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A independência da América espanhola. América espanhola.

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Apresentação em tema: "A independência da América espanhola. América espanhola."— Transcrição da apresentação:

1 A independência da América espanhola

2 América espanhola

3 Organização das Colônias Os vice-reinados existentes eram Nova Espanha ( México e parte do território atualmente pertencente aos Estados Unidos), Nova Granada ( Colômbia e Equador), Peru e Prata (Argentina, Uruguai, Bolívia e Paraguai). As capitanias gerais eram Cuba, Guatemala, Venezuela e Chile.

4 Organização social Chapetones: eram os espanhóis natos que, monopolizando o poder político, dominavam os altos cargos da administração colonial; 0.3% da população. Criollos: eram descendentes de espanhóis nascidos na América e formavam a elite econômica e intelectual da colônia, à qual pertenciam os latifundiários, comerciantes, profissionais liberais e membros do baixo clero; 20 % da população. Mestiços: descendentes de espanhóis e índios, dedicavam-se ao pequeno comércio e ao artesanato; os índios, (maioria), constituíam a mão-de-obra explorada na mineração e na agricultura; Já os negros, concentravam-se principalmente nas Antilhas e formavam a mão-de-obra escrava utilizada nas plantations tropicais.

5 Organização econômica A economia colonial baseava-se na exportação de matérias- primas e, portanto, era dependente do mercado externo monopolizado pela metrópole através do pacto colonial. A mineração baseava-se na extração de ouro e prata e estava concentrada no México e na Bolívia (parcialmente esgotada). A agricultura tropical desenvolveu-se na América Central e nas Antilhas, com base no sistema de plantation, ou seja, grandes propriedades monoculturas, trabalhadas por escravos. A pecuária concentrava-se principalmente no México e no vice-reinado do Prata. O comércio era praticado nas grandes cidades portuárias, como Buenos Aires, Valparaíso, Cartagena e Vera Cruz.

6 Influência externa- estímulos para lutar pela independência. Acontecimentos das últimas décadas do século XVIII: Revolução Industrial. (Necessidade de substituir o monopólio comercial por livre concorrência. A exportação das mercadorias inglesas exigia a abertura dos mercados americanos ao livre comércio e esbarrava nos entraves criados pelo pacto colonial) Iluminismo, Independência dos Estados Unidos (exemplo e a fonte de inspiração) Revolução Francesa. (bloqueio continental e ocupação da Espanha) influenciaram no processo de independência da América espanhola.

7 Início do processo O acontecimento que iniciou o processo de independência foi a invasão das tropas de Napoleão Bonaparte sobre a Espanha; A resistência à ocupação francesa iniciou-se tanto na Espanha como nas colônias; Na América, os criollos pronunciaram-se pelo lealismo colocaram –se ao lado de Fernando VII, herdeiro legítimo de Coroa espanhola. Formação de Juntas de Governo, para coordenar a resistência. Aos poucos, passaram a defender a ideia de ruptura definitiva com a metrópole, em 1810, iniciaram a luta pela independência.

8 O significado da liberdade Para criollos e chapetones – representava liberdade política e econômica, isto é, o fim do exclusivo comercial da Espanha. Para indígenas e mestiços- não significava apenas independência da metrópole, mas o fim de tributos e a promessa de melhores condições de vida e trabalho.

9 HAITI – COLÔNIA FRANCESA 90 % DA POPULAÇÃO ERA ESCRAVA. LAVOURAS DE CANA, ALGODÃO E CAFÉ , INSURREIÇÃO DE ESCRAVOS HAITIANOS. LIBERDADE GERAL EXIGIAM A APLICAÇÃO DA DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DO HOMEM E DO CIDADÃO NA COLÔNIA FRANCESA. VIOLÊNCIA DO EXÉRCITO FRANCÊS AO REPRIMIR O LEVANTE.

10 ESCRAVIDÃO NAS COLÔNIAS Para a burguesia francesa os direitos mencionados na Declaração limitavam-se à população branca europeia. Durante o período da Convenção Nacional francesa ( ), sob o governo dos jacobinos, foi decretada a abolição da escravidão, medida cancelada no governo dos girondinos.

11 RETOMADAS DA LUTA – Toussaint Louverture, líder, ex- escravo, declarou a independência e deu novos rumos ao país. Toussaint foi capturado em 1803 e morre em uma prisão francesa. 1804, escravos lideram a luta e proclamam a indepndência. 1 República negra e a 2 fundada na América.

12 Guerras de Independência Após a derrota de Napoleão e 1815, a Inglaterra, liberta da ameaça francesa, passou a apoiar efetivamente as rebeliões de independência na América. Simon Bolívar desencadeou a campanha militar que culminaria com a libertação da Venezuela, da Colômbia e do Equador José de San Martín promovia a libertação da Argentina, do Chile e do Peru. Em 1822 os dois libertadores encontraram-se no Equador, onde San Martín entregou a Bolívar o comando supremo do exército de libertação.

13 México - antecedentes Em 1810, o padre Miguel Hidalgo ensaiou o primeiro movimento revolucionário. Defendendo o fim das relações coloniais e a devolução das terras às populações indígenas. Apoiado por índios e mestiços para lutaram contra o governo espanhol. Apoiado por esses grupos, o movimento de Hidalgo perseguiu chapetones e os criollos. O movimento obteve grandes proporções e uma verdadeira guerra contra os representantes da elite. Contando com o apoio das tropas coloniais espanholas, a revolta foi controlada e Hidalgo foi preso e condenado à morte.

14 Independência Os criollos temiam outros levantes populares e a perda de poder. Anteciparam a independência sob a liderança de Itúrbide, o México tornou-se uma monarquia independente. No plano político, criollos e chapetones teriam os mesmos direitos políticos. A fé católica e a antiga configuração agrária excludente seriam reafirmadas por esse governo. Iturbide foi deposto e assassinado. No ano de 1823, o país tornou-se uma república. Sem alcançar os ideais populares das primeiras manifestações revolucionárias, o México apenas assistiu a ampliação da autonomia política das elites que já dominavam a região.

15 SONHO DA AMÉRICA UNIDA Em 1826, Bolivar convocou os representantes dos países recém-independentes para participarem da Conferência do Panamá, cujo objetivo era a criação de uma confederação pan-americana. O sonho boliviano de unidade política chocou-se, entretanto, com os interesses das oligarquias locais e com a oposição da Inglaterra e dos Estados Unidos, a quem não interessavam países unidos e fortes. Após o fracasso da Conferência do Panamá, a América Latina fragmentou-se politicamente em quase duas dezenas de pequenos Estados soberanos, governados pelas aristocracia criolla.


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