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D epartamento D epartamento O rientação O rientação M ediúnica.

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Apresentação em tema: "D epartamento D epartamento O rientação O rientação M ediúnica."— Transcrição da apresentação:

1 D epartamento D epartamento O rientação O rientação M ediúnica

2 Paulo – I Coríntios, 12 : 1 Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes.

3 Herculano Pires – O Espírito e o Tempo Mediunismo primitivo. Mediunismo oracular e bíblico. Mediunidade positiva.

4 Allan Kardec – O Livro dos Médiuns Natural é, entre os que se ocupam com o Espiritismo, o desejo de poderem pôr em comunicação com os Espíritos. (Introdução) trata-se da Humanidade. (Cap. XX) Não creiais que a faculdade medianímica seja dada para corrigir uma ou duas pessoas, não; o objetivo é maior: trata-se da Humanidade. (Cap. XX)

5 Mudança de Paradigma ImprecisãoPrecisão FragmentaçãoUnidade IncoerênciaCoerência MecanicismoIntencionalidade Do Senso Comum Para Senso Crítico

6 Os sentidos da Educação educação A palavra educação tem origem em dois educare educere. verbos latinos : educare e educere. Educare – Educare – alimentar, transmitir informa- ções a alguém (Estudo). Educere – Educere – extrair, desabrochar, desen- volver algo que está no indivíduo (Educação).

7 Therezinha Oliveira – Reuniões Mediúnicas À luz do Espiritismo, compreendemos que a faculdade mediúnica já existe na criatura. Quem se desenvolve é o médium, que, pelo conhecimento doutrinário e aprendendo as técnicas necessárias, consegue entender o exercício da sua faculdade mediúnica, nele se apurando e disciplinando. (p. 121)

8 Pontos Trabalhados Prática do Trabalho em grupo. Conhecimento de si mesmo. Animismo. Fenômeno mediúnico.

9 O GRUPO

10 Paulo – I Coríntios, 12 : 12, 29 e 30 Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é o Cristo.. Por ventura, são todos apóstolos? São todos profetas? São todos doutores? São todos operadores de milagres? Teem todos o dom de curar? Falam todos diversas línguas? Interpretam todos?

11 Allan Kardec – Livro dos Médiuns Uma reunião é um ser coletivo, cujas qualidades e propriedades são a resultante das de seus membros e formam como que um feixe.

12 O QUE É GRUPO É entendido como um conjunto de pessoas que: São interdependentes na realização de objetivos comuns; Visam a um relacionamento interpessoal satisfatório.

13 PROCESSOS DE GRUPO Os grupos têm, dentro do alcance de suas capacidades, a faculdade de: 1º) reconhecer, definir e resolver seus problemas comuns; 2º) satisfazer suas necessidades comuns; 3º) trabalhar conjuntamente.

14 O EXEMPLO DO CRISTO ESCOLHE SEU COLÉGIO APOSTÓLICO

15 O EXEMPLO DO CRISTO JESUS TRABALHA A AUTO-ESTIMA Vós sois a luz do mundo –Vós sois o sal da terra Chamo-vos amigosChamo-vos amigos Brilhe vossa luz –Brilhe vossa luz

16 Emmanuel – Seara dos Médiuns No conjunto orquestral, cada instrumento deve ajustar-se à melodia, não obstante a maneira particularista com que se externe. Também na equipe de serviço espiritual, cada mente precisa afinar-se com a tarefa embora vibre em diversa expressão.

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18 Paulo – I Coríntios, 14 : 11 Mas um só e o mesmo Espírito opera todas as coisas, repartindo particularmente a cada um.

19 Somente através de um exame da própria realidade, observando-se sem emoção – o que impede os sentimentos de autocompaixão como os de auto- autopromoção, de justificação ou culpa – consegue- se um retrato fiel do que se é, e do que cumpre fazer-se... Joanna de Angelis – O Ser Consciente

20 André Luiz – Nos Domínios da Mediunidade Não podemos realizar qualquer estudo de faculdades medianímicas, sem o estudo da persona- lidade. (p. 34)

21 Hermínio C. Miranda, Diversidade de Carismas A mediunidade é a expressão da sensibi- lidade do médium e, como faculdade hu- mana, guarda características pessoais como o modo de caminhar, o tom de voz a impressão digital, o feitio da letra, o temperamento de cada um. Precisa ser disciplinada sem ser deformada, respei- tando-se o contexto da personalidade...

22 A participação do médium em muitos fenômenos é grande e não se pode desconhecer que, geral- mente, sua personalidade desempenha neles um certo papel. Mas à medida que suas faculdades se desenvolvem, torna-se mais consciente da parte que se lhe pode atribuir e da que corres- ponde aos Espíritos. Leon Denis - Espíritos e Médiuns

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24 Paulo – II Timóteo, 2 : Ora, numa grande casa não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e barro; uns para honra, outros, porém para desonra. De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda a boa obra.

25 André Luiz – No Mundo Maior O animismo vem sendo usado cruelmente pela maioria dos nosso colaboradores encarnados, que fazem dele um órgão inquisitorial quando deveriam aproveitá-lo como elemento educativo. O animismo se converteu em Cérbero. (p. 124)

26 ANIMISMO Conjunto dos fenômenos psíquicos produzidos com a cooperação consciente ou inconsciente dos médiuns em ação. Cap. XXIII - MDM

27 ANIMISMO MISTIFICA- ÇÃO FRAUDE

28 LIVRO DOS MÉDIUNS Questão ª) Como distinguir se o Espírito que responde é o do médium ou do Espírito estranho?

29 Allan Kardec – (LM, Q ª) Resposta Pela natureza das comunicações. Estuda as circunstâncias e a linguagem e distinguirás.

30 Allan Kardec (LM, Q ª) Resposta No estado de sonambulismo, ou de êxtase, é que, principalmente, o Espírito do médium se manifesta, porque então se encontra mais livre. No estado normal é mais difícil. Aliás, há respostas que se lhe não podem atribuir de modo algum. Por isso é que te digo: estuda e observa.

31 LIVRO DOS MÉDIUNS Questão Essa a razão por que, seja qual for a diversidade dos Espíritos que se comunicam com um médium, os dita- dos que este obtém, embora proceden- do de Espíritos diferentes, trazem, quanto à forma e ao colorido o cunho que lhe é pessoal...

32 ANDRÉ LUIZ Nos Domínios da Mediunidade – p. 15 A mente permanece na base de todos os fenômenos mediúnicos.

33 Divaldo P. Franco – Mediunidade: encontro com Divaldo, p. 20 Na mediunidade, o animismo ou a comu- nicação que resulta do ser encarnado é inevitável. Naturalmente, o animismo está presente no mediunismo. Quando come- çamos a educação da mediunidade, diga- mos que somos 80% anímicos e 20% mediúnicos. À medida que vamos educando a faculdade, diminuímos a dosagem do fenômeno anímico...

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35 Mateus, 16 : 13 E, chegando Jesus às partes da Cesáreia de Filipo, interrogou os seus discípulos, dizendo: quem dizem os homens ser o Filho do homem?

36 Mateus, 16 : E eles disseram: uns João Batista, outros Elias, e outros Jeremias ou um dos profetas. Disse-lhes Ele: E vós, quem dizeis que eu sou?

37 Mateus, 16 : E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo. E Jesus, respondendo disse-lhe: Bem aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai que está nos céus.

38 Allan Kardec – LM, cap. XIX, item 328 A instrução espírita não abrange apenas o ensino moral que os Espírito dão, mas também o estudo dos fatos. Incumbe-lhe a teoria de todos os fenômenos, a pesquisa das causas, a comprovação do que é possível e do que não é; em suma, a observação de tudo que possa contribuir para o avanço da ciência.

39 O estudo dos fenômenos é de importância capital, pois que nele é que se baseia inteiramente o Espiritismo. Muitas vezes, porém, a ausência de método, a falta de continuidade e direção nas experiências tornam estéreis a boa-vontade dos médiuns. Léon Denis – No Invisível, p. 89

40 Estudo e aprimoramento moral do médium

41 Emmanuel – Seara dos Médiuns Não é a mediunidade que te distingue. É aquilo que fazes dela.


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