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Sybelle Cardoso Rafael Chaves Davi Barreto Rafaella Brito Juan Pablo.

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Apresentação em tema: "Sybelle Cardoso Rafael Chaves Davi Barreto Rafaella Brito Juan Pablo."— Transcrição da apresentação:

1 Sybelle Cardoso Rafael Chaves Davi Barreto Rafaella Brito Juan Pablo

2 Origem do termo humor O humor, para a medicina, surge na antiga Grécia, onde o uso do termo humor era utilizado representando qualquer um dos fluidos corporais (humores), que eram considerados responsáveis pelo controle emocional do indivíduo.

3 Características do humor Hoje o humor é caracterizado de duas formas, aquele intrínseco à pessoa, ao ser humano, que é o estado de ânimo, disposição e bem-estar psicológico. E aquele que é transmitido pela pessoa, o que é passado, de forma a acrescentar humor ao indivíduo.

4 Humor no universo da propaganda nada para divertir, nada de engraçado (Claude Hopkins) Ford - ( ) Hopkins - ( )

5 Humor no universo da propaganda O humor abre corações e bolsos

6 Humor no universo da propaganda Na publicidade, o humor é muito bom para prender a atenção das pessoas é fato, mas e isso sempre funciona? Pesquisa da Ogilvy & Mather Fundação: 1948 responsável por conceituar marcas como: American Express, BP, Ford, Barbie, Maxwell House, IBM, Kodak, Nestlé, and Unilever

7 Humor no universo da propaganda Hoje, em meio a más notícias, muita violência no mundo, cresce o numero de comerciais de humor na TV e no Rádio (Carlos Moreno)

8 Humor no universo da propaganda O humor é um dado fundamental para que a campanha seja bem-sucedida (Carlos Moreno) O que vende mais é a boa ideia, com ou sem humor (Carlos Moreno)

9 Humor X Conar Humor polêmico: Proposital ou não? Pode gerar: Resultado positivo ou negativo

10 Seguir padrões de ética da sociedade não é sinônimo de sucesso Quando dá certo: Mídia espontânea, Buzz, Link com sites, etc.

11 Cases Havaianas: Ética e valores da sociedade. Nissan Livina: Denegrir o concorrente.

12 Comentários Thayssa Sousa Cruz Nesse caso, acho que o humor foi usado de forma proposital, com intenção de gerar uma polemica e colocar a marca na boca do povo, mas em nenhum momento acho que feriu a ética ou qualquer valor moral. Em outros casos, não só o humor, mas qualquer ferramenta de persuasão deve ser usada de forma ética para que não atinjam a moral do publico.

13 Comentários Dayana Lucas o grupo pelo texto. Humor na propaganda é uma grande ferramenta de persuaçao desde que utilizada da forma correta chega a abrir Coraçöes e bolsos isso é fato. Só se faz nescessario ter cuidado para näo ferir costumes e tradiçöes se näo a mensagem pede o seu efeito.

14 Comentários Carla Martins Na verdade, acho que a própria pergunta já responde a si mesma. Veja: até onde o humor pode ir, dentro da publicidade, sem ferir a ética e os valores morais de uma sociedade? e a resposta seria: até onde ele não fira a ética e os valores morais de uma sociedade. Acho que o humor é muito bem vindo na publicidade atualmente, pois facilita a memorização e traz ao consumidor uma boa imagem de marca. O humor facilita que a publicidade seja bem falada e transmitida pelo boca- a-boca espontaneamente.

15 Comentários Laís Andrade Bem, o humor dentro de uma peça publicitaria na maioria das vezes é bem visto e bem quisto pelos consumidores da marca, sendo usado com cautela e repeito, sem denegrir a sociedade sempre dá certo e para mim é muito bom, axo muito interesante marcas que brincam com esse tipo de estrategia para atingir seu publico alvo.

16 Comentários Mayara Lima Ótimo o texto! Acho que duas coisas que mas chama atenção em publicidade é o humor e a interatividade com o público. Como comentado acima, concordo na questão de quando você optar pelo humor você planeje corretamente aquilo que será veiculado, se ele vinher a dar certo tenha certeza de que o objetivo será alcançado caso isso não acontença é bom lembrar que sua empresa pode ficar mal vista no mercado, mais há também a possibilidade de ela apenas divertir e não passar o desejado. O humor deve ser feito sempre enfatizando aquilo que deseja ser vendido, não adianta divertir o público sem ele no final não ter assimilado aquilo que você realmente queria.

17 Bibliografia Criatividade em propaganda (Roberto Menna Barreto) O humor abre corações e bolsos (Alfredo Fedrizzi, Washington Olivetto, Luiz Fernando Veríssimo, Alexandre Maxado - Os normais, Carlos Moreno - Garoto Bombril, John Hegarty, Jeff Goodby, Abrão Slavotzky, Eduardo Axelrud, Nilda Jacks, Carlos Alberto Rossi, Maria Lilia Dias de Castro, Maucio, Bier, Jorge Furtado, prefácio de Ziraldo)

18 OBRIGADO


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