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Recursos energéticos Recursos energéticos são tudo o que o Homem pode retirar da Natureza onde se obtém energia. Os recursos energéticos dividem-se em.

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1 Recursos energéticos Recursos energéticos são tudo o que o Homem pode retirar da Natureza onde se obtém energia. Os recursos energéticos dividem-se em dois grupos: Energéticos renováveis e não renováveis.

2 Recursos energéticos Fundamentais para as atividades do ser humano.

3 O INÍCIO DE UMA NOVA ERA Solar % Estamos aqui ANOS

4 MATRIZ ENERGÉTICA NO MUNDO
FONTE: MME, 2006. CENÁRIOS A QUESTÃO ENERGÉTICA MATRIZ ENERGÉTICA NO MUNDO

5 MATRIZ ENERGÉTICA BRASILEIRA
FONTE: MME, 2006. CENÁRIOS A QUESTÃO ENERGÉTICA MATRIZ ENERGÉTICA BRASILEIRA LENHA/ CARVÃO VEGETAL 13,1% CANA-DE-AÇÚCAR 13,9% OUTROS 2,7%

6 O MAPA DA ENERGIA NO BRASIL
Gas Natural Energia elétrica Álcool Petróleo Carvão Energia Eólica Biodiesel Produção Potencial FONTE: MME, 2006. ENERGIA RENOVÁVEL Energia Elétrica Produtos da Cana-de-Açúcar Lenha e Carvão Vegetal ENERGIA NÃO RENOVÁVEL Petróleo e derivados Gás natural Urânio e derivados Carvão ESTRUTURA DA OFERTA INTERNA DE ENERGIA NÃO RENOVÁVEL RENOVÁVEL % BRASIL (2005) , ,7 MUNDO (2003) , ,3 OCDE (2003)

7 Países recordes na emissão de Gás Carbônico
EUA União Européia Rússia Índice Brasileiro menos de 4% do total americano

8

9 FONTES NÃO-RENOVÁVEIS

10 Recursos energéticos ENERGIA FÓSSIL
Permitiu o desenvolvimento das sociedades industrializadas e tecnológicas, responsável pelo consumo de energia de forma exponencial. Consumida pelas sociedades provém, na sua maior parte, dos combustíveis fósseis. Armazenada nas ligações químicas de compostos orgânicos, sujeitos a complexas transformações ao longo de grandes períodos de tempo.

11 Recursos energéticos não renováveis
Desde a Revolução Industrial e com a descoberta do carvão, petróleo e gás natural deu-se uma reviravolta nas sociedades modernas. Em suma recursos energéticos não renováveis são todos aqueles que a velocidade de consumo é muito rápida e os seus períodos de formação e inferior (dentro de poucos anos extinguir-se-ão).

12 O que é o petróleo? O petróleo é um hidrocarboneto e formam-se em ambientes com grande abundância de matéria orgânica e pouco oxigénio, sendo uma energia não renovável. Ao longo do tempo o petróleo acumula-se em rochas-armazém que mais tarde serão as rochas de cobertura. É neste contexto que se forma as jazidas petrolíferas que são úteis ao Homem.

13 O que é gás natural? O gás natural, tal como o petróleo, é um hidrocarboneto. Ao longo do tempo o gás natural acumula-se em rochas-armazém que mais tarde serão as rochas de cobertura. É neste contexto que se forma as jazidas petrolíferas que são úteis ao Homem para o nosso dia-a-dia.

14 O que é carvão? É uma rocha que resulta da decomposição de restos de plantas que juntamente com a temperatura e a pressão transforma-se em carvão. Mas antes disso passa por 3 fases: Lignite Carvão Betuminoso Antracite Sendo uma das fontes energéticas mais utilizadas no Mundo.

15 Quais são as vantagens da utilização de recursos não renováveis?
O crescente consumo destas matérias-primas tem levado à exaustão das reservas globais que terá consequências na economia global.

16 Quais são as desvantagens da utilização destas matérias-primas
Invariavelmente estas matérias-primas provocarão distúrbios na saúde pública: - Derrame de hidrocarbonetos; - Impacte ambiental resultante da exploração de jazidas fósseis; - Alterações climáticas

17 FONTES NÃO-RENOVÁVEIS CARVÃO

18 A MINERAÇÃO NOS ESTADOS DO SUL

19 O que é a energia nuclear?
É um recurso energético não renovável a partir de minerais radioativos como o urânio e o tório que se produz uma grande quantidade de calor para a produção de energia elétrica.

20 Quais são as vantagens da utilização da energia nuclear?
A energia nuclear é mais barata e permite não depender tanto dos combustíveis fósseis.

21 Quais são as desvantagens da utilização da energia nuclear?
Qualquer construção de uma central nuclear acarreta problemas ambientais porque os resíduos radioativos ficam activos durante milhares de anos.

22 No Brasil Recursos energéticos não renováveis.

23 CONSELHO NACIONAL DO PETRÓLEO (CNP)
Criada em 1936 por Getúlio Vargas com intuito de não deixar o petróleo nacional nas mãos da iniciativa privada, O refino e a exploração deveriam ser todos estatais Em 1939, na cidade de Lobato(BA) são descobertas as primeiras jazidas significativas do Brasil A CNP tem fim com a criação da Petrobras em 1953, com o monopólio estatal do “ouro negro” Horta Barbosa, presidente do Conselho Nacional do Petróleo na época

24 “O PETRÓLEO É NOSSO” Criada pelo, então presidente, Getúlio Vargas com intenção do MONOPÓLIO ESTATAL DO PETRÓLEO 1953

25 Petróleo PETROBRÁS Em outubro de 1953, com a edição da Lei 2.004, a constituição da Petrobras foi autorizada com o objetivo de executar as atividades do setor petróleo no Brasil em nome da União A Petróleo Brasileiro S/A - PETROBRAS iniciou suas atividades com o acervo recebido do antigo Conselho Nacional do Petróleo (CNP), que manteve sua função fiscalizadora sobre o setor. As operações de exploração e produção de petróleo, bem como as demais atividades ligadas ao setor de petróleo, gás natural e derivados, à exceção da distribuição atacadista e da revenda no varejo pelos postos de abastecimento, foram monopólio conduzido pela Petrobras de 1954 a 1997.

26 Petróleo

27 Em 2006, o presidente LULA alcançou a auto-suficiência em petróleo

28 100 mil quilômetros quadrados
-Responsável por mais de 80% da produção nacional de petróleo Bacia do Espírito Santo Bacia de santos Bacia de Campos(RJ) 1974 Tupi

29 Petróleo

30 A busca em águas profundas...
Petróleo

31 A GRANDE NOVIDADE... As rochas pré-sal situam-se a mais de 5000 metros de profundidade e estendem-se do Espírito Santo a Santa Catarina.

32 PETRÓLEO LEVE PETRÓLEO PESADO
Com o Pré-Sal, o Brasil pode passar a ser 12° maior reserva de petróleo do mundo (antes em 17°) PETRÓLEO LEVE

33 PRÉ-SAL (2008)

34 Camada pré-sal Estimativa de 9 a 14 bilhoes de barris de petróleo,
reserva localizada a 7km de profundidade(alta tecnologia)

35 O PRÉ-SAL É REALMENTE NOSSO???

36 LULA e a PETRO-SAL 100% estatal
Criada através de 4 projetos em regime de urgencia. Grande estratégia do governo 1° criação da estatal; gestora das reservas; veto na criação dos consórcios de empresas; controlaria a forma como o petróleo e o gás seriam vendidos 2° novo marco regulatorio;(de concessão para partilha); 3°fundo social; 4° capitalização;

37 Energias renováveis Recursos energéticos Quais serão essas forças?
“A disseminação do uso da energia renovável no mundo exigirá políticas governamentais inovadoras, ambiente estável e previsível para investimentos e transferências de tecnologia para os países em desenvolvimento. O setor de energia renovável está prestes a entrar numa nova fase. Há três forças fundamentais impulsionando os mercados a favor das fontes renováveis de energia: Quais serão essas forças? Fonte: Laboratório Nacional de Energia Renovável (www.nrel.gov/analysis/docs/cost_curves_2002.ppt)

38 Fontes de energia renováveis
São fontes de energia Alternativas; Chamada de energia limpa, pois não emite poluentes quimicos na atmosfera; São perenes, ou seja, infinitas pois estão sempre se renovando;

39 FONTES RENOVÁVEIS

40 FONTES RENOVÁVEIS

41 FONTES RENOVÁVEIS

42 Recursos energéticos Energia eólica

43 Parque Eólico de Osório
MAIOR PARQUE DA AMERICA LATINA ABASTECE UMA CIDADE DE 700 MIL HAB

44 Recursos energéticos Energia geotérmica

45 Desvantagens: é restrita não se encontra em todos os lugares; (em áreas de encontro de placas) Alto índice de desperdício quando transportado por dutos;

46 Energia da Biomassa A biomassa é o material que normalmente imaginamos como lixo; As plantas capturam energia do sol e transformam em energia química. Esta energia pode ser convertida em vária formas de energia eletricidade, combustível ou calor; As fontes orgânicas que são usadas para produzir energias usando este processo são chamadas de biomassa.

47 Biomassa É a combustão de matérias biodegradáveis;
Gera energia elétrica através de termelétricas; Produz combustível automotivo; Dividido em 3 classes: Biomassa sólida: residuos agricolas,(casca, bagaço), florestais; Biomassa líquida: chamadas “culturas energeticas”, derivado de plantas oleoginosas e liquidas : Ex: biodiesel: soja, girassol, dende, manona; etanol: cana-de açucar, milho; Biomassa gasosa:efluentes(estrume) agropecuário vindo da agroindustria e do meio urbano

48 Vantagem Biomassa É uma fonte de energia renovável e limpa;
Contribuí também positivamente para a economia, na medida em que há menos desperdício de matéria, e porque fornece ao mesmo tempo vários postos de trabalho; É uma energia segura e com grande potencial.

49 BIODIESEL É um biocombustível derivado de biomassa renovável para uso em motores a combustão interna com ignição por compressão ou, conforme regulamento, para a geração de outro tipo de energia que possa substituir parcial ou totalmente combustíveis de origem fóssil O fornecimento dos grãos de oleaginosas para as unidades experimentais de biodiesel gera emprego e renda para cerca de famílias de agricultores 1 tonelada de biodiesel evita a emissão de 2,5 toneladas de CO2 para a atmosfera.

50 Potencialidades agrícolas no Brasil e Informações de oleaginosa por região

51 Biodiesel no Brasil Mesmo sendo desenvolvido no país há anos, o biodiesel tem pouco destaque no mercado brasileiro, ainda não sendo usado em larga escala. Seu uso no Brasil restringe-se a complementar o diesel comum, na forma de B2, afim de baratear seu custo. A flora brasileira conta com plantas extremamente rentáveis em relação a produção de biodiesel.

52 PERSPECTIVAS - PRODUÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEIS NO BRASIL
BIOCOMBUSTÍVEL O Brasil apresenta todas as condições para a criação de um programa nacional de produção de agroenergia sustentável e de grande porte. PERSPECTIVAS - PRODUÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEIS NO BRASIL Diversidade de matérias primas - regionalização; Grande potencial de expansão agrícola; “Massa Crítica” para iniciar um programa de agroenergia de grande porte; Indústria de Óleos Vegetais de grande porte; Grande experiência com biocombustíveis – Proálcool.

53 DIVERSIDADE DE MATERIAS PRIMAS PARA DIFERENTES LOCAIS
DENDÊ SOJA-MAMONA-ALGODÃO (CAROÇO) SOJA-ALGODÃO-GIRASSOL-CANOLA SOJA-ALGODÃO-GIRASSOL BABAÇU-MAMONA-PALMA CANA-DE-AÇÚCAR

54 ETANOL O Brasil é reconhecido mundialmente por seu pioneirismo na introdução de um biocombustível - o etanol (álcool etílico), produzido a partir da cana-de-açúcar - em sua matriz energética . Ecológico, limpo e renovável, o etanol tem sido essencial para a autonomia energética do país. Desde a década de 70, a Petrobras foi a principal responsável pelo sucesso do maior programa de utilização de combustível renovável no mundo, o Proálcool. Esse projeto possibilitou a adição de 25% de etanol na gasolina, permitindo a retirada do chumbo e gerando grandes benefícios para o meio ambiente e para a sociedade brasileira

55 Desvantagens Concentração do capital na mão de grandes fazendeiros e usineiros. Criação de grandes latifúndios. Ocorreria um êxodo rural, aumentando as camadas pobres das grandes metrópoles. Extinção da dinamização de culturas. Grande eliminação de CO2, tanto no corte da cana, quanto na produção do etanol. Aumento dos preços dos alimentos(boicote). Uso de trabalho semi-escravo nas plantações de cana(bóias-frias). Maior consumo em relação a gasolina.

56 A visita Estabilidade econômica e normalidade democrática tornam Lula o interlocutor de Bush na América Latina O presidente americano voltou ao Brasil, numa visita-relâmpago de 23 horas. O interesse comum no etanol dá a Bush a oportunidade de iniciar uma parceria concreta com o Brasil. Para Lula, o encontro com Bush serve a dois propósitos. Um, de ordem prática, é o de transformar o etanol em uma commodity internacional. Com três décadas de experiência tecnológica nesse assunto, o Brasil é o país que mais teria a ganhar com o aumento do uso do etanol como combustível para automóveis

57 Energia Hidroeléctrica
A energia hidroeléctrica é a electricidade produzida através do movimento da água; Constroem-se diques que param o curso da água acumulando-a num reservatório a que se chama barragem; Também existem diques que não param o curso natural da água, mas obrigam-na a passar pela turbina, fazendo-a girar de forma a produzir electricidade.

58 Vantagens da Energia Hidroeléctrica
É rentável e poderosa; É uma fonte de energia limpa e renovável.

59 Desvantagens da Energia Hidroelétrica
É muito dispendiosa em termos de construção; São necessárias grandes quantidades de água para poder funcionar; Destrói habitats naturais de pássaros e por vezes, são encontrados animais mortos nas turbinas; Impossibilita a navegação (na maior parte dos casos).

60 Central de Energia Hidroelétrica

61 Energia solar Praticamente inesgotável; Produção de eletricidade;
Aquecimento de ambientes (calefação); Vantagens: não polui; Bom em lugares de difícil acesso; Viável em Países tropicais Desvantagens: baixo rendimento em Países de media e alta latitude; Custos elevados; Maior produtor mundial é o Japão seguido da Alemanha e EUA.

62 Energia limpa inesgotável

63 POLUIÇÃO DO AR

64 PRINCIPAIS POLUENTES DO AR
CO2 CH4 NO NO2 CFCs, HCFCs, HFCs CO SO O3

65 Aquecimento Global É devido ao aumento “extra” dos seguintes gases:
Dióxido de Carbono (CO2) – 49% Metano (CH4) – 18% CFC’s – 14% Óxido Nitroso (N2O) – 6% Outros gases – 13%

66 Dióxido de Carbono - CO2 Fontes Naturais: Naturalmente através da respiração, Decomposição de plantas e animais, Queimadas naturais de florestas, Fontes Antropogênicas: Queima de combustíveis fósseis, Mudanças na vegetação (desflorestamento), Queima de biomassa, Para estabilizar as concentrações que estão presentes no dias de hoje, será necessário uma redução de 60% das emissões globais de CO2.

67 METANO (CH4) FONTES Matéria orgânica em decomposição
Cultivo de arroz, queima de biomassa, queima de combustíveis fósseis

68 ÓXIDOS DE NITROGÊNIO (NO, NO2)
FONTES Oceanos, florestas tropicais Produção de nylon, ácido nítrico, atividades agrícolas, queima de biomassa e queima de combustíveis fósseis.

69 HALOCARBONOS (CFCs, HCFCs, HFCs)
FONTES Produção de aerossóis, espuma, indústria de ar condicionado

70 MONÓXIDO DE CARBONO (CO)
FONTES Tráfego (veículos) Indústrias Vegetação

71 DIÓXIDO DE ENXOFRE (SO2)
FONTES Combustão (petróleo e carvão mineral) Veículos à diesel EFEITOS Sistema respiratório Problemas cardiovasculares Chuva ácida

72 Quais as alterações esperadas?
Vários cenários de emissão de gases de efeito estufa foram integrados a modelos climáticos para prever o clima futuro Se não se tomarem as medidas adequadas, várias mudanças são esperadas para o século 21: A temperatura média global vai subir entre 1.4 e 5.8°C. as massas de gelo na Groenlândia e na antartica se reduzirão. O nível do mar deve subir de 9cm a 88cm. Outras modificações, incluindo eventos meteorológicos extremos, devem acontecer. Estima-se que além do ano de 2100 as alterações climáticas causadas pelo homem ainda devem continuar por vários séculos. Mesmo depois de uma estabilização do clima, o nível do mar continuaria subindo durante vários milênios.

73 Quais são as conseqüências prováveis da mudança do clima
Quais são as conseqüências prováveis da mudança do clima? Alterações regionais, principalmente a elevação da temperatura, já têm efeitos sobre sistema físicos e biológicos. Tanto os sistemas naturais quanto os humanos são sensíveis às mudanças climáticas por causa de sua adaptabilidade limitada. Esta sensibilidade varia segundo acondições sócio-econômicas situação geográfica, o tempo, as e ambientais. Espera-se um aumento dos fenômenos climáticos extremos e dos prejuízos e casos de morte ocasionados por catástrofes naturais em função das mudanças climáticas. Os sistemas humanos terão que se adaptar às conseqüências inevitáveis das mudanças do clima. As esperadas perdas econômicas deverão atingir principalmente as regiões mais pobres.

74 Na Holanda, onde boa parte do território da costa do país foi construído através de diques no mar do Norte, há muita preocupação com a subida das águas e são feitos monitoramentos constantes. Seca na Amazônia

75 Tem se formado um consenso internacional com relação ao fenômeno natural “Mudança Climática” (aquecimento global) e suas origens na elevação dos Gases do Efeito Estufa (GEE), ocorrida a partir da Revolução Industrial. A unanimidade em torno do assunto foi obtida com a realização da Convenção Quadro sobre Mudança Climática das Nações Unidas em 1992. A partir de então, iniciaram-se negociações para a redução das emissões de CO2 que culminaram com o estabelecimento do Protocolo de Quioto, ocorrida no Japão em 1997.

76 O Protocolo de Quioto, adotado em 1997 e em vigor desde fevereiro de 2005, determinou que os países industrializados que o ratificassem deveriam reduzir, entre 2008 e 2012, a emissão global de gases de efeito estufa (GEE) em pelo menos 5% comparativamente aos níveis de Essa determinação foi resultado das conclusões atingidas na Convenção-Quadro, que reconheceu que os maiores responsáveis pelas emissões de GEE são os países desenvolvidos. Por esse motivo, os países signatários foram divididos em dois grandes grupos: Partes do Anexo I (países desenvolvidos) e Partes não incluídas no Anexo I (demais países, incluindo o Brasil). 3 formas de redução.

77 O Comércio de emissões é um mecanismo baseado no
mercado. Ele permite que reduções sejam obtidas pela utilização de diferenças no custo da diminuição de emissões em diferentes países, uma vez que gases responsáveis pelo efeito estufa se espalham uniformemente na atmosfera. Os prejuízos resultantes das emissões e os benefícios por suas reduções são independentes da sua origem. Reduções de emissões obtidas na Espanha, por exemplo, podem ser creditadas à Alemanha, onde elas teriam maiores custos ao serem realizadas. Essas trocas são autorizadas apenas entre países industrializados.

78 A implementação conjunta é outro mecanismo por meio do qual um país pode implementar um projeto que leve a reduções de emissões em outro país, contabilizando-as em sua quota, desde que arque com os custos do projeto. Um exemplo de implementação conjunta foi o que ocorreu entre o México e a Noruega, que pagou pela troca de lâmpadas incandescentes por outras mais eficientes no México, o que levou a reduções de emissões contabilizadas na quota da Noruega. O Protocolo de Quioto restringiu esse mecanismo aos países industrializados e à troca realizada entre governos.

79 O Mecanismo de desenvolvimento limpo é o terceiro mecanismo criado pelo Protocolo de Quioto. O MDL é um dos instrumentos de flexibilização estabelecidos pelo Protocolo de Quioto com o objetivo de facilitar o atingimento das metas de redução de emissão de gases de efeito estufa definidas para os países que o ratificaram. Em síntese, a proposta do MDL (descrita no Artigo 12 do Protocolo) consiste em que cada tonelada de CO2 equivalente (tCO2e) que deixar de ser emitida ou for retirada da atmosfera por um país em desenvolvimento poderá ser negociada no mercado mundial, criando novo atrativo para a redução das emissões globais.

80 Hoje, os volumes mundiais do Mercado de Carbono são estimados em 1,5 bilhão de Euros
por ano As quantidades de toneladas de CO2 ou outros gases economizadas ou seqüestradas da atmosfera, são calculadas por empresas especializadas de acordo com determinações de órgãos técnicos da ONU. Por exemplo, uma tonelada de óleo diesel trocado por biodiesel gera o direito a 3,5 toneladas de créditos. Um hectare de floresta de eucalipto absorve por hectare, por ano, 12 toneladas de gás carbônico. Um grande aterro sanitário que capte o metano e o transforme em eletricidade, pode ter o direito a milhões de toneladas de créditos por ano.

81 O que é a camada de ozônio?
Situada na estratosfera, entre 15 e 50 km, forma um escudo protetor natural da Terra contra os raios UV provenientes do sol.

82 triclorofluorcarbono
CFCS triclorofluorcarbono (CFCl3) F Cl C Cl Cl usados em aerossóis.

83 Diclorodifluormetano
Cl C Cl Usados em refrigeradores.

84 Conseqüências da destruição da camada de ozônio

85 CÂNCER DE PELE

86 SITUAÇÃO ATUAL DA CAMADA DE OZÔNIO
Em setembro de 2000, com 29,78 milhões de Km2 Em setembro de 2003, com 28,2 milhões de Km2

87 CHUVA ÁCIDA

88 Reações dos óxidos com água: SO2 + H2 O --> H2SO3 SO3 + H2 O --> H2 SO4
Fenômenos naturais, como os vulcões, são fontes de gases de enxofre e podem causar chuva ácida:

89 EFEITOS DA CHUVA ÁCIDA PARA O HOMEM E MEIO AMBIENTE
Males para a saúde: Onde o organismo sofre: 1- Nariz e garganta: mais casos de asma e sinusite. 2- Olhos: maior probabilidade de conjutivite. 3- Brônquios maior predisposição à proncopneumonia. 4- Pulmões: riscos de enfisema. 5- Coração: mais doenças cardiovasculares

90 Males para ambiente: As chuvas ácidas não ocorrem só na região geradora de poluição. Correntes de ar carregam as nuvens carregadas de poluição até regiões distantes. Danos ambientais graves podem ocorrer: florestas inteiras com suas árvores ressecadas...

91 Lagos: os lagos podem ser os mais prejudicados com o efeito da chuva ácida, pois podem ficar totalmente acidificados, perdendo toda a sua vida

92 Prédios, casas, arquitetura: a chuva ácida também ajuda a corroer os materiais usados nas construções como casas, edifícios e arquitetura, destruindo represas, turbinas hidrelétricas etc

93 5. Inversão Térmica Nos primeiros 10 quilômetros da atmosfera, normalmente, o ar vai se resfriando à medida que nos distanciamos da superfície da terra. Assim o ar mais próximo à superfície, que é mais quente, portanto mais leve, pode ascender, favorecendo a dispersão dos poluentes emitidos pelas fontes, conforme se verifica na figura:      

94 As inversões térmicas são um fenômeno meteorológico que ocorre durante todo o ano, sendo que, no inverno elas são mais baixas, principalmente no período noturno.     Em um ambiente com um grande número de indústrias e de circulação de veículos, como o das cidades, a inversão térmica pode levar a altas concentrações de poluentes, podendo ocasionar problemas de saúde.

95 Ilhas de Calor Instabilidade climática na mancha urbana;
Impermeabilização do solo; Densidade urbana/Morfologia urbana; Concentração de poluentes; Produção de energia; Escassez áreas verdes. Instabilidade climática na mancha urbana;  Precipitações de fim de tarde - verão;

96 Ilhas de Calor O nome ilha de calor dá-se pelo fato de uma cidade apresentar em seu centro uma taxa de calor mais elevada, enquanto em suas redondezas a taxa de calor é normal. O ar atmosférico na cidade é mais quente que nas áreas circundantes. Por exemplo, num campo de cultivo que situa-se nas redondezas de uma grande cidade, há absorção de 75% de calor enquanto no centro dessa cidade a absorção de calor chega a significativos 95 a 98%.

97 Fatores de ocorrência Ocorre nos centros das grandes cidades devido aos seguintes fatores: * Elevada capacidade de absorção de calor de superfícies urbanas como o asfalto, paredes de tijolo ou concreto, telhas de barro e de amianto; * Falta de áreas revestidas de vegetação, diminuindo o albedo, o poder refletor de determinada superfície(quanto maior a área verde, maior é o poder refletor) levando a uma maior absorção de calor; * Impermeabilização dos solos pelo calçamento e desvio da água por bueiros e galerias, o que reduz o processo de evaporação, assim não usando o calor, e sim absorvendo;

98 Fatores de ocorrência Concentração de edifícios, que interfere na circulação dos ventos; Poluição atmosférica que retém a radiação de raios infravermelho, causando o aquecimento da atmosfera(Efeito Estufa); Utilização de energia pelos veículos de combustão interna, pelas residências e pelas indústrias, aumentando o aquecimento da atmosfera;

99 EFEITO ESTUFA Mocinho ou vilão?

100 A TERRA: UMA GRANDE ESTUFA
Efeito Estufa natural (“mocinho”): grande parte se deve a presença de água na atmosfera (em forma de vapor, 85% e partículas de água 12%) Em conseqüência da poluição (“vilão”): Se deve principalmente pelo dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O), clorofluorcarbonetos (CFCs), hidroclorofluorcarbonetos (HCFCs) e o hexafluoreto de enxofre (SF6)

101 O SUPERAQUECIMENTO GLOBAL E SUAS CONSEQÜÊNCIAS
O aumento no teor atmosférico dos gases-estufa leva a um maior bloqueio da radiação infravermelha, causando uma exacerbação do efeito estufa: aquecimento da atmosfera e aumento da temperatura da superfície terrestre Elevação do nível dos mares Alterações climáticas em todo o planeta Aumento da biomassa terrestre e oceânica Modificações profundas na vegetação característica de certas regiões e típicas de determinadas altitudes Aumento na incidência de doenças e proliferação de insetos nocivos ou vetores de doenças

102 O PROTOCOLO DE KYOTO (1997) Acordo internacional, assinado por 84 países, em 1997, em Kyoto no Japão, que estabelece, entre 2008 e 2012, a redução de 5,2% dos gases-estufa, em relação aos níveis em 1990. METAS DE REDUÇÃO Países da União Européia – 8% Estados Unidos – 7% Japão – 6% Para a China e os países em desenvolvimento, como Brasil, Índia e México, ainda não foram estabelecidos níveis de redução Balão com os dizeres “Bush & Co. = desastre ambiental” na Patagônia (Argentina) em protesto contra os E.U.A


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