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1 1/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 1 Custos Industriais o instrumento de informações para a tomada de decisões dentro e fora da empresa Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira

2 2/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Currículo Resumido do Professor Ualison Rébula de Oliveira é Doutor em Engenharia (ênfase em Engenharia de Produção) pela UNESP, Mestre em Sistemas de Gestão da Qualidade pela UFF, Especialista em Gestão Empresarial, Finanças Empresariais, Administração Estratégica, Gestão de Recursos Humanos, Graduado em Engenharia Mecânica e em Administração de Empresas. Possui 15 anos de experiência profissional em Finanças Corporativas adquirida em instituição financeira de grande porte. Atualmente presta consultoria nas áreas de FINANÇAS, GESTÃO DE PROCESSOS e QUALIDADE. É professor em disciplinas com foco em Finanças e Custos em cursos de Pós-Graduação e professor em disciplinas com foco em Gestão de Processos e Qualidade em cursos de Graduação. No ano de 2009 teve sua Tese de Doutorado (tema versa sobre Flexibilidade de Manufatura em Montadora de Veículos) eleita pela Associação Brasileira de Engenharia de Produção como uma das duas melhores Teses de Doutorado em Engenharia de Produção de todo o Brasil.

3 3/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Bibliografia recomendada para acompanhamento das aulas

4 4/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 1)Introdução, Conceituação de custos, Contabilidade Financeira, Contabilidade de Custos e Postulados Contábeis; 2)Terminologia Contábil básica; 3)Classificações e Nomenclaturas de Custo; 4)Princípios Contábeis aplicados a Custo; Princípio da Partida dobrada; 5)Demonstrativos Financeiros (Balanço Patrimonial e Resultado); 6)O uso de indicadores financeiros; 7)Apuração de resultado com consideração de estoques; 8)Métodos de valorização de estoques; 9)Sistemas de custeio: Propriedades e características dos sistemas de custeio; 10)Custeio por Absorção sem Departamentalização; 11)Custeio por Absorção com Departamentalização. Custeio Variável Direto; 12)Custeio por Atividade; 13)Custeio padrão; 14)A relação Custo x Volume x Lucro; 15)Alavancagem Operacional; 16)Análise de custos para a Tomada de Decisão; 17)Determinação do Preço de Venda e Formação de preços. Ementa da disciplina segmentada em tópicos (Sumário Geral)

5 5/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Observações Relevantes O presente material não é uma apostila! É apenas um referencial para que o professor possa ministrar o conteúdo da ementa de forma organizada; O presente material não substitui os livros indicados como referência bibliográfica; O presente material não esgota (não concentra) todo o conteúdo que será proferido pelo professor em sala de aula; Os exercícios que se encontram nesse material servem de base e referência para que os alunos possam buscar e pesquisar outros exercícios nas bibliografias sugeridas no slide 3, não esgotando, assim, os exercícios que poderiam ser cobrados em uma avaliação; O aluno que desejar escrever algum artigo sobre custos industriais em conjunto com o professor Ualison, deverá se manifestar com antecedência de dois meses ao prazo final de submissão do artigo.

6 6/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Custos Industriais Contabilidade GeralContabilidade de Custos A finalidade da Contabilidade é a de controlar o Patrimônio com o objetivo de fornecer informações sobre a sua composição e suas variações. A finalidade da Contabilidade de Custos está no auxílio ao controle e a ajuda na tomada de decisões.

7 7/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira - É a ciência que estuda a formação e variação do Patrimônio; - É a ciência que estuda, registra e controla o Patrimônio das Entidades com fins lucrativos ou não; - Instrumento de informações para a tomada de decisões dentro e fora da empresa. - Todas as movimentações possíveis de mensuração monetária são registradas pela contabilidade, que, em seguida, resume os dados registrados em forma de relatórios (contábeis). Definição de Contabilidade Financeira Uma empresa sem boa contabilidade é como um barco, em alto-mar, sem bússola.

8 8/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira - É o ramo da contabilidade que se destina a produzir informações para diversos níveis gerenciais de uma entidade, como auxílio às funções de determinação de desempenho, e de planejamento e controle das operações e de tomada de decisões, bem como tornar possível a alocação mais criteriosamente possível dos custos de produção aos produtos;contabilidadeplanejamento -A contabilidade de custos coleta, classifica e registra os dados operacionais das diversas atividades da entidade, denominados de dados internos, bem como, algumas vezes, coleta e organiza dados externos. Uma empresa sem boa contabilidade é como um barco, em alto-mar, sem bússola. Definição de Contabilidade de Custos

9 9/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Contabilizados Relatórios Contábeis Dados Coletados Dados Coletados Dados Coletados Demonstrações Financeiras (Contábeis) (Obrigatórios pela legislação brasileira) Usuários Demonstrativos Financeiros

10 10/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Balanço Patrimonial (BP) Demonstração de Resultado do Exercício (DRE) Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) Demonstrações de Fluxo de Caixa (DFC) Notas Explicativas Relatório da Administração Parecer dos Auditores Independentes Principais Demonstrativos Financeiros

11 11/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Balanço Patrimonial Notas Explicativas D.R.E. D.O.A.R. Notas Explicativas

12 12/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Relatório da Administração Informações aos acionistas, desempenho, perspectivas relativas a estratégias de vendas, compras, produtos, expansão, efeitos conjunturais, legislação, política financeira, de recursos humanos, resultados alcançados, planos, previsões etc..Se relata livremente aquilo que julga importante.

13 13/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Relatório da Administração

14 14/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Notas Explicativas São dados e informações que ora complementam as demonstrações financeiras; taxas de juros, vencimentos e garantias de obrigações, critérios contábeis (avaliação de estoques, depreciações, provisões) Garantias prestadas a terceiros, espécies de ações do capital social, eventos relevante subsequentes à data do balanço. Auxiliam a fazer avaliação mais ampla da empresa.

15 15/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Notas Explicativas

16 16/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Parecer dos Auditores Independentes Obrigatório para as companhias abertas. Os auditores são contadores que, sem manter vínculo empregatício, são contratados para emitir opiniões sobre a correção e veracidade das demonstrações financeiras

17 17/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Parecer dos Auditores Independentes

18 18/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Demonstrações Financeiras Padronizadas As demonstrações financeiras fornecem uma série de dados sobre a empresa, de acordo com regras contábeis. A análise destas demonstrações visa transformar esses dados em informações e será tanto mais eficiente quanto melhores informações produzir.

19 19/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Balanço Patrimonial - Ativo

20 20/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Balanço Patrimonial - Passivo

21 21/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Demonstrativo de Resultado de Exercício

22 22/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Demonstrativo das Origens e Aplicações de Recursos

23 23/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira - O mais importante relatório contábil. - Identifica-se com ele, a saúde financeira e econômica (no fim do ano ou qualquer data prefixada) Balanço Patrimonial AtivoPassivo e Patrimônio Líquido Balanço Patrimonial

24 24/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Lado EsquerdoLado direito Ativo Passivo e PL Bens Máquinas Veículos Estoque Dinheiro Direitos Títulos a receber Depósitos em Bancos Obrigações Fornecedores Salários a Pagar Empréstimos Bancários Impostos a Pagar Patrimônio Líquido Capital Social Reservas de Lucros Lucros Acumulados Balanço Patrimonial

25 25/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Conjunto de bens e direitos de propriedade da empresa. São itens positivos do patrimônio (Proporcionam ganho para a empresa): Contas a Receber Estoque de Produtos Acabados Máquinas e Equipamentos Prédios próprios Como considerar outros ativos? Prédios alugados Arrendamento de veículos, equipamentos etc. Balanço Patrimonial - ATIVO Evidencia os bens e direitos da da empresa.

26 26/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Conjunto de obrigações exigíveis da empresa. PASSIVO EXIGÍVEL (CAPITAL DE TERCEIROS) Recursos de Terceiros (dinheiro) Capital de Terceiros Fornecedores (de mercadorias) Funcionários (salários) Governo (impostos) Bancos (empréstimos) etc. PATRIMÔNIO LÍQUIDO Evidencia o Endividamento da empresa. Balanço Patrimonial - PASSIVO Evidencia o Direito dos Sócios. Patrimônio Líquido = Ativo (bens + direitos) – Passivo Exigível (obrigações exigíveis)

27 27/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Capital = Recursos Capital próprio = Recursos (financeiros ou materiais) dos proprietários (sócios ou acionistas). = Patrimônio Líquido + = Capital Total Capital de Terceiros = Capital Alheio Passivo = Obrigações = Balanço Patrimonial – Capital próprio e de Terceiros

28 28/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Ativo Passivo e PL Bens Máquinas Veículos Estoque Dinheiro Direitos Títulos a receber Depósitos em Bancos Obrigações (Capital de Terceiros) Patrimônio Líquido (Capital Próprio) Balanço Patrimonial Capital Total Balanço Patrimonial – Capital próprio e de Terceiros

29 29/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Ativo Passivo e PL Bens Máquinas Veículos Estoque Dinheiro Direitos Títulos a receber Depósitos em Bancos Obrigações Fornecedores Salários a Pagar Empréstimos Bancários Impostos a Pagar Patrimônio Líquido Capital Social Reservas de Lucros Lucros Acumulados Balanço Patrimonial Aplicações Origens Todos os Recursos entram pelo Passivo e PL. Aplicações dos Recursos que teve origem (Passivo e PL) = Balanço Patrimonial – Origens e Aplicações

30 30/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Balanço Patrimonial AtivoP e PL (origens) Aplicações De terceiros e próprio $$$$$$$$ $$$ $ $$$$$$$$ Proprietários (PL) Fornecedores Governo Bancos Financeiras etc. Caixa Estoque Máquinas Imóveis etc. Balanço Patrimonial – Origens e Aplicações

31 31/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira ATIVOPASSIVO CirculanteCirculante Permanente Realiz. L.P. Patrim. Líquido Exig. L.P. Valores disponíveis e conversíveis dentro do período Recursos dos Proprietários ou Sócios da Empresa Exigível NÃO obrigatório Obrigações com terceiros que se vencem além do período. Exigível obrigatório Obrigações com terceiros que vencem no período. Exigível obrigatório Valores conversíveis além do período Investimentos de caracter permanente ou que beneficiam exercícios futuros Balanço Patrimonial – Grupo de Contas

32 32/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira AtivoPassivo e Patrimônio Líquido Circulante Compreende contas que estão constantemente em giro - em movimento, sua conversão em dinheiro ocorrerá, no máximo, até o próximo exercício social. Realizável a Longo Prazo Incluem-se nessa conta bens e direitos que se transformarão em dinheiro após o exercício seguinte. Permanente São bens e direitos que não se destinam a venda e têm vida útil longa, no caso de bens. Investimento São as aplicações de caráter permanente que geram rendimentos não necessários à manutenção da atividade principal da empresa. Imobilizado Abarca itens de natureza permanente que serão utilizados para a manutenção da atividade básica da empresa. Diferido São aplicações que beneficiarão resultados de exercícios futuros. Circulante Compreende obrigações exigíveis que serão liquidadas no próximo exercício social: nos próximos 365 dias após o levantamento do balanço. Exigível a Longo Prazo Relacionam-se nessa conta obrigações exigíveis que serão liquidadas com prazo superior a um ano - dívidas a longo prazo. Patrimônio Líquido São recursos dos proprietários aplicados na empresa. Os recursos significam o capital mais o seu rendimento - lucros e reservas. Se houver prejuízo, o total dos investimentos proprietários será reduzido. Balanço Patrimonial – Grupo de Contas

33 33/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira ATIVOPASSIVO CirculanteCirculante Permanente Realiz. L.P. Patrim. Líquido Exig. L.P. Disponível (Caixa e Bancos) 600 Duplicatas a Receber (Clientes) Estoques 700 Total Fornecedores 600 Empréstimos a pagar 1200 Contas a Pagar 800 Total Títulos a Receber Total Investimentos 600 Imobilizado Diferido 400 Total Empréstimos a Pagar Total Capital Social Reservas 100 Lucro do Exercício 300 Total TOTAL DO ATIVO TOTAL DO PASSIVO Balanço Patrimonial – Exemplo

34 34/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Receitas Bruta (-) Deduções da Receita = Receita Líquida (-) Custos das Vendas = Lucro Bruto (-) Despesas Operacionais = Lucro Operacional (-) Despesas não Operacionais + Receitas não Operacionais = Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR) (-) Provisão para Imposto de Renda = Lucro Depois do Imposto de Renda D.R.E. e suas Contas Demonstrativo de Resultado de Exercício – D.R.E.

35 35/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Receitas Bruta (-) Deduções da Receita = Receita Líquida (-) Custos das Vendas = Lucro Bruto (-) Despesas Operacionais = Lucro Operacional (-) Despesas não Operacionais + Receitas não Operacionais = Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR) (-) Provisão para Imposto de Renda = Lucro Depois do Imposto de Renda A Receita Bruta representa a somatória dos valores das Notas Fiscais emitidas A Receita Bruta representa a somatória dos valores das Notas Fiscais emitidas Demonstrativo de Resultado de Exercício – D.R.E.

36 36/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Receitas Bruta (-) Deduções da Receita = Receita Líquida (-) Custos das Vendas = Lucro Bruto (-) Despesas Operacionais = Lucro Operacional (-) Despesas não Operacionais + Receitas não Operacionais = Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR) (-) Provisão para Imposto de Renda = Lucro Depois do Imposto de Renda Impostos e Taxas s/ Vendas. IPI. ICMS. ISS. PIS. COFINS Devoluções (vendas canceladas) Abatimentos (descontos) Impostos e Taxas s/ Vendas. IPI. ICMS. ISS. PIS. COFINS Devoluções (vendas canceladas) Abatimentos (descontos) O fato gerador é a Receita O fato gerador é a Receita Demonstrativo de Resultado de Exercício – D.R.E.

37 37/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Receitas Bruta (-) Deduções da Receita = Receita Líquida (-) Custos das Vendas = Lucro Bruto (-) Despesas Operacionais = Lucro Operacional (-) Despesas não Operacionais + Receitas não Operacionais = Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR) (-) Provisão para Imposto de Renda = Lucro Depois do Imposto de Renda Despesas Operacionais são os gastos incorridos para: vender, administrar e financiar as operações. Custos das Vendas representam os gastos de produção apropriados aos produtos ou serviços vendidos. Demonstrativo de Resultado de Exercício – D.R.E.

38 38/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Receitas Bruta (-) Deduções da Receita = Receita Líquida (-) Custos das Vendas = Lucro Bruto (-) Despesas Operacionais = Lucro Operacional (-) Despesas não Operacionais + Receitas não Operacionais = Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR) (-) Provisão para Imposto de Renda = Lucro Depois do Imposto de Renda Despesas e Receitas não Operacionais são variações registradas na D.R.E., que não fazem parte do objeto Social da Empresa Demonstrativo de Resultado de Exercício – D.R.E.

39 39/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Demonstração do Resultado do Exercício Balanço Patrimonial 1. Ativo 2. Passivo 1.1 Circulante Caixa Bancos Duplicatas a Receber (-) Provisão para Devedores Duvidosos (-) Duplicatas Descontadas Estoques Despesas do Exercício Seguinte 1.2 Realizável a Longo Prazo Empréstimos a Empresas Coligadas e Controladas Empréstimos a Diretores 1.3 Permanente Investimentos Aplicações em Cias. Coligadas e Controladas Imóveis para Renda Terrenos Imobilizado Imóveis em uso (-) Depreciação Acumulada de Imóveis em uso Veículos (-) Depreciação Acumulada de Veículos Móveis e Utensílios (-) Depreciação de Móveis e Utensílios Diferido Gastos Pré-operacionais (-) Amortização Acumulada 2.1 Circulante Fornecedores Impostos a Recolher Salários a Pagas Encargos Sociais a Recolher Empréstimo a pagar Contas a Pagar Títulos a Pagar 2.2 Exigível a Longo Prazo Financiamentos 3. Patrimônio Líquido Capital Lucros Acumulados Reservas 4.1 Vendas Brutas 4.2 (-) Deduções IPI ICMS ISS Devoluções Abatimentos 5.1 (-) Custos dos Produtos Vendidos Matérias-prima Mão-de-Obra Direta Aluguel da Fábrica Energia elétrica Depreciação de Equipamentos 5.2 (-) Despesas de Vendas Comissão de Vendedores Propaganda Salários do Pessoal de Vendas Devedores Duvidosos 5.3 (-) Despesas Administrativas Aluguel de Escritório Honorários da Diretoria Material de Escritório Salário do Pessoal Encargos Sociais 5.4 (-) Despesas Financeiras Juros Comissão Bancária Variação Cambial Receita Financeira Provisão para Imposto Renda Participações

40 40/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Balanço Patrimonial ATIVO PASSIVO E PL Circulante Início Final P. Líquido Início Final Caixa Capital Lucros Ac Total DRE Receita a vista $ 800 (-) Despesas $ 500 $ 300 Lucro $ 300 Ligação entre o D.R.E e o B.P.

41 41/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Desenvolvido pelo Frei Luca Pacioli – Itália – Século XV Para qualquer operação há sempre: Um débito e Um crédito de igual valor ou Um débito e Vários créditos de igual valor ou Vários débitos e Um crédito de igual valor Não há débitos sem créditos correspondentes O Método das partidas dobradas

42 42/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira FornecedoresEstoques Débito Crédito Lançamentos duplos EXEMPLO: Compra de estoques a prazo no valor de R$ O Método das partidas dobradas

43 43/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Não haverá débito (s) sem crédito (s) correspondentes Soma dos Débitos = soma dos Créditos EXEMPLO Formação de capital aplicado no Caixa: $ Compra de estoque a vista: $ Compra de móveis e utensílios a vista: $ O Método das partidas dobradas

44 44/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira CONTAS Lanç de Débito Lanç de Crédito Caixa Capital Móveis e Utens Estoques TOTAL EXEMPLO – Continuação O Método das partidas dobradas

45 45/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Indicadores Financeiros a partir da análise das Demonstrações Financeiras

46 46/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Análises Vertical e Horizontal A análise vertical mostra a participação percentual de cada item das demonstrações financeiras em relação ao somatório de seu grupo. Essa análise permite avaliar a composição de itens e sua evolução no tempo. A análise horizontal toma por base dois ou mais exercícios sociais para verificar a evolução ou involução de seus componentes. Observando o comportamento dos diversos itens do patrimônio e, principalmente, dos índices, pode-se fazer uma análise de tendência.

47 47/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Análise Vertical

48 48/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Análise Vertical

49 49/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Análise Horizontal

50 50/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Análise Horizontal

51 51/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Exercícios Sobre Análise Vertical e Horizontal

52 52/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Exercícios Sobre Análise Vertical e Horizontal

53 53/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Análises através de Índices A avaliação da empresa através de índices exige obrigatoriamente a comparação com padrões e a fixação da importância relativa de cada índice. Índice é a relação entre contas ou grupos de contas das demonstrações financeiras, que visa evidenciar determinado aspecto da situação econômica ou financeira de uma empresa !!!

54 54/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Índices de Liquidez Liquidez Geral Ativo Circulante + Realizável a longo prazo Passivo Circulante + Exigível a longo prazo Liquidez Corrente. Ativo Circulante. Passivo Circulante Liquidez Seca (Ativo Circulante – Estoques) Passivo Circulante

55 55/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Índices de Estrutura de Capital Endividamento Geral (Passivo Total – Patrimônio Líquido) Passivo Total Cobertura de Juros Lucro Operacional Juros Índice de composição do endividamento. Passivo Circulante. Capitais de Terceiros

56 56/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Índices de Medidas de Giro Giro de estoque CMV ÷ Estoque Giro de contas a receber Vendas Líquidas ÷ Contas a receber Giro de contas a pagar CMV ÷ Contas a pagar Giro do ativo total Vendas Líquidas ÷ Ativo Total

57 57/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Cálculo de Períodos Período de Estoque = 365 dias ÷ Giro de Estoque Período de Contas a Receber = 365 dias ÷ Giro de Contas a Receber Período de Contas a Pagar = 365 dias ÷ Giro de Contas a Pagar Esses períodos comporão o Ciclo Operacional da empresa e facultarão a provisão de Capital de Giro necessário (Tópico de grande relevância a ser visto em nossa disciplina em momento oportuno).

58 58/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Ciclo operacional X Ciclo de Caixa Compra a Matéria-prima Paga a matéria-prima Ao fornecedor Vende o produto acabado Recebe pela venda Período de contas a pagar Ciclo operacional = Período de estoque + período de contas a receber ( = 105 dias) Ciclo de caixa = Ciclo operacional – Período de contas à pagar (105 – 30 = 75 dias) Período de contas a receberPeríodo de estoque Ciclo de Caixa tempo 30 dias 45 dias60 dias

59 59/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Índices de Rentabilidade Margem de Lucro Lucro Líquido ÷ Vendas Líquidas Retorno do Ativo Lucro Líquido ÷ Ativo Total Retorno do Capital Próprio Lucro Líquido ÷ Patrimônio Líquido

60 60/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira No próximo slide é fornecido as demonstrações financeiras BALANÇO PATRIMONIAL e DEMONSTRATIVO DE RESULTADO DE EXERCÍCIO, que deverão ser utilizadas de base para o cálculo dos seguintes índices: a)Ìndices de Liquidez (LG, LC, LS) b)Índices de Estrutura (EG, CJ, ICE) c)Índices de Rentabilidade (ML, RAT, RPL) d)Medidas de Giro (GE, GCR, GCP, GAT) e)Períodos de contas a receber, contas a pagar e estoque f)Ciclo Operacional e Ciclo de Caixa. Exercícios Sobre Índices

61 61/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Exercícios Sobre Índices

62 62/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Como Avaliar os Índices Avaliação intrínseca do índice: Importa em tirar conclusões a partir da intuição do analista, de sua experiência anterior, etc. Aconselha-se somente em situações em que não há índices-padrão para comparar; Comparação dos índices no tempo: Mostra as tendências seguidas pela empresa no decorrer do tempo. É muito importante. Comparação com padrões: Consiste em comparar um índice em relação a um universo de índices, e, a partir daí, tirar conclusões a partir de parâmetros bem definidos.

63 63/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Como Avaliar os Índices O nível de segurança que se obtém de um parecer técnico sobre a situação econômica financeira de uma empresa está diretamente relacionado ao período escolhido para a avaliação. Os índices servem como um termômetro da saúde financeira da empresa. Porém, para fornecer um parecer conclusivo é necessário analisar outros aspectos da estrutura financeira e econômica da empresa. Os índices não devem ser considerados isoladamente, e sim num contexto mais amplo, onde cabe interpretar também outros indicadores e variáveis. O analista deve sempre ponderar sobre o ramo de atividade e as peculiaridades do negócio da empresa, comparar os índices aos das empresas concorrentes.

64 64/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Como Avaliar os Índices

65 65/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Terminologia Contábil Gasto Investimentos Perdas Desperdícios Despesas Custos

66 66/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Classificação Geral de Custos Custo Direto Custo Indireto Custos Fixos Custos Variáveis Custo Semi-Fixo Custo Semi-Variável Custos Relevantes Custos Não-Relevantes Custo de Oportunidade Apropriação de custos indiretos

67 67/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Exemplo de Apropriação de Custos Indiretos Um navio cargueiro faz o transporte de duas mercadorias distintas: TRATORES DE 40 TONELADAS e PARAFUSOS DE 40 GRAMAS, ambos com quantidade de 1000 unidades cada um. O respectivo cargueiro cobrou R$ ,00 de frete pelo transporte e devemos atribuir esse frete aos tratores e aos parafusos. Como devemos atribuir esses custos?

68 68/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Direcionadores de Custos Poderíamos ratear o frete pelo número de unidades: R$ ,00 ÷ unidades = R$ 1.000,00 por unidade. Poderíamos ratear o frete pelo peso: Cada trator tem 40 toneladas e cada parafuso tem 40 gramas. O peso total da encomenda é de kg e ao efetuarmos todos os cálculos, atribuiríamos R$ 1999,99 de custo de frete para cada trator e R$ 0,01 de custo de frete para cada parafuso. Poderíamos ratear pelo volume Poderíamos ratear por outros direcionares de custos

69 69/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Exercícios sobre Terminologia Contábil e Nomenclatura de Custos

70 70/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Exercícios sobre Terminologia Contábil e Nomenclatura de Custos

71 71/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Exercícios sobre Terminologia Contábil e Nomenclatura de Custos

72 72/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Sistemas de Alocação de Custos Indiretos Lembra-se do problema dos TRATORES e PARAFUSOS? Pois bem, atualmente existem três sistemas para custeio dos custos indiretos, ou seja, para a alocação desse tipo de custo aos produtos são conhecidas três formas de rateio. Para compreensão desses três sistemas, utilizaremos o exemplo, sugerido por MARTINS (2007), que consiste em uma empresa de confecções produtora de três tipos de produtos: camisetas, vestidos e calças. A seguir, encontram-se as informações acerca desses itens:

73 73/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Sistemas de Alocação de Custos Indiretos

74 74/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Sistemas de Alocação de Custos Indiretos

75 75/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Sistemas de Alocação de Custos Indiretos

76 76/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Sistemas de Alocação de Custos Indiretos

77 77/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Rateio SEM Departamentalização

78 78/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Rateio SEM Departamentalização

79 79/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Rateio SEM Departamentalização

80 80/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Rateio SEM Departamentalização

81 81/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Rateio COM Departamentalização No item anterior, custeamos os produtos utilizando o Método de Custeio por Absorção, porém sem a utilização da Departamentalização, baseando-nos somente no custo da mão- de-obra direta para efeito de rateio. Agora, iremos custear aqueles mesmos produtos utilizando a Departamentalização.

82 82/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Rateio COM Departamentalização 1° passo: Separação entre Custos e Despesas. 2° passo: Apropriação dos Custos Diretos diretamente aos produtos. 3º passo: Apropriação dos Custos Indiretos aos Departamentos. 4º passo: Rateio dos Custos Indiretos aos diversos Departamentos quer de produção, quer de Serviços (Nesse momento segmenta-se os departamentos em produtivos e de apoio) 5º passo: Escolha de seqüência de rateio dos Custos acumulados nos Departamentos de Serviços e sua distribuição aos demais Departamentos. 6º passo: Atribuição dos Custos Indiretos que agora só estão nos Departamentos de Produção aos produtos segundo critérios fixados.

83 83/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 1° e 2º passos do Rateio COM Departamentalização ATENÇÃO: Esses dois primeiros passos são comuns a todos os Sistemas de Rateio de Custos Indiretos. Volte aos slides das páginas anteriores e faça essa constatação!

84 84/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 3° e 4º passos do Rateio COM Departamentalização

85 85/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 5° e 6º passos do Rateio COM Departamentalização

86 86/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 5° e 6º passos do Rateio COM Departamentalização

87 87/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Rateio COM Departamentalização Com o custo por hora de cada departamento de produção, podemos apurar o CIF a ser aplicado em cada unidade de produto com base nas informações de tempo de produção do Quadro 11, conforme segue:

88 88/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Rateio COM Departamentalização

89 89/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Sistema de Custeio Baseado em Atividades

90 90/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Sistema de Custeio Baseado em Atividades Para exemplificarmos o Sistema de Custeio Baseado em Atividades, daremos seqüência ao exercício da fábrica de vestuário (MARTINS, 2007), que produz camisetas, calças e vestidos e possui R$ ,00 de custos indiretos, conforme recorda a tabela abaixo:

91 91/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Sistema de Custeio Baseado em Atividades

92 92/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Sistema de Custeio Baseado em Atividades

93 93/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Sistema de Custeio Baseado em Atividades

94 94/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Sistema de Custeio Baseado em Atividades

95 95/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Sistema de Custeio Baseado em Atividades

96 96/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Sistema de Custeio Baseado em Atividades

97 97/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Sistema de Custeio Baseado em Atividades

98 98/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Exercícios Sobre Sistemas de Custeio

99 99/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Exercícios Sobre Sistemas de Custeio

100 100/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Exercícios Sobre Sistemas de Custeio

101 101/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira A Relação Custo x Volume x Lucro Ponto de equilíbrio; Área de Lucro e de Prejuízo; Margem de Segurança;

102 102/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira A Relação Custo x Volume x Lucro Exemplo de uma fábrica de Alto-falantes com os seguintes dados: Preço de Venda (PV) = R$ 250,00 Custo Variável (CV) = R$ 150,00 Custo Fixo (CF) = R$ 1.000,00

103 103/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira A Relação Custo x Volume x Lucro

104 104/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Exercícios Sobre Custo x Volume x Lucro

105 105/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Exercícios Sobre Custo x Volume x Lucro

106 106/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Alavancagem Operacional Conceito; Importância e Aplicação; Exemplo: PV = R$ 10,00; CV = R$ 5,00; CF = R$ 2.500,00

107 107/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Exercício sobre Alavancagem Operacional

108 108/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Limitações na Capacidade Produtiva Conceito Importância e Aplicação Exemplo: Uma montadora de veículos que possui somente 800 maçanetas em estoque e produz veículos de 2 e 4 portas, tendo uma encomenda de 200 veículos de cada tipo para o próximo período.

109 109/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Exercícios sobre Limitações na Capacidade Produtiva

110 110/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Comprar versus Fabricar Conceito Importância e Aplicação Exemplo: Uma empresa que fabrica notebooks e baterias, tem a oportunidade de terceirizar a produção de baterias por R$ 800,00. O notebook completo (com a bateria) é vendido por R$ 6.500,00 a unidade.

111 111/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Exercício sobre Comprar versus Fabricar

112 112/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Análise Gerencial dos Custos Fixos Conceito Importância e Aplicação Exemplo: Uma empresa produz 2 produtos em uma mesmo galpão, cujo o aluguel é R$ ,00 PRODUTO A PRODUTO B R$ 5.000,00

113 113/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Análise Gerencial dos Custos Fixos D.R.E. PRODUTO AD.R.E. PRODUTO B Receita = R$ Receita = R$ Custo Variável = R$ Custo Variável = R$ Custo fixo = R$ Lucro = (R$ 2.000)Lucro = R$ Lucro da Fábrica = – = R$ 3.000

114 114/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Exercício sobre Análise Gerencial de Custos Fixos

115 115/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Preços, estratégias de preços, valores percebidos e suas técnicas de formação

116 116/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Preços, estratégias de preços, valores percebidos e suas técnicas de formação Qual é o melhor preço?

117 117/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Preços, estratégias de preços, valores percebidos e suas técnicas de formação Observem o comportamento do custo fixo, mark-up e preço, à medida que aumentam as quantidades vendidas:

118 118/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Preço-Meta Custo-Meta Preço para Encomendas Especiais Preços, estratégias de preços, valores percebidos e suas técnicas de formação

119 119/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Preços, estratégias de preços, valores percebidos e suas técnicas de formação Observe o PML - percentual de margem de lucro – e o preço de venda para a produção de unidades de um determinado produto. A empresa investiu R$ ,00 e deseja um ROI de 20% sobre esse investimento.

120 120/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Preços, estratégias de preços, valores percebidos e suas técnicas de formação Preço Meta = Custo x (1 + PML) PML = ROI x Investimento + DVGA Quantidade x Custo Unitário

121 121/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Preços, estratégias de preços, valores percebidos e suas técnicas de formação Parte-se de um preço de venda projetado e deduz-se a parcela de lucro desejada pela empresa. Daí, tem-se o custo permitido que passa a ser a meta a ser alcançada pela empresa na produção do produto ou na prestação do serviço.

122 122/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Para a formação de preço para uma encomenda especial, os tópicos a seguir devem ser observados: A encomenda especial vai afetar o mercado domestico, ou seja, as vendas aos consumidores tradicionais serão afetadas caso a encomenda especial seja aceita? A empresa possui capacidade ociosa para atender a encomenda especial sem a necessidade de adquirir novos equipamentos ou ampliar a fábrica? Sobre a encomenda especial incidirá novos custos, tanto fixos como variáveis? Preços, estratégias de preços, valores percebidos e suas técnicas de formação

123 123/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Custo variável unitárioR$ 6,00 Custo fixo unitário (R$ ,00 : peças)R$ 4,00 Mark-up unitárioR$ 2,00 Preço de vendaR$ 12,00 Dados adicionais: A encomenda especial é de unidades; Sua empresa possui capacidade ociosa de unidades; Sua empresa se situa na cidade de Lorena; A encomenda especial é para Manaus; O preço ofertado é de R$ 9,00 a unidade. Preços, estratégias de preços, valores percebidos e suas técnicas de formação

124 124/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Exercícios sobre Preço

125 125/125 Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira Exercícios sobre Preço


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