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COMPARAÇÃO DE DOSES NA ENTRADA DA PELE ENTRE EXAMES DE MAMOGRAFIA DIGITAL E CONVENCIONAL 1 DE MAMOGRAFIA DIGITAL E CONVENCIONAL 1 Resumo A mamografia é

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Apresentação em tema: "COMPARAÇÃO DE DOSES NA ENTRADA DA PELE ENTRE EXAMES DE MAMOGRAFIA DIGITAL E CONVENCIONAL 1 DE MAMOGRAFIA DIGITAL E CONVENCIONAL 1 Resumo A mamografia é"— Transcrição da apresentação:

1 COMPARAÇÃO DE DOSES NA ENTRADA DA PELE ENTRE EXAMES DE MAMOGRAFIA DIGITAL E CONVENCIONAL 1 DE MAMOGRAFIA DIGITAL E CONVENCIONAL 1 Resumo A mamografia é um exame que utiliza raios-x de baixa energia na detecção precoce do câncer de mama, objetivando produzir imagens de alta resolução e contraste utilizando a menor dose de radiação possível. Este método diagnóstico foi o último a ser digitalizado, devido à complexidade do sistema receptor de imagem necessário para o detalhamento de tecidos com densidades muito similares. Observa-se que com o advento da mamografia digital há uma redução dos parâmetros técnicos (kVp e mAs) envolvidos na realização do exame quando comparado ao sistema tela-filme convencional. Esta redução dos parâmetros ocasionaria teoricamente uma redução da dose na entrada da pele do paciente. Logo, objetivou-se esta comparação de dose na entrada da pele entre mamografia digital e convencional. Para a realização deste projeto foram comparadas as doses de dois equipamentos de mamografia, sendo um digital do fabricante GE, modelo Senographe 2000D e o outro convencional do fabricante GE, modelo Senographe 700 (ambos de propriedade da clínica SIDI Medicina por Imagem). As medidas de doses foram obtidas com auxílio de uma câmara de ionização do fabricante Radcal Corporation, modelo 9015 e da probe do mesmo fabricante, modelo 10X5 - 6M. Para a simulação da mama foram confeccionadas quatro placas de PMMA (polimetil-meta-acrilato), duas com espessura de 20mm, uma de 10mm e outra de 20mm, porém com possibilidade de inserção da probe em sua área central, sendo todas as placas 130X180 mm de área. Em consenso com a redução dos parâmetros técnicos, para a amostra em estudo e utilizando-se o sistema automático de exposição dos mamógrafos, a dose na entrada da pele em mamografia convencional é maior que a digital, sendo mais evidenciada para espessuras maiores de mama. Marcel Zago Botelho 2, Caroline Gurski Torunsky 2 Raquel Braz Brasil 2, Lídia Tamiozzo 2, Aline Alves de Moraes 2 e Rochelle Lykawka 3 Marcel Zago Botelho 2, Caroline Gurski Torunsky 2, Raquel Braz Brasil 2, Lídia Tamiozzo 2, Aline Alves de Moraes 2 e Rochelle Lykawka 3 METODOLOGIA Para a realização deste projeto foram comparadas as doses de dois equipamentos de mamografia, sendo um digital do fabricante GE, modelo Senographe 2000D e o outro convencional do fabricante GE, modelo Senographe Projeto de Extensão - Serviço de Investigação Diagnóstica SIDI S.A. ou SIDI Medicina por Imagem; 2 Aluno do Curso de Física Médica – UNIFRA; 3 Professora Orientadora do Curso de Física Médica – UNIFRA; As medidas de doses foram obtidas com auxílio de uma câmara de ionização do fabricante Radcal Corporation, modelo 9015 e da probe do mesmo fabricante, modelo 10X5 - 6M. Para a simulação da mama foi confeccionado quatro placas de PMMA (polimetil-meta-acrilato), duas com espessura de 20mm, uma de 10mm e outra de 20mm, porém com possibilidade de inserção da probe em sua área central, sendo todas as placas 130X180 mm de área. Com a finalidade de determinar os parâmetros técnicos (tensão de pico, carga transportável, foco, combinação pista-filtro) para posterior exposição da probe para as medidas das doses foi irradiado o simulador para diferentes espessuras utilizando o controle automático de exposição (AEC) específico de cada equipamento. Desta forma obtêm-se a aproximação da medida real da doses dos pacientes em exames mamográficos de rotina. A determinação dos parâmetros técnicos foi utilizada na seleção do modo manual para a exposição do simulador com a inserção da câmara de ionização, variando sua espessura, de 20 mm a 70 mm. Esses procedimentos foram repetidos para a obtenção das medidas no mamógrafo digital e convencional, possibilitando a construção de um quadro comparativo. Espessura (mm) AEC Tensão de pico (kVp) Carga Transportável (mAs) Foco Combinação pista/filtro grossoMo/Mo grossoMo/Mo grossoMo/Mo grossoRh/Rh grossoRh/Rh grossoRh/Rh Espessura (mm) AEC Tensão de pico (kVp) Carga Transportável (mAs) Foco Combinação pista/filtro grossoMo/Mo grossoMo/Mo grossoMo/Mo grossoMo/Mo grossoMo/Mo grossoMo/Mo Espessu ra (mm) Modo Manual - DigitalDoses (mGy) Tensão de pico (kVp) Carga Transportá vel (mAs) Foco Combinaç ão pista/filtro Medida 1 Medida 2 Medida 3 Média das Medida s grossoMo/Mo grossoMo/Mo grossoMo/Mo grossoRh/Rh grossoRh/Rh grossoRh/Rh Espessu ra (mm) Modo Manual - AnalógicoDoses (mGy) Tensão de pico (kVp) Carga Transportá vel (mAs) Foco Combinaç ão pista/filtro Medida 1 Medida 2 Medida 3 Média das Medida s grossoMo/Mo grossoMo/Mo grossoMo/Mo grossoMo/Mo grossoMo/Mo grossoMo/Mo Tabela 4: Parâmetros técnicos utilizados no modo manual e medidas de dose na entrada da pele para diferentes espessuras do mamógrafo analógico. Tabela 3: Parâmetros técnicos utilizados no modo manual e medidas de dose na entrada da pele para diferentes espessuras do mamógrafo digital. Tabela 1: Parâmetros técnicos obtidos através do controle automático de exposição do mamógrafo digital para diferentes espessuras. Senographe 700 Senographe 2000 Digital Câmara de Ionização Radcal 9015 Simulador de PMMA para Mama Comando do Mamógrafo Convencional Senographe 700 CONCLUSÃO Observa-se com este estudo que a dose na mamografia digital diminui significativamente com relação à mamografia convencional conforme aumenta-se a espessura da mama. A medida da dose na entrada da pele em mamografia convencional para espessura de 70 milímetros é 72,55% maior que em mamografia digital. Mesmo para as espessuras menores existe uma diferença entre as doses para cada método, chegando até 28,61% maior a dose na entrada da pele para mamografia convencional em relação à digital em espessuras de 40 milímetros, com combinação pista-filtro igual entre os dois métodos (Mo/Mo). A grande diferença existente é devida à concepção de cada equipamento. A mamografia digital disponibiliza, em seu controle automático de exposição, a combinação pista-filtro Rh/Rh para espessuras acima de 50 milímetros, enquanto o equipamento convencional possui a combinação pista-filtro Mo/Mo para todas as espessuras. O uso de Mo/Mo para grandes espessuras resulta em um aumento do tempo de exposição necessário para a obtenção de uma mesma qualidade de imagem. Para pequenas espessuras a diferença entre as doses é dada pela diferença de parâmetros aplicado no controle automático de exposição, onde a mamografia digital utiliza menor carga transportável que a convencional. Tabela 2: Parâmetros técnicos obtidos através do controle automático de exposição do mamógrafo convencional para diferentes espessuras. Imagem da probe produzida no Mamógrafo Digital Simulador com a Probe no Mamógrafo Convencional Simulador de Mama com a Probe no Mamógrafo Digital Imagem ilustrativa no Mamógrafo Convencional com simulador de Mama, probe e eletrômetro posicionados para a realização das medidas de dose de entrada na pele no sistema tela-filme. As tabelas abaixo apresentam os parâmetros técnicos e os resultados para dose na entrada da pele obtidos para o Mamógrafo Convencional e Digital. Imagem ilustrativa no Mamógrafo Digital com simulador, probe e eletrômetro posicionados para a realização das medidas de dose na entrada da pele.


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