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Prof. Dra. Divamélia Gomes.  RADIAÇÃO SOLAR;  ÁGUA;  NUTRIENTES MINERAIS;  DIÓXIDO DE CARBONO.  NECESSIDADES NUTRICIONAIS E PROVISÕES;  DEFESA.

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1 Prof. Dra. Divamélia Gomes

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3  RADIAÇÃO SOLAR;  ÁGUA;  NUTRIENTES MINERAIS;  DIÓXIDO DE CARBONO.  NECESSIDADES NUTRICIONAIS E PROVISÕES;  DEFESA.

4  Podem ser compostos bióticos ou abióticos do ambiente;  Eles são tudo o que um organismo usa ou consume no seu crescimento e manutenção, tornando-os menos disponíveis para outros organismos.

5  A radiação solar é um recurso crítico para as plantas;  As plantas verdes utilizam cerca de 44% da parte estreita do espectro de radiação solar que é visível entre o infravermelho e o ultravioleta.  A taxa de fotossíntese aumenta com a intensidade da radiação que a folha recebe, mas com rendimentos decrescentes, e esta relação varia bastante entre as espécies (ver figura).

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7  Grande parte da maioria dos vegetais é composta de água.  Em alguns frutos e folhas macios, cerca de 98% do volume podem ser constituídos de água.  A fotossíntese depende da absorção de dióxido de superfícies úmidas – de modo mais notável, as paredes das células foliares fotossintetizantes.

8  As plantas verdes conduzem água retirada do solo e liberam na atmosfera. Se a taxa de absorção cair abaixo da taxa de liberação, o corpo da planta começa a secar.  A evaporação da água diminui a temperatura do corpo com que ela está em contanto. Por essa razão, se as plantas forem impedidas de transpirar, elas podem superaquecer.

9  Na obtenção de água no solo, a zona primária de absorção de água nas raízes é coberta por pêlos, que mantem contato íntimo com as partículas do solo. (ver figura)  A água que a planta retira é, em um primeiro momento, liberada dos poros maiores, onde as forças capilares a retém fracamente. Subsequentemente, a água é retirada de partes mais estreitas, onde ela é mais firmemente presa.

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12  As raízes extraem água do solo, mas também minerais essenciais necessários para as plantas, como:  Nitrogênio (N);  Fósforo (P);  Enxofre (S);  Potássio (K);  Cálcio (Ca);  Magnésio (Mg);  Ferro (Fe).  Junto com traços de:  Manganês (Mn);  Zinco (Zn);  Cobre (Cu);  Boro (B).

13  A arquitetura das raízes é particularmente importante no processo de captação dos nutrientes, porque nutrientes distintos se comportam de modo diferente e são retidos no solo por forças diferentes.

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15  As plantas absorvem dióxido de carbono pelos estômatos e, usando a energia da luz do sol, captam os átomos de carbono e liberam oxigênio.  O carbono é não somente a base de todo o crescimento vegetal e, consequentemente, a unidade estrutural de toda a cadeia alimentar, mas a vida como nós a conhecemos sobre a Terra só foi possível depois que os organismos fotossintéticos alteraram substancialmente a atmosfera mediante a liberação de oxigênio.

16  São os heterótrofos, que podem ser agrupados conforme segue:  Decompositores  Parasitos  Predadores  Pastejadores

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18  As diversas partes de uma planta tem composições diferentes e, desse modo, oferecem recursos completamente distintos. (ver figura)  A casca, por exemplo, é composta de células com paredes suberizadas e lignificadas, reunidas com fenólicos defensivos e sem utilidade para a maioria dos herbívoros. No entanto, há espécies de “besouro da casca” especializadas na camada cambial nutritiva abaixo da casca.

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20  Os recursos alimentares diferentes oferecidos pelas plantas estão ajustados à diversidade de peças bucais especializadas e tratos digestivos que evoluíram para consumi-los. A diversidade é especialmente desenvolvida nos bicos de aves e nas peças bucais de insetos. (ver figura)

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22  O valor de um recurso para um consumidor não somente pelo que ele contém, mas pela maneira como seus conteúdos são defendidos.  Não é surpresa que os microorganismos desenvolveram defesas físicas, químicas, morfológicas e comportamentais contra ataques.  Toda a característica de um organismo, que aumente o gasto de energia de um consumidor para descobri-lo ou dominá-lo, é uma defesa, se, como consequencia, o consumidor o coma menos.

23  Muitas superfícies vegetais são providas de pêlos (tricomas), que podem manter afastados da superfície foliar os pequenos predadores, tais como tripses e ácaros. (ver figura)

24  Os animais tem mais opções de defesa que os vegetais, mas alguns ainda assim fazem uso de substâncias químicas. Por exemplo, secreções defensivas de ácido sulfúrico de pH 1 ou 2 ocorrem em alguns grupos de gastrópodes marinhos, incluindo os cauris.  Um animal pode ser menos óbvio a um predador se ele se igualar ao seu meio ou possuir um padrão que altere o seu perfil ou se pareça com um atributo não comestível do seu ambiente.

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27 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências

28 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências Ocupa 40% (3,5 mi de Km 2 ) Brasil; Engloba os estados do: AC, RO, AM, PA, AP, Norte do MS e TO Temperaturas >20 ºC; Chuvas abundantes (ausentes 3 meses no ano); Rápida reciclagem da matéria (Fertilidade dependente da floresta); Solo pobre em nutrientes;

29 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências Abriga cerca de espécies de árvores; 1/3 de toda a madeira do planeta; Maior bacia do mundo com afluentes e 6 Mi de Km 2 ; Lança ao mar a cada segundo 175 milhões de litros de água no Atlântico; Milhões de sp(s) de animais (Pirarucu > do mundo em água doce (250 kg e 2,5 m));

30 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências Conhecimento tradicional do índios e ribeirinhos, sobre usos dos recursos; Baixos Índices sócio- econômicos; Densidade demográfica de 2 habitantes/Km 2 Dividida em: Matas de Terra Firme; Matas de Várzea, matas de Igapó;

31 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências Ecossistema da selva tropical pluvial.

32 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências

33 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências Usinas Hidrelétricas: Relação área alagada e Potência elétrica. Relação Custo-benefício das hidrelétricas;

34 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências 1,3 Mi de Km 2 / 15% do Brasil; Exploração européia; Estende-se do RS até o sul da BA; Diversidade Climática; Abriga a maior parcela (70% da população) brasileira; Biodiversidade entre as maiores do Planeta;

35 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências Área concentra: pólos industriais; petroleiros; Portuários; Corresponde a 80% do PIB nacional.

36 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências Descobrimento: Pau-Brasil; Ciclos econômicos Cana de açucar; Café; Carvão /Construção Papel e celulose; Cidades; Industrialização; Poluição Urbana; Maior parte das espécies de fauna em extinção estão na Mata Atlântica.

37 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências Ocupa 24% do Brasil 2 Mi Km 2. Cobre partes dos estados: MT, MS,MA, PI, MG, GO e TO, SP Clima quente, com períodos alternados de chuva e (seca pronunciada) Vegetação semelhante à da savana (Rasteira);

38 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências Solo, antigo e profundo, ácido e de baixa fertilidade. >>> teores de alumínio e ferro. Topografia plana e suavemente ondulada, favorece agricultura mecanizada e irrigação. Cortado as maiores bacias hidrográficas da América do Sul (Tocantins, São Francisco e Prata); favorece a manutenção biodiversidade;

39 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências Possui paisagens diferentes : Cerradão (Possui árvores altas e uma maior densidade) Cerrado com árvores baixas e esparsas; Campo Cerrado, campo sujo e campo limpo ( com progressiva redução da densidade arbórea) Florestas de galeria ou matas ciliares

40 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências Ecossistema de uma pradaria. H= manadas de herbívoros de grande porte tal como o bisonte; M = microorganismos decompositores; B = pássaros imigrantes, C = carnívoros tais como coiotes e lobos

41 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências Monocultura (soja); Pecuária extensiva de baixa tecnologia; Urbanização; Construção de Estradas; Uso indiscriminado de agrotóxicos e Fertilizantes; Fragmentação de habitats.

42  Atualmente muitas bibliografias específicas tratam da fauna do cerrado.  É comum serem lançadas a cada ano lista de espécies p/ cada bioma.

43 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências Representa 11 % do Brasil com 1Mi Km 2 Estende-se pelos estados do: PI,CE, RN, PB, PE, AL, SE, BA, norte de MG Região Semi-árida Muito Povoada. Zona quente e seca, com chuvas irregulares e estações secas prolongadas (+ de 7 meses por ano) Maioria dos rios temporário

44 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências Caatinga é potencialmente fértil. Na época de chuva (+ ou – 4 meses) A Caatinga significa Mata Branca em Tupi É dividida em agreste (úmido) e Sertão (seco) Possui vegetação adaptada a climas secos (Xerófitas) Não possui grande variedade de fauna

45 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências Irrigação no Vale do São Francisco foi incentivada. O resultado foi a salinização do solo. Solos rasos e intensa evaporação de água. A agricultura impraticável. Desertificação. Agrotóxicos levado pela irrigação, e daí para as represas, matando os peixes

46  Cerrado e Caatinga até bem pouco tempo eram considerados biomas pobres em biodiversidade.  Com o incremento de estudos e pesquisadores nestas regiões este cenário mudou.

47 Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências

48  IBAMA Ecossistemas Brasileiros. Brasília. Edições IBAMA, 49 p.  WWF BRASIL Biomas Brasileiros. Disponível em:http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/bi omas/index.cfm acesso em: 10/01/2008 Página Atualizada em: 07 de Dezembro de  LINHARES, S; GEWANDSZNAJDER, F Biologia Hoje Volume 3. São Paulo. 7ª edição. Ed. Ática. 423p.  ODUM, Eugene P Ecologia. Editora: Guanabara Koogan, 446p. Apresentação Amazônia Mata Atlântica Cerrado Caatinga Pantanal Campos Sulinos Zona Costeira Ambientes de Transição Considerações Finais Referências

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