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A introdução de espécies invasoras é hoje reconhecida como uma das piores ameaças para o bem-estar ecológico e económico do planeta. As algas alienígenas.

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1 A introdução de espécies invasoras é hoje reconhecida como uma das piores ameaças para o bem-estar ecológico e económico do planeta. As algas alienígenas têm marcado a sua presença na maioria dos continentes (fig.1) e são geralmente nativas dos países asiáticos, devido há vasta cultura gastronómica de algas aí existente. Tal é explicado pelo transporte marítimo de mercadorias que, por razões socio-económicas, não acontece com tanta eficiência nos países em vias de desenvolvimento como os de África e da Ásia. Fig.1 –Proliferação generalizada das algas alienígenas invasoras pelos continentes Fig 2- Origem de algas invasoras da Península Ibérica. 1- Sudeste Asiático 2- Austrália e Nova Zelândia 3- África do Sul 4- América A península Ibérica, pertencendo à Europa, também é afectada por algas alienígenas (fig.2). Na costa portuguesa ainda não são muitas as espécies de algas invasoras. No entanto, as consequências da sua presença já começam a ser visíveis, sendo tema de estudo de centros de investigação de ciências do mar.

2 Descrição: Alga Castanha de tonalidade castanho-dourado, podendo atingir até 2-3m de comprimento, também conhecida por Wakame. Espécie anual com duas fases distintas do ciclo de vida: a fase macroscópica (esporófito), que ocorre no início do verão e a fase microscópica (gametófito), durante toda a época fria do ano. O esporófito é castanho-dourado, com o estirpe mais claro. Apresenta uma nervura mediana de 1-3cm de largura ao longo de todo o comprimento do calo; os bordos da nervura estão expandidos em lâminas finas e membranosas; as pínulas têm cm de comprimento. A estrutura em espiral do esporófito e a nervura mediana são a chave de identificação para a determinação da espécie. Mecanismos Evasivos : A Undaria pinnatitida já foi encontrada na zona Norte do País. Esta espécie, de origem asiática, encontra-se reprodutiva todo o ano libertando para a zona marítima milhões de esporos que lhe permitem difundir-se rapidamente, apresentando uma taxa de crescimento muito elevada. Esta espécie é assim de difícil irradiação, podendo tornar-se transtornante para a realização habitual das actividades que se realizam na zona invadida.

3 Espécie invasora da Praia da Aguda Descrição: Sargassum muticum é uma alga castanha (Phaeophyta ) que pode atingir os 4 ou 5 metros de comprimento. Esta alga tem duas secções distintas: a pequena fracção perenial, que tem apenas alguns centímetros de comprimento e a fracção anual cujos ramos, diferenciados em primários e secundários, são renovados anualmente. Possui vesículas flutuadoras, mais numerosas no Verão, que permitem à alga manter-se à superfície. Esta espécie, devido à existência das vesículas flutuadoras, prolifera rapidamente à superfície impedindo a entrada de luz na água. Desta forma é feita sombra sobre outras espécies inibindo o seu crescimento e causando o seu desprendimento do fundo oceânico. O seu crescimento excessivo interfere também com a navegação de barcos em zonas pouco profundas pois a aglomeração de grandes massas flutuantes bloqueia hélices e condutas de injecção de água. Cresce em campos de produção de ostras e em redes de pesca comerciais, sendo considerada uma peste para os pescadores Mecanismos Evasivos :

4 Espécie introduzida na Praia da Aguda Descrição: Gratelouopia turuturu é uma alga vermelha, proveniente do oceano Pacífico, que desde 1998 tem sido encontrada nas praias da zona Norte do País. Uma característica particular desta alga é o facto de ser escorregadia e viscosa embora possa parecer rugosa na sua época reprodutiva. Pode atingir 60 cm nas estações quentes e as suas lâminas castanho- avermelhadas são renovadas anualmente. Efeitos Evasivos: Ainda não se pode afirmar que a Grateloupia turuturu é uma espécie invasora, sendo considerada apenas uma espécie introduzida. Esta designação deve-se ao facto de pouco se saber acerca desta alga, nomeadamente, o seu impacto nas comunidades nativas. Para ser considerada invasora esta espécie terá de proliferar e estabelecer-se nas comunidades nativas causando distúrbios. Na verdade parece apresentar todas as características das espécies invasoras, pois encontra-se reprodutiva todo o ano, apresenta elevadas taxas de recrutamento, baixa taxa de mortalidade, taxas de reprodução elevadas e tolera condições adversas como, temperaturas e salinidades elevadas.


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