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GESTÃO SOCIAL O QUE HÁ DE NOVO? VOLUME 2 ELEMENTOS PARA A AÇÃO BELO HORIZONTE: FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO, 2004 ORGANIZADORES: CARLA BRONZO LADEIRA CARNEIRO/BRUNO.

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1 GESTÃO SOCIAL O QUE HÁ DE NOVO? VOLUME 2 ELEMENTOS PARA A AÇÃO BELO HORIZONTE: FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO, 2004 ORGANIZADORES: CARLA BRONZO LADEIRA CARNEIRO/BRUNO LAZZAROTTI DINIZ COSTA

2 CARLA BRONZO LADEIRA CARNEIRO (PROFESSORA E PESQUISADORA DA ESCOLA DE GOVERNO DA FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO) Intervenção com Foco nos Resultados: Elementos Para o Desenho e Avaliação de Projetos Sociais

3 OBJETIVO DO TEXTO O texto tem como foco os projetos sociais e aborda o processo de desenho e avaliação de intervenções públicas voltadas para o enfrentamento dos problemas sociais. O objetivo é fornecer elementos para subsidiar o processo de elaboração de intervenções na área social, segundo a metodologia do marco lógico. (p.69)

4 INTRODUÇÃO Natureza específica de um projeto social. "Os projetos são as traduções de intenções, idéias e concepções em ações com conseqüências diretas sobre a realidade. (p.70) A execução de projetos exige recursos de poder, de conhecimento, legitimidade e recursos institucionais ou organizacionais.

5 D ESENVOLVI MENTO CENÁRIO NO QUAL SE REALIZAM OS PROJETOS SOCIAIS Existe uma complexidade intrínseca ao cenário. Os problemas com os quais os projetos sociais lidam são multifacetados e têm causas múltiplas, que interagem e se reforçam mutuamente. (p. 70) Geralmente esses problemas dizem de dimensões políticas, econômicas, culturais, familiares, institucionais dentre outros o que traz um caráter multidimensional de determinações.

6 D ESENVOLVI MENTO CENÁRIO NO QUAL SE REALIZAM OS PROJETOS SOCIAIS Por outro lado observa-se uma fragilidade na definição de respostas aos problemas multifacetados. Sem um conhecimento adequado do problema, o que se tem em mãos são chances menos seguras para identificar alternativas de enfrentamento. (p.71)

7 DESENVOLVI MENTO O CONTEXTO DE IMPLEMENTAÇÃO DOS PROJETOS SOCIAIS O uso do marco lógico: O uso desse enfoque enquadra-se na no marco da gestão social por resultados, caracterizada por uma preocupação fundamental com os resultados efetivos das políticas e programas e altera uma concepção anterior dominante no campo das políticas públicas e sociais, extremamente presa ao desenvolvimento de atividades, sem contudo conectar, de forma explícita e direta, tais atividades aos propósitos últimos da intervenção. (p.73)

8 D ESENVOLVI MENTO M ARCO LÓGICO Realizar diagnóstico e levantar o problema: É importante dedicar tempo e esforço para se chegar a uma formulação do problema que envolva um conhecimento mais específico sobre suas características, dimensões, dinâmica, causas e conseqüências.(p. 74) O diagnóstico pode fazer uso de duas ferramentas importantes: a árvore de problemas e análise dos interessados.

9 D ESENVOLVI MENTO M ARCO LÓGICO Definir o público alvo: É também fundamental ter clareza na definição do público que se quer focalizar para não incorrer em erros de exclusão de quem deveria ser demandatário da ação; Definir os objetivos da intervenção: Na metodologia do marco lógico, enfatiza-se a importância da existência de um objetivo bem focado e, der preferência, um único objetivo central ou específico. Esse objetivo consiste no propósito ou na razão de ser do projeto e expressa o efeito esperado da intervenção, depois de completada a execução. (p.77)

10 D ESENVOLVI MENTO M ARCO LÓGICO Estabelecer meios necessários para se alcançar os resultados pretendidos: Normalmente a definição dos meios está relacionada com as causas levantadas na árvore de problemas. O desenho do projeto decorre da estratégia utilizada, das alternativas de intervenção selecionadas para o alcance do objetivo do projeto. (p.78) Nesse contexto, a utilização de indicadores contribui expressivamente para a obtenção de êxito em um projeto. Os indicadores são padrões de medida que permitem ler a realizada e acompanhar as mudanças que ocorrem (p.81)

11 D ESENVOLVI MENTO M ARCO LÓGICO Avaliar: Aqui ela é entendida como a forma de se verificar se as suposições estavam corretas, se o previsto foi de fato implementado, na forma, no prazo e no custo adequado, se o público foi atingido, se os efeitos foram alcançados e se os impactos foram produzidos, dentre uma infinidade de questões relativas ao processo de implementação e aos resultados da intervenção. (p.89)

12 CONSIDERAÇÕES FINAIS Pode-se dizer que, do ponto de vista técnico e gerencial, o conhecimento e o uso do referencial do marco lógico é um elemento absolutamente fundamental para viabilizar maior rigor e transparência na elaboração da proposta e maiores chances de êxito na consecução dos resultados (p.91) Embora o marco lógico não crie capital social, seu uso pode favorecer a co-responsabilização e o compromisso dos atores com a produção do bem público, que é, no final das contas, o que importa. (p.91)


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