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Agentes Contaminantes A água é poluída por uma vasta gama de produtos, podendo ser dividida pelas suas características: A Poluição pontual, onde o foco.

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2 Agentes Contaminantes A água é poluída por uma vasta gama de produtos, podendo ser dividida pelas suas características: A Poluição pontual, onde o foco de poluição facilmente identificável como emissora de poluentes, como no caso de águas residuais, industriais, mistos ou de minas. Como poluição difusa, onde não existe propriamente um foco definido de poluição, sendo a origem difusa, tal como acontece nas drenagens agrícolas, águas pluviais e escorrimento de lixeiras. Os contaminantes, pode ser classificados como: Agentes Químicos Orgânicos (biodegradáveis ou persistentes):Proteínas, gorduras, hidratos de carbono, Ceras, solventes entre outros. Inorgânicos: Ácidos, álcoois, tóxicos, sais solúveis ou inertes. Agentes físicos Radioactividade, Calor, Modificação do sistema terrestre, através de movimentação de terras ou similares. Agentes Biológicos As coliformes são um bioindicador normalmente utilizado na análise da qualidade microbiológica da água, embora não seja uma real causa de doenças. Outras vezes microrganismos encontrados nas águas de superfície, que têm causado problemas para a saúde humana incluem Microscópicos, como Vírus, Bactérias, Protozoários, Helmintos (platelmintos e nematelmintos), Algas Macroscópicos, como animais e plantas não pertencentes ao habitat natural em sobre-exploração.

3 Os contaminantes da água podem ser: Biológicos - a água é um excelente meio para o crescimento microbiano. Dissolvidos - fazendo parte de sua composição química. Em suspensão - fazendo parte da composição física: sedimentos, partículas, areia, barro, etc.

4 Formas de contaminação da água (exemplos): Uso de fertilizantes, insecticidas, nitratos, herbicidas e fungicidas utilizados nas plantações e que se infiltram na terra, atingindo os mananciais subterrâneos. Detergentes, desinfectantes, solventes e metais pesados que são descarregados no esgoto (e muitas vezes nos rios) pelas indústrias. Lixo e detrito que são jogados nos rios e lagos. Produtos derivados de petróleo que vazam e são arrastados pela água da chuva. Restos de animais mortos. Chuva ácida.

5 Medidas de combate a propagação Actualmente combater a propagação não seria o mais inteligente a fazer, porque isto significaria uma paragem total da industria, sendo a sociedade dependente das mesmas industrias e das mesmas comodidades que poluem a agua, logo, em vez da prevenção seria mais inteligente o tratamento, através de ETARs, …

6 Remoção de nutrientes Águas residuárias podem conter altos níveis de nutrientes como nitrogênio e fósforo. A emissão em excesso destes pode levar ao acúmulo de nutrientes, fenómeno chamado de eutrofização, que encoraja o crescimento excessivo (chamado bloom) de algas e cianobactérias (algas azuis). A maior parte destas algas acaba morrendo, porém a decomposição das mesmas por bactérias remove oxigênio da água e a maioria dos peixes morrem. Além disso, algumas espécies de algas produzem toxinas que contaminam as fontes de água potável (as chamadas cianotoxinas).

7 Há diferentes processos para remoção de nitrogênio e fósforo: A Desnitrificação requer condições anóxicas (ausência de oxigénio) para que as comunidades biológicas apropriadas se formem. A desnitrificação é facilitada por um grande número de bactérias. Métodos de filtragem em areia, lagoa de polimento, etc. pode reduzir a quantidade de nitrogénio. O sistema de lodo activado, se bem projectado, também pode reduzir significante parte do nitrogénio.

8 A Remoção de fósforo, que pode ser feita por precipitação química, geralmente com sais de ferro (ex. cloreto férrico) ou alumínio (ex. sulfato de alumínio). O lodo químico resultante é difícil de tratar e o uso dos produtos químicos torna-se caro. Apesar disso, a remoção química de fósforo requer equipamentos muito menores que os usados por remoção biológica.

9 Efeitos sobre os solos e as águas Estudos ecológicos e toxicológicos revelam uma forte relação entre baixos níveis de pH e a perda de populações de peixes em lagos. Com pH inferior a 4,5 praticamente nenhum peixe sobrevive, enquanto níveis iguais ou superiores a 6,0 promovem populações saudáveis. Por exemplo, a presença de elevada acidez na água (pH < 5) inibe a produção das enzimas que permitem que as larvas da maior parte das espécies de peixes de água doce, incluindo a maioria da espécies de truta, escapem das suas ovas. Essa mesma acidez inibe o crescimento de fitoplâncton levando a restrições na cadeia trófica que afecta os animais dela dependentes. Em consequência, à medida que as águas se vão acidificando, a biodiversidade é reduzida, do que já resultou o desaparecimento de múltiplas espécies da áreas mais sensíveis. Contudo, o contributo directo e indirecto (isto é, via o escoamento superficial) da precipitação ácida para a acidificação das águas de rios e lagos é variável, dependendo das características da bacia hidrográfica. Estudos revistos pela Environmental Protection Agency dos Estados Unidos da América demonstraram que a precipitação ácida causara directamente a acidificação de 75% dos lagos e de cerca de 50 % dos rios e ribeiros estudados.

10 Outro efeito causador da redução do pH é a deposição no fundo dos lagos e rios e nos solos de metais pesados como o alumínio, o ferro, o magnésio, o cádmio e o manganês. Em meio aquático, a presença de sais de alumínio em solução faz com que alguns peixes produzam muco em excesso ao redor de suas guelras, prejudicando a respiração. Os lagos são particularmente afectados por receberem e concentrarem a acidez proveniente do escorrimento através de solos acidificados pela precipitação e por concentrarem parte importante da carga dos iões solubilizados.

11 Chuvas Acidas A formação de chuvas ácidas trata-se de um fenômeno (e um problema) moderno, originado a partir do grande desenvolvimento de centros urbanos altamente industrializados. Com a liberação de poluentes à atmosfera pelas diversas fontes de poluentes gasosos (indústrias, veículos e usinas energéticas), há a combinação destes poluentes com o vapor de água existente na atmosfera

12 Esta combinação entre água e poluentes (como o dióxido de enxofre e o óxido de nitrogênio) vai sendo acumulada em nuvens, ocorrendo assim sua condensação, basicamente da mesma forma como são originadas as chuvas comuns. Através da eletricidade gerada do choque entre nuvens, os elementos poluentes entram em reação química, formando compostos ácidos, que mais tarde serão precipitados.

13 Água & Poupança ECONOMIZADORES de água Os economizadores reduzem em 50% o consumo de água. Para além de poupar, com a instalação destes dispositivos, está a ajudar o ambiente, uma vez que reduz o consumo de água potável.

14 Filtros e purificadores de agua. Estes equipamentos têm como função optimizar a qualidade da água da torneira. Mesmo sendo potável, a água da companhia tem sabor e cheiro que, por vezes, dificulta o seu consumo. Por isso, acabamos por comprar água engarrafada no supermercado, cujo preço por litro é muito elevado. A utilização dos filtros e dos purificadores de água permite beber e cozinhar a água da companhia com conforto e segurança!

15 ÁGUA DA CHUVA Aos poucos vamos aprofundando o nosso conhecimento sobre o Aproveitamento da Água da Chuva, com vista à redução do consumo de água potável. Já pensou na quantidade de água que gasta em descargas do autoclismo? Na rega? Na máquina de lavar roupa? nas limpezas? Na verdade, todos gastamos imensa água potável em utilizações que não precisam dessa qualidade. A água da chuva apresenta-se como uma excelente alternativa para poupar água potável.

16 ETARs ETAR Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR), são estações que tratam as águas residuais de origem doméstica e industrial para depois serem escoados para o mar ou rio com um nível de poluição inofensivo para o meio ambiente receptor. Numa ETAR as águas residuais passam por vários processos de tratamento com o objectivo de separar a matéria poluente da água. No primeiro conjunto de tratamentos, designado por pré-tratamento, a água residual é sujeita a processos de separação dos sólidos mais grosseiros como sejam a gradagem, o desarenamento e o desengorduramento. Nesta fase, o efluente também é preparado para as fases de tratamento subsequentes, podendo ser sujeito a um pré-arejamento e a uma equalização tanto de caudais como de cargas poluentes.

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18 Tratamento primário A primeira fase de tratamento é designada por tratamento primário, onde a matéria poluente é separada da água por sedimentação nos sedimentadores primários. Este processo exclusivamente de acção física pode, em alguns casos, ser ajudado pela adição de agentes químicos que através de uma coagulação/floculação possibilitam a obtenção de flocos de matéria poluente de maiores dimensões e assim mais facilmente decantáveis.

19 Tratamento Secundário Após o tratamento primário, a matéria poluente que permanece no efluente tem dimensões reduzidas sendo normalmente constituída por coloides, não sendo por isso passível de ser removida por processos exclusivamente físico-químicos. Seguem-se, pois, os processos de tratamento biológicos, também designados por tratamento secundário, onde a matéria poluente coloidal é degradada por microorganismos nos chamados reactores biológicos. Estes reactores são normalmente constituídos por microorganismos aeróbios, havendo por isso a necessidade de promover o seu arejamento. O efluente saído do reactor biológico é constituído por uma grande quantidade de microorganismos, sendo muito reduzida a matéria poluente remanescente. Os microorganismos sofrem seguidamente um processo de sedimentação nos designados sedimentadores secundários.

20 Tratamento Terciário Findo o tratamento secundário, as águas residuais tratadas apresentam um reduzido nível de poluição, podendo na maioria dos casos, serem admitidas no meio ambiente receptor. É, porém, necessário proceder à desinfecção das águas residuais tratadas ou à remoção de determinados nutrientes, o azoto e o fósforo, que podem potenciar, isoladamente ou em conjunto, a eutrofização das águas receptoras.

21 André Severino nº5 Emanuel nº11 Frederico nº13 João Bolas nº16


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