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GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SUBSECRETARIA DE ESTADO DA DEFESA CIVIL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DIRETORIA GERAL DE SAÚDE.

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1 GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SUBSECRETARIA DE ESTADO DA DEFESA CIVIL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DIRETORIA GERAL DE SAÚDE 3ª POLICLÍNICA - NITERÓI HIPOTIREOIDISMO CAP VIVIANE SALLES ENDOCRINOLOGISTA

2 A TIREÓIDE Estrutura única, mediana, simétrica. Localizada na porção anterior do pescoço. Peso aproximado de 15 a 20 g no adulto com grande potencial de crescimento. Composta por microunidades esféricas (folículos).

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4 FISIOLOGIA DA GLÂNDULA TIREÓIDE A função da tireóide é produzir os hormônios T3 e T4. A síntese hormonal envolve várias etapas através da ação de proteínas tireoideanas específicas (TSHr, NIS, Tg, pendrina, TPO, THOX1 e THOX2). O iodo é o elemento fundamental para formação dos hormônios tireodeanos. A Tg é uma proteína secretada no folículo que funciona como reservatório dos hormônios tireodeanos.

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6 HIPOTIREOIDISMO CONGÊNITO É o distúrbio endocrino inato permanente mais comum. Compromete 1 a cada – rn. 85% dos casos ocorre por defeito na diferenciação, migração ou desenvolvimento da tireóide (disgenesia tireoidea). 10 à 20 % dos casos tem origem autossômica recessiva comprometendo a síntese hormonal (disormonogenese).

7 HIPOTIREOIDISMO CONGÊNITO Quadro clínico: Atraso no crescimento e desenvolvimento neuropsicomotor. Baixa estatura. Macroglossia, hérnia umbilical, icterícia prolongada. Tratamento: A levotiroxina é a medicação de escolha. Dose inicial de 10 a 15 µg/kg/dia Monitorização a cada 2-3 meses.

8 HIPOTIREOIDISMO EM ADULTOS Acomete 2% das mulheres e 0,2% dos homens. Fatores de risco: idade superior a 60anos, sexo feminino, bócio, doença auto imune não tireoideana, história familiar, irradiação cervical, tratamento prévio com iodo ou cirurgia tireoideana. Etiologia: classificado como primário, secundário ou terciário.

9 TIREOIDITE de HASHIMOTO Causa mais de hipotireoidismo primário adquirido Incidência 0,3 a 5 casos/1000 indivíduos/ano Ocorre vezes mais nas mulheres Presença de auto-ACs em 95% dos casos (anti-TPO) Achado histopatológico de infiltrado linfocitário difuso Pode ter associação com outras deficiências hormonais (Sínd. poliglandulares auto-imunes) e com outras doenças auto-imunes.

10 Hipotireoidismo transitório 5% dos pacientes com tireoidite de Hashimoto evoluem com regressão espontânea do quadro em semanas a meses. Uso de interleucina 2 ou interferon alfa também podem provocar hipotireoidismo transitório

11 Hipotireoidismo por amiodarona Droga de meia-vida longa que se acumula no tecido tireoideano entre outros Contém alta concentração de iodo (01 comp de 200mg fornece 6000µg de iodo) Semelhanças estruturais com a tiroxina Efeito citotóxico direto sobre os tireócitos Maior frequência em principalmente se anti-TPO +

12 Hipotireoidismo subclínico TSH com T4 livre normal Auto-ACs frequentemente positivos Retorno espontâneo dos níveis de TSH ao normal em 5% dos casos após 1 ano Estudo de Whickham demonstrou incidência de 4,1% por 1000 por ano Tratar ou não?

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14 Hipotireoidismo em gestantes Caso clínico

15 Hipotireoidismo em gestantes Caso clínico 34 anos, 6ª semana de gestação Encaminhada por alterações nas dosagens hormonais GII PI A0 Tireóide impalpável, FC=78 bpm Laboratório: TSH=6,3µU/ml, T4l=0,8 ng/dl e anti-TPO=320 U/ml Esta paciente deve ser tratada?

16 Hipotireoidismo em gestantes A fisiologia tireoideana é modificada pela gravidez O hipotireoidismo é pouco frequente em gestantes (prevalência de 0,3%) Causa mais frequente é a tireoidite de Hashimoto Diagnóstico é feito através da dosagem de TSH e T4l Tratamento visa alcançar o eutireoidismo rapidamente: o TSH deve ser mantido <2,5µU/ml no 1ºtrimestre e <3,0µU/ml no 2º e 3º trimestres.

17 Hipotireoidismo em gestantes O hipotireoidismo na gestação está mais associado a complicações maternas e fetais A evolução das gestações depende do tratamento adequado

18 Quadro clínico Alguns dados sugerem fortemente hipotireoidismo, em pacientes acima da 4ª década de vida: menorragia, hiperprolactinemia, CK elevada, elevação de TGO e TGP, vitiligo, sínd. Do túnel do carpo, infertilidade, disfunção erétil, anosmia, ageusia, depressão e psicose, hipercolesterolemia, efusão pleural, pericárdica ou ascítica.

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20 Diagnóstico Feito através da dosagem de T4l e TSH que mantém relação log-linear inversa Dosar auto-ACs (anti-TPO e anti-Tg) USG tireoideana demonstra variação do volume glandular e textura heterogênea com redução da ecogenicidade PAAF reservada para pacientes com suspeita de linfoma associado (suspeita: >40 anos, disfagia súbita ou bócio).

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22 GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SUBSECRETARIA DE ESTADO DA DEFESA CIVIL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DIRETORIA GERAL DE SAÚDE 3ª POLICLÍNICA - NITERÓI Tel:


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