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Controle da Motricidade I MEDULA Arco reflexos medulares.

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1 Controle da Motricidade I MEDULA Arco reflexos medulares

2 Reflexo de Moro Estimulo: sons ou manobras que altere a sua posição natural Reação súbita de abraço Desaparece no 5o mês de vida REFLEXOS DO RECEM-NASCIDO Reflexo de Marcha Estimulo: posição em pé com apoio Tentativa de caminhar. Desaparece entre o 2 o e 3 o mês de vida Reflexo de Sucção Estimulo: contato oral

3 MOVIMENTOS VOLUNTÁRIOS Expressam a vontade consciente do individuo Amplamente aprendidos Ato de amamentar Tomar o bebe ao colo com a intenção de alimentá-lo MOVIMENTOS REFLEXOS Expressam reações a determinados estímulos sensoriais Inatos e estereotipados Não dependem de experiência prévia Ato de mamar Estimulo: pressão sobre a região peri-oral Resposta: orientar a cabeça, abrir a boca e succionar o bico do mamilo.

4 Fibras musculares esqueléticas Neurônio sensorial Motoneurônio Neurônio sensorial Interneurônio Circuito polissinaptico Circuito monossinaptico ARCO REFLEXO Circuito funcional envolvendo órgão sensorial, neurônios de associação do SNC e um órgão efetuador Atos e reações reflexas: atividades motoras somática causadas por determinados estímulos. Natureza inata, involuntária e estereotipada.

5 Fibras musculares esqueléticas Neurônio sensorial Motoneurônio Interneurônio Neurônio sensorial Um mesmo órgão efetuador está sujeito ao controle de outros neurônios associativos situados em diferentes regiões do SNC Vias descendentes do tronco ou da medula ação moduladora sobre os motoneurônios

6 Controle da Motricidade: Medula Aferentes periféricos Proprioceptores Nociceptores outros receptores somestésicas Unidades neuronais da motricidade medular Neurônios sensoriais aferentes Neurônios associativos ou interneuronios (excitatórios e inibitórios) Neurônios motores Músculos esqueléticos Vias descendentes Tronco encefálico Cérebro (Córtex Cerebral)

7 O que detectam os ÓRGAO TENDINOSOS DE GOLGI? Variação da tensão mecânica sobre os tendões. Estão em série com às FE O que detectam os ÓRGAO TENDINOSOS DE GOLGI? Variação da tensão mecânica sobre os tendões. Estão em série com às FE O que detectam os FUSOS MUSCULARES? Variação de comprimento das fibras musculares. Estão paralelos às FE O que detectam os FUSOS MUSCULARES? Variação de comprimento das fibras musculares. Estão paralelos às FE Receptores proprioceptivos musculares Motoneurônios recebem uma cópia da informação proprioceptiva e realizam ajustes automáticos reflexos necessários. As unidades ordenadoras (os motonêuronios) recebem informações a cerca da tensão e da variação do comprimento das fibras musculares.

8 Contração Estiramento Receptores musculares Fusos musculares detectam a variação do comprimento muscular

9 Motoneuronio alfa Fibras aferentes Anulo-espirais Região não-contratil Porção contrátil Fibras intrafusais Capsula Fibras extrafusais Fibras aferentes em buquê Motoneuronio gama

10 Quais são as funções dos Fusos Musculares? A carga (1) estira as FE (2) e as fibras do fuso muscular (3). O estiramento da região central do fuso estimulam as terminações aferentes que dispararm PA em direção ao SNC. A chegada desse impulsos causam a estimulação dos motoneurônios do próprio músculo. O fuso detecta variação do comprimento das FE durante o estiramento e provoca a sua contração. Estiramento 1 2 3

11 Músculo em repouso Fuso sensível Músculo em contração Sem a co-ativação gama Fuso perde sensibilidade Músculo em contração Co-ativação gama Fuso sensível Mas e durante a contração das FE? O que aconteceria? Os fusos conseguem detectar a variação do comprimento das FE?

12 Ia Moto Motoneuronio alfa (1) causa contração extra-fusal (2) O encurtamento causa afrouxamento da região do fuso (3) e perde sensibilidade. Como restaurar a sensibilidade do fuso durante a contração? 1 2 3

13 Contração Extrafusal Contração Intrafusal Vias descendentes

14 Para que serve o sistema gama? Regular a sensibilidade do fuso muscular DURANTE a contração muscular SEM a co-ativaçao gama, o fuso fica insensível às variações de comprimento durante a contração muscular COM a co-ativaçao gama, o fuso AJUSTA a sua sensibilidade às variações de comprimento durante a contração muscular Contração

15 Reflexo miotático REFLEXO MIOTÁTICO: estimulação do fuso muscular causando contração reflexa do músculo. FUNÇÕES: Garantir o tônus muscular Controle sobre o comprimento muscular Proteção contra estiramento passivo Excepcionalmente monossinaptico REFLEXO MIOTÁTICO: estimulação do fuso muscular causando contração reflexa do músculo. FUNÇÕES: Garantir o tônus muscular Controle sobre o comprimento muscular Proteção contra estiramento passivo Excepcionalmente monossinaptico Extensão da perna O martelo atinge o tendão do músculo quadríceps e causa estiramento passivo tanto das FE e das FI (fusos musculares). As fibras aferentes Ia levam as informações para o sistema da coluna dorsal mas através de colaterais excitam os motoneurônios homônimos. Resultado: contração reflexa (extensão da perna) Neste caso, o fuso detectou o aumento de comprimento muscular e estimulou diretamente os neurônios motores extensores. A AÇAO DA GRAVIDADE estira constantemente os fusos; mesmo o músculo estando em repouso. Este estiramento causa uma contração reflexa chamada de TONUS MUSCULAR de repouso.

16 Reflexo Patelar

17 Contração Receptores musculares Órgãos Tendinosos de Golgi detectam a variação da tensão muscular

18 - REFLEXO MIOTÁTICO INVERSO A estimulação dos órgãos tendinosos de Golgi modula (podendo inibir) a contração muscular. Função: Proteção contra contração excessiva Controle sobre o nível de excitação dos motoneurônios Arco reflexo dissinaptico REFLEXO MIOTÁTICO INVERSO A estimulação dos órgãos tendinosos de Golgi modula (podendo inibir) a contração muscular. Função: Proteção contra contração excessiva Controle sobre o nível de excitação dos motoneurônios Arco reflexo dissinaptico Reflexo miotático inverso Durante a contração das FE além da co-ativaçâo gama nos fusos, os órgãos tendinosos de Golgi também são estimulados. As fibras aferentes Ib disparam PA e as informações são levadas pelo sistema da coluna dorsal mas através de colaterais excitam os interneuronios inibitórios que fazem sinapse com os motoneurônios em franca atividade. Resultado: relaxamento do músculo Quais são as funções dos Órgãos Tendinosos de Golgi?

19 REFLEXO DE INIBIÇAO RECIPROCA Quando um membro flete, os músculos flexores contraem-se e os antagonistas são inibidos. REFLEXO DE INIBIÇAO CRUZADA O membro do lado oposto por sua vez, deve se estender, isto é, contrair os extensores e relaxar os flexores para suportar o peso INTEGRAÇÃO ENTRE OS DOIS LADOS DO CORPO

20 Estimulo: Estimulo cutâneo nociceptivo Resposta: Flexão do membro afetado As fibras aferentes nociceptivas (dor rápida), através de interneurônio excitatório, estimulam os neurônios motores flexores causando a contração dos músculos flexores do membro afetado do mesmo lado. Função: Proteção contra estímulos nociceptivos Reflexo polissinaptico Reflexo flexor ou reflexo de retirada

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22 A medula possui circuitos locomotores dos membros anteriores e posteriores. No tronco encefálico está o sitio de controle e coordenação da locomoção. Circuitos geradores de padrão

23 LESÕES DOS NÚCLEOS MOTORES DA MEDULA OU DO TRONCO ENCEFÁLICO LESÃO DOS NERVOS MOTORES PERIFÉRICOS Paralisia dos músculos Arreflexia Atrofia muscular PARALISIA FLÁSCIDA (Síndrome do motoneurônio inferior) LESÕES DAS VIAS DESCENDENTES Paralisia dos músculos Hiperreflexia PARALISIA ESPÁSTICA (Síndrome do motoneurônio superior)

24 III, IV e VIV motor IX XI e XII VII III, IV e VI: movimento ocular V: mastigação VII: expressão facial IX: músculos da laringe e faringe X: músculos da faringe XI: músculos do pescoço XII: movimentos da língua Núcleos motores do Tronco encefálico

25 Córtex Motor Projeção (iniciação do movimento voluntário) Córtex Motor Primário Área Pré- Motora Área Motora suplementar Associação (planejamento do movimento voluntário) Córtex cingulado

26 VIAS DESCENDENTES que influenciam os núcleos motores da Medula CEREBRO Córtex Motor TRONCO ENCEFÁLICO Mesencéfalo Ponte Bulbo Cerebelo Núcleos da Base SISTEMA LATERALSISTEMA VENTRO-MEDIAL

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