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Ponto 2 Formas de Expressão Expressão Escrita

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Apresentação em tema: "Ponto 2 Formas de Expressão Expressão Escrita"— Transcrição da apresentação:

1 Ponto 2 Formas de Expressão Expressão Escrita
Língua Portuguesa Ponto 2 Formas de Expressão Expressão Escrita

2 Tipologia textual O texto pode ser definido como “um conjunto permanente de elementos ordenados e regulados por um determinado sistema linguístico”. O texto deve ter: Expressividade; Delimitação; Estruturalidade (organização interna)

3 Tipologia textual: texto literário/ texto não literário
Texto Literário: tem, geralmente, uma intenção estética, marcado pela pluralidade de sentidos e pelo desvio da norma. Exemplos: romance, texto dramático, lírica, crónicas jornalísticas, etc. Texto Não Literário: de natureza jurídica ou científica, com intenção informativa ou utilitária e que cumprem a norma. Ex: notícias, actas, relatórios, cartas

4 Tipologia textual: texto explicativo
discurso didáctico Essencialmente informativo mas desenvolve a informação até ao pormenor para uma completa elucidação do receptor Predomínio da função informativa + função metalinguística da linguagem

5 Tipologia textual: texto explicativo
Finalidade pedagógica Tom simples Uso do presente do indicativo Adjectivos e conectores Linguagem técnica (Por vezes)  Manuais escolares, instruções de uso, guias, “literatura” de medicamentos

6 Tipologia textual: texto informativo
Textos objectivos, impessoais Propósito de levar informações “puras” ao conhecimento dos destinatários Predomínio da função informativa da linguagem  actas, relatórios, resumos, certidões, atestados, convocatórias

7 Tipologia textual: texto informativo
Precisão Síntese Clareza Tom neutro Fidelidade Objectividade 3ª pessoa

8 Tipologia textual: texto informativo
O discurso de imprensa possui também as características do texto informativo É seu representante o jornal Incluem-se neste tipo de discurso Notícia Reportagem Artigo

9 Tipologia textual: texto argumentativo
Produzido com intenção, explícita ou implícita, de agir sobre o destinatário, de reforçar ou alterar o seu comportamento Objectiva a persuasão Predomínio da função apelativa da linguagem  Discursos publicitários, discursos políticos, sermões, conselhos, críticas, receitas

10 Tipologia textual: texto argumentativo
Concisão Poder evocativo Reforço das afirmações pela sugestão Frases tipo imperativo e exclamativo

11 Tipologia textual: texto argumentativo
Argumentar é procurar convencer, persuadir, pelo que a estrutura argumentativa do texto é muito importante.

12 Tipologia textual: texto argumentativo
Na estrutura argumentativa: - Uma relação entre argumentos e uma dada conclusão; A presença de determinadas marcas gramaticais, como o verbo ser; Verbos que põem em relação a causa e o efeito (causar, originar, ocasionar, suscitar, motivar) e verbos (afirmar, declarar, considerar, implicar, alegar, assegurar)

13 Tipologia textual: texto argumentativo
Tempo presente como o tempo de valor universal; Determinados tipos de frases, como a interrogação, o imperativo e o exclamativo

14 Tipologia textual: texto argumentativo
Há marcadores específicos de coesão e coerência na estrutura argumentativa: Ordenação dos argumentos (em primeiro lugar, em segundo lugar, por último, finalmente, a seguir) Conexão entre os argumentos (já que, assim, posto que, considerando que, de modo que, em conclusão)

15 Tipologia textual: texto narrativo
O texto narrativo divide-se em dois grandes grupos: narrativos naturais (textos que narram factos ou acontecimentos do mundo real) e narrativos artificiais (prosa literária)

16 Tipologia textual: texto narrativo
O esquema narrativo é constituído por três momentos discursivos: a situação inicial, o desenvolvimento (transformação ou nó) e a situação final (resolução). O texto narrativo tem momentos de avanço (acção) e momentos de pausa (descrição).

17 Tipologia textual: texto narrativo
A narração apresenta um actor (personagem) principal que se mantém durante a narrativa e que dá unidade à acção. A história decorre num determinado tempo e espaço. Gramaticalmente prevalecem verbos no passado, pretérito perfeito durante a acção e o pretérito imperfeito durante as descrições.

18 A descrição A descrição é um texto em que se apresenta, por meio de palavras, um local, um objecto, um animal, uma pessoa. Essa representação refere elementos captados pelos sentidos – o que se vê, o que se ouve, o que se sente (pelo olfacto, tacto, paladar, audição e visão)

19 A descrição Todos os elementos observados devem ser apresentados segundo uma ordem, por exemplo da impressão global para os pormenores, ou, pelo contrário, dos pormenores para a impressão global; Devem ser devidamente caracterizados com vocabulário variado e sugestivo.

20 A descrição Os adjectivos ganham grande relevo pois exprimem propriedades, qualidades. Pelos adjectivos chegam-nos as impressões (de natureza física e moral) do narrador – observador acerca das realidades que vai apresentando. A mistura de sensações (sinestesia) e o emprego metafórico dos adjectivos.

21 A descrição Os verbos dão particular dinamismo pela impressão de movimento que transmitem; Os elementos localizadores situam concretamente no espaço e no tempo as realidades descritas. Figuras de estilo (comparação, metáfora, aliteração, enumeração, personificação)

22 A descrição Pode ser objectiva (resulta de uma visão da realidade tal como ela é) ou subjectiva (se resulta de uma visão pessoal e emotiva de quem escreve)

23 Pontuação

24 Resumo Condensar ideias/informações de um texto, sem alterar o sentido e estrutura Resumir um texto consiste em: Compreender bem o texto original Condensar as suas ideias principais Respeitar o sentido, a estrutura e o tipo de enunciação

25 Resumo Fase da pré-escrita:
Ler atentamente o texto e apreender o sentido global Substituir as ideias essenciais Dividir o texto em partes Distinguir as ideias principais das ideias secundárias

26 Resumo Fase da escrita: Anular as repetições
Aglutinar as várias ideias particulares em ideias gerais, respeitando a ordem do texto Manter pessoas e tempos verbais Anular o discurso directo, passando a discurso indirecto

27 Resumo Manter o registo discursivo do texto
Não fazer qualquer comentário pessoal Construir um texto articulado e coerente Usar uma linguagem clara e concisa

28 Resumo O que não deve fazer: Usar as mesmas palavras do texto base
Dar opiniões ou fazer juízos de valor Recorrer ao diálogo Fazer transcrições do texto Exceder ¼ do texto original

29 SÍNTESE É uma técnica de condensação de texto, tal como o resumo. É um tipo de texto cuidadosamente elaborado, de curta extensão, mas redigido de forma simples, clara e firme. O plano de uma síntese pressupõe a existência de uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão.

30 SÍNTESE Deve ler várias vezes o texto-base
Sublinhar as ideias ou os factos essenciais Detectar o modo como as ideias ou os factos se interligam

31 SÍNTESE Na introdução deve:
Referenciar o texto, tema tratado e o autor No desenvolvimento deve: Indicar os assuntos nucleares do texto Agregar ideias particulares, tornando-as ideias gerais

32 SÍNTESE Evidenciar a intenção do autor
Usar uma linguagem clara e objectiva Usar a 3ª pessoa gramatical Articular coerentemente as ideias do texto, havendo, neste caso, liberdade na ordem da apresentação

33 SÍNTESE Na conclusão deve incluir as considerações finais do texto
O que não deve fazer: afastar-se do tema do texto Fazer citações ou transcrições Usar repetições e palavras ou expressões acessórias Exceder 1/3 do texto original


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