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Em 2009, uma pesquisa mundial feita pelo Gallup Word Poll mediu o grau de satisfação com a vida em 144 países. As pessoas precisavam responder quão felizes.

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1 Em 2009, uma pesquisa mundial feita pelo Gallup Word Poll mediu o grau de satisfação com a vida em 144 países. As pessoas precisavam responder quão felizes estavam numa escala de 0 a 10. A média 7 atribuída pelos brasileiros colocou o país no ranking mundial, seis posições à frente da própria colocação no ranking anterior, de Considerando o PIB per capita, que colocava o Brasil em torno do 50° lugar no mundo, esse desempenho já chamava a atenção. A vida do brasileiro está melhorando mais que o Brasil.

2 Quando os pesquisadores do Gallup perguntaram sobre a expectativa de felicidade para 2014, o Brasil virou campeão mundial. Com nota 8,7, apareceu em primeiro lugar na lista dos 144 países. Agora, dois anos depois, uma ampla pesquisa constatou que o otimismo do brasileiro está calçado na realidade econômica, reflete a melhoria da vida no presente e, a despeito dos problemas, esta em ascensão.

3 O otimismo parece fazer parte da psicologia brasileira mesmo em momentos de crise. Quando as coisas vão bem para o país,como agora, ele transborda. A que se deve isso? Entre 2001 e 2010, segundo cálculos do economista Marcelo Neri, da FGV/RJ, a renda dos 50% mais pobres cresceu 68%, enquanto no topo da pirâmide, entre os 10% mais ricos, o avanço foi de apenas 10%. A desigualdade está caindo há mais de uma década, de forma ininterrupta. É um dado espetacular.

4 Mais de 100 milhões de pessoas, que representam um pouco mais da metade da população do país, com renda total estimada em quase 1 trilhão de reais, formam a nova classe média, a chamada classe C. Estes brasileiros serão o principal foco tanto das ações governamentais quanto das estratégias competitivas das empresas.

5 Após melhorarem de vida, aumentando a renda e tendo acesso a linhas de crédito para a realização de sonhos antes distantes, os emergentes não aceitaram retrocesso.

6 A mãe é o personagem que personifica a ascenção social da nova classe média. Pense em uma mulher na faixa dos 30 anos,com curso superior completo, usuária habitual da internet. Essa mulher, que assumiu o posto de chefe de família, que determina quase toda a distribuição do orçamento doméstico, ganha dia após dia mais poder social.

7 Com níveis de escolaridade mais elevados que os atingidos pelos seus pais, os jovens são agora os verdadeiros formadores de opinião da nova classe média. Foram eles os agentes que abriram as portas tecnológicas para familiares, amigos, vizinhos.Mesmo a compra de uma geladeira nova, por exemplo, não é efetuada sem antes passar por eles, responsáveis por fazer pesquisas virtuais, evitando que a mãe tenha de bater perna durante horas.

8 Os emergentes são os mais otimistas, são os que mais acreditam que a vida vai melhorar nos próximos anos. Em relação aos pessimistas, eles são mais empreendedores, os que mais pesquisam preços e os que mais acreditam na educação como alavanca para ascensão social. Nunca esqueça, os otimistas podem mais.

9 O que os profissionais da publicidade tem que entender é que faz tempo que esse público deixou de ser nicho de mercado. Hoje ele é o próprio mercado. Se depender da nova classe média, o futuro é logo ali e veio pra ficar.

10 1,1 milhão de domésticas abandonaram a profissão nos últimos 4 anos. Com maior escolaridade, foram buscar trabalho como operadoras de telemarketing, balconistas, operárias..... Com a demanda maior que a oferta, aumentou o pagamento.....O salário médio para os 5,6 milhões de brasileiros que permaneceram no serviço doméstico cresceu 43,5% na última década, enquanto o rendimento médio do trabalhador brasileiro subiu 25%. Fonte: Organização Internacional do Trabalho (OIT),IBGE e Instituto Data Popular

11 A educação é o eixo da mudança de rumo. Veja os dados: - o brasileiro tem em média 7,2 anos de estudo, em 1960 esta média era de 1,8 ano; - entre a população economicamente ativa, com mais de 18 anos, metade dos trabalhadores tem mais de 12 anos de estudo, há 10 anos atrás este índice era abaixo dos 30%.

12 Com mais anos de estudo, as jovens que no passado trabalhariam em serviços domésticos podem agora escolher profissões sem o estigma social que cerca o trabalho doméstico. Trocar de carreira é a oportunidade que essas mulheres têm de realizar seu sonho de usar o elevador social e entrar pela porta da frente ( diz a antropóloga Carla Barros da Escola Superior de Propaganda e Marketing do Rio de Janeiro)

13 O Nordeste deixou de ser um exportador de empregadas e babás. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Pnad, nordestinos migraram para o Sudeste entre 2001 e 2009, bem menos que nos 5 anos anteriores onde o número de migrantes era de

14 Segundo o demógrafo Tadeu Oliveira, do IBGE: O Brasil caminha para um cenário no qual não haverá mais polos de atração populacional, mas sim rotatividade. O saldo entre as pessoas que saem de um lugar e as que chegam será próximo de zero. Já vemos isso em dezesseis dos 27 estados.

15 Fontes: Revista Época – edição 700 de 17/10/2011-O otimismo geral da nação por Ricardo Mendonça Revista Veja – edição 2239 de 19/10/2011 – A escalada das domésticas por Gabriela Carelli Revista Carta Capital – edição 660 de 24/08/2011 – Maioria Absoluta por Renato Meirelles

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