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GERENCIAMENTO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Dra. Gladys Amelia Vélez Benito.

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1 GERENCIAMENTO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Dra. Gladys Amelia Vélez Benito

2 DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL É UMA FORMA DE MUDANÇA ORGANIZACIONAL EM QUE OS PRÓPRIOS FUNCIONÁRIOS/TRABALHADORES FORMULAM ESSA MUDANÇA E A IMPLEMENTAM A PARTIR DE POLÍTICAS IMPLANTADAS A NÍVEL FEDERAL, ESTADUAL E/OU MUNICIPAL.

3 íFocaliza a organização como um todo íUtiliza processos grupais íOrientação sistêmica e abrangente íUtiliza agentes de mudança da organização íProporciona retroação imediata dos dados DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CARACTERÍSTICAS

4 íEnfatiza a solução de problemas íEstimula a aprendizagem grupal íAcelera o desenvolvimento de equipes de trabalho íFocaliza as relações interativas e sociais da instituição DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CARACTERÍSTICAS

5 PROGRAMA DE ORIENTAÇÃO INSTITUCIONAL ACOMPANHAMENTO Reduz incertezas Reduz Custos Economiza tempo Ajusta as Expectativas Reduz incertezas Reduz Custos Economiza tempo Ajusta as Expectativas SOCIALIZAÇÃO

6 É a organização dos serviços em níveis de complexidade crescente,dispostos numa área Geográfica delimitada, com Definição da População a ser atendida. REGIONALIZAÇÃO E HIERARQUIZAÇÃO Conceitos

7 Estratégia prevista pela Legislação de Saúde para organizar E legitimar a gestão e o financiamento da rede de serviços ambulatoriais, Assistenciais, de referência e contra referência. REGIONALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SÁUDE

8 GERÊNCIA É a administração de um órgão ou unidade de saúde que se caracterizam Como prestadores do sistema. Conceitos

9 Atividade e responsabilidade de comandar um sistema de saúde, exercendo funções de coordenação, articulação, planejamento, controle e avaliação das ações de saúde desenvolvidas no âmbito municipal. GESTÃO

10 São as Entidades encarregadas de fazer com que o SUS seja implantado e funcione adequadamente dentro dos princípios doutrinários e operacionais estabelecidos. GESTORES

11 SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - SUS Entidades encarregadas de fazer com que o SUS seja implantado e funcione adequadamente dentro das diretrizes doutrinárias, da lógica organizacional e dos princípios organizativos do SUS. Gestores do SUS

12 ESTADO INTEGRAÇÃO DOS SISTEMAS CONDIÇÕES DE GESTÃO MUNICÍPIO Gestão avançada Gestão plena do sistema estadual Gestão plena da atenção básica Gestão plena do sistema municipal

13 ESTRUTURA DA GESTÃO 1. A gestão deverá ser participativa envolvendo governo, usuários e prestadores de serviço; 2. A participação deve implicar um efetivo poder de controle das ações e serviços prestados; 3. Os níveis de organização e hierarquização terão um Conselho de Administração integrado por dirigentes e funcionários; 4. Os recursos para financiamento das ações será oriundo dos Fundos Nacional, Estaduais e Municipais de Saúde; 5. A gestão será partilhada e terá uma administração colegiada envolvendo representantes eleitos para os Conselhos de saúde.

14 BUROCRÁTICOS O ESTILO DE GERÊNCIA MUDA CONFORME A ORGANIZAÇÃO, SUAS TAREFAS E AS PESSOAS QUE A REALIZAM ESTILOS DE GESTÃO SITUACIONAIS Práticas administrativas detalhadas, formais, diretivas e com controles centralizados e abrangentes. As características das práticas administrativas variam em função das tarefas e objetivos.

15 Assistência Mínima FUNDAMENTAL PARA ALOCAR RECURSOS PADRÕES DE QUALIDADE PARA A ASSISTÊNCIA A menor quantidade de atenção e tratamentos necessários à manutenção do conforto, segurança e condição física do pcte. Uma quantidade de atenção e tratamento suficientes para fazer cessarem os sintomas e promover o restabelecimento da saúde. Assistência ÓtimaAssistência Adequada A quantidade de atenção e tratamento abrange esfera maior e é de qualidade superior, concentrando-se não apenas no completo restabelecimento do paciente, mas também em seu preparo psicológico para a vida após a convalescença

16 Gerenciar com competência implica integrar-se aos novos tempos e métodos, ou seja, tornar-se audacioso, útil, sutil e usar de muita emoção, inteligência e desenvolvimento. È mudar os paradigmas de um perfil profissional. Gerenciar bem em Enfermagem é antecipar e antecipar fatos é gerenciar bem nossas competências, conhecimentos e relacionamentos. Não significa apenas ocupar espaços e possuir poder; mas expressar à humanidade todo o nosso potencial. O desafio do Século XXI é a Gestão do conhecimento para todos os profissionais independente da área de atuação. Esta pretende desenvolver capacidades e explorar pontos intangíveis da mente humana que possibilitem avaliações abstratas como a criatividade, intuição, experiência, etc. e ser instrumento para mensurar; dirigir e socializar elementos subjetivos. GERENCIAMENTO

17 GERENCIAMENTO Os gerentes passam uma média de 20% do seu tempo lidando com conflitos; Os gerentes sentem que sua habilidade de negociar tornou-se importante nos últimos 10 anos; O gerenciamento de conflitos é considerado tão ou mais importante que o planejamento, comunicação, motivação ou tomada de decisão. Os profissionais da saúde precisam ser confiáveis, bem- intencionados, bem preparados e comprometidos com o bem-estar da população.

18 O GERENTE HABILIDADES GERENCIAIS: Habilidades Técnicas Habilidades Humanas Habilidades Conceituais HABILIDADES GERENCIAIS: Habilidades Técnicas Habilidades Humanas Habilidades Conceituais

19 Papeis Gerenciais: Papéis InterpessoaisPapéis InformacionaisPapéis Decisórios Símbolo Líder Elemento de ligação Coletor Disseminador Porta-voz Solucionador de problemas Alocador de recursos Negociador Empreendedor

20 O GERENTE 1. Ele é um tomador de decisões, preocupado com objetivos, metas e programas, mais do que com procedimentos, normas e meios. 2. Ele usa adequadamente o tempo. O tempo é o recurso mais importante do Administrador tomador de decisões e ele não o desperdiça em ações desnecessárias. Ele programa o uso de seu tempo e não permite que as ações e os outros o façam.

21 O GERENTE 3. Ele tem consciência de ser o Executivo da organização. O administrador não se questiona a respeito das atividades que a organização lhe atribui, mas a respeito das suas responsabilidades perante ela. Ao invés de perguntar o que deve fazer para a organização, ele procura saber qual é a contribuição que ele, como Administrador, deve dar à mesma.

22 O GERENTE 4. Ele se preocupa em cumprir BEM poucas mas importantes e decisivas responsabilidades e atividades. Ele se concentra em poucos itens; naquele que, de fato, são representativos e que farão diferença no seu desempenho e tem a coragem de eliminar os outros, por mais urgentes que possam ser.

23 O GERENTE 5. Ele estabelece objetivos e metas e prevê resultados. Ele não administra a organização por ensaios e não desempenha atividades por impulsos momentâneos. Alem de saber quem ele é, ele sabe onde deve chegar para que sua empresa não só sobreviva, mas também se desenvolva. Em função dos objetivos e metas ele ainda prevê avaliações periódicas que funcionam como garantia de acordo e como corretoras de possíveis desvios na rota traçada. 6. Concebe a administração como Ciência Social Aplicada, priorizando o humano sobre o mecânico, para obter resultados a que se propôs.

24 O GERENTE 7. Ele concebe a organização como um sistema aberto. O Administrador não isola a empresa mas garante sua permanente interação com o meio ambiente, sobre o qual exerce influência e pelo qual é influenciado. 8. O Administrador lidera programas. Atento para a identificação das necessidades do meio ambiente e descobrindo-as, o Administrador as transforma em programas que ele mesmo lidera e defende. 9. O administrador dá ênfase à essência e não à forma. O Administrador distingue, portanto, o fundamental, a essência, do secundário, no exercício de sua função.

25 UMA DAS TAREFAS IMPORTANTES DA PRÁTICA DE GERENCIAR EM SÁUDE É TORNAR REALIDADE O CONHECIMENTO CIENTÍFICO ADQUIRIDO ATRAVÉS DE UMA PRÁTICA AUTÊNTICA E VERDADEIRA, ONDE O QUE DEVE SER FEITO SEMPRE PERPASSA PELOS VALORES ÉTICOS EM VIRTUDE DE UMA PRÁTICA COM QUALIDADE QUE SÓ VISA A ASSISTÊNCIA À CLIENTELA.

26 MUITO OBRIGADO


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