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FLUXOS DE CARBONO ORGÂNICO DISSOLVIDO EM QUATRO IGARAPÉS NA AMAZÔNIA ORIENTAL ID 20 Fabíola Fernandes Costa - Bolsista DTI/CNPq - CT Hidro; Embrapa Amazônia.

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1 FLUXOS DE CARBONO ORGÂNICO DISSOLVIDO EM QUATRO IGARAPÉS NA AMAZÔNIA ORIENTAL ID 20 Fabíola Fernandes Costa - Bolsista DTI/CNPq - CT Hidro; Embrapa Amazônia Oriental; Tv. Dr. Enéas Pinheiro s/nº, tel: (91) ; Ricardo de O. Figueiredo - Embrapa Amazônia Oriental; Tv. Dr. Enéas Pinheiro s/nº - CEP: , tel: (91) ; Adriana Araújo Castro - Bolsista IC/CNPq - CT Hidro; UFPA – Centro de Geociências; Campus Universitário do Guamá - CEP: ; Patrício de Souza Silva - Bolsista ITI/CNPq- CT Hidro; Embrapa Amazônia Oriental, tel: (91) ; Ewerton da Silva Cunha - Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia; Avenida Nazaré CEP: , tel: (91) ; Marysol Schuler - Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia; Avenida Nazaré nº CEP: , tel: (91) ; INTRODUÇÃO A bacia hidrográfica como unidade fisiográfica e seus estoques e fluxos hídricos como integradores dos processos biogeoquímicos que ocorrem em seus solos, rochas, vegetação e atmosfera são objetos do presente estudo proposto para avaliar os efeitos das atividades agropecuárias sobre os fluxos de carbono em pequenas bacias hidrográficas localizadas nos municípios de Igarapé-Açu e Paragominas. A característica das águas naturais de se comportarem como fonte ou sumidouro de CO 2 depende não só das características físico-químicas do sistemas CO 2 e água (difusão e reação), como também de parâmetros abióticos (pH e temperatura) e bióticos (produção primária através do consumo de CO 2 pela fotossíntese; decomposição e respiração gerando CO 2 ). GERAL Colaborar para a geração de dados de fluxo de CO 2 em sistemas aquáticos na Amazônia, avaliando se o fluxo evasivo de CO 2 dos corpos aquáticos estudados é uma rota significativa de retorno de carbono para a atmosfera, o qual havia sido fixado na floresta. ESPECÍFICOS Medir as trocas gasosas entre a água e a atmosfera; Avaliar como as mudanças no uso da terra na região estudada afetam estes fluxos evasivos de CO 2 dos corpos aquáticos; Relacionar os dados de pCO 2 com as concentrações de carbono orgânico dissolvido e com as demais variáveis hidrológicas e biogeoquímicas, para um melhor entendimento do funcionamento destes ecossistemas aquáticos e das interações entre as áreas drenadas e os cursos de água investigados. OBJETIVOS MATERIAL E MÉTODOS LOCALIZAÇÃO E ACESSO À ÁREA FISIOGRÁFICA (1) A microbacia do igarapé Cumaru (1°11 S e 47°34 W) está situada na mesorregião Nordeste do Pará, na chamada região Bragantina a cerca de 12 km da sede do município de Igarapé-Açu. O acesso direto é através da rodovia BR-316 – em um percurso de 70 km até Castanhal e a partir desse ponto utiliza-se a PA-127 até a sede de Igarapé-Açu totalizando uma distância de 110 km. Na microbacia do Cumaru predominam argissolos distróficos de textura arenosa/média e atividades de agricultura familiar com áreas de cabeceiras protegidas por capoeira. Figura 1 - Mapa de localização e acesso à área fisiográfica (microbacia do igarapé Cumaru), Nordeste do Pará. Fonte: Mapa Rodoviário do Pará/1982. LOCALIZAÇÃO E ACESSO À ÁREA FISIOGRÁFICA (2) O Município de Paragominas, pertence à microrregião Guajarina, abrangendo área de km 2. Está localizado entre as latitudes de a S e longitudes a W. A sede de Paragominas, localiza-se a 320 km de Belém. Nas bacias de rios de primeira ordem em Paragominas, predominam latossolos distróficos de textura média a muito argilosa, com nascentes ocupadas por florestas primárias remanescentes e demais áreas com diferentes usos da terra (pastagens, capoeiras e agricultura). Figura 2 - Mapa de localização e acesso à área fisiográfica (bacias de Paragominas), leste do Pará. Fonte: Mapa Rodoviário do Pará/1982. PONTOREFER.DESCRIÇÃOFIG. 1PCM-1 subterrânea, profundidade 20m - 2NCM-1 área de nascentes, água castanho-avermelhada, vegetação preservada e solos areno-argilosos. 4 3NCM-2 área de nascentes, vegetação alterada (alagado) 5 4CMR-1 afluente, água castanho-avermelhada, vegetação preservada e solos areno-argilosos. 6 5NCM-3 área de nascentes, água castanho-avermelhada, vegetação preservada, solos areno-argilosos e biomassa no fundo do igarapé. 7 6CMR-2 curso principal do igarapé, água castanho-avermelhada, vegetação preservada e solos areno-argilosos. 8 7NCM-4 área de nascentes, água castanho-avermelhada, vegetação preservada, solos areno-argilosos, biomassa no fundo do igarapé e macrófitas em abundância - 8CMR-3 curso principal do igarapé, água castanho-avermelhada, vegetação preservada e solos areno-argilosos. - 9NCM-5 área de nascentes, água castanho-avermelhada, vegetação preservada e solos areno-argilosos. 9 10CMR-4 Cumaru, água castanho-avermelhada, vegetação preservada, solos areno-argilosos e macrófitas aquáticas CMR-5 Cumaru, água castanho-avermelhada, vegetação alterada e solos areno-argilosos. 11 Fonte: Imagem de satélite LANDSAT 7, ETM+, WRS 223/061, composição colorida 4R5G3B de MICROBACIA DO IGARAPÉ CUMARU Figura 3 - Pontos de coleta selecionados no Ig. Cumaru, sendo cinco nas áreas de nascentes e cinco no curso principal. TRABALHOS DE CAMPO As campanhas envolveram coletas de águas superficiais e avaliação de parâmetros ambientais físicos e físico-químicos (temperatura, pH, condutividade elétrica e oxigênio dissolvido), de acordo com as Normas Técnicas da CETESB (1987). Apresentamos neste trabalho os resultados das análises de amostras referentes aos períodos de dezembro/2004 a junho/2005, em Igarapé-Açu, e de abril/2003 a dezembro/2003 em Paragominas. As coletas, que se prolongarão até o final de 2005, têm ocorrido em intervalos de 15 e 30 dias (Igarapé-Açu e Paragominas, respectivamente), em pontos ao longo dos canais principais, a montante e a jusante de diferentes usos da terra. Após as coletas, as amostras são acondicionadas sob refrigeração e filtradas em membranas de policarbonato Millipore ® – 0,4 m. LOCALIZAÇÃO E DESCRIÇÃO DOS PONTOS DE COLETA (1) LOCALIZAÇÃO E DESCRIÇÃO DOS PONTOS DE COLETA (2) PONTOREFER.DESCRIÇÃOFIG. 1Cq Igarapé Cinqüenta e Quatro, área de 130 km 2 – 18% de floresta. Nascentes com floresta intensamente explorada. Áreas a jusante com pastagens e campos agrícolas. 13 2St Igarapé do Sete, área de 150 km 2 – 34% de floresta. Nascentes com floresta relativamente preservada. Áreas a jusante com pastagens e campos agrícolas. 14 a,b 3Pj Igarapé Pajeú, área de 45 km 2 – 45% de floresta. Nascentes com floresta relativamente preservada. Áreas a jusante com pastagens e campos agrícolas. 14 b Figura 12 - Pontos de coleta nas três bacias estudadas em Paragominas. TRABALHOS DE LABORATÓRIO Tabela 1 – Parâmetros, métodos e equipamentos utilizados nas análises (APHA, 1995; CETESB, 1987). PARÂMETROSMETODOLOGIA, APARELHAGEM E CONDIÇÕES pH Potenciométrico; aparelho digital, eletrodo combinado de vidro e calomelano, correção de temperatura para 25°C, marca INSTRUTERM ®, modelo 720. Condutividade Elétrica (µS cm -1 ) Condutivímetro VWR ®, modelo 115A. Oxigênio Dissolvido (mg L -1 ) Aparelho digital, MO-880 INSTRUTERM ® possui uma sonda com sensor polarográfico com compensação automática de temperatura, permitindo uma medição de oxigênio dissolvido de alta precisão COD (mg L -1 ) e CI (mg L -1 ) Oxidação catalítica em alta temperatura 680ºC (analisador SHIMADZU TOC-V CSN). RESULTADOS PRELIMINARES Em Paragominas, os igarapés apresentaram concentrações de carbono orgânico dissolvido variando entre 0,24 e 9,84 mg L -1, com média de 1,80 mg L -1. Enquanto que em Igarapé-Açu os valores médios de COD na bacia do Igarapé Cumaru variaram entre 0,45 e 16,0 mg L -1, com média de 3,07 mg L -1. Embora os resultados sejam preliminares, e contemplem diferentes períodos, eles sugerem comportamentos distintos dos solos argilosos (Paragominas) e arenosos (Igarapé-Açu) como fontes de carbono, com picos de COD nos eventos de maior descarga, e que as mudanças de uso da terra na região estudada devem estar afetando os ciclos biogeoquímicos associados ao compartimento hidrológico. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APHA; AWWA; WPCF (1995) Standard methods for the examination of water and wastewater. EUA CETESB (1987) Guia de coleta e preservação de amostras de água. São Paulo, 150 p. Figura 15 – Variação temporal do COD nas áreas de nascentes no Ig. Cumaru (em Igarapé-Açu). Figura 16 – Variação temporal e espacial do COD no curso principal do Ig. Cumaru (em Igarapé-açu). Figura 17 – Variação temporal e espacial do COD no curso principal do Ig. Cinqüenta e Quatro, em Paragominas. Figura 19 – Variação temporal e espacial do COD no curso principal do Ig. do Sete, em Paragominas. Figura 18 – Variação temporal e espacial do COD no curso principal do Ig. Pajeú, em Paragominas a 14 b


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