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EDIÇÃO Universidade Veiga de Almeida -> Comunicação Social <- Profa. Érica Ribeiro Contato: Aula 30 de setembro.

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1 EDIÇÃO Universidade Veiga de Almeida -> Comunicação Social <- Profa. Érica Ribeiro Contato: Aula 30 de setembro

2 Edição | Aula 30 de outubro de 2009 O DISCURSO JORNALÍSTICO A quem atribuir a responsabilidade por tal ou tal representação reconhecida em um texto? (Pinto, 2002, p.32) Discurso de autoridade -> autor Enunciado performativo -> o emissor se representa na própria função de responsável pelo seu enunciado (Pinto, 2002, p. 33) Foucault (1996): não se pode dizer tudo em qualquer circunstância, para qualquer um e de qualquer forma Bakthin -> o discurso está no mundo, não pode ser desvinculado da realidade ao qual está inserido. Não se entra no discurso se não estiver enquadrado em determinadas exigências

3 O DISCURSO JORNALÍSTICO Caso das capas dos jornais: textos mistos, que reúnem texto verbal e imagens, ou texto verbal e sistemas sonoros ou os três (Pinto, 2002, p. 37) Assim, encontramos: Intertextualidade (referências) Dialogismo (troca, entendimento entre os envolvidos) Polifonia (diversos discusos) Discursos inseridos em contextos O tipo de informação, a distribuição em blocos e as operações enunciativas empregadas são as mesmas em todos, havendo apenas pequenas diferenças na diagramação e na ênfase dada aos textos, com ligeira influência na hierarquização das informações (Pinto, 2002, p. 78)

4 ACABAMENTO DA NOTÍCIA Texto fechamento da notícia Uso de recursos como títulos, subtítulos, olhos, infográficos e legendas Surgimento pós-revolução industrial Manchete surge como apoio à sensacionalização dos fatos para vender jornais

5 TÍTULOS Informação que grita Sintetizados Podem ter complementos (antetítulo, subtítulo) Projeto pode exigir um número específico de caracteres Induz a compreensão do relato Segundo Pereira Junior, são três tipos: Títulos tangenciais: em que um detalhe ou um elemento periférico é destacado, não na questão central da notícia Títulos libelos: fazem acusação. É fruto de negligência ou ignorância na qualificação dos fatos Ambiguidade: fruto da imprecisão. Pode confundir o público. Quando permitem uma dupla interpretação ou atribuem ação a celebridades quando, na verdade, estão se referindo a desconhecidos.

6 TÍTULOS Título sem verbo -> considerado anafórico, referencial Sinalizam o assunto, mas não são deterministas Formam ideias, orientam Título com verbo -> discursivo Mais comuns nos diários Frases Ordem direta Sem pontuação Presente Sempre respondem a alguma coisa, dão conta de um único fato – daí a necessidade de uma notícia por verbo, o que condena o título com excesso de verbos (Pereira Junior, 2006, p. 150)

7 TÍTULOS Cuidados durante o fechamento: Título de duas linhas As duas ficam do mesmo tamanho, ocupando pelo menos ¾ da largura – a primeira da segunda ou vice- versa Título de três linhas A primeira é igualada a terceira para evitar o efeito escada Título quebrado Palavras pertencentes a mesma estrutura sintática não devem ser separadas (artigos de sujeito). Palavras hifenizadas também não devem ser separadas. Intertítulo Locuções de três palavras no interior do texto (títulos internos

8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Foucault, Michel. A ordem do discurso. Leituras filosóficas. São Paulo: Edições Loyola, Pinto, Milton José. Comunicação e Discurso: introdução à análise de discursos. São Paulo: Hacker Editores, 2002.


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