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CRISE DO SISTEMA COLONIAL Há uma relação entre a transição do feudalismo ao capitalismo, com os movimentos de independência, sobretudo na América Latina.

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Apresentação em tema: "CRISE DO SISTEMA COLONIAL Há uma relação entre a transição do feudalismo ao capitalismo, com os movimentos de independência, sobretudo na América Latina."— Transcrição da apresentação:

1 CRISE DO SISTEMA COLONIAL Há uma relação entre a transição do feudalismo ao capitalismo, com os movimentos de independência, sobretudo na América Latina. O PIVÔ da crise do sistema colonial foi o processo de industrialização iniciado na Inglaterra, desmontando a lógica da política mercantilista.

2 MOTIVAÇÕES Há motivações que explicam o rompimento das áreas coloniais com as suas respectivas metrópoles. INTERNAMENTE: As colônias se desenvolveram, devido à própria exploração que se faz nelas. Nasce uma elite local, apesar de se subordinar aos interesses dos grupos dominantes da metrópole.

3 O desenvolvimento das colônias promove uma maior OPRESSÃO das metrópoles sobre estas. Cresce a oposição : colônia x metrópole. Paralelamente ocorrem mudanças na própria METRÓPOLE. O ANTIGO REGIME ENTRA EM CRISE. Nascem revolução burguesas, destravando as amarras que ainda impediam o sistema capitalista. IDÉIAS LIBERAIS.

4 A IMPORTÂNCIA DO ILUMINISMO Um grande aparato ideológico acompanhou as modificações nas metrópoles – iluminismo político e econômico, INVESTINDO contra o monopólio e contra o trabalho escravo Ora, o MONOPÓLIO e o ESCRAVISMO eram as bases de sustentação do ANTIGO REGIME.

5 CONJUNTURAS É preciso levar em conta a conjuntura das colônias de povoamento e de exploração. A PRÓPRIA INGLATERRA, permitia liberdade política e econômica em algumas de suas colônias. NORTE X SUL. APÓS A GUERRA DOS 07 ANOS, A POLÍTICA DA INGLATERRA MUDA RADICALMENTE.

6 PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DAS COLÔNIAS AMERICANAS AMOR E ÓDIO. APESAR DA VITÓRIA INGLESA SOBRE A FRANÇA, A COROA DETERMINA UMA SÉRIE DE MEDIDAS RIGOROSAS: IMPOSTOS: Lei do Selo Lei do Açucar e Atos de Townshend Lei do Chá.

7 DISCURSO DOS COLONOS Sem representação não pode haver tributação Surgem PROTESTOS E BOICOTES. EM RESPOSTA SURGEM POR PARTE DA COROA: As leis intoleráveis. SURGE O IMPASSE.

8 ASSEMBLÉIAS E MANIFESTOS Primeiro Congresso de Filadélfia. Segundo Congresso de Filadélfia. Elaboração de um documento nos moldes iluministas. Guerra da Independência. Alianças: França, Holanda e Espanha. Grandes nomes. Primeira constituição americana.

9 América Católica Tendo como pano de fundo a independência dos EUA, acontecem no início do séc. XIX, as EMANCIPAÇÕES das colônias espanholas. CLASSES SOCIAIS NA AMÉRICA LATINA: Chapetones, criollos, mestiços e escravos – 1815 – as colônias espanholas estavam ocupadas por tropas napoleônicas. Em um primeiro momento: Argentina, Paraguai, Venezuela, Equador e Chile, conquistaram suas independências.

10 – Segunda fase, já com o Rei da Espanha no trono ( Fernando VII ). Com o apoio da Inglaterra há uma leva de revoltas. México e Peru se libertam, outras anteriores se consolidam. O Uruguai, liberta-se da Espanha, mas é dominado pelo Brasil.

11 Com exceção do México, todas as novas nações seguiram o modelo norte americano, definindo-se como REPÚBLICAS. Lembrar a DOUTRINA DE MONROE. Haiti, Cuba e Porto Rico foram casos excepcionais.

12 Questões conceituais No decorrer do século XVIII, o sistema colonial implementado pelos espanhóis na América passou a sofrer importantes transformações, fruto do envolvimento metropolitano nas guerras européias e da crise da mineração.

13 GÊNESE DAS INDEPENDÊNCIAS O Tratado de Ultrecht ( 1713) foi uma decorrência da derrota da Espanha na "Guerra de Sucessão Espanhola", sendo forçada a fazer concessões à Inglaterra, garantindo-lhes a possibilidade de intervir no comércio colonial através do asiento - fornecimento anual de escravos africanos - e do permiso - venda direta de manufaturados às colônias.

14 O Tratado Esse tratado marca o início da influência econômica britânica sobre a região e ao mesmo tempo, o fim do monopólio espanhol sobre suas colônias na América.

15 MUDANÇAS PROMOVIDAS PELA ESPANHA A abolição do sistema de frotas, e abolição do sistema de porto único, tanto na metrópole, como nas colônias, pretendendo dinamizar o comércio, favorecendo a burguesia metropolitana e indiretamente o próprio Estado.

16 Na América foi liberado o comércio inter- colonial (desde que não concorresse com a Espanha) e os criollos passaram a ter o direito de comercializar diretamente com a metrópole.

17 A IMPORTÂNCIA DOS CRIOLLOS Os criollos enfrentavam ainda grande obstáculo à ascensão social, na medida em que as leis garantiam privilégios aos nascidos na Espanha. Os cargos políticos e administrativos, as patentes mais altas do exército e os principais cargos eclesiásticos eram vetados à elite colonial.

18 CONTEXTUALIZAÇÃO Soma-se à situação sócio econômica, a influência das idéias iluministas, difundidas na Europa no decorrer do século XVIII e que tiveram reflexos na América, particularmente sobre a elite colonial

19 ESTOPIM O elemento que destravou o processo de ruptura colonial foi a invasão das tropas de Napoleão Bonaparte sobre a Espanha.

20 A resistência à ocupação francesa iniciou- se tanto na Espanha como nas colônias; netas a elite criolla iniciaram a formação de Juntas Governativas, que em várias cidades passaram a defender a idéia de ruptura definitiva com a metrópole.

21 PONTOS COMUNS -a grande participação popular, porém sob liderança dos criollos; -o caráter militar, envolvendo anos de conflito com a Espanha; -a fragmentação territorial, processo caracterizado pela transformação de 1 colônia em vários países livres; -adoção do regime republicano - exceção feita ao México.

22 SÍNTESE O processo de independência hispano- americano dividiu-se, grosso modo, em três fases principais: os movimentos precursores ( ), as rebeliões fracassadas ( ) e as rebeliões vitoriosas ( ).

23 Os movimentos precursores, deflagrados prematuramente, foram severamente reprimidos pelas autoridades metropolitanas. Lembrar os movimentos indígenas – TUPAC AMARU. Essa rebelião indígena mobilizou mais de sessenta mil índios e só foi totalmente esmagada pelos espanhóis em 1783, quando foram igualmente reprimidas outras revoltas no Chile e na Venezuela.

24 PRECURSOR Inspirado no exemplo dos Estados Unidos, o criollo venezuelano Francisco Miranda liderou, a partir desta época, vários levantes e se tornou o maior precursor da independência hispano- americana.

25 SINGULARIDADE Após os Estados Unidos, a segunda independência da América foi realizada pelos escravos trabalhadores das plantations que, em 1793, através de uma insurreição popular contra a elite branca libertaram o Haiti. FENÔMENO DA HAITIZAÇÃO.

26 Rebeliões fracassadas "As rebeliões de independência fracassadas: a falta de apoio da Inglaterra e dos Estados Unidos".

27 Os Estados Unidos, que possuíam acordos comerciais com a Junta de Sevilha, também não forneceram qualquer ajuda aos rebeldes hispano-americanos. Em 1816, os movimentos emancipacionistas, isolados internamente e sem apoio internacional, foram momentaneamente vencidos pelas tropas espanholas.

28 A vitória "A vitória do movimento de independência: apoio da Inglaterra e dos Estados Unidos. A doutrina Monroe". A presença dos libertadores. BOLIVAR E MARTIN.

29 Simon Bolívar desencadeou a campanha militar que culminaria com a libertação da Venezuela, da Colômbia e do Equador e, mais ao sul, José de San Martín promovia a libertação da Argentina, do Chile e do Peru.

30 Encontro de Guayaquil Em 1822 os dois libertadores encontraram- se em Guayaquil, no Equador, onde San Martín entregou a Bolívar o comando supremo do exército de libertação. POSTURAS DIFERENTES. ESTRATÉGIAS DIFERENTES.

31 CONFERÊNCIA DO PANAMÁ Em 1826, Bolivar convocou os representantes dos países recém- independentes para participarem da Conferência do Panamá, cujo objetivo era a criação de uma confederação pan- americana.

32 O sonho O sonho boliviano de unidade política chocou-se, entretanto, com os interesses das oligarquias locais e com a oposição da Inglaterra e dos Estados Unidos, a quem não interessavam países unidos e fortes.

33 A fragmentação Após o fracasso da Conferência do Panamá, a América Latina fragmentou-se politicamente em quase duas dezenas de pequenos Estados soberanos, governados pelas aristocracia criolla.

34 Outros fatores que interferiram nessa grande divisão política foram o isolamento geográfico das diversas regiões, a compartimentação populacional, a divisão administrativa colonial e a ausência de integração econômica do continente. O pan-americanismo foi vencido pela política do "divida e domine".

35 MARCHA PARA O OESTE O fortalecimento dos EUA como nação intensificou-se com a expansão das fronteiras do novo Estado, por meio da COMPRA, ANEXAÇÃO PACÍFICA OU BELICOSA DE TERRAS. Inicialmente ambicionavam anexar o Canadá, que acarretou na segunda guerra de independência – , com a demarcação de fronteiras.

36 Rumo ao pacífico O Governo americano comprou algumas áreas: LOUSIANIA ( 1803 ) FLÓRIDA (1819 ) ALASCA ( 1867 ) GUERRA COM O MÉXICO, anexando os territórios do TEXAS, Califórnia, Novo México, Arizona, Utah e Nevada.

37 O MASSACRE Lembrar DANÇA COM LOBOS - Kevin Costner GENOCÍDIO. Apaches, Dakotas, Sioux e etc.

38 A Marcha para o Oeste foi à incorporação de territórios interioranos pelos colonos pioneiros e desbravadores, que faziam a fronteira mover-se sempre um passo além.Uma série de fatores motivaram e favoreceram esta expansão: A escassez de terras na faixa atlântica; A possibilidade de as famílias de colonos tornarem-se proprietárias, o que também atraiu imigrantes europeus;

39 A necessidade do Norte, em faze de industrialização, de conseguir matérias- primas e alimentos; A corrida do ouro; A conquista de áreas de pastagens para os rebanhos; A construção de ferrovias, que permitia a aplicação lucrativa de capitais e integrava os mercados, assegurando o comércio para a produção agrícola.

40 Guerra da Secessão Após as eleições presidenciais de 1860, que escolheram o candidato apoiado pelo Norte, Abraham Lincoln, os Estados escravistas do Sul resolveram se separar de União;formando uma confederação. Apesar da flagrante interioridade em número de homens em recursos e armas, os Estados Confederados atacaram o Norte, em 1861, dando início a guerra civil.

41 Alem de contar com a ajuda do Oeste o Norte utilizou a Marinha para bloquear o apoio da Europa, principalmente da Inglaterra, aos Estados sulistas, dos quais esse país importa o algodão para alimentar suas industrias.

42 O Sul conseguiu algumas vitórias.No entanto, após a Batalha de Gettysburg em 1863, o Norte tomou a ofensiva, derrotando as tropas sulistas e arrasando completamente os Estados Confederados.A tomada da capital da Confederação, Richmond, na Virginia, em 1865 selou o fim da guerra, com a rendição completa do Sul.

43 A abolição da escravatura foi decretada por Lincoln em janeiro de 1865.Porém, não foi acompanhada de nenhum programa que possibilitasse a integração de negro liberto na sociedade americana.Essa situação de desvantagem social tendeu a se perpetuar, principalmente devido ao aparecimento de sociedades secretas racistas no Sul, como o ku Klux Klan.

44 TAXAÇAO / PROTECIONISMO ABOLIÇAO / FIM DO ESCRAVISMO


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