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INES- DESU Profa. Angela 2013.1. MATERIAIS PARA PESQUISA.

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Apresentação em tema: "INES- DESU Profa. Angela 2013.1. MATERIAIS PARA PESQUISA."— Transcrição da apresentação:

1 INES- DESU Profa. Angela

2 MATERIAIS PARA PESQUISA

3 Propriedades das narrativas Sequencia natural de eventos, envolvendo seres humanos como personagens. EX: contar histórias Tem origem na Poética de Aristóteles. O papel que o contar histórias desempenha na conformação dos fenômenos sociais. NARRATIVA COMO FORMA DISCURSIVA = método de pesquisa muito comum nas ciências sociais

4 Entrevista narrativa como coleta de dados A narrativa está presente no mito, lenda, fábula, conto, novela, história, tragédia, drama,comédia, mímica, pintura, vitrais de janelas, cinema, histórias em quadrinhos, notícias, conversação. Começou com a própria história da humanidade. Nunca existiu um povo sem narrativa. Não se importando com boa ou má literatura, a narrativa é internacional, transcultural: ela está simplesmente ali como a própria vida (Gaskell, p. 91, 2012)

5 Exemplos de narrativas

6 Contar histórias segundo Ricoeur Narrador coloca um número de ações e experiências em uma sequência Ações de um determinado número de personagens Agem conforme as situações mudam Evidência de elementos ocultos dos personagens citados (implícitos) Pode ser uma narrativa cronológica:sequência de episódios. EX: novelas Ou um enredo com demarcações de início e fim Ex: filmes

7 Pesquisa qualitativa com entrevista narrativa ENTREVISTADOS da LSB vídeo Nélson Pimenta e Luiz Carlos Freitas (LSB Vídeo)... trabalho e pesquiso os surdos e a cultura surda desde 1991, em contato direto com essa população, da qual faço parte. Ao longo deste tempo venho desenvolvendo livros, material audiovisual, jogos educativos e outros materiais identitários com o objetivo de contribuir para a formação e fortalecimento da identidade surda por meio da difusão da língua de sinais, que é a missão da empresa LSB Vídeo, nome de fantasia de LSB – Língua de Sinais Brasileira Ltda., da qual sou sócio fundador ao lado de Luiz Carlos Barros de Freitas, mestre em Design,... minha formação é em teatro e cinema.Temos treze anos de trabalho de criação e produção de material didático.

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9 Narrativas em Língua de sinais O autor explora a importância da criação de uma conexão afetiva entre o expectador surdo e o material a ser aprendido ( ex: material em língua de sinais, visual, etc) (Pimenta, p. 55, 2012) Freitas (2009) afirma que existem situações de falta de conexão afetiva entre o expectador surdo e determinados assuntos por terem sido estes trazidos em situações de narrativa feitas ou em uma língua que o surdo não domine ou, ainda, em uma produção em língua de sinais com seus textos tipicamente informativos ou operativos, distanciando o expectador surdo do assunto e também criando dificuldades de entendimento.

10 Ex: narrativas em língua de sinais Fonte: Livro digital em DVD 6 Fábulas de Esopo em LSB v.2Livro digital em DVD 6 Fábulas de Esopo em LSB v.2

11 Narrativas em Língua de sinais: recursos linguísticos constituidores de uma narrativa de cunho imagético Narrativas quando usados nas produções em língua de sinais, contribuem de maneira decisiva para a ambientação do interlocutor na cena narrada (Pimenta, 2012, p. 105). Ex: utilização de planos cinematográficos para determinação do ritmo narrativo

12 classificadores Em uma narrativa em língua de sinais, os classificadores poderiam ser comparados aos recursos do cinema que dão vida às cenas, ao que é narrado por meio dos sinais, planos e demais recursos, pois são os classificadores que criam e demonstram as especificidades do que está sendo narrado

13 Classificadores: antropomorfismo + CL uva

14 Estratégias linguísticas. EX:TEDxIslay - Wayne Betts Jr - Deaf Lens, Time:10:40

15 Lente surda GALLAUDET FILM: Assista ao filme GALLAUDET FILM

16 Entrevista narrativa como coleta de dados A entrevista narrrativa (EN) : Objetivo: encorajar o entrevistado a contar a história sobre algum acontecimento importante de sua vida e do contexto social Teóricos: Schutze e Jovchelovitch; sugerem reconstruir acontecimentos sociais a partir da perspectiva dos informantes, tão diretamente quanto possível.

17 Entrevista narrativa como coleta de dados Esquema auto gerador da narrativa: 1) textura detalhada: necessidade de dar informação detalhada a fim de dar conta da transição entre as ações.Quanto menos o ouvinte conhece, mais detalhes serão dados 2) Fixação de relevância: a narrativa dos acontecimentos segue a ordem de relevância da visão de mundo do narrador 3) Fechamento da Gestalt: sentido de totalidade com começo, meio e fim

18 Entrevista narrativa como coleta de dados Método: pesquisa qualitativa, pois é uma forma de entrevista não estruturada, de profundidade, com características específicas. Não segue o fluxo PERGUNTA-RESPOSTA- na qual o entrevistador impõe estruturas fixas (tema, ordem de perguntas, possui uma linguagem própria). A influência do entrevistador deve ser mínima, com ambiente propício evitando uma pré-estruturação da entrevista pois emprega um meio de comunicação cotidiana: o contar e escutar história. O informante usa sua linguagem espontânea(cotidiana) Estrutura : As regras básicas de contar histórias

19 Entrevista narrativa FASES PRINCIPAIS FASESREGRAS PREPARAÇÃOExploração do campo/Formulações de questões exmanentes: aquelas nas quais o entrevistador está interessado 1. INICIAÇÃOFormulação do tópico inicial para narração 2. NARRAÇÃO CENTRALNÃO INTERROMPER. Somente encorajamento não verbal para continuar a narração 3. FASE DE PERGUNTASIr de perguntas exmanentes para imanentes: vocabulário e referências do informante. PERGUNTAS: Somente: O quê aconteceu então? não dar opiniões ou fazer perguntas sobre atitudes. Não discutir sobre contradições. Não fazer perguntas do tipo: por quê? 4. FALA CONCLUSIVAPARAR A FILMAGEM/gravação São permitidas perguntas por quê? Fazer anotações imediatamente depois da entrevista Gaskell, 2002, p.97

20 Entrevista narrativa- preparação 1. -Formulação do tema principal: relativo ao material didático escolhido-vídeo; 2. O pesquisador deve criar familiaridade com o campo de estudo:ler documentos, fazer investigações e com bases em seus interesses formular as questões exmanentes; 3. O informante traz questões imanentes –( Faz parte do ser ):temas, tópicos e relatos que surgem durante a narrativa; 4. Traduzir questões exmanentes em questões imanentes, ancorando questões exmanentes na fase de perguntas (fase 3), utilizando a própria linguagem do entrevistado.

21 Entrevista narrativa- iniciação 1. Situar e contextualizar a entrevista com o propósito da pesquisa; 2. Explicar brevemente o procedimento da EN: as fases da EN; 3. Introdução do tema central da entrevista que irá deslanchar o processo da narração (ver regras na pág. 98)

22 Entrevista narrativa- narração central 1. Escuta ativa, apoio não verbal; pergunte-se mentalmente ou escreva no papel as perguntas da próxima fase; 2. Tendo sinalizado o término da história pergunte: É tudo que gostaria de contar? FASE de QUESTIONAMENTO: 1. Não faça perguntas do tipo: por quê?. Utilize perguntas que se refiram aos acontecimentos: o que aconteceu depois?; 2. Traduzir questões exmanentes em questões imanentes: O quê vc quis dizer com fato de ter citado Não aponte contradições na narrativa, evitando a racionalização. O entrevistador deve fazer o fechamento da gestalt-totalidade da narrativa

23 Entrevista narrativa- fala conclusiva Com a filmagem interrompida podem acontecer discussões interessantes, na forma de comentários informais Neste momento o entrevistador pode usar o por quê? Permitindo ao informante fechar teorias que têm sobre si mesmos e sobre o seu trabalho. Essas falas poderão contribuir para a análise do conteúdo da entrevista

24 Entrevista narrativa como coleta de dados AS FASES 1,2 e 3 são filmadas/gravadas para transcrição literal (LIBRAS- para língua portuguesa escrita), precisa de consentimento de uso de imagem autorizada pelo informante (pegar o termo de consentimento com a professora). ANÁLISE E ELABORAÇÃO DA APRESENTAÇÃO DO MATERIAL : (segunda etapa do trabalho=P2). Esta etapa exige a edição e montagem do resultado da entrevista. Deve ser criativa e pode ser utilizado diferentes recursos de imagem e texto

25 Referências Pimenta N. A tradução de fábulas seguindo aspectos imagéticos. a linguagem cinematográfica e da língua de sinais. Dissertação de mestrado.Programa de Pós Graduação em Estudos da Tradução da Universidade Federal de Santa Catarina,Florianópolis, 2012 TEDxIslay - Wayne Betts Jr - Deaf Lens, disponível em: FREITAS, Luiz Carlos Barros de. A Internet e a educação a distância dos surdos no Brasil: Uma experiência de integração em um meio excludente. GASKELL G., BAUER M. Pesquisa qualitativa com texto, imageme som. Vozes, Petrópolis, Gallaudet university:


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