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LÍLIA SANTOS ABREU-TARDELLI. OBJETIVO Apresentar as concepções teóricas que embasam nossos trabalhos de elaboração de material didático e demonstrar,

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1 LÍLIA SANTOS ABREU-TARDELLI

2 OBJETIVO Apresentar as concepções teóricas que embasam nossos trabalhos de elaboração de material didático e demonstrar, com pequenos exemplos de atividades, como essas concepções se concretizam no material elaborado.

3 O que são Gêneros de Texto? Formas mais ou menos estáveis de enunciados Pois dependem dos sujeitos agentes e do momento sócio-histórico da produção

4 O que são Gêneros de Texto Essas formas possibilitam comunicação e ação no mundo. Nós agimos no mundo por meio dos diferentes textos.

5 Por que ensinar Gêneros de Texto? Ensinar a se Comunicar Formar sujeitos agentes do mundo e no mundo, agentes que transformarão o mundo e serão transformados por eles. Auxiliar o desenvolvimento das diferentes capacidades de linguagem (DOLZ & SCHNEWLY,1996)

6 Por que ensinar Gêneros de Texto? Ferramenta concreta que nos auxilia na realização de uma ação do mundo. Instrumentalizá-los com as ferramentas de que precisam para agir no mundo em que vivem. Possibilita a formação do cidadão no contexto escolar.

7 Gênero é uma unidade de ensino Ao ensinar gêneros trazemos pra dentro da escola os diferentes gêneros que encontramos no mundo ou nas esferas sociais em que circulamos.

8 GÊNERO COMO FERRAMENTA Auxiliar o desenvolvimento das diferentes capacidades de linguagem que todos nós mobilizamos na produção e leitura de um texto. (Dolz e Schneuwly, 1996;1998)

9 GÊNERO COMO FERRAMENTA qualquer gênero Independente de necessitarem ou não, em determinado momento, de um gênero, ao ensinarmos qualquer gênero, os alunos mobilizarão as capacidades que utilizam para leitura e escrita de diferentes textos, assim, os ensinamos a mobilizar, em toda e qualquer produção, as capacidades de que precisam para produzirem textos de forma eficaz.

10 O que são as capacidades de linguagem? Capacidades que mobilizamos no momento da leitura e produção de um texto. São divididas em : Capacidades de ação; Capacidades discursivas Capacidades linguístico-discursivas

11 CAPACIDADES DE AÇÃO Identificamos as situações de comunicação... Ao diferenciarmos os gêneros; Ao identificarmos a situação de comunicação na qual o texto É OU FOI produzido: Quem produziu? Para quem? Com que objetivo? Onde foi produzido? Quando e do que trata?

12 CAPACIDADES DISCURSIVAS CAPACIDADES QUE DIZEM RESPEITO AO MODO DE ORGANIZAÇÃO GERAL DO TEXTO, ÀS FORMAS QUE O CONTEÚDO DO TEXTO ESTÁ ORGANIZADO. Uma vez ciente da organização, o aluno deverá saber que estruturas linguísticas escolher para o contexto de produção em questão.

13 CAPACIDADES LINGUÍSTICO-DISCURSIVAS Dizem respeito Ao Vocabulário apropriado Às Estruturas linguísticas adequadas para o contexto de produção do gênero em questão.

14 CONTEXTO DE PRODUÇÃO PRECISO SABER, NO MOMENTO DA PRODUÇÃO... PARA QUEM? COM QUE OBJETIVO? QUANDO? ONDE ESTOU? E QUAL PAPEL SOCIAL ESTOU ASSUMINDO?

15 AO PRODUZIR UM TEXTO, CAPACIDADES DE AÇÃO ANALISAR COMO O TEXTO ESTÁ ORGANIZADO Mobilizamos OLHAR O ASPECTO MAIS INTERNO DO TEXTO CAPACIDADE DISCURSIVAS Capacidades linguístico- discursivas

16 CONSIDERAR A ORGANIZAÇÃO TEXTUAL Todo texto está organizado de uma determinada maneira Essa organização pode ocorrer sob forma de sequência dominante no entanto, pode lançar mão de vários tipos de sequências.

17 ESCOLHA DAS PALAVRAS ASPECTOS LINGUÍSTICO-DISCURSIVOS PENSAR NA MELHOR FORMA DE EXPRESSAR O QUE QUEREMOS: NO LÉXICO NOS TEMPOS VERBAIS MAIS ADEQUADOS PARA AQUELE CONTEXTO DE PRODUÇÃO

18 COMO VIABILIZAR O ENSINO DE GÊNEROS? POR MEIO DE ELABORAÇÃO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS

19 Para que seja possível a elaboração de sequências didáticas bem- sucedidas, devemos primeiramente conhecer a fundo o gênero que vamos abordar, para isso é necessário conhecermos o MODELO DIDÁTICO DE CADA GÊNERO

20 O TRABALHO COM GÊNERO NA ESCOLA (Luzia Bueno) Modelo Didático do Gênero sequência didática Para depreendermos as características dos textos de um dado gênero e chegarmos às suas Dimensões Ensináveis, para trabalharmos em sala de aula, será necessário, segundo Schneuwly e Dolz (2004), construirmos um Modelo Didático do Gênero e, a seguir, uma sequência didática

21 O que é um modelo de gênero? O modelo de gênero, consiste no levantamento das características das suas dimensões ensináveis.

22 Por que utilizar o modelo de gênero? Para chegarmos a esse Modelo, não podemos nos valer apenas dos conhecimentos prévios que possuímos...

23 É preciso ir além e fazer a análise de vários textos, com levantamento de características e, quando possível, ouvir os especialistas e produtores dos textos desse gênero.

24 É importante o cruzamento e a articulação das informações encontradas pois, é o que nos possibilitarão chegar a um quadro com as características desse gênero.

25 Por que utilizar o modelo de gênero? A análise do texto pelo Modelo é importante para confirmação do gênero, pois nem sempre temos exemplos, havendo diferentes rótulos para o mesmo gênero, como a resenha pode ser encontrada como crítica ou crítica literária.

26 Por que utilizar o modelo de gênero? O foco é o trabalho didático, precisamos fazer escolhas que favoreçam essa transposição para a sequência didática (SD)

27 MODELO DE ANÁLISE DE GÊNERO, PROPOSTO PELO INTERACIONISMO SÓCIODISCURSIVO A – Contexto de Produção B- Aspectos discursivos: infraestrutura geral, tipos de discurso e sequências C- Aspectos Linguísticos-Discursivos: Mecanismos de textualização e Mecanismos Enunciativos

28 A- Contexto de Produção Quem escreveu a carta do leitor? Qual é seu objetivo? Quando foi escrita? Onde foi publicada? Quem são os leitores potenciais?

29 B- ASPECTOS DISCURSIVOS: Infraestrutura geral, tipos de discursos e sequência Como o texto está organizado? (Títulos, foto, etc...) Como os conteúdos temáticos estão organizados?

30 B- ASPECTOS DISCURSIVOS: Infraestrutura geral, tipos de discursos e sequência Qual o tipo de discurso é predominante? (discurso interativo, relato interativo, discurso teórico, narração) Quais sequências são predominantes? (narrativa, descritiva, argumentativa, explicativa, etc...

31 C- ASPECTOS LINGUÍSTICOS-DISCURSIVOS : Mecanismos de textualização e mecanismos enunciativos Quais tempos verbais são mais frequentes? Como eles se alternam? Como se dá a conexão entre as frases e as macro-ideias do texto. Observe a coesão nominal do texto. Como são retomados os referentes?

32 ASPECTOS LINGUÍSTICOS-DISCURSIVOS Há vozes explícitas? Implícitas? Como elas são introduzidas ? Observe as modalizações empregadas. Elas são de que tipo? ( lógicas, deônticas, apreciativas)

33 6 ª ATIVIDADE CARTA DO LEITOR ANALISAR DE ACORDO COM O MODELO DIDÁTICO A- CONTEXTO DE PRODUÇÃO B- ASPECTOS DISCURSIVOS C- ASPECTOS LINGUÍSTICO-DISCURSIVOS

34 Características a)Situação de Produção Quem escreveu a carta do leitor? Enunciador: um leitor, que normalmente não é conhecido no cenário nacional, quando o autor é alguém famoso, aparece após o seu nome a sua caracterização; Objetivo: expor a posição do leitor frente a algum tem abordado pelo meio

35 Qual é o seu objetivo? expor a posição do leitor frente a algum tem abordado pelo meio de comunicação para o qual se escreve, elogiando, reclamando, opinando, agradecendo, solicitando, etc.

36 Quando foi escrita?

37 Onde foi publicada? Revista, jornal... Onde foi produzida? Lugar Social: imprensa.

38 Quem são seus leitores em potencial? a equipe da revista ou jornal e os leitores desta seção

39 b)Aspectos Discursivos Como o texto está organizado? Título, subtítulo Fotos Nome do leitor, profissão e o local que ele escreve. Nome do jornal,revista

40 Como os conteúdos temáticos são organizados. De acordo com o que foi proposto na reportagem o autor/leitor expressa sua opinião

41 Que tipo de discurso é predominante? Discurso interativo

42 Qual é a sequência predominante. Argumentativa Explicativa

43 C- ASPECTOS LINGUÍSTICO- DISCURSIVOS Quais tempos verbais são mais frequentes? Como se alternam? Pretérito / presente

44 Como se dá a conexão entre as frases e as macro-ideias do texto? São apresentadas em sequências e sempre se remetem à reportagem/notícia proposta por um meio de comunicação.

45 Observe a coesão nominal do texto. Como são retomados os referentes? Nomes das pessoas que são mencionadas na reportagem

46 As vozes Explícitas Leitor fala o tempo todo Objetivo de dar a opinião sobre o assunto Por meio das opiniões.

47 Observe as modalizações empregadas? Lógicas Deônticas Apreciativas

48 o tema da carta é alguma assunto que tenha sido publicado na páginas dos jornais; o leitor se coloca na carta por meio de pronomes; nas cartas que aparecem inteiras podemos ver como estrutura: 1º apresentação do porquê se escreve; depois argumentação e; por último, um comentário ou pedido final.

49 c) Aspectos Linguísticos–Discursivos as cartas dos meios de comunicação escolhidos seguem a norma culta, não apresentando problemas de ortografia ou acentuação, concordância ou regência, por exemplo alguns pontos que precisariam ser trabalhados, além das regras da norma culta: como citar o autor ou o texto que foi lido em edição anterior do jornal;

50 como usar os sinais de pontuação(aspas parênteses, vírgulas, ponto de exclamação); como encerrar a carta com algo que chame atenção. Considerando essas características poderíamos montar diversas sequências didáticas, sugestão.

51 SEQUÊNCIA DIDÁTICA Conjunto de atividades planificadas para uma classe de alunos específicos. Objetivo de ensinar determinado gênero. Busca desenvolver os 3 grandes tipos de capacidades de linguagem envolvidas na produção e/ou leitura de textos.

52 SEQUÊNCIA DIDÁTICA Devemos trabalhar sob a perspectiva de um GÊNERO que queremos ensinar. Baseamo-nos em um MODELO DE GÊNERO A partir desse modelo, elaboraremos a sequência de atividades didáticas para ensinar nossos alunos a ler ou produzir o gênero.


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