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Discussão Programação em Saúde Bucal Bases Atuais.

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1 Discussão Programação em Saúde Bucal Bases Atuais

2 Elementos estruturais do Programa: Objetivos (preventivos, promocionais, curativos, gerenciais, políticos)Objetivos (preventivos, promocionais, curativos, gerenciais, políticos) População-alvo programáticaPopulação-alvo programática MetasMetas Natureza das práticasNatureza das práticas mecanismos e rotinas de acessomecanismos e rotinas de acesso Espaço de realização das práticas (p/ ações preventivo-promocionais, curativas)Espaço de realização das práticas (p/ ações preventivo-promocionais, curativas) Mecanismos de referência e contra-referênciaMecanismos de referência e contra-referência Rotina de atenção (p/ ações gerenciais, preventivo-promocionais, curativas)Rotina de atenção (p/ ações gerenciais, preventivo-promocionais, curativas) Capacidade instalada (existente e a adquirir)Capacidade instalada (existente e a adquirir) instalaçõesinstalações equipamentosequipamentos instrumentaisinstrumentais Recursos humanos e competências (existente e a adquirir)Recursos humanos e competências (existente e a adquirir) Recursos materiais (existente e a adquirir)Recursos materiais (existente e a adquirir) Instrumentos de programaçãoInstrumentos de programação Sistema e instrumentos de controle e avaliaçãoSistema e instrumentos de controle e avaliação Sistema e instrumentos de informaçãoSistema e instrumentos de informação Manutenção de equipamentosManutenção de equipamentos Capacitação e treinamento de recursos humanosCapacitação e treinamento de recursos humanos

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6 –Tomando como estímulo as experiências recentemente acumuladas: v no Paranoá e no Brasil; v na história da experimentação de atividades assistenciais no âmbito da família desenvolvidas na década de 70 pela Faculdade de Saúde/UnB e a regional de Saúde de Planaltina-DF –Acreditamos que hoje, no SUS, sob uma conjuntura acolhedora de mudanças no modelo de atenção, se faz oportuno buscar novos caminhos para a saúde bucal.

7 –Entretanto, a simples implementação de uma nova frente de trabalho preventivo- promocional no espaço da família não é suficiente para se obter uma mudança substantiva do modelo assistencial. v Exemplo é a verticalização programática e pouco transformadora da assistência pública, realizada na maioria das experiências de implementação do PACS e do PSF pelo país.

8 Faz-se necessário um amplo processo de mudanças do modelo de atenção que: Faz-se necessário um amplo processo de mudanças do modelo de atenção que: v não só institua novas rotinas, v mas também modifique aquelas existentes No sentido de integralizá-las e de torná-las mais orgânicas aos desafios do SUS. No sentido de integralizá-las e de torná-las mais orgânicas aos desafios do SUS.

9 –O maior desafio é integralizar a atenção curativa num modelo que garanta universalidade e equidade, além dos demais compromissos do sistema;

10 Há que se destacar: a negação da universalidade em estratégias foquistas que apelam exclusivamente para o princípio da equidade

11 –O maior desafio é integralizar a atenção curativa num modelo que garanta universalidade e equidade, além dos demais compromissos do sistema; Há que se destacar: a negação da universalidade em estratégias foquistas que apelam exclusivamente para o princípio da equidade a estratégia da universalidade por cotas

12 –O maior desafio é integralizar a atenção curativa num modelo que garanta universalidade e equidade, além dos demais compromissos do sistema; Há que se destacar: a negação da universalidade em estratégias foquistas que apelam exclusivamente para o princípio da equidade a estratégia da universalidade por cotas a estratégia da universalidade pela equidade (por vínculos)

13 –O maior desafio é integralizar a atenção curativa num modelo que garanta universalidade e equidade, além dos demais compromissos do sistema;

14 –A resposta a este desafio ainda nos cobra: v reorganizar toda a atual assistência curativa na perspectiva de transformá-la em retaguarda para as atividades preventivo-promocionais;

15 –O maior desafio é integralizar a atenção curativa num modelo que garanta universalidade e equidade, além dos demais compromissos do sistema; –A resposta a este desafio ainda nos cobra: v reorganizar toda a atual assistência curativa na perspectiva de transformá-la em retaguarda para as atividades preventivo-promocionais; v repensar esta assistência de forma que sua realização estimule e potencialize as ações e medidas preventivo- promocionais.

16 –Desafios programáticos: de interesse mais imediato do usuário: v composição da população-alvo, cobertura & metas; v redefinição dos espaços de realização das práticas; v mecanismos e rotina de acesso regular e garantido (referência / contra-referência); v natureza das práticas assistenciais (pluralidade, natureza da ênfase, integralidade); v rotina de atenção; v internalização do controle social difuso e capilar nas práticas assistenciais rotineiras;

17 –Desafios programáticos (cont.): de interesse mais imediato da gerência e do trabalhador em saúde: v externalização do processo de programação para a realização da participação e controle social organizado das práticas gerenciais e políticas; v articulação da unidade de saúde com demais instituições locais; v descentralização radical com a autonomização relativa local; v modernização gerencial a nível de cada clínica local - trabalho em equipe; v gerência participativa, comunicativa e includente;

18 –Desafios programáticos (cont.): de interesse mais imediato da gerência e do trabalhador em saúde: v valorização da unidade básica; v desmedicalização e valorização da vigilância à saúde; v aumentar a presença do Estado (sentido ampliado) no dia-a-dia do cidadão por razões de saúde; v etc.

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22 Não há mágica ! Há apenas um projeto de engenharia assistencial...

23 Rompe com a arquite- tura Sespiana e expurga o incremental!

24 Tradicional Tradicional: crianças de algumas escolas da rede pública de ensino; espaço da escola ; acesso restrito ao coleti- vo da escola atenção curativa anual; ênfase curativa tradicional; Vínculos Vínculos: crianças maiores de 5 anos e todos os adultos de todas as famílias do- miciliadas na área de abrangência do Distrito Sanitário; espaço da U.B de Saúde; acesso amplo; atenção curativa trianual; ênfase curativa adequa- dora (restauração e cirurgia para fins de adequação do meio bucal)

25 Tradicional Tradicional: compromisso com TC individualizado; tempo de tratamento ilimitado; estoque de horas despendido linearmente; cirúrgico incorporado; rotina indefinida. Vínculos Vínculos: compromisso primário com TCA e secundário com TCR individualizado; tempo de tratamento limitado a duas sessões clínicas de 30min; estoque de horas despendido entre os familiares (acesso do adulto); cirúrgico referenciado; rotina pré-definida para a atenção das crianças.

26 u Procedimentos da 1 a sessão: v procedimentos preventivos preliminares; v exame clínico, anamnese e encaminhamentos; v anestesia dos dois hemi-arcos com piores condições; v pulpotomia nos dentes indicados nos dois hemi-arcos com piores condições; v escavação de todos os dentes nos dois hemi- arcos com piores condições, com preparo cavitário de menor complexidade nos dentes que já nesta sessão receberão restaurações definitivas;

27 u Procedimentos da 1 a sessão (cont.): v havendo tempo útil, escavação de todos os dentes nos dois hemi-arcos com melhores condições com preparo cavitário de menor complexidade nos dentes que já nesta sessão receberão restaurações definitivas; v havendo tempo útil, concluir o preparo cavitário dos dentes já escavados e de maior complexidade dos dois hemi-arcos com piores condições.

28 u Procedimentos da 2 a sessão: v procedimentos preventivos preliminares; v anestesia dos dois hemi-arcos com melhores condições; v pulpotomia nos dentes indicados nos dois hemi-arcos com melhores condições; v concluir a escavação de todos os dentes da boca, iniciando por aqueles dos dois hemi- arcos com melhores condições (já anestesiados), com preparo cavitário de menor complexidade nos dentes que já nesta sessão receberão restaurações definitivas;

29 u Procedimentos da 2 a sessão (cont.): v havendo tempo útil, concluir o preparo cavitário de todos os dentes da boca já escavados e de maior complexidade, iniciando por aqueles dos dois hemi-arcos com melhores condições (já anestesiados).

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