A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

MODERNIDADE. Renascimento Surge no séc.XV em Florença. Leonardo Bruni (1428) Compara Florença com Atenas, e defende os estudos das humanidades no lugar.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "MODERNIDADE. Renascimento Surge no séc.XV em Florença. Leonardo Bruni (1428) Compara Florença com Atenas, e defende os estudos das humanidades no lugar."— Transcrição da apresentação:

1 MODERNIDADE

2 Renascimento Surge no séc.XV em Florença. Leonardo Bruni (1428) Compara Florença com Atenas, e defende os estudos das humanidades no lugar das questões teológicas da escolástica. A grande arte renascentista inicia-se na arquitetura Felipe Brunelleschi e Leon Battista Albert, criam edifícios, capelas, prédios públicos que maravilham os visitantes de Florença até hoje.

3 Arte Renascentista A arte renascentista tem ai seu berço, se volta para o homem comum e não para o senhor feudal medieval ou ao alto dignitário da Igreja. Não há mais apenas estátuas de santos ou figuras de reis e príncipes, mesmos os retratos de santos adquirem proporções humanas. Valoriza-se o corpo dotado de beleza própria expressados em linhas harmoniosas que corresponde ao ideal da dignidade humana.

4 Davi São Marcos São Jorge DONATELLO

5 Monalisa o retrato mais famoso desse período de Leonardo da Vinci, representa apenas a esposa do comerciante Giocondo que o encomendou ao artista

6 Humanismo Renascentista Francisco Petrarca ( ), foi considerado o precursor desse movimento, era mais poeta que filósofo, escreve poemas em língua italiana, retoma os clássicos e rejeita especulações metafísicas e teológicas. Na literatura Dante Alighieri ( ) – Divina Comédia (em italiano), inaugurando um novo estilo. A obra refere-se a personagens da política de sua cidade, inspirado no poeta romano Virgílio, mas ainda conserva temática religiosa em suas obras

7 Humanismo Renascentista Concílio Ecumênico em Florença (1431),inspirado por Cosme de Médice foi um dos pontos de partida do humanismo, visava aproximar a Igreja romana da Ortodoxa grega. O Concílio não foi bem sucedido, mas intensificou o fluxo de especialistas gregos para o ocidente. Tradução de obras de Platão, Aristóteles e de outros filósofos para o latim foram discutidas e reinterpretadas. A invenção da imprensa em Guttenberg, na Alemanha, tornou possível logo em seguida a edição e divulgação de muitas dessas obras.

8 Principais Acontecimentos Gemisto cria em Florença a Academia Platônica Buscava-se reviver o período clássico greco-romano Humanismo representa uma nova alternativa de pensamento Lorenzo Valla ( ) filólogo - Discute a interpretação dos textos clássicos, adversário da lógica aristotélica e defensor de uma moral inspirada no epicurismo.

9

10 A escola de Atenas foi pintada em 1510 no Vaticano para o papa Júlio II. O afresco reúne os mais importantes filósofos da antiguidade, tendo ao centro as figuras de Platão que aponta para o céu e Aristóteles que aponta para o chão. O interessante nesse afresco é que ele não represente na imagem central santos ou teólogos ou padres da igreja, ou os apóstolos, mas pensadores pagãos.

11 Humanismo Thomas Morus (MORE) ( ) A Utopia – Usa de ironia para formular a imagem de um Estado Ideal,defendendo a tolerância religiosa, favorecendo a razão e virtudes naturais. Erasmo de Rotterdam ( ) – Elogio da Loucura – Questiona de maneira irônica o racionalismo estéril da escolástica aristolélica, defendendo uma sabedoria intuitiva e natural. Esses autores, preocuparam-se em aplicar os princípios da virtude inspirados na moral estóica e epicurista. A ética do equilíbrio e da moderação.

12 Humanismo Nicolau Maquiavel ( ) – O Príncipe, foi membro da chancelaria de Florença, onde ganhou experiência política, e pôde observar as práticas de seus contemporâneos. Foi no exílio que escreveu O Príncipe, dedicado Lorenzo de Médici, a quem pretende aconselhar na arte de assegurar e manter o poder político. Sua preocupação é em grande parte pragmática e empírica, separando radicalmente política e moral.

13 Nicolau Maquiavel O poder justifica a si mesmo. Virtú – Diferente da virtude cristã, no sentido de piedade ou humildade, mas ao contrário pressupõe coragem, habilidade e persistência. Devido ao pensamento de Maquiavel que separa política e moral, muitos lhe atribuem o termo maquiavélico sem levar em conta o contexto de suas idéias.

14 Michel de Montaigne ( ) Constitui a segunda geração de humanistas,grande estilista da língua francesa e um dos criadores do Ensaio como gênero literário- Autor dos célebres Ensaios. Os Ensaios de Montaigne, publicados em 1595 em edição completa após sua morte, construídos de partes em partes dedes 1580, não têm um tema central, mas consistem em pensamentos em torno de questões que lhe parecem importantes, desde lutas religiosas até a descoberta da América, desde críticas à escolástica até a elaboração de um ponto de vista pessoal, influenciado pelo ceticismo antigo, epicurismo e estoicismo. Representa o humanista individualista, isto é, o homem culto que lança o olhar ao mundo que o cerca de forma pessoal, apresentando seus pensamentos como fruto de experiência, sem nenhuma pretensão sistemática ou teórica.

15 Reforma Protestante

16 Martinho Lutero ( )

17 Reforma Protestante Fatores que influenciaram o enfraquecimento da autoridade da Igreja: A mudança da sede da Igreja para Avignon e a influência dos reis franceses. Envolvimento Papal na política Necessidade de se manter exércitos para manter os Estados da Igreja Manter esses exércitos era oneroso para a Igreja, que conseguia recursos através da venda de indulgências. Obras Grandiosas financiadas pelos papas do Renascimento ilustram bem os custos imensos da Igreja nessa época e seu caráter mundano

18 Reforma Protestante A idéia de reforma é bastante comum no cristianismo, ele próprio foi uma espécie de reforma do judaísmo. Cada Mosteiro tinha sua ordem, em que as regras eram mais restritas, o que também, era um tipo de reforma Concilio De Constança ( ) Período em que os papas tiveram em Avignon e de seu retorno a Roma, o chamado Grande Cisma que se superou o cisma, não foi bem sucedido na tarefa de realizar a reforma

19 Reforma Protestante Nesse período eram comuns pregadores em toda a Europa, inclusive na Alemanha, reivindicando a volta de um cristianismo mais simples e mais espiritual John Wycliffe ( ) – Inglaterra – Teólogo de Oxford, pregou contra Roma, mantendo a necessidade da pobreza e do clero e criticando a hierarquia eclesiástica. Traduz o novo testamento e parte do antigo para o inglês visando torná-lo acessível a todos os fiéis. Apesar de condenado teve muitos seguidores entre eles na Boêmia, Jan Huss ( ) que foi condenado à fogueira e influenciou Martinho Lutero

20 Martinho Lutero ( ) O marco da Reforma Protestante é o episódio no qual Lutero prega nas portas da Igreja de Todos os Santos em Wittenberg suas noventa e cinco teses contra os teólogos católicos da Universidade contra o papa Leão X em Roma (1517). Lutero nasceu em Eislebem, na Alemanha, estudou direito e entrou para a ordem dos agostinianos, formando-se em teologia em Wittenberg.

21 Lutero Em 1510 em uma visita a Roma e fica chocado com a corrupção da sede da igreja. A partir daí começa a defender a necessidade de uma reforma. Sua posição vai se radicalizando e ele passa de um pregador a um grande líder da Reforma. Condenado por Roma, recebe a proteção do Rei Frederico da Alemanha.

22 Lutero Publica O Manifesto à Nobreza da Nação Alemã e A Igreja no Cativeiro da Babilônia – A sua tradução da Bíblia para o alemão, concluída em 1534, visando torná-la mais acessível – Publica o tratado De Servo Arbitrio – no qual nega a liberdade, fazendo com que muitos humanistas, inclusive Erasmo se afastem dele.

23 Outros Movimentos O protestantismo – movimento de oposição a Roma – difunde-se por outras regiões Ulrich Zwingli ( ) na SUIÇA João Calvino ( ) em Genebra. Na Alemanha há levantes camponeses promovidos pelo protestante Thomas Müntzer, são violentamente reprimidos

24 Lutero O Imperador Carlos V condena Lutero na Dieta de Worms (Embora tivesse sido já condenado pela bula papal Exsurge Domine (1520)), foi-lhe concedido um salvo-conduto para que pudesse estar presente. Compareceu perante os membros da assembléia recusou a retratar-se e reafirmou que não reconhecia qualquer outra autoridade senão a da palavra de Deus. Lutero pôde partir depois como um homem livre, mas a Dieta proclamava a 25 de Maio o édito que o baniria do Império. Porém muitos alemães aderem à reforma, como forma de preservar sua autonomia e evitar a influência da Igreja.

25 A ruptura provocada pela Reforma é um dos fatores propulsores da Modernidade. Regra de Fé, é a defesa de que a fé é suficiente para que o homem compreenda a mensagem divina nos textos sagrados A Regra de Fé, representa a defesa do individualismo contra a autoridade externa, contra o saber adquirido e as instituições tradicionais, todos colocados sob suspeita.

26 Reforma Protestante A concepção teológica de Lutero baseia- se em uma interpretação agostiniana, a qual afirma que todo indivíduo tem em si uma luz natural que lhe permite entender e aceitar a revelação. Inspira-se também, em São Paulo o justo se salvará pela fé (Romanos 1,17). O único critério de validade é a regra de fé. (pg 148)

27 Individualidade do Homem A reforma proposta por Lutero representa a defesa da liberdade individual e da consciência como lugar de certeza, pois através de sua luz natural o indivíduo chega à verdade em questões religiosas e contestar a autoridade institucional e o saber tradicional.

28 Lutero X Descartes O pensamento de Lutero, certamente prenuncia a filosofia dada por Lutero, à consciência, certamente prenuncia a filosofia de Descartes, bem como o espírito crítico característico na Modernidade

29 Salvação Para Lutero, a salvação só é possível pela graça divina, sendo esta um Dom de Deus, que independe do saber, ou seja, o esforço humano não desempenha nenhum papel na salvação. Pois, o homem não pode comprar sua salvação e nem barganhar com Deus. A salvação depende exclusivamente da graça, um dom divino

30 Reforma Protestante Em pouco menos de 50 anos o panorama político e religioso Europeu se altera profundamente, discussão de questões filosóficas, teológicas e doutrinárias tem um papel fundamental no cenário intelectual da época


Carregar ppt "MODERNIDADE. Renascimento Surge no séc.XV em Florença. Leonardo Bruni (1428) Compara Florença com Atenas, e defende os estudos das humanidades no lugar."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google