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Texto A Pérez A. & Tortosa, F. (1993). La psicologia tal como la ve John B. Watson. In Quiñones, E.; Tortosa, F. & Carpintero, H. Historia de la psicología.

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1 Texto A Pérez A. & Tortosa, F. (1993). La psicologia tal como la ve John B. Watson. In Quiñones, E.; Tortosa, F. & Carpintero, H. Historia de la psicología. Ed. Tecnos: Madrid Neste texto, expõem-se as intenções do pai do behaviorismo: eliminar a consciência enquanto objecto de estudo da psicologia propor uma nova era de estudo científico do comportamento a introspecção é igualmente banida enquanto método, devido à sua subjectividade

2 Texto B Escrivá, M. V. (1993). Freud y el psicoanálisis. In Quiñones, E.; Tortosa, F. & Carpintero, H. Historia de la psicología. Ed. Tecnos: Madrid Nesta conferência, de nome Psicanálise, incluída nas 5 conferências proferidas na Clark University em 1909, Freud aborda várias das temáticas centrais da sua teoria: a etiologia sexual das neuroses, o seu carácter psicológico e a importância do trauma a importância da resistência e dos vários mecanismos de defesa a exploração do inconsciente através da interpretação dos sonhos e dos actos falhados o fenómeno da transferência

3 Texto C Freud, Sigmund (1998). Notas sobre um caso de neurose obsessiva (O homem dos ratos). Rio de Janeiro: Imago Editora Conflito Psíquico Sintomas CompulsivosPensamento Ideias obsidiantes, compulsão a realizar actos indesejáveis, luta contra estes pensamentos e estas tendências, ritos esconjuratórios, etc. Caracterizado pela ruminação mental, a dúvida, os escrúpulos, e que leva a inibições do pensamento e da acção.

4 Texto C - continuação - Freud definiu a Especificidade Etiopatogénica da Neurose Obsessiva: Mecanismos (deslocamento, isolamento, anulação retroactiva) Pulsional (ambivalência, fixação na fase anal, regressão) Tópico (relação sado-masoquista interiorizada sob a forma de tensão entre o ego e um superego particularmente cruel) Inconsciente – Associação Livre Sexualidade Infantil Interpretação dos Sonhos

5 Texto D Freeman, Frank (1990). Teoria e prática dos testes psicológicos (Tradução de Maria José Miranda, 3ª edição) (Cap. I, pp. 3-27). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian (Obra original publicada em 1962) Mais de 100 anos de experiência na investigação e utilização de testes psicológicos O interesse pela «deficiência mental», França séc. XIX Francis Galton, Alfred Binet e James Cattell Os testes de personalidade, os testes projectivos (ex. Rorschach) Os testes revelaram-se de grande importância na prática psicológica, nos campos da educação, do diagnóstico, do tratamento clínico, do comércio, da indústria, da selecção de pessoal, incluindo as forças armadas, na diferenciação de capacidades intelectuais, etc. Grande valor dos testes psicológicos nas mãos de pessoas devidamente qualificadas

6 Texto E Pedinielli, Jean-Louis (1999). Introdução à psicologia clínica (Cap. I, pp. 9-35). Lisboa: Climepsi Editores (Obra original publicada em 1994) Surge nos EUA depois da II guerra mundial: uma comissão da APA propõe uma série de recomendações para o seu ensino Daniel Lagache: o objectivo da psicologia clínica é aconselhar, curar ou educar «Sub-disciplina da Psicologia que tem como objecto o estudo, a avaliação, o diagnóstico, a ajuda e o tratamento do sofrimento psíquico, seja qual for a sua origem (...)» Psicologia clínica e psicopatologia Psicologia clínica e psicanálise

7 Texto F Pio Abreu, J. L. (1992). O Modelo do Psicodrama Moreniano. (pp ). Coimbra: Edições Psiquiatria Clínica. Clínica Psiquiátrica do H.U.C. Psicodrama de 5 instrumentos fundamentais: protagonista cenário ego(s) auxiliar(es) director auditório Há 3 fases numa sessão de psicodrama: aquecimento dramatização comentários Entre as técnicas utilizadas em psicodrama contam-se: troca de papéis solilóquio duplo (dobragens) espelho interpolação de resistências

8 Texto G Trindade, I.; Teixeira, J. (2000). Psicologia nos cuidados de saúde primários (pp. 9-46). Lisboa: Climepsi Editores História da Psicologia da Saúde em Portugal Estudos realizados em vários países mostram que as contribuições específicas da Psicologia nos cuidados de saúde primários podem ser relevantes para: promover a saúde promover estilos de vida mais saudáveis prevenir doenças relacionadas com o comportamento ajudar a lidar com crises pessoais ou familiares melhorar a adesão a tratamentos reduzir custos com exames e tratamentos modificar padrões de consumo inadequado de consultas contribuir para a humanização e qualidade dos serviços O psicólogo como técnico superior de saúde especialista, em Portugal

9 Texto H Pio Abreu, J. L. (2001). Como tornar-se doente mental (pp ). Coimbra: Quarteto No último capítulo do livro, são apresentados diversos eixos centrais para a saúde/doença mentais: A imagem de nós e a importância que os outros significativos têm na sua construção as regras e a importância do seu conhecimento, da exploração dos seus limites e da sua crítica o aprender a lidar com a diversidade e em particular com as novas formas de família nuclear a importância de gerir as relações entre sentimentos e razão o conhecimento das nossas personagens internas e dos nossos públicos a delicada gestão entre o público e o privado, entre a transparência e o segredo


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