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MUNDO FEUDAL É importante levar em conta a CRONOLOGIA – 476 d.C a 1453 d.C. Conceitualmente é necessário distinguir: ALTA IDADE MÉDIA E BAIXA IDADE MÉDIA.

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1 MUNDO FEUDAL É importante levar em conta a CRONOLOGIA – 476 d.C a 1453 d.C. Conceitualmente é necessário distinguir: ALTA IDADE MÉDIA E BAIXA IDADE MÉDIA. Alta Idade – séc. V ao X. Baixa Idade – séc. XI ao XV.

2 Razões da crise do Mundo Romano A sociedade romana era basicamente escravista. Os escravos aumentavam em períodos de CONQUISTAS. Conquistas implica em expansão e imperialismo. Tese 1. O Império Romano atingiu sua extensão máxima no séc. II ( Governo de Trajano ). Tese 2. No séc. III observa-se uma redução na extensão do Império.

3 Com Império não mais se estendia, também o número de escravos não crescia. A manutenção do Império tornou-se difícil. Os Romanos entraram em crise e começaram a depender dos estrangeiros ( bárbaros ). Pela primeira vez Roma fica dependente economicamente, pois não produz o que produz até então.

4 A presença dos Bárbaros MIGRAÇÕES PACÍFICAS – a convite. MIGRAÇOES VIOLENTAS – invasões em áreas estratégicas. PODER DO EXÉRCITO. ALTO CUSTO ( despesas/inflação ) PARA O EXÉRCITO ROMANO. Uma das alternativas: aumento dos IMPOSTOS.

5 Qual foi o erro ? Não ter sabido criar novas fontes de riqueza. Roma vivia dos tributos. A crise provocou o empobrecimento do Império e o declínio populacional. Houve um ÊXODO, levando os proprietários a abandonar a vida urbana e criarem as VILLAS ( Grandes propriedades rurais, auto-suficientes ).

6 MUDANÇAS Com a crise do escravismo antigo, verificou-se uma importante modificação nas relações sociais. Surge a dependência. MEDIDAS TOMADAS: Divisão dos latifúndios em duas partes: as reservas senhoriais e os lotes dos camponeses ( mansus ); Sujeição do camponês livre em troca de proteção e do direito de permanecer na terra, prestando serviços. Trabalhador livre para colono.

7 Desaparece o escravo. Juridicamente ele também torna-se colono preso à terra. Logo será chamado de SERVO. O colono poderia trabalhar no MANSUS, mas era obrigado a trabalhar na reserva senhorial. Houve uma profunda ruralização. Houve medo. As pessoas se retiravam dos centros. O Comércio atrofiava.

8 Surgia no fim do Império Romano muita corrupção ( atingindo a sociedade e o exército ); Enfraquecimento do poder do Estado e o fortalecimento das ordens pessoais. Iniciava o culto do CHEFE ( coisa de bárbaro – fidelidade – lealdade ). Mudança nos valores religiosos e políticos.

9 O Cristianismo em alta Com a queda Romana, houve a decadência da religião pagã; Padronização de idiomas ( latim/ocidente; grego/oriente ) Presença de comunidades judaicas em Roma; Com a pobreza estendida, surgem os conceitos de caridade, fraternidade e igualdade perante Deus. Promessa de recompensa eterna pelos sofrimentos da vida terrena. ESPERANÇA.

10 INVASÕES As invasões geraram um clima de insegurança e instabilidade. Desordem administrativa; desintegração da autoridade central; quebra da hierarquia militar. No entanto a Igreja preservou sua UNIDADE, preservando o legado cultural greco-romano, oferecendo apoio espiritual, ação entre os pobres.

11 HIERARQUIZAÇÃO DA IGREJA À media que seu pode aumentava ( politicamente e economicamente ( doações/primogenitura ), ela se estruturou administrativamente. Cargos eclesiásticos, Dioceses, Paróquias, Clero secular e regular e mais tarde: DIREITO CANÔNICO.

12 A partir do séc. V, surgem os mosteiros. Na sequência surgem as primeiras ordens religiosas: DOMINICANOS E BENEDITINOS. Num primeiro momento: converter os pagãos e num segundo combater as heresias.

13 Do ponto de vista cultural, os mosteiros foram os guardiões da cultura ( bibliotecas próprias, traduções, preservação de textos antigos ), sobretudo da cultura que INTERESSAVA à Igreja. Criaram as primeiras escolas e as primeiras Universidades.

14 OPOSIÇÃO Apesar do poderio político, econômico e espiritual e do grande controle ideológico, a Igreja enfrentou inúmeras oposições de caráter TEOLÓGICO. MOVIMENTOS HERÉTICOS – aqueles que contestavam os dogmas. Arianismo ( negava a divindade de Cristo ) Nestorianismo ( estabelecia uma distinção entre a natureza humana e divina de Cristo ).

15 Monofisismo – admitia apenas a natureza divina de Cristo. Caminhando para a BAIXA IDADE MÉDIA TIVEMOS OUTROS DOIS CASOS: Albigenses – radicalidade dos puros ( Cátaros ) – herança oriental. Valdenses – a pobreza.

16 REPRESSÃO Instalação do Tribunal Inquisitorial, em 1229, com o Papa Gregório IX ( Santo Ofício ): INTERDIÇÃO, EXCOMUNHÃO E PENA DE MORTE.

17 Reinos Germânicos O Conceito de bárbaro veio dos gregos e foi assimilado pelos Romanos como todos aqueles que viviam além de suas fronteiras, não falavam a sua língua e possuíam uma cultura inferior. Quando as invasões bárbaras ocorreram, a sociedade romana já se encontrava em processo de crise. Os germanos aceleraram o processo de desagregação do mundo romano.

18 OCUPAÇÕES O território Romano foi ocupado por diversos povos germânicos, como os FRANCOS, OSTROGODOS, BORGÚNDIOS, VISIGODOS, SUEVOS, ANGLO-SAXÕES E VÂNDALOS.

19 Principais motivos que permitiram as invasões: A ameaça representada por povos que vieram do Leste, especialmente os hunos, e que exerceram uma forte pressão sobre os germanos. A fragilidade militar do Império, sintoma geral da crise da sociedade Romana. Necessidade de ampliação das áreas de cultivo. ( Uma das razões essenciais ).

20 Substituição Sai Império Romano ( Centralizado ), entra Reinos Germânicos ( descentralizados e rivais ). Mas isto não foi tão rápido: houve uma TRANSIÇÃO. Houve uma progressiva integração de costumes e instituições romanos e dos germanos

21 Surge o COLONATO – característica essencial da sociedade feudal. FEUDALISMO – DUAS HERANÇAS: Romana ( colonato, ruralização, latifúndio, privatização da defesa e as villas ); Germânica ( relações baseadas na honra e na fidelidade derivadas do COMITATUS, que originou os laços de SUSERANIA e VASSALAGEM, e o direito consuetudinário ( costumes ).

22 OS FRANCOS OS DEFENSORES DA CRISTANDADE. ALIANÇA DO PODER TEMPORAL COM O PODER ESPIRITUAL. CLÓVIS, DAGOBERTO – MEROVÍNGIA CARLOS MARTEL, PEPINO ( BREVE ) E CARLOS MAGNO – CAROLÍNGIA. SACRO IMPÉRIO ROMANO GERMÂNICO.

23 LEIS CAPITULARES, MISSI DOMINICI, ESCOLAS, CONDADOS, DUCADOS E MARCAS. CIVILIZAÇÃO. RENASCIMENTO CAROLÍNGEO.

24 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS Autoridade do Imperador ( LAÇOS DE FIDELIDADE ). Doações de terras; Benefícios; Cavaleiros;

25 O FEUDALISMO EM SI Uma estrutura que glorifica que um homem livre possa depender de outro homem livre. Estrutura tipicamente Européia que consolida o homem medieval. O que explica o feudalismo ? Isolamento da sociedade européia, em razão do CERCO dos árabes sobre o Mediterrâneo.

26 Este episódio fez com que os Europeus adotassem uma política econômica de subsistência. A fragilidade militar de vários reinos germânicos-cristãos que se formaram pós Roma, fez com que as populações ameaçadas buscassem proteção junto a um SENHOR. SENHOR FEUDAL.

27 As razzias, os saques, fizeram com que o Europeu se RETIRASSE. Técnicas agrícolas rudimentares, heranças de uma agricultura escravista. Logo, BAIXA PRODUTIVIDADE. COM POUCA CIRCULAÇÃO DE MOEDA E QUASE INEXISTÊNCIA DE COMÉRCIO ( MEDO ), os servos era obrigados a trabalhar para o seu Senhor em troca de proteção e benefícios.

28 Obrigações Census – imposto sobre as terras; Talha – parcela paga sobre a produção realizada no manso servil; Corvéias ( trabalhos compulsórios nas reservas senhoriais ) Banalidades ( imposto devido pelo uso obrigatório de instalações pertencentes ao senhor: forno, moinho. Dízimo.... e até tostão de Pedro.

29 TRÍADE: as três ordens Alguns poucos rezavam: Clero; Alguns poucos se divertiam e caçavam: Nobreza; A grande maioria trabalhava: os servos... e a burguesia ???? Logo... Logo....

30 CRUZADAS Questão econômica; Questão religiosa; Discurso do Papa Urbano II.

31 RAZÕES Necessidade de reabrir as rotas terrestres fechadas aos cristãos europeus; Interesse da Igreja católica em reunificar o mundo cristão. Os apelos do Imperador Bizantino para afastar os muçulmanos. Libertar Jerusalém Resolver o problema dos secundogênitos. Interesses mercantis ( saquear, pilhar, enriquecer )

32 BAIXA IDADE MÉDIA Revolução Agrícola: pântanos foram drenados; áreas não cultiváveis até então foram MECANIZADAS; surgem técnicas.. COMÉRCIO INTERNACIONAL – ROTAS COMERCIAIS....Cruzadas... Intercâmbio Novas cidades... RENASCIMENTO COMERCIAL.. Comunas... FRANQUIAS

33 VIDA URBANA.. NOVOS OFÍCIOS... ASSALARIADOS.. PÉS POEIRENTOS... CENTROS ECONÔMICOS: A) bacia mediterrânea; B) mar do norte; C) Liga germânica..

34 ISLAMISMO PENÍNSULA ARÁBICA – POLITEÍSMO – CAABA. CENTRO COMERCIAL E RELIGIOSO: Meca. Quase um panteão de deuses. Revelação a Maomé. 622 – Yatreb – fuga 630 – Meca – sucesso – unificação.

35 Características principais Monoteísmo. Crença na imortalidade da alma. Aceitação da poligamia. Aceitação da escravidão. Aceitação do fatalismo. Crença no juízo final. Guerra Santa.. Jihad.

36 05 pilares básicos crença em Deus, nos Seus anjos, nos livros e nos mensageiros, no dia do juízo final, e na predestinação. São pilares da fé: o testemunho, a oração 5 vezes ao dia, o pagamento do zakat, o jejum no mês do Ramadã e a peregrinação, pelo uma vez na vida. São fontes do Islam: o Alcorão, a sunnah (ditos e atos) do Profeta e as biografias escritas.

37 Após a morte do Profeta, as antigas inimizades que tinham sido administradas por ele em vida, tornaram-se mais evidentes. A comunidade muçulmana de Medina estava constituída por quatro grupos principais:

38 os muhajirin, muçulmanos de Meca, que tinham acompanhado o Profeta por ocasião da Hégira; os ansar, cidadãos de Medina, que tinham recebido os muçulmanos de Meca e lutado com eles; os partidários de Ali, que defendiam que o sucessor do Profeta deveria ser alguém da família dele (hashemita), no caso Áli ibn Abu Talib, genro e primo do Profeta; e os omíadas, pertencentes à aristocracia de Meca, cujo líder do clã era Abu Sufyan.

39 Após a morte do primeiro Califa Abu Becker... Surgem as dinastias: omíadas e hashemitas Estas dividiram o mundo islâmico e perduram até os dias atuais. Aqueles que defendem o direito dos descendentes de 'Ali ao califado, ficaram conhecidos como xiítas( Partido de Ali) e, do ponto de vista espiritual, constituem um grupo separado dos sunitas, isto é, aqueles que seguem as sunas (ditos e atos) do Profeta.

40 LIVROS SAGRADOS Al corão: doutrina islâmica, entre 632 e 651. Expansão Muçulmana:Meca, Bagdá, Cairo, Córdova,Granada, dentre outros Derrota para os TURCOS...

41 CULTURA ISLÂMICA Textos aristotélicos: Escritores Averróis e Avicena. Tradução do ALMAGESTO. Alquimia e a pedra filosofal. Literatura. Algarismos. Ciência....


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