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Tecnologias Alexandre Amaral. 2 Década de 90: a distância entre os melhores e os piores de um setor foi acentuada. Mercados mais concentrados, onde a.

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1 Tecnologias Alexandre Amaral

2 2 Década de 90: a distância entre os melhores e os piores de um setor foi acentuada. Mercados mais concentrados, onde a máxima do vencedor leva tudo ganha força. Aumenta a rotatividade de clientes entre rivais de um mesmo setor. Aumento da quantidade e da qualidade dos investimentos em TI Internet e softwares empresariais Nova dinâmica competitiva

3 3 É uma classe de sistemas que ataca um problema comum a sistemas de informação que é a fragmentação da informação. Geralmente, em cada empresa, vários sistemas foram desenvolvidos para atender aos requisitos específicos das diversas unidades de negócio (áreas funcionais). Por exemplo, o departamento de planejamento da produção utiliza um sistema próprio e o departamento de vendas utiliza outro. Dessa forma, a informação fica dividida entre diferentes sistemas. Enterprise Resource Planning (ERP)

4 4 Principais problemas da fragmentação da informação: Dificuldade de obtenção de informações consolidadas Possibilidade de inconsistência de informações armazenadas em mais de um sistema. Enterprise Resource Planning (ERP)

5 5 O ERP possibilita a criação de sistema de informações integrado para gestão empresarial. Ele é definido como uma arquitetura de software que facilita o fluxo de informações entre todas as atividades da empresa como fabricação, logística, finanças e recursos humanos. Enterprise Resource Planning (ERP)

6 6 IMPLANTAÇÃO Contabilidade Finanças Produção Faturamento Folha de Pagamento Manutenção

7 7 Pós-Implantação É na fase de pós- implantação que ocorre a materialização dos benefícios identificados na pré-implantação e que justificaram todo o trabalho de implantação.

8 8 Os sistemas ERP são compostos por uma base de dados única e por módulos que suportam diversas atividades das empresas. Os dados utilizados por um módulo são armazenados na base de dados central para serem manipulados por outros módulos. Enterprise Resource Planning (ERP)

9 9 Vantagens de um ERP Padronização dos Fluxos de Trabalho da Organização Integração das Informações Consistência Facilidade de Interoperabilidade com Outras Organizações Reutilização de Soluções já Validadas Enterprise Resource Planning (ERP)

10 10 Desvantagens da Solução ERP Soluções Gerais Alto Custo Inicial Dificuldade de Customização Dependência do Fornecedor Enterprise Resource Planning (ERP)

11 11 Enterprise Resource Planning (ERP) CAUSAS DA SUB-UTILIZAÇÃO DO ERP CAUSAS DA SUB-UTILIZAÇÃO DO ERP Turn over de funcionários. Turn over de funcionários. Auditoria, em sistemas, inexistente ou pouco atuante. Auditoria, em sistemas, inexistente ou pouco atuante. Falta de um modelo formal de transição da implantação para a pós- implantação. Falta de um modelo formal de transição da implantação para a pós- implantação. Equipe de suporte não estruturada para atendimento do ERP. Equipe de suporte não estruturada para atendimento do ERP. Falta de visão sistêmica (forte concentração na visão local e visão global restrita). Falta de visão sistêmica (forte concentração na visão local e visão global restrita). Foco no operacional, subutilizando as ferramentas gerenciais. Foco no operacional, subutilizando as ferramentas gerenciais. Inexistência de métodos efetivos e formais para o treinamento continuado dos usuários no sistema. Inexistência de métodos efetivos e formais para o treinamento continuado dos usuários no sistema. Utilização do ERP não enraizada na cultura da empresa. Utilização do ERP não enraizada na cultura da empresa. Resistência e desinteresse no sistema. Resistência e desinteresse no sistema.

12 12 CONSEQUÊNCIAS DA SUB-UTILIZAÇÃO DO ERP CONSEQUÊNCIAS DA SUB-UTILIZAÇÃO DO ERP Utilização de ferramentas não integradas e redundantes. Utilização de ferramentas não integradas e redundantes. Dificuldades em extrair informações gerenciais essenciais e fidedignas para a tomada de decisão. Dificuldades em extrair informações gerenciais essenciais e fidedignas para a tomada de decisão. Comprometimento da base de dados do ERP. Comprometimento da base de dados do ERP. Gastos com a re-implantação e re-treinamento dos usuários. Gastos com a re-implantação e re-treinamento dos usuários. Enterprise Resource Planning (ERP)

13 13 Gestão Estratégica MACROPROCESSO MEIO OU DE SUPORTE MACROPROCESSO ESTRATÉGICO Assistência à Saúde Controladoria Operações Tecnologia de Informação Recursos Humanos Suprimentos MACROPROCESSO FIM CADEIA DE VALOR

14 14 ASSISTÊNCIA À EMPRESA ATENDIMENTO... AGENDAMENTO Atividades possuem Normas (Regras) e Procedimentos (Tarefas) CADEIA DE VALOR

15 15 PROCESSOS ORGANIZACIONAIS

16 16 O CRM é uma estratégia para se aproximar do cliente; um marketing específico para esse relacionamento. A idéia central do CRM é desviar o foco do produto para focar no relacionamento com o cliente, de modo a aumentar a rentabilidade por cliente. CRM - Customer Relationship Management

17 17 CRM é a integração e padronização de diversas ferramentas como: ferramentas das áreas de vendas, serviços e marketing; Telemarketing, televendas; Serviço de atendimento e suporte ao cliente; Automação de marketing; Ferramentas para informações gerenciais; Web e comércio eletrônico. CRM - Customer Relationship Management

18 18 O CRM é uma estratégia de negócio voltada ao atendimento e antecipação das necessidades dos clientes atuais e potenciais, que envolve a captura dos dados dos clientes ao longo de toda a empresa, a consolidação em um banco de dados central, a análise e distribuição dos resultados da análise para todos os pontos de contato e a utilização das informações ao interagir com os clientes através de qualquer ponto de contato com a empresa. CRM - Customer Relationship Management

19 19 Idéia Básica do CRM Fazer com que, a partir das análises das informações geradas nos contatos, as transações com o cliente se transformem em relacionamentos duradouros, tornando-o fiel a determinado produto e/ou serviço. CRM - Customer Relationship Management

20 20 Softwares de CRM Softwares de CRM É a automatização do modelo de CRM através de aplicativos prontos. É a automatização do modelo de CRM através de aplicativos prontos. Os aplicativos de CRM podem ser customizados a fim de conseguirem atender necessidades específicas das diversas organizaçõ. Os aplicativos de CRM podem ser customizados a fim de conseguirem atender necessidades específicas das diversas organizaçõ. CRM - Customer Relationship Management

21 21 Pontos a Serem Observados sobre o CRM: Pode provocar um impacto cultural devido ao compartilhamento de informações; Requer um grau significativo em revisão de processos já estabelecidos; Precisade uma boa infra-estrutura de hardware e software; É necessário o compromisso da alta gerência na implementação; Requer constante monitoração da qualidade de dados. CRM - Customer Relationship Management

22 22 CRM - Front Office ERP - Back Office CRM x ERP

23 23 CRM são soluções que integram técnicas relacionadas aos clientes. É uma estratégia que pode ser aplicada ao call center, ao marketing, ao data warehouse, às solu ções de front office. CRM são soluções que integram técnicas relacionadas aos clientes. É uma estratégia que pode ser aplicada ao call center, ao marketing, ao data warehouse, às solu ções de front office. CRM x ERP

24 24 Os ERPs, são soluções de gestão empresarial, que visam organizar os processos internos da companhia, automatizando processos transacionais, não tendo nada a ver diretamente com marketing de relacionamento, às vezes são confundidas com CRM. Os ERPs, são soluções de gestão empresarial, que visam organizar os processos internos da companhia, automatizando processos transacionais, não tendo nada a ver diretamente com marketing de relacionamento, às vezes são confundidas com CRM. CRM x ERP

25 25 As ERPs estão inseridas no back office - área financeira, contabilidade, administração de recursos, planejamento e gestão da produção, estoque, recursos humanos etc. As ERPs estão inseridas no back office - área financeira, contabilidade, administração de recursos, planejamento e gestão da produção, estoque, recursos humanos etc. Não são ferramentas orientadas para o usuário final, nem foram projetadas para efetuar análises. Não são ferramentas orientadas para o usuário final, nem foram projetadas para efetuar análises. CRM x ERP

26 26 Deve-se considerar: Os relacionamentos existentes na cadeia de comercialização como complexos relacionamentos que tornam esta cadeia mais competitiva e com menores custos para cada um dos elementos da mesma. A necessidade de que todos os elementos da cadeia precisam obter lucros. SCM - Supply Chain Management - Gestão da Cadeia de Suprimentos

27 27 Gerenciamento da Cadeia de Suprimento (SCM): É um conceito administrativo que integra o gerenciamento de processos da cadeia de suprimento. SCM - Supply Chain Management - Gestão da Cadeia de Suprimentos

28 28 Objetivos Objetivos Levar o produto certo no lugar certo pelo menor custo; Manter o estoque mais baixo possível e ainda oferecer atendimento superior ao cliente; Reduzir os tempos de ciclo: simplificar e acelerar as operações referentes ao modo como os pedidos dos clientes são processados, atendidos, bem como o modo como as matérias-primas são adquiridas e entregues para os processos de manufatura. SCM - Supply Chain Management - Gestão da Cadeia de Suprimentos

29 Automação da Cadeia de Compra de uma empresa

30 30 Cadeia de suprimentos no setor de saúde HOSPITAL Fonte: BABIERI, J. Carlos. Logística Hospitalar.

31 31 Cadeia de suprimentos no setor de saúde Indútria FabricanteDistribuidorEmpresa Fluxo de Informações

32 32 Cadeia de suprimentos Indútria Fabricante GS1 128 Fonte: GS1 Brasil. Disponível em

33 33 GTIN-13 Distribuidor Cadeia de suprimentos no setor de saúde

34 34 RSS-CCA Hospital Cadeia de suprimentos no setor de saúde

35 35 Padronização: o quê comprar? Padronização: o quê comprar? Fornecedores: cadastro Fornecedores: cadastro Previsão: qdo. comprar? para qto. tempo?... Previsão: qdo. comprar? para qto. tempo?... Compra Compra Análise do estoque e da flutuação (curva ABC, Pareto...) Análise do estoque e da flutuação (curva ABC, Pareto...) Aquisição (recebimento do produto) Aquisição (recebimento do produto) Armazenamento Armazenamento Fluxo de distribuição interno Fluxo de distribuição interno Inventário Inventário Logística dos Medicamentos e dos Materiais médico-hospitalares Fonte: SANTOS, G.A.A. Gestão de Farmácia Hospitalar (adaptado).

36 36 Rastreabilidad e Número global de relação de serviço – Identifica o procedimento, médicos, assistentes, e outros colaboradores. Fonte: GS1 Brasil. Disponível em Número global de localização – identifica locais como armários, prateleiras, leitos, departamentos. Número global de item comercial – identifica todos produtos: medicamentos e materiais. GSRN GLN GTIN GSRN -> quem // GLN -> onde // GTIN -> o que

37 37 Inventário Rastreabilidade

38 38 Futuro Identificação de prestadores / colaboradores Identificação de prestadores / colaboradores

39 39 Código de Barras e o RFID Para distinguirmos um produto ou uma pessoa A de outra B temos que identificá-las, ou seja, dar-lhes um nome, ou então, um código. Para distinguirmos um produto ou uma pessoa A de outra B temos que identificá-las, ou seja, dar-lhes um nome, ou então, um código. Esta é uma das funções dos identificadores como, por exemplo, o Código de Barras e o RFID; Esta é uma das funções dos identificadores como, por exemplo, o Código de Barras e o RFID;

40 40 Código de Barras Esta tecnologia de identificação possui uma característica que a torna de grande importância para o nosso atual mercado, que é a identificação única de cada produto, insumo, pallet ou caixa. Esta tecnologia de identificação possui uma característica que a torna de grande importância para o nosso atual mercado, que é a identificação única de cada produto, insumo, pallet ou caixa. Devemos considerar que, com a diversidade de produtos ofertada atualmente pela indústria, faz-se necessário identificar os produtos individualmente para compreendermos, por exemplo, quem e quando o consomem, tornando possível também rastreá-lo ao longo da cadeia, além de inúmeras operações de automação. Devemos considerar que, com a diversidade de produtos ofertada atualmente pela indústria, faz-se necessário identificar os produtos individualmente para compreendermos, por exemplo, quem e quando o consomem, tornando possível também rastreá-lo ao longo da cadeia, além de inúmeras operações de automação.

41 41 Estrutura do Código de Barras

42 42 Código de Barras O código de barras na realidade não carrega em seu símbolo informação, sendo necessário que os dados do produto sejam obtidos a partir de um banco de dados no qual estejam cadastradas as características do produto ou serviço. Após a obtenção do número do código de barras pelo leitor óptico, o sistema extrai todos os dados solicitados, referentes ao produto. Em um supermercado, por exemplo, ao passar o produto pelo check-out obtém-se seu preço. O código de barras na realidade não carrega em seu símbolo informação, sendo necessário que os dados do produto sejam obtidos a partir de um banco de dados no qual estejam cadastradas as características do produto ou serviço. Após a obtenção do número do código de barras pelo leitor óptico, o sistema extrai todos os dados solicitados, referentes ao produto. Em um supermercado, por exemplo, ao passar o produto pelo check-out obtém-se seu preço.

43 43 Código de Barras Banco de dados Preço, nome, etc

44 44 RFID – Radio Frequency IDentification (etiquetas eletrônicas) O RFID possui capacidade de armazenar informações em um chip instalado em sua estrutura. Esta, na realidade, é uma das diferenças entre a RFID e o código de barras, em sua modalidade como identificador. O RFID possui capacidade de armazenar informações em um chip instalado em sua estrutura. Esta, na realidade, é uma das diferenças entre a RFID e o código de barras, em sua modalidade como identificador.

45 45 RFID – Radio Frequency IDentification (etiquetas eletrônicas) O acesso às informações de uma RFID é feito aproximando a etiqueta a uma antena de rádio freqüência, ocorrendo então a leitura das informações inseridas no chip. Os leitores energizam a etiqueta que responde transmitindo a identificação ou ID e os dados contidos em seu chip. O acesso às informações de uma RFID é feito aproximando a etiqueta a uma antena de rádio freqüência, ocorrendo então a leitura das informações inseridas no chip. Os leitores energizam a etiqueta que responde transmitindo a identificação ou ID e os dados contidos em seu chip.

46 46 RFID – Radio Frequency IDentification (etiquetas eletrônicas) As etiquetas inteligentes podem ser implantadas em diversas situações como, por exemplo, em pallets provenientes de uma manufatura. Na etiqueta podem estar contidas informações como datas de validade, origem, destino, tipos de produtos e quantidades consolidadas no pallet. Como a leitura é imediata, e com erros próximos de zero, há um incremento na velocidade dos processos de recebimento, podendo minimizar etapas na inserção no estoque, reduzindo custos e aumentando a agilidade. As etiquetas inteligentes podem ser implantadas em diversas situações como, por exemplo, em pallets provenientes de uma manufatura. Na etiqueta podem estar contidas informações como datas de validade, origem, destino, tipos de produtos e quantidades consolidadas no pallet. Como a leitura é imediata, e com erros próximos de zero, há um incremento na velocidade dos processos de recebimento, podendo minimizar etapas na inserção no estoque, reduzindo custos e aumentando a agilidade.

47 47 RFID – Radio Frequency IDentification (etiquetas eletrônicas) O pallet passa entre dois leitores, tendo as etiquetas das caixas e do próprio pallet energizadas, refletindo as informações para o sistema de recebimento do armazém. Não será necessário, para a leitura, de interação humana, tendo o fluxo de entrada no centro de distribuição contínuo, otimizando o tempo de registro e de entrada no estoque. O pallet passa entre dois leitores, tendo as etiquetas das caixas e do próprio pallet energizadas, refletindo as informações para o sistema de recebimento do armazém. Não será necessário, para a leitura, de interação humana, tendo o fluxo de entrada no centro de distribuição contínuo, otimizando o tempo de registro e de entrada no estoque.

48 48 RFID – Radio Frequency IDentification (etiquetas eletrônicas) Em uma cadeia de suprimentos integrada, as notas fiscais são enviadas por meio eletrônico para sejam conferidas no recebimento da carga, além de estarem pré-cadastradas no sistema de estoque. Com o uso deste tipo de etiquetas inteligentes a conferência será automatizada, minimizando ainda mais tempos e processos. Em uma cadeia de suprimentos integrada, as notas fiscais são enviadas por meio eletrônico para sejam conferidas no recebimento da carga, além de estarem pré-cadastradas no sistema de estoque. Com o uso deste tipo de etiquetas inteligentes a conferência será automatizada, minimizando ainda mais tempos e processos.

49 49 RFID – Radio Frequency IDentification (etiquetas eletrônicas) Dificuldades: Dificuldades: Alto custo, ocasionado, principalmente, pela baixa escala de utilização no mundo, tornando inviável sua adoção imediata. Alto custo, ocasionado, principalmente, pela baixa escala de utilização no mundo, tornando inviável sua adoção imediata. Adequação dos sistemas das diversas cadeias de suprimentos, necessária para a leitura e manipulação desta tecnologia. Adequação dos sistemas das diversas cadeias de suprimentos, necessária para a leitura e manipulação desta tecnologia.

50 50 RFID – Radio Frequency IDentification (etiquetas eletrônicas) Vantagens sobre o código de barras: Vantagens sobre o código de barras: Eficiência na Leitura Eficiência na Leitura Entre 99,5% e 100% Entre 99,5% e 100% Entre 95% a 98% Entre 95% a 98% Leitura – contato visual Leitura – contato visual Não requer Não requer Requer Requer Informação contida Informação contida Alta Alta Baixa Baixa Taxa de erro humano Taxa de erro humano Baixa Baixa Alta Alta Custo Custo Alto Alto Baixo Baixo

51 51 Business Intelligence O Business Intelligence pode ser descrito como um conjunto de técnicas, métodos e ferramentas que são utilizadas para a tomada estratégia de decisões por parte da alta gerência da empresa, permitindo a aquisição e manutenção do seu market- share. O Business Intelligence pode ser descrito como um conjunto de técnicas, métodos e ferramentas que são utilizadas para a tomada estratégia de decisões por parte da alta gerência da empresa, permitindo a aquisição e manutenção do seu market- share.

52 52 O desafio Existe um elevado grau de insatisfação em relação ao nível de informações disponíveis para a tomada de decisões. Existe um elevado grau de insatisfação em relação ao nível de informações disponíveis para a tomada de decisões. A maior parte destas informações está dormindo no Banco de Dados, ou em uma planilha, ou mesmo na gaveta de alguém. A maior parte destas informações está dormindo no Banco de Dados, ou em uma planilha, ou mesmo na gaveta de alguém. Apenas 10% dos dados disponíveis são utilizados para auxiliar o processo de tomada de decisões. Apenas 10% dos dados disponíveis são utilizados para auxiliar o processo de tomada de decisões.

53 53 Principais vantagens de um sistema de BI Antecipar mudanças no mercado e ações dos competidores Antecipar mudanças no mercado e ações dos competidores Aprender com os sucessos e as falhas dos outros Aprender com os sucessos e as falhas dos outros Conhecer melhor suas possíveis aquisições ou parceiros Conhecer melhor suas possíveis aquisições ou parceiros Conhecer novas tecnologias, produtos ou processos que tenham impacto no seu negócio Conhecer novas tecnologias, produtos ou processos que tenham impacto no seu negócio Conhecer sobre política, legislação ou mudanças regulamentais que possam afetar o seu negócio Conhecer sobre política, legislação ou mudanças regulamentais que possam afetar o seu negócio

54 54 Exemplos de informações valiosas que podem ser obtidas Identificação sistemática dos clientes mais rentáveis. Identificação sistemática dos clientes mais rentáveis. Identificação de correlação de vendas entre os diferentes produtos Identificação de correlação de vendas entre os diferentes produtos Identificar diferentes elasticidades de preços nos diferentes produtos, diferentes lojas ou regiões e para diferentes consumidores. Identificar diferentes elasticidades de preços nos diferentes produtos, diferentes lojas ou regiões e para diferentes consumidores.

55 55 Caso: Wal-Mart O seu sistema de Business Intelligence identificou uma relação entre o consumo de fraldas descartáveis e o consumo de cerveja. O seu sistema de Business Intelligence identificou uma relação entre o consumo de fraldas descartáveis e o consumo de cerveja. Analisando a informação, verificou-se que quando os maridos iam ao supermercado à noite para comprar fraldas aproveitavam e compravam algumas cervejas. Analisando a informação, verificou-se que quando os maridos iam ao supermercado à noite para comprar fraldas aproveitavam e compravam algumas cervejas. Constatado o fato, elaborou-se uma estratégia de vendas onde as fraldas ficam próximas às cervejas, induzindo os maridos a comprarem as cervejas. O resultado foi o aumento de vendas das cervejas. Constatado o fato, elaborou-se uma estratégia de vendas onde as fraldas ficam próximas às cervejas, induzindo os maridos a comprarem as cervejas. O resultado foi o aumento de vendas das cervejas. Fonte: GUROVITZ, Hélio; O que cerveja tem a ver com fraldas? Exame, 09 abr

56 56 Caso: rede de farmácias Outra rede varejista descobriu que a venda de colírios aumentava na véspera dos feriados. Outra rede varejista descobriu que a venda de colírios aumentava na véspera dos feriados. Passou a preparar seus estoques e promoções do produto com base nesse cenário. Passou a preparar seus estoques e promoções do produto com base nesse cenário. Fonte: GUROVITZ, Hélio; O que cerveja tem a ver com fraldas? Exame, 09 abr

57 57 Caso: Golden Cross A empresa guarda a ficha médica de cada paciente ao longo do tempo. Também são armazenados detalhes sobre médicos e hospitais. A empresa guarda a ficha médica de cada paciente ao longo do tempo. Também são armazenados detalhes sobre médicos e hospitais. Descobriu-se, por exemplo, que as pessoas que mais cancelavam o seguro de saúde eram as que menos o usavam. Descobriu-se, por exemplo, que as pessoas que mais cancelavam o seguro de saúde eram as que menos o usavam. Iniciou-se, então, uma campanha para manter esses clientes, afinal conquistar um novo cliente pode custar sete vezes mais que manter um cliente antigo. Iniciou-se, então, uma campanha para manter esses clientes, afinal conquistar um novo cliente pode custar sete vezes mais que manter um cliente antigo.

58 INTERNET Alexandre Amaral

59 59 Um dos primeiros a utilizar o termo e-business foi a IBM em Até então, o termo ecommerce era a palavra da moda pois vender era a única experiência que as pessoas podiam reproduzir na Web. Um dos primeiros a utilizar o termo e-business foi a IBM em Até então, o termo ecommerce era a palavra da moda pois vender era a única experiência que as pessoas podiam reproduzir na Web. O E-commerce é apenas um aspecto de e-business; significa comércio eletrônico, ou seja, o conjunto de atividades comerciais que acontecem on line. O E-commerce é apenas um aspecto de e-business; significa comércio eletrônico, ou seja, o conjunto de atividades comerciais que acontecem on line. E-business é um negócio eletrônico, uma negociação feita pela Internet mas que não envolve necessariamente uma transação comercial. E-business é um negócio eletrônico, uma negociação feita pela Internet mas que não envolve necessariamente uma transação comercial. e-Commerce X e-Business

60 60 Permite a expansão da base de clientes e da linha de produtos. Permite a expansão da base de clientes e da linha de produtos. Permite relacionamento mais próximo. Permite relacionamento mais próximo. Os produtos podem ser testados na Web de forma rápida, fácil e sem custos, Os produtos podem ser testados na Web de forma rápida, fácil e sem custos, As empresas podem reduzir custos. As empresas podem reduzir custos. Reduz o número de mudanças de meios de comunicação necessárias para transportar a informação Reduz o número de mudanças de meios de comunicação necessárias para transportar a informação Diminui o tempo para comercialização Diminui o tempo para comercialização Promove a lealdade dos clientes Promove a lealdade dos clientes Vantagens do E-business

61 61 Pode ocorrer um conflito de canais Pode ocorrer um conflito de canais Problemas de passar da competição local para a competição mundial Problemas de passar da competição local para a competição mundial Problemas com direitos autorais – facilidade de cópia Problemas com direitos autorais – facilidade de cópia Dificuldade de aceitação do cliente Dificuldade de aceitação do cliente Não existe uma estrutura legal para a Internet Não existe uma estrutura legal para a Internet A Internet é menos pessoal (não há lealdade a um vendedor) A Internet é menos pessoal (não há lealdade a um vendedor) Permite comparar preços Permite comparar preços Falhas de segurança Falhas de segurança Problemas na Internet

62 62 Nova economia ou exuberância irracional?

63 63 O bolso é sens í vel! Custo da Transação BancáriaValor em Reais AgênciaR$3,50 Caixa eletrônico automáticoR$0,70 InternetR$0,13

64 64 Os efeitos … Democratiza ç ão da informa ç ão digital Democratiza ç ão da informa ç ão digital Grande redu ç ão de custos Grande redu ç ão de custos A informa ç ão agora é ONIPRESENTE e ACESS Í VEL GLOBALMENTE. A informa ç ão agora é ONIPRESENTE e ACESS Í VEL GLOBALMENTE. O pr ó ximo passo é se ter a rede ONIPRESENTE … O pr ó ximo passo é se ter a rede ONIPRESENTE …

65 65 Mercados B2B Conceito: Conceito: comunidade de empresas compradoras e empresas fornecedoras realizando transa ç ões comerciais suportadas por uma infra- estrutura de servi ç os de e-business. comunidade de empresas compradoras e empresas fornecedoras realizando transa ç ões comerciais suportadas por uma infra- estrutura de servi ç os de e-business.

66 66 Efeitos principais de um mercado B2B Menores custos Menores custos Menor necessidade de estoques Menor necessidade de estoques Maior transparência Maior transparência Elimina ç ões de barreiras geogr á ficas e temporais Elimina ç ões de barreiras geogr á ficas e temporais Remo ç ão de intermedi á rios que não agregam valor Remo ç ão de intermedi á rios que não agregam valor

67 67 Modelos B2B 1) Um para Um 2) Um para Muitos 3) Alguns para Muitos 4) Muitos para Muitos 5) Muitos para Alguns 6) Muitos para Um

68 68 Defini ç ão cl á ssica: Defini ç ão cl á ssica: troca de arquivos entre aplicativos que rodam em computadores de parceiros de neg ó cios usando um formato padronizado Tamb é m chamado de Electronic Data Interchange (EDI) Tamb é m chamado de Electronic Data Interchange (EDI) 1) Um para Um

69 69 1) Um para Um: Electronic Data Interchange (EDI) ERPFlat FileTradutorMensagem Rede MensagemTradutorFlat FileERP Empresa A Empresa B

70 70 2) Um para Muitos Tamb é m chamados de portais corporativos de venda ou cat á logos online. Tamb é m chamados de portais corporativos de venda ou cat á logos online. Estes sites hospedam um ú nico fornecedor, que exibe o seu cat á logo de produtos e respectivos pre ç os, geralmente fixos. Estes sites hospedam um ú nico fornecedor, que exibe o seu cat á logo de produtos e respectivos pre ç os, geralmente fixos. Exemplos cl á ssicos: Exemplos cl á ssicos:

71 71 Um Fornecedor Muitos Compradores 2) Um para Muitos É um canal complementar ou exclusivo para as vendas dos fornecedores É um canal complementar ou exclusivo para as vendas dos fornecedores Os compradores utilizam múltiplos web sites de fornecedores Os compradores utilizam múltiplos web sites de fornecedores Características principais: marca forte, especificação dos produtos, fornecimento de logística Características principais: marca forte, especificação dos produtos, fornecimento de logística Fonte: Mercado Eletrônico

72 72 3) Alguns para Muitos São tamb é m chamados de Shoppings B2B ou Atacadistas Eletrônicos São tamb é m chamados de Shoppings B2B ou Atacadistas Eletrônicos Estes portais agregam diversos cat á logos de diversos fornecedores de forma a atrair uma maior audiência, utilizando um ú nico formato. Estes portais agregam diversos cat á logos de diversos fornecedores de forma a atrair uma maior audiência, utilizando um ú nico formato. Ex. Handy Hardware (http://www.handyhardware.com/)

73 73 4) Muitos para Muitos Alguns portais criam uma ampla rede de compradores e vendedores. Alguns portais criam uma ampla rede de compradores e vendedores. Nestes portais, tanto pode-se vender quanto comprar. Nestes portais, tanto pode-se vender quanto comprar. Normalmente, os esquemas de pre ç o são dinâmicos (baseados em leilões) Normalmente, os esquemas de pre ç o são dinâmicos (baseados em leilões)

74 74 5) Muitos para Alguns Portais como o Covisint (formados por GM, Ford DaimlerChrysler, Renault, Nissan, Peugeot) ou o Agrega (Souza Cruz e Ambev) são formados por gigantes industriais que criam cat á logos conjuntos de compra. Portais como o Covisint (formados por GM, Ford DaimlerChrysler, Renault, Nissan, Peugeot) ou o Agrega (Souza Cruz e Ambev) são formados por gigantes industriais que criam cat á logos conjuntos de compra. Muitos Fornecedores Alguns Compradores

75 75 6) Muitos para Um Estes portais de compras atraem diversos fornecedores, para produtos ou servi ç os especializados, para um ú nico comprador, de grande porte. Estes portais de compras atraem diversos fornecedores, para produtos ou servi ç os especializados, para um ú nico comprador, de grande porte. Muitos Fornecedores Um Comprador

76 76 B2C Algumas regiões apresentam um número expressivo de vendas sendo realizadas para o interior dos estados, em comparação com as capitais. Algumas regiões apresentam um número expressivo de vendas sendo realizadas para o interior dos estados, em comparação com as capitais.

77 77 Sistemas de pagamento normalmente utilizados Cartões de Cr é dito Cartões de Cr é dito Transferência Eletrônica de Fundos Transferência Eletrônica de Fundos Carteira eletrônica Carteira eletrônica Inven ç ões tipicamente brasileiras: Boleto banc á rio eletrônico, Dep ó sito em conta, Cartão Pr é -pago, Dinheiro, Cheque, T í quete alimenta ç ão, T í quete refei ç ão, etc. Inven ç ões tipicamente brasileiras: Boleto banc á rio eletrônico, Dep ó sito em conta, Cartão Pr é -pago, Dinheiro, Cheque, T í quete alimenta ç ão, T í quete refei ç ão, etc.

78 78 Questões importantes Comércio eletrônico Wireless Comércio eletrônico Wireless Soluções colaborativas Soluções colaborativas Integração total Integração total

79 79 Forma de comércio eletrônico que envolve a transação entre consumidores finais. Forma de comércio eletrônico que envolve a transação entre consumidores finais. Exemplos de Serviços oferecidos Exemplos de Serviços oferecidos Leilões on-line Leilões on-line Comércio C2C–Consumer to Consumer- Consumidor-Consumidor

80 80 Exemplo C2C: ebay.com

81 81 Exemplo C2C: mercadolivre.com.br

82 82 Exemplo B2G: Exemplo B2G: Bolsa Eletrônica de Compras

83 83 Exemplo C2G: Exemplo C2G: Imposto de Renda

84 84 Existem ferramentas de comércio eletrônico para empresas que desejam comprar produtos ou serviços, e ferramentas para empresas que desejam vendê-los. Existem ferramentas de comércio eletrônico para empresas que desejam comprar produtos ou serviços, e ferramentas para empresas que desejam vendê-los. E-Procurement E-Procurement ferramentas utilizadas por companhias que necessitam adquirir uma mercadoria ou um serviço ferramentas utilizadas por companhias que necessitam adquirir uma mercadoria ou um serviço E-Sales E-Sales ferramentas utilizadas por companhias que têm a intenção de vender mercadorias ou serviços ferramentas utilizadas por companhias que têm a intenção de vender mercadorias ou serviços Ferramentas de Comércio Eletrônico

85 85 É a segunda geração da internet, que envolve intensa colaboração e compartilhamento de informações e dados on-line. É a segunda geração da internet, que envolve intensa colaboração e compartilhamento de informações e dados on-line. WEB 2.0

86 86 Tecnologia e Arquitetura; Tecnologia e Arquitetura; Formação de comunidades e o lado social; Formação de comunidades e o lado social; Business aliado aos processos. Business aliado aos processos. Pilares

87 87 Tecnologia e Arquitetura Tecnologia e Arquitetura Consiste na infra-estrutura e no conceito de plataformas da web. Consiste na infra-estrutura e no conceito de plataformas da web. Formação de comunidades e o lado social Formação de comunidades e o lado social Um olhar sobre a dinâmica das redes sociais, comunidades e qualquer outra forma pessoal de troca de conteúdo, como os wikis e outros modelos colaborativos. O foco é na arquitetura de participação. Um olhar sobre a dinâmica das redes sociais, comunidades e qualquer outra forma pessoal de troca de conteúdo, como os wikis e outros modelos colaborativos. O foco é na arquitetura de participação. Business aliado aos processos Business aliado aos processos Os modelos de web services e a combinação de conteúdo de diferentes fontes está na sua base. Os modelos de web services e a combinação de conteúdo de diferentes fontes está na sua base.

88 88 A web 2.0 pressupõe um ambiente no qual muitos componentes se intercruzam e se relacionam de uma nova forma A web 2.0 pressupõe um ambiente no qual muitos componentes se intercruzam e se relacionam de uma nova forma WEB 2.0

89 89 Google, Yahoo, Aonde e outros ainda possuem buscas em estado primitivo; Google, Yahoo, Aonde e outros ainda possuem buscas em estado primitivo; O aperfeiçoamento será a obtenção de resultados mais relevantes, a partir daquilo que realmente é procurado pelo usuário; O aperfeiçoamento será a obtenção de resultados mais relevantes, a partir daquilo que realmente é procurado pelo usuário; Uma possibilidade é por meio de formas colaborativas nas quais os usuários fazem o ordenamento da informação. Uma possibilidade é por meio de formas colaborativas nas quais os usuários fazem o ordenamento da informação. Outra é a interrelação entre endereços na qual um link pode ser encarado como uma forma mais ativa e significativa do que um endereço em si. Outra é a interrelação entre endereços na qual um link pode ser encarado como uma forma mais ativa e significativa do que um endereço em si. Busca

90 90 Com essa maior interrelação, um site e um endereço, vê e consome a informação do outro; Com essa maior interrelação, um site e um endereço, vê e consome a informação do outro; Os websites e seus conteúdos, por sua vez, passam a não ser mais estanques ou unidirecionais; Os websites e seus conteúdos, por sua vez, passam a não ser mais estanques ou unidirecionais; O bidirecionalismo, na qual o usuário não apenas vê mas também faz o conteúdo é a base para o novo momento. Ex: Orkut, You Tube, blogs, etc. O bidirecionalismo, na qual o usuário não apenas vê mas também faz o conteúdo é a base para o novo momento. Ex: Orkut, You Tube, blogs, etc. Novos Conceitos

91 91 O centro do poder se deslocou, de quem apenas faz conteúdo e produtos para quem consome; O centro do poder se deslocou, de quem apenas faz conteúdo e produtos para quem consome; A revista americana Newsweek considerou o internauta como a personalidade do ano de 2006; A revista americana Newsweek considerou o internauta como a personalidade do ano de 2006; Os consumidores (usuários) estão no poder e passam a ter um caráter único; Os consumidores (usuários) estão no poder e passam a ter um caráter único; É considerada a geração C(conteúdo, colaboração e conexão), são as pessoas que agora passam a ser produtoras e consumidoras. É considerada a geração C(conteúdo, colaboração e conexão), são as pessoas que agora passam a ser produtoras e consumidoras. Novos Conceitos

92 92 O conteúdo da internet vai estar em qualquer lugar (Bill Gates); O conteúdo da internet vai estar em qualquer lugar (Bill Gates); Essa nova geração já vive dentro deste parâmetro. Essa nova geração já vive dentro deste parâmetro. Novos Conceitos

93 93 Muda-se a forma como as pessoas se relacionam entre si e com os sites que visitam; Muda-se a forma como as pessoas se relacionam entre si e com os sites que visitam; Passa a não ser predominante o uso de , como existe hoje, aumentando outras formas de comunicação, mensagens instantâneas, uso de blogs, torpedos, etc; Passa a não ser predominante o uso de , como existe hoje, aumentando outras formas de comunicação, mensagens instantâneas, uso de blogs, torpedos, etc; Novos Conceitos

94 94 A migração das corporações para esses novos ambientes passa pela mudança no próprio negócio; A migração das corporações para esses novos ambientes passa pela mudança no próprio negócio; Por outro lado, as corporações ainda tem certo receio em interagir tão abertamente com seus clientes Por outro lado, as corporações ainda tem certo receio em interagir tão abertamente com seus clientes O desenvolvimento de produtos e soluções, no ambiente colaborativo interno, ou com vias externas, ligadas aos clientes também resultam em maiores possibilidades de vendas e lucros. O desenvolvimento de produtos e soluções, no ambiente colaborativo interno, ou com vias externas, ligadas aos clientes também resultam em maiores possibilidades de vendas e lucros. WEB 2.0 e a Corporação

95 95 SaaS Software as a Service: Software como um serviço Software as a Service: Software como um serviço Tecnologia desruptiva – muda o jogo nos próximos anos. Tecnologia desruptiva – muda o jogo nos próximos anos. É uma das forças motrizes da indústria de tecnologia no curto prazo (junto com outsourcing, offshore, wireless, open source) É uma das forças motrizes da indústria de tecnologia no curto prazo (junto com outsourcing, offshore, wireless, open source)

96 96 Caracter í sticas de uma concession á ria de servi ç os p ú blicos Caracter í sticas de uma concession á ria de servi ç os p ú blicos

97 97 Esta concession á ria ser á : Onipresente Onipresente Confi á vel Confi á vel Acess í vel Acess í vel

98 98 Outsourcing agora é a regra! Ao inv é s de se investir pesadamente em infraestrutura de TI, porque não simplesmente contratar mais capacidade? Ao inv é s de se investir pesadamente em infraestrutura de TI, porque não simplesmente contratar mais capacidade? Não é assim que fazemos em nossos escrit ó rios quando precisamos de mais eletricidade ou mais á gua? Não é assim que fazemos em nossos escrit ó rios quando precisamos de mais eletricidade ou mais á gua?

99 99 Fatores que estimulam o outsourcing Redu ç ão de custos Redu ç ão de custos Foco no neg ó cio Foco no neg ó cio Uso mais nobre da equipe interna Uso mais nobre da equipe interna Melhoria nos servi ç os de TI Melhoria nos servi ç os de TI Maior velocidade na implanta ç ão de servi ç os Maior velocidade na implanta ç ão de servi ç os Maior controle Maior controle Menor dependência de processos intensivos em mão de obra não especializada Menor dependência de processos intensivos em mão de obra não especializada


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