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Fatores determinantes ambientais abióticos. Fatores determinantes ambientais 1.Crescimento 2.Sobrevivência Lei do Mínimo de Liebig - nutrientes Lei da.

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1 Fatores determinantes ambientais abióticos

2 Fatores determinantes ambientais 1.Crescimento 2.Sobrevivência Lei do Mínimo de Liebig - nutrientes Lei da Tolerância de Shelford - fatores físico-químicos

3 Leis Mínimo de Liebig A massa total de um microrganismo em um ecossistema é determinada pelo nutriente presente na concentração mínima. Tolerância de Shelford Para um microrganismo se estabelecer em um ecossistema cada um dos parâmetros abióticos deve permanecer dentro da faixa de tolerância.

4 Lei Combinada de Odum (1971) A presença e sucesso de um organismo ou grupo de organismos num ecossistema depende de nutrientes e de sua tolerância aos fatores ambientais. Biólogo americano pioneiro nos trabalhos sobre a ecologia e na disseminação da consciência social sobre os ecossistemas.ecologiaecossistemas

5 Temperatura É o fator mais estudado Tolerância mínima <12 °C (psicrófilos) Tolerância superior >100 °C (redutoras de sulfatos e oxidantes de S, profundezas oceânicas)

6 Seres vivos e temperatura Eucariontes geralmente não crescem em temperaturas >60 °C (sensibilidade das organelas). Protozoários, algas e fungos ~55-60 °C Cianobactérias crescem a 70-75°C Bactérias hipertermofílicas crescem a °C Áqueas anaeróbias são as realezas das temperaturas elevadas: Metanogênicas: 110 °C Pyrococcus e outros: ~115 °C (+ pressão elevada) O 2, NO 3 -1 ou S 0 como receptores de elétrons.

7 A temperatura influencia o metabolismo Temperaturas elevadas destruição das proteínas Temperaturas baixas gelificação das membranas

8 Em geral, quando a temperatura aumenta a velocidade das reações enzimáticas também aumenta. Temperatura Atividade enzimática/ Velocidade crescimento a. Temperatura e crescimento

9 Efeito da temperatura no crescimento Atividade enzimática é o fator mais diretamente relacionado: -Atividade enzimática aumenta, a célula produz mais energia e aumenta o número de células. - Velocidade de reação duplica a cada aumento de 10 °C Temperatura ótima é mais próxima da máxima

10 b.Temperaturas cardinais temperatura mínima, ótima e máxima Velocidade de crescimento Temperatura T max é próxima de T oti

11 Temperaturas cardinais Temperatura máxima o C Temperatura mínima o C Temperatura ótima o C Abaixo crescimento não ocorre Acima crescimento não ocorre Crescimento ocorre maior velocidade Cada espécie apresenta um curva com formato semelhante, somente com valores cardinais diferentes

12 Limite inferior Enzimas alostéricas tornam-se menos sensíveis Defeitos de estruturação (principalmente ribossomos) Sintese protéica Célula morre por carência nutricional Fatores que determinam os limites para crescimento inferior e superior

13 Limite superior é determinado pela ESTABILIDADE DAS PROTEÍNAS SEQUÊNCIA DOS AMINOÁCIDOS T max = temperatura em que uma determinada proteína é destruída mais rapidamente do que é produzida.

14 Banco de Dados de Temperatura de Crescimento de Procariotos (PGTdb) (The Prokaryotic Growth Temperature Database) Base de dados que fornece as temperaturas de crescimento de uma coleção de organismos. Temperatura de crescimento Temperatura na qual um organismos é geralmente cultivado Temperatura ótima para crescimento Representa a temperatura em que um organismo cresce mais rapidamente.

15 As informações da PGTdb são útil para: (1)o cultivo de microrganismos, que está relacionado com a produção de inúmeros biomateriais. (2)análise da termoestabilidade de proteínas. (3)obter informações da fisiologia e ecologia dos microrganismos. (4)obter propriedades filogenéticas.

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17 c. Classificação dos microrganismos com base nas temperaturas cardinais Velocidade de crescimento Temperatura (°C) Exemplos Psicrófilos < 15 °C 4° Mesófilos °C 39° Termófilos °C 60° Hipertermófilos °C 88°106°

18 Psicrófilos e psicrótrofos (psycro = frio) Psicrófilos - crescem bem a 0 mas otimamente a 15 °C ou mais baixo. Psicrótrofos (ou psicrófilos facultativos) crescem entre 0 e 7 °C, otimamente entre e máximo a 35 °C. Nos EUA, 25 % dos problemas relacionados com a vida de prateleira do leite pasteurizado e produtos cremosos decorre da atividade deletéria de psicrótrofos.

19 Psicrófilos ~ 5 °C Ambientes refrigerados. Região Ártico e Antártida Psicrótrofos ~ 7 °C

20 Associada a alimentos congelados pode causar meningite Psicrófila facultativa

21 Adaptações a baixas temperaturas Ácidos graxos poli-insaturados se inclinam deixando aberturas = mais fluidez A atividade máxima das enzimas ocorre em baixas temperaturas Membranas com mais ácidos graxos insaturados

22 Mesófilos (de meso, médio) Temperaturas cardinais: Mínima: 15 a 20 °C Ótima: 20 a 45 °C Máxima: 45 °C Maioria dos residentes no corpo humano e dos patógenos são mesófilos (37 °C). Residentes do solo e água em regiões tropicais e subtropicais.

23 Bactéria associada a úlceras gástricas e câncer de estômago Mesófila Estas bactérias vivem exclusivamente no estômago humano e são o único organismo conhecido capaz de colonizar esse ambiente ácido, em parte pela sua capacidade de excretar de uma "nuvem" de amônia que as protege do ácido.

24 Termófilos (de termo = calor) Temperaturas cardinais Mínima: 45 °C Ótima: 55 a 65 °C Máxima: 80 ºC Maioria são procariotos Adaptações Proteínas altamente estáveis (proteínas mais densas em termos de estrutura, menos H 2 O) DNA estabilizado por histonas Membranas contendo lipídios de elevado peso molecular, mais saturados e ramificados, portanto mais estáveis.

25 Adaptação a altas temperaturas Proteinas Hsp (heat schock proteins) Microrganismos respondem a temperaturas elevadas produzindo proteínas de choque. Estas proteínas são resistentes e protegem proteínas essenciais e enzimas da desnaturação. Fluidez da membrana - Menos fluida congelam em temperaturas baixas - Mais fluida derretem em temperaturas elevadas Fluidez adequada pode ser mantida alterando a proporção de ácidos graxos saturados e insaturados nos fosfolipídios da membrana. Saturados: cadeias retas, alinhadas com fluidez mínima Insaturados: com ligações duplas, cadeias de CH dobram-se de forma que os fosfolipídios não se alinham adequadamente sendo a membrana menos organizada e portanto mais fluida.

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27 Termófilos Compostagem Temperatura: O metabolismo exotérmico dos microrganismos, durante a fermentação aeróbia, produz um rápido aquecimento da massa. Cada grupo é especializado e desenvolve-se numa faixa de temperatura ótima. Promover condições para o estabelecimento da temperatura ótima para os microrganismos é fundamental. Ao passar pela fase termófila haverá a destruição de ovos, larvas e microrganismos patogênicos que existir na massa inicial. ovoslarvas

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29 Grupos de microrganismos termofílicos

30 Yellowstone Park Thermus aquaticus Clorofila/carotenóides (microbianos) criado pelo Congresso Americano como um parque nacional em 1872.parque nacional

31 Hipertermófilos, termófilos extremos Crescimento: > 80 °C Crescimento ótimo acima de 100 °C Faixa: °C A maioria são Archaea Encontrados em ventarolas marinhas e geyseres - Sulfolobus acidocaldarius (Yellowstone) - Pyrobolus fumarius (ventarolas) Cresce a 113 °C e para de crescer a 90 °C

32 Geyseres no Yellowstone Park apresentam as cores fortes resultado da presença de bactérias hipertermófilas.

33 Ventarolas marinhas Temperaturas entre 2 a 400 °C Habitat de termófilos e hipertermófilos

34 Efeito da baixa temperatura Atividade enzimática reduzida (pela redução movimento molecular) Membranas começam a solidificar portanto funcionam ineficientemente Bactérias compensam incorporando lipídios insaturados (tem mais baixo ponto de congelamento) Nem sempre são letais para as bactérias

35 Efeito das temperaturas elevadas Enzimas são desnaturadas, impossibilitando processos celulares importantes, levando a morte celular. Membranas tornam-se muito fluidas - perigo de vazamento do conteúdo celular. Bactérias compensam incorporando mais lipídios com ácidos graxos saturados (aumentam as ligações hidrofóbicas que ajudam a sustentação da membrana)

36 Características dos hipertermófilos Ambientes quentes e ácidos (Yellowstone e ventarolas) Maioria é quimioautotrófica usando substâncias químicas que retiram da água para produzir ATP. Dão a coloração esverdeada devido a seus metabólitos. Usam ainda organismos mortos que afundam nestas regiões.

37 Hipertermófilos (Sulfolobus acidocaldarius) têm uma taxa de mutação mais baixa, sugerindo que a proteção do DNA e mecanismos de reparo são mais eficientes do que as bactérias mesofílicas. Usam uma enzima denominada DNA girase reversa que enrola o DNA no sentido positivo, que é mais estável. Dispõem em geral de DNA mais rico em G+C. Archaea hipertermófilas codificam para uma proteína Alba (Sso10b) que protege o DNA contra o efeito de derretimento.

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39 Hipertermófilos são na sua maioria Archaea

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41 Porquê estudar os termófilos extremos ? 1. ENZIMAS – uso industrial 2. Informações sobre o início da vida na Terra.

42 Aplicações dos hipertermófilos Exemplos: Diagnósticos (Taq polimerase) Indústria de Papel e celulose Indústria do amido

43 Taq polimerase Thermus aquaticus PCR (reação em cadeia da polimerase)

44 Branqueamento de papel Químico (dióxido de cloro, ozônio, peróxido de hidrogênio e altas temperaturas) Poluentes Hemicelulases e xilanases de hipertermófilos. Thermotoga maritima

45 Os Sulfolobus são quimiolitotróficos aeróbicos, que oxidam H 2 S ou S o para H 2 SO 4 e fixam CO 2 como fonte de carbono.. Fisiologicamente os Pyrodictium são anaeróbios estritos que crescem quimiolitotroficamente oxidando H 2, usando o S o como aceptor de elétrons ou quimiorganotroficamente, sobre complexas misturas orgânicas. Exemplo de procariotos hipertermófilos

46 Um problema inerente às enzimas dos extremófilos, é a dificuldade de produzi-las utilizando os microrganismos selvagens. Em geral necessitam de condições especiais para se reproduzirem, como ambientes anaeróbios estritos, altas temperaturas, meios definidos, etc. Alternativa: expressão das enzimas em outros microrganismos de fácil manipulação.

47 FIM


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