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GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DA DEFESA CIVIL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DIRETORIA GERAL DE SAÚDE.

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1 GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DA DEFESA CIVIL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DIRETORIA GERAL DE SAÚDE 3ª POLICLÍNICA - NITERÓI Doenças e acidentes em operações de Bombeiro Militar 1° Ten Bm Daniel Azevedo

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3 O Corpo de Bombeiro Militar do Estado do Rio de Janeiro chega aos 150 anos como motivo de orgulho para os fluminenses. Seus integrantes cumprem com eficiência a mais nobre das missões: arriscar a própria vida para salvar a de seus semelhantes, a maior prova de amor ao próximo que se pode dar. E já vão longe os tempos em que os bravos soldados do fogo dedicavam-se apensas ao combate a incêndios.

4 Acidente Toda ocorrência que modifica ou interrompe o andamento normal de qualquer atividade Causa : Atos inseguros Condições inseguras

5 Atos inseguros É uma ação Pode ser evitável Brincadeiras Indisciplina Teimosia Nervosismo e irritação Falta de atenção Exibicionismo

6 Condições inseguras Estão presente diariamente no âmbito de trabalho do Bombeiro Militar, colocando em risco sua integridade física e mental.

7 Mas que por força do dever, nos exercícios de suas funções estas situações devem ser encaradas.

8 Danos / doenças ocupacionais / lesões /acidentes Provocadas por absorção e contato: Intoxicação; dermatoses; câncer; alergias; irritações; queimaduras térmicas e elétricas; desmaios; mortes Provocadas por inalação: Asfixia; intoxicação; narcose; irritação; destruição tissular; edemas; tosses; enfisemas; hemorragias; asma; bronquite; náuseas e vômitos; cefaléia; hipertensão; hipotensão; taquicardia; bradicardia; parada cardíaca; parada respiratória; choque; desorientação; perda de memória; fadiga precoce; bronquiolite Provocadas pelo calor, frio e umidade: Desconcentração; dilatação da pupila; prostração térmica; sudorese; desidratação; hiperpirexia; estresse térmico; perda de reação e percepção; cãibras; desiquilíbrio hidro-salino; vasodilatação periférica; choque; perda da coordenação motora Provocadas por infecções: Dermatoses; leptospirose; tétano; raiva; hepatites; aids; pneumonias; febre tifóide; tuberculose; viroses Provocadas por ruídos e vibrações: surdez; gastrite; hipertensão Provocadas por radiação ionizante e radiação não ionizante Provocadas por variações de pressão atmosférica...

9 Estresse e problemas psicossociais Origem : Século XVII : Latina - Angustia, aflição, adversidade Física Medicina ( 1936 ) - Desequilíbrio químico que acontece no corpo humano quando submetido por longo tempo a situação de tensão.

10 Estresse e problemas psicossociais 30 % do efetivo Hipertensão Alterações cardiovasculares Depressão Ansiedade Úlceras gástricas Desgaste físico emocional

11 Estresse e problemas psicossociais Próprio serviço operacional e/ou critérios de escalas de serviço Problemas individuais e/ou familiares Ten Cel Bm Francisco Roberto Goiana ( 1996 )

12 Alarme de bombeiro Rotina diária do quartel ELO Ocorrências externas junto a comunidade

13 Evolução do alarme Imperador D. Pedro II (Serviço de extinção de incêndio) – Sinal de fogo 1. Tiros de grossos calibre sobre muros do castelo 2. Toque do sino grande da igreja de São Francisco de Paula 3. Toque do sino da maior matriz da freguesia em que se manifesta-se o incêndio

14 Tipos de Alarme Sistema de sonorização : 42,7% Campainha : 50% Sirene : 2,4% Carrilhão : 4,9%

15 Revista Bombeiros em emergência Adrenalina X Acetilcolina FC: 180 bpm Jornal Hoje (Rede Globo): 16 agosto 1985 Bombeiro de Pernambuco homem de fogo PA: 120X80mmhg simulação 200X100mmhg

16 Consequências 17,5 % problemas cardiovasculares 14 % hipertensão arterial 33 % problemas familiares 8 % psicológicos e psiquiátricos Cap Rene Brito da Silva (2003)

17 Acidentes com materiais biológicos Ferimentos com materiais pérfuro-cortantes Transmissão de até 20 tipos de patógenos Exposição ao vírus da Hepatite e Aids Hepatite B 57% X Aids

18 Formas de contaminação Exposição percutânea : lesões por instrumentos pérfuro-cortantes Exposição de mucosas : respingos na face; olhos, nariz e boca Exposição cutânea : pele com dermatites ou feridas abertas

19 Infecção pelo HIV Epidemia : 1981 Na Inglaterra,1984 : barreiras de proteção auxiliares 1996 : Atualização das práticas de controle de infecção hospitalar, englobando a categoria de isolamento de substancias corporais e as precauções universais

20 As medidas de prevenção devem ser utilizadas na assistência à TODOS os pacientes durante a manipulação de fluidos corporais, sangue, secreções, excreções, contato de pele não íntegra e mucosas, INDEPENDENTE do diagnóstico definido ou presumido de doenças infecciosas. Equipamento de proteção individual Cuidados específicos para manipulação e descarte de materiais pérfuro-cortantes.

21 Equipamentos de proteção individual Diminuem em 50% o risco contaminação Luvas Máscaras, gorros, ôculos Capotes Botas

22 Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde acidentes em coleta de sangue 236 (63%)usavam luvas 287 acidentes em administração de medicamentos 166 (58%)usavam luvas 149 acidentes durante punção venosa ou arterial 63 (42%)usavam luvas 354 acidentes em procedimentos cirúrgicos 59 (16%)usavam óculos

23 Estes dados só vem a ratificar a necessidade de treinamentos nos serviços de saúde, mostrando a importância de utilização dos equipamentos de proteção individual na proteção de acidentes biológicos

24 Recomendações – CDC ( centers for disease control and prevention) Máxima atenção e concentração durante os procedimentos Não usar dedos como anteparo Agulhas não devem ser reencapadas Local adequado para descarte de material pérfuro-cortante Este local não deve ser preenchido acima de 2/3 de sua capacidade

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26 Doenças descompressivas Desmaios Ruptura de vasos sanguíneos e membranas Embolia gasosa Morte

27 Quedas de alturas Contusões Fraturas Plegias Morte

28 Queimaduras solar

29 Entorses

30 Alterações músculo-esqueléticas Lombalgias Hérnias discais

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32 O Bombeiro Militar, hoje, tem o objetivo de proteger a vida e os patrimônios da sociedade......e para isto devemos nos dar condições adequadas para podermos executar com destreza nossas missões.

33 Para que exista redução dos acidentes e doenças em Bombeiros Militar ocasionados em operações, necessita-se de somação de esforços entre governo, comandos, oficiais e praças. Pois somente assim estaremos cumprindo fielmente nosso papel de prevenir, assistir e socorrer, sem sofrer riscos e exposições desnecessárias.

34 O homem é o nosso recurso mais importante, pois, se não o tivermos para o cumprimento da missão, os demais recursos serão inócuos.

35 Obrigado

36 SECRETARIA DE ESTADO DA DEFESA CIVIL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DIRETORIA GERAL DE SAÚDE 3ª POLICLÍNICA - NITERÓI Tel:


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