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MELHORES POEMAS JOÃO CABRAL DE MELO NETO

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Apresentação em tema: "MELHORES POEMAS JOÃO CABRAL DE MELO NETO"— Transcrição da apresentação:

1 MELHORES POEMAS JOÃO CABRAL DE MELO NETO CABRAL-MELO-NETO SHTML NETO.HTML

2 DADOS BIBLIOGRÁFICOS Autor: JOÃO CABRAL DE MELO NETO Escola Literária: Modernismo - geração de 45 Ano de Publicação: 1985 Gênero: Poesia Temas: Nordeste, Espanha, Metalinguagem, Poesia, Arte Divisão da Obra: 15 livros Seleção e Organização: Antônio Carlos Secchin

3 O autor Nasceu em Recife, em Diplomata por quarenta anos(desde os 25 anos).Pertence a Academia de Letras desde Morreu no Rio de Janeiro em 1999.

4 O estilo: Duas águas 1ª Poesia de rigor formal (ver Poema de desintoxicação): preocupação com a forma e a geometria, sem apego ao sentimentalismo marcadamente romântico e o individualismo do culto ao ‘eu íntimo’. { obras: O engenheiro, Uma faca só lâmina, Museu de tudo e A escola das facas}

5 O estilo: Duas águas 2ª Poesia Popular: dramática e com crítica sócia não panfletária(Ver Morte e vida severina): semelhante às cantigas de cordel, das trovas medievais, repetição de versos, retrato da cultura (agreste nordestino e espanhol). {obras: O cão sem pluma, O rio, Morte e vida Severina, Dois parlamentos, Auto do frade} Obs.: A Espanha é, por vezes, na obra de Melo Neto, retratada com similaridades ao agreste nordestino. {obras: Paisagens com figuras, Quaderna, Serial}

6 Marcas da obra: Atmosfera surrealista (ver A André Masson p. 18) Ideal de rigor formal (ver Frei Caneca p.312) Poesia metalinguística (ver Tecendo a Manhã p. 274 ) Poesia referencial(ver No cemitério de Mondrian p. 284 ) Poesia imagética. (ver Poema de desintoxicação p. 15 ) Poesia antidiscursiva (ver Antiode p.49) Poesia antilírica(ver Fábula de Anfion p. 32) O social sem o panfletário (ver Morte e vida Severina p. 115 ) Secura, dureza, aspereza, vazio (ver Fábula de Anfion p. 32 e Morte e vida Severina p. 115 ) Texto conceitual: Faca – Bala- Relógio (ver p. 169)

7 André Masson In The Tower of Sleep, 1938

8 André Masson Ophelia, 193 7

9 André Masson Paysage Matriarcale, 19 41

10 André Masson GERMINAÇÃO, 1942

11 Período Literário: Modernismo terceira geração: Terceira Fase/ Pós Modernismo ( ) Período Pós Segunda Guerra - A poesia desse período retrata questões internas. Procuravam por uma poesia equilibrada e séria com valores tradicionais, sendo até chamados pelas outras pessoas de neoparnasianos.

12 Valores tradicionais da poesia I- linguagem precisa (pouca adjetivação); II- equilíbrio na forma(busca de ritmo e rima); III- abandono do prosaísmo (verso≠ frase/ metrificação); IV- volta ao universalismo (mesmo dentro do regionalismo); V- trabalho poético em oposição à inspiração

13 Contexto Histórico Fim da Segunda Guerra Deposição de Getúlio Vargas Eleição de Gaspar Dutra Redemocratização do Brasil Eleição Democrática de Getúlio Vargas Eleição de Juscelino Kubitschek Inauguração de Brasília Eleição de Jânio Quadros

14 Obra: Melhores Poemas de João Cabral de Melo Neto – Coletânea de Antonio Carlos Secchin neto-analise-obra-joao-cabral-melo-neto shtmlhttp://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/literatura/melhores-poemas-joao-cabral-melo- neto-analise-obra-joao-cabral-melo-neto shtml

15 Pedra do sono a 1941 Primeira coletânea do poeta; Reunião de diversos poemas escritos durante sua adolescência em Pernambuco; Anúncio de temas e imagens que serão tratados por João Cabral posteriormente; Experimentação poética do surrealismo (como sugere a palavra “sono” do título do livro), mas há o racionalismo e a construção laboriosa que será a marca de João Cabral posteriormente (o que é demarcado pela palavra “pedra”, que será um símbolo recorrente em João Cabral); e Grande influência cubista, cuja preocupação está mais na construção do poema e no objeto do qual se fala. Seleção de quatro poemas para essa coletânea.

16 O Engenheiro (1942 a 1945) Perspectiva racional; Projeto geométrico de construção de poemas; Poesia programada para gerar emoção; “máquina de comover” Limpidez da linguagem; Preocupação com a disposição gráfica dos versos e estrofes; e Poesia como tema do poema. Seleção de oito poemas para essa coletânea.

17 Psicologia da composição (1946 e 1947) Faz parte da trilogia publicada em 1947, Psicologia da composição, Fábula de Anfion e Antiode; Dá continuidade ao antilirismo de sua obra anterior, O Engenheiro, e marca uma ruptura maior com o surrealismo presente em Pedra do sono. A obra traz reflexões sobre a própria criação poética, que é uma constante dentro da obra de João Cabral. Seleção de três poemas para essa coletânea.

18 Mito de Anfíon Anfíon, herói das primeiras lendas tebanas, e o seu irmão Zeto, são os filhos gêmeos de Antíope e de Zeus, que se disfarçou de sátiro a fim de seduzir a jovem princesa. Ela fugiu do palácio paterno, foi salva__ depois capturada e maltratada__ por seu tio Lico que se apoderara do trono. Os seus dois filhos, nascidos em Eleutério, na Beócia, no decurso do seu regresso forçado a Tebas, foram abandonados numa gruta do monte Cíteron, mas os pastores recolheram-nos e educaram-nos. Zeto dedicava-se a exercícios violentos, à luta e à caça assim como aos trabalhos do campo. Anfíon, mais doce do que o seu irmão, inclinava-se para a música, praticando na lira que Hermes lhe oferecera. Quando se tornaram adultos, os dois irmãos decidiram vingar a sua mãe e afastaram o seu carrasco do trono de Tebas. A partir de então, passaram a governar a cidade. E, para a proteger, fortificaram- na de uma forma "mágica". Zeto transportou os rochedos, enquanto Anfíon tocava a sua lira, cujos sons induziam as pedras, encantadas, a colocarem-se, por si próprias, nos lugares certos.

19 Mito de Anfíon Anfíon casou com Níobe, filha de Tântalo, que lhe deu muitos filhos (a lenda hesita entre dez, doze ou vinte). Orgulhosa da sua fecundidade, Níobe não receou ofender Leto, mãe de Apolo e de Ártemis. Estes não suportaram a afronta feita à sua mãe e trespassaram com flechas todos os filhos de Níobe (com exceção de uma filha que casará com Neleu, rei de Pilos; um dos seus filhos, Nestor, será poupado por Apolo que lhe permite viver três gerações, a fim de compensar o massacre da sua família). A infeliz, perdida de dor, foi transformada, por Zeus, numa rocha colocada num monte árido da Ásia Menor. E, a partir de então, dessa rocha brotará uma nascente inesgotável, que se alimentará das lágrimas contínuas de Níobe. Quanto a Anfíon, foi morto por uma flecha de Apolo. Segundo alguns, ao mesmo tempo que os seus filhos; segundo outros, algum tempo depois quando, em consequência do massacre a que assistira, enlouqueceu, tendo saqueado o templo de Apolo.

20 O cão sem plumas (1950) Temas da realidade nordestina; Denúncia da miséria; Foco no Rio Capibaribe(corta Recife), descreve o estado lamentável do rio e à miséria que se situa à sua margem; Metáfora para o rio e sua cinzenta convivência com os Homens –caranguejos(cães sem plumas/ pelos); e Oposição visual: como poderia ser (a pluma leve, limpa, solta... ) como é, na realidade (lodo, ferrugem, lama) Seleção de quatro poemas para essa coletânea.

21 O Rio (excerto) (1953) Realidade nordestina; Técnica de narrativa de tradição ibérica, como se fizesse uma prosa; Uso de 1.ª pessoa remete à experiência histórica e social do ‘rio’; Seleção de 15 segmentos (29)para essa coletânea.

22 Paisagens como figuras (1954 e 1955) Escrita intensa Descrição paralela de Pernambuco (rio e cemitérios) e Espanha () cemitérios caiados que fazem- no reviver o nordeste. Seleção de oito poemas para essa coletânea.

23 Morte e Vida Severina: auto de natal Pernambucano (entre 1954 e 1955 ) É o livro mais famoso e popular de João Cabral. Retrata em forma de um poema dramático a trajetória de um retirante do sertão nordestino em busca de uma vida melhor no litoral. É construído em redondilha maior (sete sílabas poéticas) e é dividido em duas partes: a primeira, “caminho ou fuga da morte”, passa-se antes do protagonista chegar à capital Recife. E a segunda, “presépio ou encontro da vida”, é após a chegada à cidade. Assim, o poema dramático é centrado em duas linhas narrativas que seguem a dicotomia existente no próprio título da obra: “morte” e “vida”. O subtítulo do poema, “auto de natal Pernambucano”, liga este texto aos autos medievais; Apresenta linguagem simples, muitas vezes com elementos cômicos e uma intenção moralizadora. Uma característica importante dos autos é que suas personagens são alegóricas e representam virtudes e pecados, o bem e o mal etc. Há dezoito cenas/poemas.

24 Enredo: Morte e vida Severina O retirante Severino deixa o sertão pernambucano em busca do litoral, na esperança de uma vida melhor. Entre as passagens, ele se apresenta ao leitor e diz a que vai, encontra dois homens (irmãos das almas) que carregam um defunto numa rede. Severino conversa com ambos e acontece uma denúncia contra os poderosos, mandantes de crimes e sua impunidade. O rio-guia está seco e com medo de se extraviar, sem saber para que lado corria o rio, ele vai em direção de uma cantoria e dá com um velório. As vozes cantam excelências ao defunto, enquanto do lado de fora, um homem vai parodiando as palavras dos cantadores. Cansado da viagem, Severino pensa em interrompê-la por uns instantes e procurar trabalho. Ele se dirige a uma mulher na janela e se oferece, diz o que sabe fazer. A mulher, porém é uma rezadeira. O retirante chega então à Zona da Mata e pensa novamente em interromper a viagem. Assiste, então, ao enterro de um trabalhador do eito e escuta o que os amigos dizem do morto. Por todo o trajeto e em Recife, ele só encontra morte e compreende estar enganado com o sonho da viagem: a busca de uma vida mais longa.

25 Enredo: Morte e vida Severina Ele resolve se suicidar, como que adiantando a morte, nas águas do Capiberibe. Enquanto se prepara para o desenlace, conversa com seu José, mestre carpina, para quem uma mulher anuncia que seu filho havia nascido. Severino, então, assiste à encenação que celebra o nascimento, como se fora um auto de Natal. Seu José tenta dissuadi-lo do suicídio. E quando Severino está para pular para fora da ponte da vida eis que a Vida renasce, através de um choro de menino.

26 Uma faca só lâmina (1955) Longo poema com 88 estrofes de quatro versos; Foco em três elementos: a faca, a bala e o relógio; Texto conceitual “com proposta ético-existencial: a agressividade, a carência, a interiorização obsessivas são armas frente à diluição empobrecedora do cotidiano, ao torpor e à alienação” Completo na coletânea.

27 Quaderna (1959) Quaderna: é um tipo de verso popular ( séc. XIII e XIV), com uma única rima e repetição marcando o ritmo. Escrito quando o autor estava em Barcelona, trabalha a temática Espanha/Nordeste; Condição humana nesses dois espaços; Presença do feminino como referência do poema; e Alguns dos poemas abordam aspectos da Espanha(“Estudos para uma bailadora andaluza” e “Poema(s) de Cabra”). Seleção de sete poemas para essa coletânea.

28 Dois parlamentos (excertos)( ) Dois parlamentos se divide em duas partes, ambas com fragmentos precedidos por números aleatórios. Na primeira parte, Congresso no polígono das secas, o poeta compara o sertão com um cemitério autossuficiente, que produz seus próprios mortos. A segunda é Festa na Casa-grande e fala dos pobres e miseráveis habitantes dos engenhos, a esta altura já em decadência devido à concorrência das usinas. Eles são comparados a cassacos, um tipo de pequeno mamífero. Temática: morte associada ao cemitério e o sertanejo à miséria humana. Completo na coletânea.

29 Serial (1959 a 1961) O livro é dedicado a José Lins do Rego. Poemas organizados a partir de quatro sistemas que representam, assim como em Quaderna, outro volume do autor, a racionalidade. O autor menospreza a espontaneidade, nega a inspiração e repudia a musicalidade. No entanto, alguns poemas possuem uma musicalidade que surpreende o leitor. Trabalha a temática Espanha/Nordeste. Seleção de seis poemas para essa coletânea.

30 A educação pela pedra (1965) Reúne 48 É considerado um dos livros mais importantes da literatura brasileira. Nessa obra, o poeta atinge o ápice de seu estilo de composição poética e é um dos últimos livros em que João Cabral propôs uma “arquitetura” ao escrever – o escritor decidia antes de escrever qual seria o plano do livro, decidindo o número de poemas, temas tratados, forma etc. Ou seja, os poemas foram tratados de um modo rigoroso e sistemático, para que possam obter a consistência e objetividade de uma “pedra”. O poema que recebe o mesmo título do livro, “A educação pela pedra”, é central na obra e funciona como seu núcleo temático. Nesse poema, existem duas lições que podem ser aprendidas através da pedra. A primeira dela diz respeito ao exercício da linguagem e ao fazer poético. Essa lição se inicia com a aprendizagem dos sons, da “dicção”, e vai passando pela moral, poética e economia. Essas lições falam muito sobre a economia verbal de João Cabral, cujos poemas são construídos com uma linguagem seca, dura e objetiva, fugindo de sentimentalismos, ela é precisa e concisa. Já a segunda pedra diz respeito à pedra em si e à dura realidade do Nordeste brasileiro. Assim, ela simboliza a aridez geográfica que acaba por tornar o ser humano árido também. Esta pedra é de nascença, ou seja, o homem que nasce no sertão não consegue escapar de seu destino de aprender a viver naquele ambiente hostil – o que é reforçado também pelo “entranha na alma”. Seleção de doze poemas para essa coletânea.

31 Museu de tudo ( ) Trabalho metalinguístico; Temática variada; Há metáforas poeta/ areal- cristais/poemas; Sua poesia tira referência de Mondrian (pintor holandês mestre no uso de linhas retas e cores puras) Seleção de nove poemas para essa coletânea.

32 A escola das facas (1980) Este volume das obras completas de João Cabral de Melo Neto contém dois de seus livros fundamentais: A escola das facas e Auto do frade. A escola das facas, livro que abre o volume, é considerado um marco em sua poesia. Publicado em 1980, enquanto o autor ocupava o posto de embaixador no Equador, apresenta 44 poemas que falam de Pernambuco, com suas paisagens de coqueiros e canaviais, seus engenhos, seus personagens políticos e figuras históricas. São poesias que retomam os temas consagrados de Cabral - o rio, o sertão, o povo e o canavial. No entanto, o poeta, ao recontar antigas memórias de criança, pela primeira vez se coloca como personagem. Em "Autobiografia de um só dia", por exemplo, ele imagina seu nascimento; em "Prosas da maré na Jaqueira", versa sobre o Capibaribe da infância; em "Descoberta da literatura", fala de seu contato com a literatura de cordel, ainda menino, quando lia as histórias em voz alta aos empregados do engenho. Em Auto do frade(excertos), publicado quatro anos mais tarde, Cabral narra o momento em que Frei Caneca, ou frei Joaquim do Amor Divino Rabelo, figura proeminente da Revolução Constitucionalista de Pernambuco, de 1824, é levado à execução. "Que ninguém se aproxime dele./ Ele é um réu condenado à morte./ Foi contra Sua Majestade,/ contra a ordem, tudo que é nobre.“ Seleção de doze poemas para essa coletânea.

33 Agrestes (1981 a 1985) Retoma os temas comuns à obra de João Cabral de Melo Neto, principalmente os abordados em seu livro anterior, Museu de tudo, que ele considerava como uma coleção aleatória de poemas. Essa retomada, no entanto, traz sempre algo de novo. João Cabral fala de Recife e Pernambuco, mesclados com certa nostalgia e com suas lembranças de infância; faz descrições da Espanha e, sobretudo, de Sevilha, onde sua poesia ganha um aspecto feminino, sensual; versa sobre autores consagrados, como Henry James, Murilo Mendes e Paul Valéry; descreve suas impressões como embaixador na África e na América Latina; e, finalmente, compõe poemas ligados à morte, muitas vezes com uma certa ironia que lhe é característica. Nos versos que encerram o volume, ele diz que "Aos sessenta, o pulso é pesado: / faz sentir alarmes de dentro", e parece querer deixar de escrever. Mas a desistência é passageira. Nos anos seguintes publicará novos volumes de poesia que, como Agrestes, reafirmam toda sua genialidade. Seleção de seis poemas para essa coletânea.

34 Crime na calle Relator (1985 a 1987) e Sevilha andando (1989). A poética de um dos maiores escritores brasileiros do século XX se resume nestes dois livros editados num único lançamento - Crime na calle Relator (Seleção de dois poemas para essa coletânea.) e Sevilha andando (Seleção de cinco poemas para essa coletânea.). Nessas duas obras, João Cabral de Melo Neto adota temas distintos sem, no entanto, abandonar o rigor e a forma que o consagraram. Dentre as cidades em que viveu na Espanha - Barcelona, Madri e Sevilha -, é a essa última que o poeta dedica seus últimos trabalhos. Adotando um tom mais lírico, o autor versa sobre as paisagens da cidade, suas ruas e pátios, e principalmente sobre o andar da mulher andaluza, atribuindo à cidade uma figura feminina. Os textos aqui reunidos trazem nos títulos referências a um dos lugares que mais tocaram João Cabral, conforme confessou no poema Autocrítica do livro A escola das facas. Em Sevilha Andando, o poeta deixa de lado sua amada Recife para falar de outra cidade onde morou e se apaixonou, e assim a descreve em "O segredo de Sevilha": "Sevilha é um estado de ser,/ menos que a prosa pede o verso". Já em Crime na calle Relator, o humor é ingrediente principal utilizado pelo poeta nas 25 pequenas histórias baseadas em fatos reais que compõem o livro. Com descrições de cunho realista, o autor dá vida a essas anedotas ocorridas em diferentes lugares da Espanha. João Cabral de Melo Neto descreve personagens notáveis em seus versos, como toureiros, poetas, bailadores, e cantadores andaluzes, sem deixar de lado, porém, a marca que o tornou um dos maiores poetas brasileiros: a precisão com a palavra e o trabalho constante no aperfeiçoamento do verso.

35 Comentário Geral Apesar de uma formação clássica, isto é, dentro de padrões rígidos, João Cabral de Melo Neto se mostra bastante objetivo e claro, pretendendo atingir os leitores pelas sensações que provoca com as imagens sugeridas. Suas construções parecem, muitas vezes, caminhos por onde se desvendam mistérios que a vida apresenta. Um exemplo disso está no poema “Tecendo a Manhã”, em que o eu-lírico nos adverte que as coisas não se constroem sem a participação de um grupo, que o indivíduo só se completa em outros.


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