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Com grande biodiversidade, a ecorregião aquática Xingu-Tapajós necessita de legislação que estabeleça áreas de proteção ambiental. O crescimento urbano.

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1 Com grande biodiversidade, a ecorregião aquática Xingu-Tapajós necessita de legislação que estabeleça áreas de proteção ambiental. O crescimento urbano ao longo da BR-163, a exploração madeireira, o desmatamento, o avanço da agricultura de soja e da pecuária e a exploração de recursos minerais têm mobilizado todos que se preocupam com o desenvolvimento sustentável desta região. O desenvolvimento em bases ecologicamente sustentáveis é uma meta que se procura atingir, a fim de preservar para as futuras gerações os recursos naturais e um ambiente sadio e equilibrado (Krebs, 1997). Uma Gestão Territorial e Ambiental efetiva, de forma racional e eficaz, somente é possível através do ordenamento territorial (Lima, 2006). Ecorregião é uma unidade relativamente grande de terra ou água contendo um conjunto distinto de comunidades naturais que compartilham grande parte de suas espécies, dinâmicas e condições ambientais (WWF-Brasil, 2007). Esta escala abrange a maior parte dos processos ecológicos e evolutivos que sustentam a biodiversidade e permite a identificação de áreas críticas a serem conservadas, administradas ou recuperadas para que as metas da conservação sejam alcançadas. O Sistema de Informações Geográficas (SIG) é uma tecnologia de geoprocessamento que engloba o sensoriamento remoto, a digitalização de dados, a automação de tarefas cartográficas, etc.. O Geoprocessamento abarca diversas tecnologias de tratamento e manipulação de dados geográficos através de programas computacionais (CARVALHO et al, 2000). Território, campo de forças, [onde ocorrem] relações de poder espacialmente delimitadas e operando sobre um substrato referencial (Lopes, 2000). É urgente compreender as dificuldades para a organização e ocupação da ecorregião Xingu-Tapajós (e de toda Amazônia), onde vários agentes estão envolvidos: comunidades tradicionais, inclusive povos indígenas, governo, empresas mineradoras e especuladores imobiliários. Objetivo geral do projeto: organizar um banco de dados com informações disponíveis em diferentes fontes, para a estruturação de um sistema de informações georreferenciado. Objetivo específico: apresentar as etapas da construção do SIG e os resultados esperados, que venham contribuir tanto para a gestão ambiental quanto para a gestão territorial desta região. A questão da gestão territorial brasileira passa pela gestão local, regional e nacional, no intuito de distinguir ou definir o uso do território pelos agentes públicos e privados promovendo a integração nacional. Um SIG - Sistema de Informações Geográficas, sendo uma estrutura montada com base em bancos de dados, que incluem textos e imagens, reunirá informações sobre uma distinta região do território nacional na qual se desenvolvem pesquisas científicas promovidas e patrocinadas por instituições governamentais e não-governamentais. O CNPq aprovou o projeto do CT- Hidro Delineamento da Ecorregião Aquática Xingu-Tapajós, que está sendo desenvolvido pelo CETEM - Centro de Tecnologia Mineral, cujo objetivo é reunir dados multidisciplinares sobre o interflúvio Xingu-Tapajós, resultando na estruturação de um sistema de informação geográfica a partir do qual diversas ações relativas ao uso do solo poderão ser tomadas como a criação de unidades de conservação para preservação de espécies em extinção. Um banco de dados com as variáveis geologia, geomorfologia, vegetação e hidrografia permitirá ao governo federal produzir políticas de gestão territorial e uso do solo nesta região onde hoje existem reservas indígenas e um alto índice de devastação da fauna e flora nativas. Aluna: Silvia Machado de Castro Estudante de graduação em Geografia, IGEO/UFRJ O SISTEMA DE INFORMA Ç ÕES GEOGR Á FICAS E A GESTÃO TERRITORIAL BRASILEIRA. ESTUDO DE CASO: A ECORREGIÃO AQU Á TICA XINGU-TAPAJ Ó S Orientação: Prof.º Dr. Paulo Márcio Leal de Menezes CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA METODOLOGIA E DESENVOLVIMENTO INTRODUÇÂO OBJETIVO CONCLUSÕES RESUMO XXIX JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA A ecorregião Xingu-Tapajós, está localizada no interflúvio dos Rios Xingu e Tapajós, entre as coordenadas 5°000S - 15°000S e 50°000W - 60°000W. Inclui as bacias hidrográficas do alto e médio Tapajós e Xingu até a confluência deste último com o rio Acarai, fluindo através do declive norte do escudo brasileiro. É uma área de transição entre o cerrado e a floresta amazônica, com vários enclaves de vegetação aberta. Os dois rios, Tapajós e Xingu, são afluentes do rio Amazonas pela sua margem direita. RESULTADOS E DISCUSSÕES Dos 851,4 milhões de hectares de área territorial brasileira, 418 milhões estão cadastrados no Incra, razão pela qual o ordenamento territorial é tão importante. O Brasil detém grande quantidade de terras públicas grilhadas ou não destinadas pela União, fortemente disputadas pelas suas imensas riquezas naturais, pela ocupação desordenada que foi intensificada a partir da década de 70 e pelas diversas políticas de estímulos a empreendimentos privados por parte do governo federal e dos governos estaduais (Hackbart, 2007). Espera- se que este projeto Delineamento da Ecorregião Aquática Xingu-Tapajós, que propõe a reunião do maior número possível de informações sobre a biota e características físicas de uma das ecorregiões mais ricas em biodiversidade do Brasil, a bacia dos rios Xingu e Tapajós, possa contribuir não somente para a gestão ambiental, inclusive dos recursos hídricos da Amazônia brasileira mas também para políticas públicas de uso e conservação do solo, especialmente no planejamento do ZEE - Zoneamento Ecológico-Econômico dos estados do Mato Grosso e do Pará, orientando na ordenação dos espaços produtivos, nos espaços ocupados por rodovias, garimpos, UC-Unidades de Conservação, com a conseqüente preservação de espécies em vias de extinção e no uso racional dos recursos naturais. As instituições no quadro abaixo são parceiras do CETEM no projeto, autorizando o uso de dados secundários. O projeto de Delineamento da Ecorregião Aquática Xingu-Tapajós está na fase de homogeneização dos arquivos digitais obtidos em variados formatos, gerados a partir de diversos softwares de geoprocessamento e ferramentas de digitalização ou vetorização, sendo esta uma parte bastante trabalhosa do processo. Dados primários obtidos nas coletas de campo serão digitalizados e alimentarão a base dados do SIG. Fig. 1 Bacia Amazônica. Fonte: Fig. 2 Ecorregião Aquática Xingu-Tapajós 1.Pesquisa em bases de dados 2.A questão da escala Ecorregião Aquática Xingu-Tapajós 1: Estruturação dos dados em SIG a.Dados temáticos; b. Dados cadastrais; c. Redes; d. MNT; e. Imagens de Sensoriamento Remoto a. Queimadas na Amazônia Legal c. Rede hidrográfica. Bacia Amazônica d. Isolinhas. Altimetria Etapas para o desenvolvimento das diferentes atividades deste estudo: e. Imagem Landsat b. PIB e População da América do Sul


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