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O modelo morfossintático - Sujeito e predicado O modelo morfossintático - Sujeito e predicado.

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2 O modelo morfossintático - Sujeito e predicado

3 O modelo morfossintático - Sujeito e predicado

4 Mergulhado na mais profunda por ter sido abandonado por sua amada, o sambista Pedrinho da Viola, todos os dias, compunha canções para ela. Inconformado e , isolou-se, até que um dia ninguém mais soube dele. Tristemente - tristeza e tristonho

5 Tomando as palavras utilizadas para completar o texto, faça o que se pede: A) Indique a classe gramatical que elas pertencem. B) retire os sufixos da palavras e empregue-os na formação de outras. C) Crie três frases empregando as palavras que você formou. D) Reconheça nessas frases a classe gramatical das palavras que você formou.

6 Agora leia estes versos de Vinicius de Morais: não tem fim Felicidade sim... A) No 1º verso, falta uma palavra. Para completá- lo, o poeta poderia ter empregado igualmente as palavras tristeza, tristonho e tristemente? B) Qual delas combina com o sentido que se quer dar ao verso?

7 Conceituando Ao responder a essas questões, você deve ter observado que, para combinar as palavras tristeza, tristonho e tristemente com as outras palavras das frases de modo que ficassem de acordo com os contextos, foi preciso selecioná- las. Você observou também que essa palavra tem o mesmo radical. Se acrescentarmos a esse radical o sufixo -eza, formaremos um substantivo, classe gramatical a que pertencem também palavras como: limpeza, braveza, dureza. Se ao radical trist- acrescentarmos o sufixo -onho, formaremos um adjetivo, classe gramatical também de palavras como: risonho, enfadonho ou medonho. E se acrescentarmos ao radical trist-o sufixo -mente, formaremos tristemente, que é advérbio, assim como claramente, facilmente, estranhamente.

8 A combinação entre sufixos e radicais determina a classe gramatical das palavras. Esta por sua vez, determina as possibilidades de combinação das palavras do contexto. A morfologia estuda as classes gramaticais, isto é, o campo da seleção, enquanto a sintaxe estuda o campo da combinação de palavras Vocêescovouosdentes pronomeverbo artigosubstantivo núcleo v. transitivo adj.adn. Núcleo objeto direto Sujeito Simples Predicado verbal

9 Frase é a unidade de texto que numa situação de comunicação é capaz de transmitir um pensamento completo. Oração é o enunciado que se organiza em torno de um verbo. Dá-se o nome de período à frase organizada em oração ou orações. O período pode ser : b simples, quando constituído de uma só oração. b Composto, quando constiruído de duas ou mais orações.

10 Sujeito e Predicado Sujeito é o termo da oração que, geralmente: concorda com o verbo; constitui seu assunto central; apresenta como núcleo um substantivo, um pronome ou uma palavra substantivada. Predicado é o termo da oração que, geralmente: apresenta um verbo; está em concordância com o sujeito; contém uma afirmação a respeito do sujeito.

11 Quando uma oração tem sujeito, ele pode ser simples, composto, desinencial ou indeterminado. Há também orações sem sujeito. Quando apresenta um só núcleo, o sujeito é chamado de sujeito simples, quando apresenta dois ou mais núcleos, é chamado de sujeito composto. O sujeito pode não aparecer na oração, mas ser facilmente identificado pela desinência (terminação) do verbo: Ex.: Estou feliz por vocês. Quando está implícito na desinência do verbo, o sujeito é classificado como sujeito desinencial.

12 Morfossintaxe do sujeito O núcleo de um sujeito pode ser representado por; substantivo, pronome pessoal do caso reto, pronome demonstrativo, relativo, interrogativo ou indefinido, numeral, palavra ou expressão substantivada. Observe alguns exemplos: Todas as tardes, eu e ele passeávamos juntos. Apresento-lhe o rapaz que lhe trouxe a encomenda. Viver é perigoso.

13 Leia esse trecho do poema de Solano Trindade: Contaram-me que meus avós vieram de Loanda como mercadoria de baixo preço plantaram cana pro senhor do engenho novo e fundaram o primeiro Maracatu Sujeito Indeterminado é aquele que não é nomeado na oração, ou por não se querer nomeá-lo ou por se desconhecer quem pratica a ação.

14 A indeterminação do sujeito se dá por meio de dois procedimentos: colocando-se o verbo ( ou o auxiliar, se houver locução verbal) na 3ª pessoa do plural, sem referência a seres determinados: empregando-se a partícula se junto à 3ª pessoa do singular dos verbos: - intransitivos: Vive-se bem aqui. - transitivos indiretos: Precisa-se de motorista com prática. - de ligação: Era-se jovem naquela época.


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