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CET: Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos Gouveia 2008/09 Jorge Pacheco 1 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco.

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Apresentação em tema: "CET: Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos Gouveia 2008/09 Jorge Pacheco 1 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco."— Transcrição da apresentação:

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2 CET: Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos Gouveia 2008/09 Jorge Pacheco 1 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

3 Ferramenta de diagnóstico Planeamento Acompanhamento de implantação e avaliação de projectos realizados num determinado contexto A MPPO – Metedologia de Planeamento de projectos por objectivos Tem subjacente à sua utilização um conjunto de princípios técnicos que a distinguem de outras metedologias que podem ser utilizadas em intervenções do mesmo género 2 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

4 Princípios balizadores da utilização da MPPO 3 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

5 Forma de aceder à diversidade de conhecimentos, perspectivas, ideias, identidades e valores dos elementos que vivenciam um determinado contexto. É assim possível enriquecer a visão dos factos e a solução dos problemas. 1º Princípio da participação 4 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

6 O trabalho em grupo torna favorável o pensamento divergente e quebra a rigidez da análise de problemáticas. 2º Situação grupal, torna os indivíduos mais criativos 5 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

7 O estabelecimento de objectivos funciona para os diversos actores envolvidos nas intervenções como motivo para acção e factor de coesão. Os objectivos desempenham o papel de marcadores, orientadores para metas projectadas no tempo. 3ºOrientação para objectivos 6 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

8 A qualidade dos resultados alcançados numa determinada intervenção tem subjacente uma análise sustentada de partida. A qualidade do diagnóstico proporciona um espaço-tempo de reflexão sobre os meios/soluções para minorar os problemas e alcançar melhorias. 4º Diagnóstico antes do planeamento 7 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

9 A utilização de mecanismos que possibilitem a visualização esquemática do fio condutor do projecto, é algo facilitador da partilha dos pontos de vista dos conhecimentos e dos valores dos elementos envolvidos na intervenção. Estes mecanismos podem ser cartões que são colocados em placares ou post-its colocados em quadros, de forma racional e que pode ser visualizada pelo grupo. Funciona como catalizador de ideias, análises e raciocínios sobre o campo de intervenção. 5º As técnicas de visualização possibilitam a visão partilhada do projecto 8 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

10 O planeamento das actividades de um projecto serve para a previsão de recursos (financeiros, materiais, humanos, temporais) Serve para a antecipação de possíveis constrangimentos. Estes constrangimentos devem ser considerados no decorrer da implementação de um projecto para se ampliar a eficiência da intervenção. 6º O planeamento e a implementação não podem estar separados 9 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

11 O contexto da intervenção (organização, social ou outros) é um sistema complexo, onde diversas variáveis contribuem para os acontecimentos significativos, ou não, que afectam determinantemente ou não, o seu quotidiano. 7º O contexto da intervenção é um sistema complexo 10 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

12 Começa pela elaboração de uma listagem de problemas. Depois, relacionam-se os problemas entre si através da Árvore de Problemas. A Árvore de Problemas é uma representação esquemática de situações a melhorar no campo de intervenção. Fase de diagnóstico 11 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

13 Definição de medidas de resolução dos problemas no Quadro de Medidas. Criação de um quadro de bordo com orçamentos, resultados, e objectivos a alcançar – a matriz de planeamento de projectos Fase de planeamento 12 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

14 Aplicação das medidas planeadas tendo como guia a matriz de planeamento de projectos. Fase de implementação 13 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

15 Aferição do alcance dos resultados previstos na matriz de planeamento de projectos. Fase de avaliação 14 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

16 O CICLO DO PROJECTO 15 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

17 A) Delimitar o campo de intervenção Definir o espaço-tempo em que é realizada a intervenção. Pode ser do âmbito organizacional (uma empresa, um departamento, uma equipa de trabalho, um posto de trabalho) Âmbito social – uma rede de cooperação, um bairro, um grupo social. O diagnóstico 16 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

18 Ponderar a sua dimensão. A quantidade de informação a esquematizar, não deve tornar-se confusa e difícil de partilhar. Uma pequena empresa (até 30 trabalhadores) poderá ser definida como um campo de intervenção. Quando a empresa tiver uma dimensão superior far-se-ão intervenções por departamento. Na definição do campo de intervenção é necessário CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

19 É necessário auscultar os elementos que detêm conhecimento e saber sobre o seu funcionamento. Este saber deve ser abrangente e diversificado: A) saber técnico. B) saber prático. C) saber formal. D) saber informal O saber independentemente da sua proveniência cultural, religiosa e moral b) Levantamento de problemas 18 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

20 Questionários. Entrevistas. Sessões em grupo ( focus-group e brainstorming) Métodos de recolha de dados 19 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

21 Devem ser utilizadas técnicas informais que priviligiem a flexibilidade e a criatividade. Exºs focus-group, brainstorming e entrevista não estruturada (conversa informal). A razão destas técnicas está relacionada com a necessidade de abertura ao outro e flexibilidade na sua abordagem, pois caso contrário estaria a ser limitada a criatividade e abrangência da informação a recolher. 20 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

22 Poderão aparecer problemas que não são reais. Outros não serão entendidos, pelo menos da mesma forma, pelos diversos actores envolvidos neste processo. presentar Assim sendo existem regras e critérios a seguir na definição dos problemas a apresentar. Definição de problema 21 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

23 Situação vivida no momento da intervenção da qual é perspectivada uma melhoria possível para uma situação desejada. Problema CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

24 Análise de Problemas 23 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco PROBLEMA MELHORIA A OBTER ATRAVÉS DE… MEDIDAS

25 Ser analisadas cuidadosamente. Entre os problemas recolhidos podem surgir juízos de valor, suposições, interesses pessoais, culpabilizações, etc. Estas formulações podem transformar-se em fontes de conflito e perturbar a intervenção. Há critérios para considerar um problema e regras para a sua formulação. Estes critérios são um mecanismo para disciplinar o raciocínio e analisar adequadamente o campo de intervenção. Todas as situações problema devem CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

26 CRITÉRIOS PARA CONSIDERAR UM PROBLEMA 25 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

27 Deve ser racional. Não deve ser personalizado. Não levantando suspeitas sobre pessoas. 1º O problema deve ser concreto 26 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

28 Só assim é possível partilhar e discutir o problema e procurar a solução para se alcançar a situação desejada. Esta formulação deve ser gerida pelo dinamizador das sessões, como forma de focalização da atenção dos participantes nas soluções e não nos culpados. 27 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

29 2º O problema deve ser CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco O problema é concreto? Os problemas têm de ser concretos. suposições juízos de valor Se há a suspeita de que alguém rouba dinheiro da caixa, não é problema. Se há dados contabilísticos nesse sentido, o problema é: Desfasamento de entradas e saídas de caixa

30 Deve ser real, significativo para o funcionamento do campo de intervenção. Quando são levantados problemas que no espaço-tempo em que decorre a intervenção, não tem impacto significativo no contexto, não devem ser considerados. 2ºO problema deve ser sustentado 29 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

31 O problema é sustentado? 30 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco Os problemas têm de ser sustentados. 0,01% de utentes insatisfeitos

32 REGRAS PARA FORMULAR UM PROBLEMA 31 CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco

33 Deve estar formulado na negativa O problema deve ser formulado como passível de melhoria, isto é na negativa. Deve estar formulado de forma sintética Na formulação dos problemas deve ser feito um esforço de síntese. O problema CET 2008/09 - Metedologia do Projecto Jorge Pacheco


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