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Castelo dos Mouros. Na serra de Sintra há vestígios do neolítico, desde à mais ou menos sete mil anos atrás. Vestígios arqueológicos datam o castelo da.

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1 Castelo dos Mouros

2 Na serra de Sintra há vestígios do neolítico, desde à mais ou menos sete mil anos atrás. Vestígios arqueológicos datam o castelo da época muçulmana (VIII - IX), mas é possível que a fundação deste castelo date do período visigótico. Em 1093, D. Afonso VI, rei de Leão, conquistou Sintra aos Árabes.

3 O castelo não teve dono exacto durante muito tempo, pois a sua posse ia alternando entre mouros e cristãos, até D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, ter conquistado Lisboa em 1147, nessa altura os mouros entregaram o castelo voluntariamente ao rei. Em 1154, D. Afonso Henriques dá uma carta de foral à vila de Sintra e os aldeãos dão a notícia da construção da igreja românica de S. Pedro de Canaferrim, perto do castelo.

4 A ruína do castelo, devido à passagem do tempo juntamente com a destruição do terramoto de 1755, fez com que o maior restauro fosse efectuado no tempo de D. Fernando II.

5 Hoje em dia o castelo tem uma dupla cinta de muralhas. A torre real é a torre mais alta e tinha a função de sentinela desta fortificação.

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7 Antes de chegar ao castelo pode-se encontrar dois silos de origem árabe, escavados nas rochas, antigamente eram utilizados para armazenar cereais. Quando D. Fernando II, no séc. XIX, restaurou o castelo e criou vias de acesso, limparam-se os silos que ao longo do tempo tinham ficado soterrados.

8 A cisterna ou aljube media cerca de dezoito metros de comprimento, seis de largura e nove de altura. Esta estrutura era fundamental para o abastecimento de água para os soldados e para a população em caso de perigo.

9 O castelo foi construído com uma técnica muçulmana designada por soga e tição, os muros eram construídos por pedras ligadas por cal, sendo no fim incendiada ligando toda a estrutura.

10 O castelo foi classificado monumento nacional no dia 16 de Junho de 1910.

11 A lenda de Melides Após a conquista de Santarém, o rei D. Afonso Henriques impôs um cerco a Lisboa, que se estendeu por três meses. Embora o Castelo de Sintra tenha se entregue voluntariamente após a queda de Lisboa, reza a lenda que, nessa ocasião, receoso de um ataque de surpresa às suas forças, por parte dos mouros de Sintra, o soberano incumbiu D. Gil, um cavaleiro templário, que formasse um grupo com vinte homens da mais estrita confiança, para secretamente ali irem observar o movimento inimigo, prevenindo-se ao mesmo tempo de um deslocamento dos mouros de Lisboa, via Cascais, pelo rio Tejo até Sintra. Os cruzados colocaram-se a caminho sigilosamente. Para evitar serem avistados, viajaram de noite, ocultando-se de dia, pelo caminho de Torres Vedras até Santa Cruz, pela costa até Colares, buscando ainda evitar Albernoz, um temido chefe mouro de Colares, que possuía fama de matador de cristãos. Entre Colares e o Penedo, Nossa Senhora apareceu aos receosos cavaleiros e lhes disse: "Não tenhais medo porque ides vinte mas ides mil, mil ides porque ides vinte." Desse modo, cheios de coragem porque a Senhora estava com eles, ao final de cinco dias de percurso confrontaram o inimigo, derrotando-o e conquistando o Castelo dos Mouros. Em homenagem a este feito foi erguida a Capela de Nossa Senhora de Melides ("mil ides").

12 Bibliografia Panfleto da visita ao castelo dos mouros

13 Trabalho realizado por: 7ºA Christopher Nº10 José Nº13 Luís Nº14 Mamadu Nº16


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