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Recepção do Cinema em Portugal. O que é o cinema? Abreviação de cinematógrafo; Técnica de projectar fotogramas (quadros) de forma rápida e sucessiva para.

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1 Recepção do Cinema em Portugal

2 O que é o cinema? Abreviação de cinematógrafo; Técnica de projectar fotogramas (quadros) de forma rápida e sucessiva para criar a impressão de movimento; É possível graças à invenção do cinematógrafo pelos Irmãos Lumière no final do século XIX.

3 LArrivée dun Train à La Ciotat Dia 28 de Dezembro de 1895, em Paris, os Irmãos Lumière fizeram uma apresentação do seu invento. O filme exibido foi LArrivée dun Train à La Ciotat. O ingresso custou 1 franco.

4 Realização do filme A câmara estava sobre a plataforma de Paris, quando o comboio veio de Marselha, começou a filmar, só parando quando a locomotiva saiu do campo de visão. Na exibição parecia que o comboio vinha em direcção da plateia, o que provocou pânico às 33 pessoas presentes.

5 Primeiros Filmes em Portugal Primeiros Filmes Portugueses 18 de Junho de 1896 que houve a primeira sessão de cinema em território português; O projeccionista Edwin Rousby mostrou filmes de Edison e dos irmãos Lumière à plateia do Real Colyseo de Lisboa; Harry Short realiza os primeiros metros de película filmados em Portugal; Três meses depois já possível ver filmes como A Boca do Inferno, A Praia de Algés na Ocasião dos Banhos, O Mercado de Peixe na Ribeira Nova ou Uma Corrida de Touros no Campo Pequeno; Agosto de 1896, Rousby apresentou os seus programas no Teatro-Circo Príncipe Real do Porto. Aurélio da Paz dos Reis assistiu muitas vezes aos filmes de Rousby; Ele viria a ser um pioneiro em Portugal.

6 Aurélio da Paz dos Reis( ) »Era hortofloricultor »tinha uma nova paixão, o cinema »Foi a Paris comprar o equipamento necessário »12 de Novembro de 1896, no Teatro-Circo Príncipe Real do Porto, mostra as suas primeiras imagens filmadas; »O êxito faz com que vá exibir os seus filmes para o Brasil. »Esta nova arte, quase não se fazia notar e os seus planos fracassaram. »Aurélio Paz dos Reis regressa desanimado a Portugal e desiste da sua "aventura" cinematográfica.

7 O Aparecimento do Cinema Sonoro Os anos 30 trazem a Portugal a novidade do cinema sonoro. No início da década, actores e técnicos portugueses deslocavam-se com regularidade a Paris para fazerem versões portuguesas dos grandes êxitos americanos. A qualidade ficava obviamente aquém da dos originais, mas a contrapartida financeira não era de desprezar. Essas versões não se limitavam à exibição no território nacional mas também no Brasil, onde o cinema português gozava (e continuaria a gozar durante mais cerca de vinte anos) de grande aceitação popular.

8 O Aparecimento do Cinema Sonoro Leitão Barros (cineasta português, que se distingue dos da sua geração pelo sentido estético das suas obras), leva ao grande écran uma peça de Júlio Dantas, datada de Narrava a história de amor entre um nobre, o Marquês de Marialva, e uma meretriz, Maria Severa Onofriana ( ), que se tornaria figura lendária por ter levado o fado, forma musical associada às classes mais baixas e mesmo à marginalidade, aos salões da nobreza.

9 Primeiro Filme Sonoro Português Em 1932 vai nascer o primeiro filme sonoro inteiramente rodado em Portugal. O seu realizador seria um arquitecto de nome José Cottinelli Telmo ( ). O filme foi A Canção de Lisboa. Trata-se de um filme musical que evidencia, com diálogos vivos e repletos de duplo sentido, uma das técnicas do humor da revista à portuguesa. Descreve as aventuras e desventuras amorosas e académicas dum estudante financeiramente dependente de duas tias ricas que o vêm visitar.

10 Aparecimento do Cinema a Cores Herbert Kalmus inventou o tecnicolor no inicio da década 30. A partir deste momento, os filmes passaram a transmitir novos sentimentos e a desenvolver ambientes. As cores quentes eram usadas nos westerns, enquanto o azul- escuro, o verde e o roxo passaram a ser uma opção certeira para os dramas mais intimistas. O recurso ao tecnicolor foi um dos factores essenciais para o sucesso internacional da cinematografia norte-americana. Consta que o último filme em tecnicolor de Hollywood foi O Padrinho - Parte II (1974), de Francis Ford Coppola. Para trás ficam cerca de quatro décadas de obras gloriosas, muitas alusivas aos "anos dourados de Hollywood".

11 Trabalho realizado: Bárbara nº 2 Catarina nº 6 Rita Martins nº 14


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