitos intuitivos (raciocínio humano). 4

5 Física e química pensada por meio de modelos mecânicos (bola de bilhar). Os leigos viviam a revolução mas não a compreendiam totalmente. Separação entre ciência e intuição – ex. matemática. Cantor – progresso do pensamento matemático – resultados conflitantes com o mundo real e que pareciam chocar até os próprios matemáticos 5 Fonte:

6 Alguns conceitos matemáticos não eram mais aplicáveis e não davam os resultados esperados. Solução – emancipá-la do mundo real e utilizar postulados não contraditórios. Bertrand Russell – (matemática) ninguém sabia do que se estava falando ou se o que estava sendo dito era verdade. Exclusão da intuição – reformulação de fundamentos. 6 Fonte:

7 Não era irrelevante o que os matemáticos pensavam sobre a “natureza” das entidades matemáticas que manipulavam ou sobre a “verdade” de seus teoremas. Rejeição ao formalismo e reavaliação das bases da matemática. Batalha da pensamento puro – crise intelectual e psicológica gerada pela falência das antigas vinculações entre a matemática e a percepção do mundo. 7

8 Tentativa de basear os fundamentos em definições rigorosas e na não-contradição – Grande crise dos fundamentos – exclusão da intuição apenas possível com o estreitamento dos horizontes dos matemáticos. Para certos objetivos há a presença de contradições. Conformidade com as incertezas – Gerações inconformadas 8

9 1895 – Homens cultos envolvidos com a crise do universo galileano ou newtoniano da física, sendo substituído pelo universo einsteiniano da relatividade. Menor resistência no mundo dos físicos que na revolução matemática 1913 – autor alemão nega qualquer acontecimento excepcionalmente revolucionário em curso nas ciências. 9

10 Ideólogos de esquerda – rejeição à relatividade, considerando-a incompatível com sua própria ideia de ciência Ideólogos de direita – condenam a relatividade como judia. Ciência – se torna algo que poucos entendiam e muitos discordavam mas reconhecendo sua dependência em relação à ela. 10

11 Concepções de éter luminífero (algo elástico, rígido incompressível e livre de atrito) e flogismo (explicação para a combustão) esquecidos. Éter luminífero – sem evidência de existência porém sendo obrigatória no contexto de uma imagem de mundo essencialmente mecânico. Se existia deveria ter propriedades mecânicas, fossem elaboradas ou não por meio dos novos conceitos eletromagnéticos. Ondas são ondas em algo – ondas do mar são ondas na água. 11

12 Éter inventado – uma imagem mecanicista com força exercida através de algum meio material. Éter estacionário em relação à matéria em movimento. Foi testado e obteve-se o mesmo resultado inexplicável e incompatível em todas as vezes. 12

13 Teste de Michelson-Morle – Velocidade da Terra no éter? Um feixe de luz era dividido em duas partes, que percorriam, ida e volta, duas trajetórias iguais em ângulo reto entre si, sendo outra vez reunidos. Se a Terra viajasse pelo éter na direção de um dos feixes, o movimento do aparelho durante o trânsito da luz, devia fazer com que as trajetórias dos feixes se tornasse desigual. Sendo detectado pelo aparelho, mas não o foi. O éter se movimentava com a Terra ou com qualquer outro elemento medido. 13 Fonte:

14 Éter não era estacionário e não possuía propriedades físicas. Abandono da imagem científica estabelecida do universo. Lorentz – tentou manter a teoria do éter supondo a separação do tempo e do espaço resultando na ocultação da imobilidade do éter pelo aparelho de Michelson. Tal teoria se assemelhava à relativística de Einstein. 14 Fonte:

15 A Q UEDA DA A NTIGA O RDEM DA F ÍSICA Ideal racionalista que a ciência e seus historiadores herdaram do séc. XIX. (Os fatos são mais fortes que a teoria) Não baseavam em fatos e sim em pressupostos e antigas intuições da experiência sensorial e lógica. Modelo mecânico séc. XVII 15

16 Dificuldades para a aplicação da relatividade à eletrodinâmica e qualquer outra área da física clássica. 16 Ex: Dois sistemas que se mantém sobre as leis de Newton. A invenção do éter O modelo mecânico precisava de algo assim.

17 FATOR QUE EXPLICA A EVOLUÇÃO DA F ÍSICA O surgimento de novos fatos. Reconsideração de paradigmas. Produzia apenas o que podia ser visto(éter) “Física teórica” Trabalho ao próprio modo movido pela filosofia / metafísica. 17 Max Planck: a procura do “absoluto” Teoria quântica 1900: marco da irrupção pública da física.

18 E XPLICAÇÃO DA TRANSFORMAÇÃO DA M ATEMÁTICA E DA F ÍSICA. Não apenas à mudança da imagem científica do universo, mas suas relações. Relação entre ciência e sociedade. (Impossível de negar) Como: patrocínio, governamental e etc. 18

19 E XPLICAÇÃO DA TRANSFORMAÇÃO DA M ATEMÁTICA E DA F ÍSICA Relação entre ciência e prática não era próxima. Salvo a química e medicina e1890, poucos países se importava com a aplicabilidade das ciência. Surgimento de financiamento governamental. Química a única ciência pura e aplicadas na época. 19

20 A UXÍLIO AS T RANSFORMAÇÕES CIENTÍFICAS Desenvolvimento industrial não é único fator da evolução da ciências. A biologia é o centro. Homem social, teoria da evolução de Darwin. 20 Conteúdo ideológico forte, sob a forma de racismo. Preocupação social e política dos cientistas

21 E UGENIA 21 Fonte:portaldafamilia.org Fonte:bonfer.com.br

22 E UGENIA Era um programa essencialmente político Grupo de burgueses e classe média Pressão sobre o governo. Melhorar as condições genéticas do ser humano 22

23 E UGENIA Melhoria das condições humanas e sociedade através da melhoria genética. Concentração da classe de valor Eliminação das classe indesejáveis 23

24 E UGENIA Tornar a pseudociência fascista e racista tornada genocídio deliberado de Hitler. Antes de1914, não se identificava exclusivamente qualquer setor político Falta de interesse médico pela genética 24

25 C RISE NO DARWINISMO E DESENVOLVIMENTO DA GENÉTICA Dúvidas científicas Gerou reformulações darwinistas. Europa- Reforço a perspectiva marxista – evolução da natureza e sociedade eram independentes da vontade e consciência dos homens. EUA- Darwinismo social Concorrência como lei fundamental da natureza. A sobreposição dos mais aptos sobre os menos aptos. 25

26 D E VRIES Influenciado por Bateson, inventor da palavra “genética”. Bateson descontinuidade da origem das espécies. X Pearson “...o progresso humano, como o da natureza, nunca dá saltos.” 26

27 C ONTUDO, TANTO PEARSON QUANTO B EARSON... Acreditavam que a variabilidade das espécies era uma questão de ideologia tanto quanto de ciência. 27

28 F ÍSICA E MATEMÁTICA Dificilmente questões ideológicas ou mesmo sociais influenciariam estas ciências. Situação que mudaria a partir de

29 I MPRESSIONANTE ACREDITAR... Teoria quântica de Planck; Redescoberta de Mendel; A Interpretação dos sonhos de Freud; A Natureza Morta de Cézanne;...Assim como muitos outros datam de 1900 ! 29

30 P ISTA... Substituição do que foi considerado por uma alternativa que não lhe era equivalente. Explicação para a transformação! 30

31 C ONFUSÃO ENTRE OS CRIADORES Nem eles estavam preparados para o que estavam criando. Planck era tão hostil ao neopositivismo de Mach quanto Lenin. Mach, cético em relação ao universo físico, também o seria em relação a relatividade. 31

32 Os próprios teóricos estavam confrontados com contradições que não podiam resolver. O refúgio seria aquele neopositivismo. Trata do progresso científico e da pesquisa de uma linguagem lógica e axiomatizada. 32

33 A S CIÊNCIAS POSITIVAS Observação dos fenômenos, opondo-se ao racionalismo e ao idealismo, por meio da promoção do primado da experiência sensível, única capaz de produzir a partir dos dados concretos (positivos) a verdadeira ciência (na concepção positivista), sem qualquer atributo teológico ou metafísico, subordinando a imaginação à observação, tomando como base apenas o mundo físico ou material. 33

34 A S CIÊNCIAS POSITIVAS O Positivismo nega à ciência qualquer possibilidade de investigar a causa dos fenômenos naturais e sociais, considerando este tipo de pesquisa inútil e inacessível, voltando-se para a descoberta e o estudo das leis (relações constantes entre os fenômenos observáveis). 34

35 C RÍTICAS DE HUSSERL “A exclusividade com que a totalidade da visão de mundo do homem moderno se deixou, [...] ser determinada na metade do século XIX pelas ciências positivas e ofuscada pela ‘prosperidade’ que estas produziram, significou afastamento descuidado das questões que eram decisivas para uma verdadeira humanidade.” A partir disso os neopositivistas concentram- se nas deficiências conceituais dos próprios positivistas. 35

36 N EOPOSITIVISTAS Propuseram uma reconstrução das ciências a partir de uma base estritamente empirista e até fenomenalista.. Rigorosa formalização e axiomatização das bases da ciência. 36

37 NEOPOSITIVISTAS Viabilização da revolução científica, uma vez que não há preocupação com as concepções anteriores do universo, causalidade e leis naturais. Dar crédito excessivo aos filósofos da ciência. Subestimar a crise. 37

38 A CRISE DE MINORITÁRIOS Afetou certa parcela dos intelectos da época. Pouco havia de formação científica. A ciência moderna ainda permanecia restrita. Observação evidenciada pelos Prêmio Nobel. Os que a tinham, dedicavam-se ao ensino do primeiro e segundo graus. 38

39 A EXPANSÃO Einstein Um dos únicos cientistas depois de Darwin cujo nome e imagem eram reconhecidos, de maneira geral, pelo público leigo instruído do mundo inteiro. 39

40 C ONSIDERAÇÕES F INAIS 40

41 R EFERÊNCIA HOBSBANM, E. J. A Era dos Impérios. Rio de Janeiro: Paz e Terra, Certezas Solapadas: as Ciências. Pg. 339 –

42 Dúvidas? 42

43 Obrigada pela atenção!! 43


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