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UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ – Faculdade de Engenharia de Joinville DEPS – Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas Projeto.

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Apresentação em tema: "UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ – Faculdade de Engenharia de Joinville DEPS – Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas Projeto."— Transcrição da apresentação:

1 UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ – Faculdade de Engenharia de Joinville DEPS – Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas Projeto de Fábrica e Layout Conceitos gerais Prof. Silvano Rocha

2 Tópicos O processo de intervenção organizacional Desenvolvimento integrado (produto e processo) –Projeto detalhado –Preparação da produção Bases do planejamento de instalações

3 Tópicos O processo de intervenção organizacional Desenvolvimento integrado (produto e processo) –Projeto detalhado –Preparação da produção Bases do planejamento de instalações

4 Melhoria Organizacional Motivaçã o Prover infra-estrutura Educar / Treinar Definir Ações Implantar Entender motivação Projetos de Transformação Analisar situação Planejar RequisitosDesenhar Executar Liberar Problemas Oportunidades

5 Melhoria Organizacional Motivaçã o Prover infra-estrutura Educar / Treinar Definir Ações Implantar Entender motivação Projetos de Transformação Analisar situação Planejar RequisitosDesenhar Executar Liberar Problemas Oportunidades

6 Entender motivação das melhorias Avaliar motivos para transformação: últimos acontecimentos, condições do ambiente, exigências do mercado, condicionantes de competição; Benchmarking Avaliar a estratégia da empresa Definir estratégia de transformação

7 Melhoria Organizacional Motivaçã o Prover infra-estrutura Educar / Treinar Definir Ações Implantar Entender motivação Projetos de Transformação Analisar situação Planejar RequisitosDesenhar Executar Liberar Problemas Oportunidades

8 Analisar a Situação Atual Diagnóstico da maturidade atual; Criar visão estratégica; Definir política de transformação; Definir estratégias e objetivos das transformações;

9 Melhoria Organizacional Motivaçã o Prover infra-estrutura Educar / Treinar Definir Ações Implantar Entender motivação Projetos de Transformação Analisar situação Planejar RequisitosDesenhar Executar Liberar Problemas Oportunidades

10 Definir Ações Definir projetos de transformação. –Exemplos: Substituição de um equipamento Ampliação de um galpão Mudança de local da fábrica Otimização de um posto de trabalho Aplicação de técnicas de gestão visual Racionalização do uso de espaço para estoque Priorizar Projetos (Gestão de Portfólio)

11 Melhoria Organizacional Motivaçã o Prover infra-estrutura Educar / Treinar Definir Ações Implantar Entender motivação Projetos de Transformação Analisar situação Planejar RequisitosDesenhar Executar Liberar Problemas Oportunidades

12 Implantar Planejar RequisitosDesenhar Executar Liberar Aplicação das técnicas de Gestão de Projetos

13 Implantar Planejar RequisitosDesenhar Executar Liberar Aplicação das técnicas de Projeto de Layout Fabril

14 Implantar Planejar RequisitosDesenhar Executar Liberar Exige planejamento adicional, pois envolverá outras áreas para a Preparação da Produção e Homologação do novo layout/processo

15 Melhoria Organizacional Motivaçã o Prover infra-estrutura Educar / Treinar Definir Ações Implantar Entender motivação Projetos de Transformação Analisar situação Planejar RequisitosDesenhar Executar Liberar Problemas Oportunidades

16 Prover infra-estrutura, educar e treinar Ocorre antes, durante e depois da transformação; A cultura da empresa precisa ser apropriada; A infra-estrutura necessária contempla a existência de um time (um comitê supra-departamental, por exemplo); Infra-estrutura de informação adequada para apoiar este processo; Educar e treinar as pessoas envolvidas neste processo é uma condição essencial para o sucesso.

17 Tópicos O processo de intervenção organizacional Desenvolvimento integrado (produto e processo) –Projeto detalhado –Preparação da produção Bases do planejamento de instalações 17

18 Localização da fase de projeto detalhado 18 Melhoria do processo de desenvolvimento de produtos Gerenciamento de mudanças de engenharia Processos de apoio Processos de apoio Desenvolvimento Projeto Detalhado Projeto Conceitual Projeto Informacional Lançamento do Produto Preparação Produção Planejamento Projeto PósPré Planejame nto Estratégico dos Produtos Descontin uar Produto Acompanhar Produto/ Processo Gates >> Processo de Desenvolvimento de Produto

19 Atividades da fase de Projeto Detalhado 19 Projeto Detalhado Especificações Preliminares Mockup (protótipo não funcional) Relatórios de testes Especificações Finais Configuração final do produto Desenhos finais com tolerâncias Planos de Processo Fabricação / Montagem Projeto de embalagem Material de suporte do produto Protótipo funcional Projeto dos recursos Plano de fim de vida Avaliar SSCs, configuração e documentação do produto e processo Atualizar o Plano do Projeto Detalhado Criar material de suporte do produto Projetar embalagem Projetar recursos de fabricação Enviar documentação do produto a parceiros Documentar as decisões tomadas e registrar lições aprendidas Planejar fim de vida do produto Avaliar Fase Aprovar Fase Testar e Homologar produto Planejar processo de fabricação e montagem Otimizar produto e processo Decidir fazer ou comprar SSCs Desenvolver fornecedores Criar e detalhar SSCs, documentação e configuração Monitorar viabilidade econômica

20 Outra forma de representar os ciclos da fase de projeto detalhado Criar e detalhar SSCs, documentação e configuração Integrar Completar BOM Finalizar documentos Decidir fazer ou comprar SSCs Desenvolver fornecedores Avaliar SSCs, configuração e documentação do produto e processo Planejar processo de fabricação e montagem Otimizar produto e processo Calcular Desenhar Criar, reutilizar, procurar Ciclo de otimização Ciclo de detalhamento Ciclo de aquisição Projetar recursos SSC: sistemas, subsitemas e componentes

21 21 Planejar processo de fabricação macro Planejar processo de montagem macro Desdobrar parâmetros críticos dos componentes fabricados Reutilizar planos de processo existentes Definir / Avaliar componente em bruto Definir e Sequenciar operações Selecionar / Especificar máquinas e equipamentos Selecionar / Especificar pessoal e habilidades Especificar fixação Especificar inspeção Selecionar / Especificar métodos Selecionar / Especificar ferramental Calcular sobremetal Calcular parâmetros de trabalho Descrever instruções de trabalho Ilustrar operações Obter programa CNC Criar informações / documentos de apoio ao operador Calcular tempos de fabricação e montagem Otimizar fluxo de produção analiticamente Simular processo de fabricação Atualizar BOM Projeto Detalhado Plano macro (proposta) Desenhos com tolerâncias BOM Planejar o processo de fabricação e montagem Plano de Processo de fabricação e montagem Sistemas CAPP, fórmulas e regras de fabricação, carta de tolerância Métodos, ferramentas, documentos de apoio Relação com outras atividades Projetar recursos Planejar processo Decidir fazer ou comprar SSCs Avaliar processo Otimizar processo Criar e detalhar SSCs Monitorar viabilidade econômica

22 Ciclos da fase de projeto detalhado Criar e detalhar SSCs, documentação e configuração Integrar Completar BOM Finalizar documentos Decidir fazer ou comprar SSCs Desenvolver fornecedores Avaliar SSCs, configuração e documentação do produto e processo Planejar processo de fabricação e montagem Otimizar produto e processo Calcular Desenhar Criar, reutilizar, procurar Ciclo de otimização Ciclo de detalhamento Ciclo de aquisição Projetar recursos SSC: sistemas, subsitemas e componentes

23 Exemplos de recursos a serem projetados Dispositivos especiais Ferramentas especiais Máquinas Instalações Fábricas 23 X

24 Localização da fase de Preparação da Produção Melhoria do processo de desenvolvimento de produtos Gerenciamento de mudanças de engenharia Processos de apoio Processos de apoio Desenvolvimento Projeto Detalhado Projeto Conceitual Projeto Informacional Lançamento do Produto Preparação Produção Planejamento Projeto PósPré Planejame nto Estratégico dos Produtos Descontin uar Produto Acompanhar Produto/ Processo Gates >> Processo de Desenvolvimento de Produto

25 Casos alternativos a serem considerados produção realizada em uma nova instalação, com novos equipamentos produção realizada em instalações existentes, com novos equipamentos produção realizada em instalações e equipamentos existentes, exigindo-se o compartilhamento desses equipamentos com produtos existentes X

26 26 Obter recursos de fabricação Planejar Produção Piloto Receber e instalar recursos Produzir Lote Piloto Homologar Processo Otimizar produção Certificar Produto Desenvolver processo de manutenção Desenvolver processo de produção Ensinar Pessoal Normalmente começam a acontecer antes desta fase Documentar as decisões tomadas e registrar lições aprendidas Monitorar viabilidade econômica Avaliar Fase Aprovar Fase Preparação da Produção Especificações Finais Protótipo funcional Projeto dos recursos Plano de fim de vida Liberação da Produção Documentos homologação Espec Proc de Produção Espec Proc Manutenção Capacitação de pessoal Espec Proc: Especificação do Processo (de negócio)

27 27 Obter recursos de fabricação Planejar Produção Piloto Receber e instalar recursos Produzir Lote Piloto Homologar Processo Otimizar produção Certificar Produto Desenvolver processo de manutenção Desenvolver processo de produção Ensinar Pessoal Normalmente começam a acontecer antes desta fase Documentar as decisões tomadas e registrar lições aprendidas Monitorar viabilidade econômica Avaliar Fase Aprovar Fase Preparação da Produção Especificações Finais Protótipo funcional Projeto dos recursos Plano de fim de vida Liberação da Produção Documentos homologação Espec Proc de Produção Espec Proc Manutenção Capacitação de pessoal Espec Proc: Especificação do Processo (de negócio)

28 Obter recursos de fabricação 28 X Nova instalação Mudar instalação Instalação existente Inicia-se bem antes da fase de preparação da produção (risco !!!) Pode necessitar de mudança de layout Na maior parte das empresas os recursos são comprados Deve-se trabalhar de forma integrada com compras Os recursos podem definir a vantagem competitiva do produto (exemplo: máquinas especiais para a fabricação completa do produto)

29 29 Obter recursos de fabricação Planejar Produção Piloto Receber e instalar recursos Produzir Lote Piloto Homologar Processo Otimizar produção Certificar Produto Desenvolver processo de manutenção Desenvolver processo de produção Ensinar Pessoal Normalmente começam a acontecer antes desta fase Documentar as decisões tomadas e registrar lições aprendidas Monitorar viabilidade econômica Avaliar Fase Aprovar Fase Preparação da Produção Especificações Finais Protótipo funcional Projeto dos recursos Plano de fim de vida Liberação da Produção Documentos homologação Espec Proc de Produção Espec Proc Manutenção Capacitação de pessoal Espec Proc: Especificação do Processo (de negócio)

30 Planejar produção piloto 30 X Nova instalação Mudar instalação Instalação existente Integração entre planejamento de projeto e planejamento de produção caso mais simples equipamentos devem estar em operação projeto de fábrica implementado a tempo 2 opções: linha nova na área usar equipamentos existentes compatibilizar a disponi- bilidade do equipamento com a necessidade de homologação adaptar o lay out atual se necessário dificuldade de parar a produção atual para homologar mas deve ter capacidade qual o plano de processo a ser usado? planos de medição e inspeção disponíveis Planejar antes do término da fase anterior é uma boa prática

31 31 Obter recursos de fabricação Planejar Produção Piloto Receber e instalar recursos Produzir Lote Piloto Homologar Processo Otimizar produção Certificar Produto Desenvolver processo de manutenção Desenvolver processo de produção Ensinar Pessoal Normalmente começam a acontecer antes desta fase Documentar as decisões tomadas e registrar lições aprendidas Monitorar viabilidade econômica Avaliar Fase Aprovar Fase Preparação da Produção Especificações Finais Protótipo funcional Projeto dos recursos Plano de fim de vida Liberação da Produção Documentos homologação Espec Proc de Produção Espec Proc Manutenção Capacitação de pessoal Espec Proc: Especificação do Processo (de negócio)

32 Receber e instalar recursos Receber de fornecedor parceiro –mais fácil –fornecedor deve estar certificado –projeto, fabricação e inspeção são de responsabilidade do fornecedor Receber de fornecedor comum –caso tradicional Sempre ocorre a aprovação formal –mas aprovação final só após lote piloto –avaliar impacto do recurso (tempo de liberação / qualidade inicial) Tarefas: –conferir dados fiscais e completude das partes –montar e instalar –testar recurso –aprovar recurso (entre outro instrumentos de medição e inspeção)

33 33 Obter recursos de fabricação Planejar Produção Piloto Receber e instalar recursos Produzir Lote Piloto Homologar Processo Otimizar produção Certificar Produto Desenvolver processo de manutenção Desenvolver processo de produção Ensinar Pessoal Normalmente começam a acontecer antes desta fase Documentar as decisões tomadas e registrar lições aprendidas Monitorar viabilidade econômica Avaliar Fase Aprovar Fase Preparação da Produção Especificações Finais Protótipo funcional Projeto dos recursos Plano de fim de vida Liberação da Produção Documentos homologação Espec Proc de Produção Espec Proc Manutenção Capacitação de pessoal Espec Proc: Especificação do Processo (de negócio)

34 Produzir lote piloto X Nova instalação Mudar instalação Instalação existente Realizar o que foi planejado Nesses dois casos, inserir o lote piloto na programação atual Mesmo que a produção se inicie em outros equipamentos, aqueles utilizados para a produção final precisam ser homologados para o novo produto O processo de planejamento de produção não precisa estar definido ainda, mas no final desta fase sim

35 35 Obter recursos de fabricação Planejar Produção Piloto Receber e instalar recursos Produzir Lote Piloto Homologar Processo Otimizar produção Certificar Produto Desenvolver processo de manutenção Desenvolver processo de produção Ensinar Pessoal Normalmente começam a acontecer antes desta fase Documentar as decisões tomadas e registrar lições aprendidas Monitorar viabilidade econômica Avaliar Fase Aprovar Fase Preparação da Produção Especificações Finais Protótipo funcional Projeto dos recursos Plano de fim de vida Liberação da Produção Documentos homologação Espec Proc de Produção Espec Proc Manutenção Capacitação de pessoal Espec Proc: Especificação do Processo (de negócio)

36 Homologar o processo Tarefas: –Avaliar lote piloto –Avaliar meios de medição –Avaliar capabilidade de processo Consigo produzir em série com a mesma qualidade que o protótipo? Qual a diferença entre homologar o processo e o produto? Análise dos Sistemas de Medição (MSA Measurement System Analysis) Indicadores de Capabilidade de Processo e Controle Estatístico do Processo (CEP)

37 37 Obter recursos de fabricação Planejar Produção Piloto Receber e instalar recursos Produzir Lote Piloto Homologar Processo Otimizar produção Certificar Produto Desenvolver processo de manutenção Desenvolver processo de produção Ensinar Pessoal Normalmente começam a acontecer antes desta fase Documentar as decisões tomadas e registrar lições aprendidas Monitorar viabilidade econômica Avaliar Fase Aprovar Fase Preparação da Produção Especificações Finais Protótipo funcional Projeto dos recursos Plano de fim de vida Liberação da Produção Documentos homologação Espec Proc de Produção Espec Proc Manutenção Capacitação de pessoal Espec Proc: Especificação do Processo (de negócio)

38 38 Obter recursos de fabricação Planejar Produção Piloto Receber e instalar recursos Produzir Lote Piloto Homologar Processo Otimizar produção Certificar Produto Desenvolver processo de manutenção Desenvolver processo de produção Ensinar Pessoal Normalmente começam a acontecer antes desta fase Documentar as decisões tomadas e registrar lições aprendidas Monitorar viabilidade econômica Avaliar Fase Aprovar Fase Preparação da Produção Especificações Finais Protótipo funcional Projeto dos recursos Plano de fim de vida Liberação da Produção Documentos homologação Espec Proc de Produção Espec Proc Manutenção Capacitação de pessoal Espec Proc: Especificação do Processo (de negócio)

39 Certificar Produto avaliar as exigências de regulamentação submeter ao cliente o processo de aprovação avaliar os serviços associados ao produto obter a documentação para a certificação 39 a certificação pode ocorrer desde a fase de projeto informacional na homologação do produto (projeto detalhado), pode ter ocorrido a primeira certificação, se ela foi exigida pelo órgão regulamentador serviços associados ao produto também são certificados por que não incorporar, nos nossos procedimentos de homologação, as exigências de certificação? não devemos esquecer da documentação para certificação Tarefas Melhores práticas

40 40 Obter recursos de fabricação Planejar Produção Piloto Receber e instalar recursos Produzir Lote Piloto Homologar Processo Otimizar produção Certificar Produto Desenvolver processo de manutenção Desenvolver processo de produção Ensinar Pessoal Normalmente começam a acontecer antes desta fase Documentar as decisões tomadas e registrar lições aprendidas Monitorar viabilidade econômica Avaliar Fase Aprovar Fase Preparação da Produção Especificações Finais Protótipo funcional Projeto dos recursos Plano de fim de vida Liberação da Produção Documentos homologação Espec Proc de Produção Espec Proc Manutenção Capacitação de pessoal Espec Proc: Especificação do Processo (de negócio)

41 Desenvolver processo de produção 41 X Nova instalação Mudar instalação Instalação existente É a especificação de como vamos administrar a produção Nesta atividade, definimos como planejar, programar e controlar a produção desenho de um novo processo não necessariamente usa o processo de produção existente normalmente adota-se o processo existente conforme o resultado da otimização, muda-se o processo de planejamento e controle da produção (exemplo, mudança para controle por kanban) avaliar como está o relacionamento com os parceiros e a logística

42 Desenvolver processo de manutenção 42 X Nova instalação Mudar instalação Instalação existente Preocupa-se com os aspectos gerenciais Definição da política e os procedimentos de manutenção (e sistemas) desenho de um novo processo normalmente adota-se o processo existente Tipos de manutenção: preventiva preditiva corretiva Atualmente adota-se o Total Productive Maintenance (TPM) ou Manutenção Produtiva Total junto com o conceito de 5S Delegar para os operadores faz com que se sentiam responsáveis

43 43 Obter recursos de fabricação Planejar Produção Piloto Receber e instalar recursos Produzir Lote Piloto Homologar Processo Otimizar produção Certificar Produto Desenvolver processo de manutenção Desenvolver processo de produção Ensinar Pessoal Normalmente começam a acontecer antes desta fase Documentar as decisões tomadas e registrar lições aprendidas Monitorar viabilidade econômica Avaliar Fase Aprovar Fase Preparação da Produção Especificações Finais Protótipo funcional Projeto dos recursos Plano de fim de vida Liberação da Produção Documentos homologação Espec Proc de Produção Espec Proc Manutenção Capacitação de pessoal Espec Proc: Especificação do Processo (de negócio)

44 Condição ideal Todas as pessoas envolvidas nos processos produtivos devem estar qualificadas X

45 45 Obter recursos de fabricação Planejar Produção Piloto Receber e instalar recursos Produzir Lote Piloto Homologar Processo Otimizar produção Certificar Produto Desenvolver processo de manutenção Desenvolver processo de produção Ensinar Pessoal Normalmente começam a acontecer antes desta fase Documentar as decisões tomadas e registrar lições aprendidas Monitorar viabilidade econômica Avaliar Fase Aprovar Fase Preparação da Produção Especificações Finais Protótipo funcional Projeto dos recursos Plano de fim de vida Liberação da Produção Documentos homologação Espec Proc de Produção Espec Proc Manutenção Capacitação de pessoal Espec Proc: Especificação do Processo (de negócio)

46 Leituras recomendadas ROZENFELD, ET. AL. (2006). Gestão do Processo de Desenvolvimento de Produtos: uma referência para a melhoria do processo. Ed. Saraiva. –Cap. 8 e 9

47 Tópicos O processo de intervenção organizacional Desenvolvimento integrado (produto e processo) Bases do planejamento de instalações: –Níveis de planejamento –Planejamento Estratégico do Layout –Elementos do Planejamento Tático do Layout

48 Enfoque territorial Decide a localização da nova planta e a estratégia de edificação Enfoque local Determina a distribuição de setores, máquinas e equipamentos, otimização dos postos de trabalho, etc. Enfoque no dia-a-dia da operação Atua no monitoramento e aperfeiçoamento dos postos de trabalho. Níveis de Planejamento

49 Fases do projeto do espaço (ideal) Impacto Estratégico TEMPO

50 Visão geral da proposta Planejam to Estratégico Projeto dos Postos de trabalho Projeto das Instalações Fabris Projeto do Arranjo Físico Fabril Sistema de Produção (PCP & MAM) Engenharia de Manufatura Engenharia do Produto Projeto Estratégico Fabril Mercado

51 Visão geral da proposta Planejam to Estratégico Projeto dos Postos de trabalho Projeto das Instalações Fabris Projeto do Arranjo Físico Fabril Sistema de Produção (PCP & MAM) Engenharia de Manufatura Engenharia do Produto Projeto Estratégico Fabril Mercado Vislumbra novas oportunidades e mercados Define prioridades Base para decisões /ações da empresa

52 Visão geral da proposta Planejam to Estratégico Projeto dos Postos de trabalho Projeto das Instalações Fabris Projeto do Arranjo Físico Fabril Sistema de Produção (PCP & MAM) Engenharia de Manufatura Engenharia do Produto Projeto Estratégico Fabril Mercado Define novos produtos (pode levar a novos processos e a novas necessidades de espaço) Novas necessidades de espaço podem levar a novas instalações) Outras opções seriam: ampliação da atual ou alterações na atual

53 Visão geral da proposta Planejam to Estratégico Projeto dos Postos de trabalho Projeto das Instalações Fabris Projeto do Arranjo Físico Fabril Sistema de Produção (PCP & MAM) Engenharia de Manufatura Engenharia do Produto Projeto Estratégico Fabril Mercado O PEN (Planejamento Estratégico do negócio) pode levar a decisão por uma nova instalação Uma nova instalação necessitará de uma nova engenharia (produtos e processos), além do novo arranjo-físico

54 Sistema de Produção (PCP & MAM) Engenharia de Manufatura Engenharia do Produto Define a forma, funções e componentes do produto final Define quais os processos necessários para a transformação da matéria- prima em produto final Define qual a estratégia de produção a adotar: empurrada, puxada, para estoque, por pedido, por projeto, etc Define os tipos de máquinas e equipamentos necessários Define a quantidade destas máquinas e equipamentos necessários para produzir as quantidades necessárias para atender a demanda prevista Define quando, quanto e em que ordem produzir para atender a demanda real Em função da estratégia, define-se o grau de automação para produção e movimentação de produtos a ser utilizada

55 Visão geral da proposta Planejam to Estratégico Projeto dos Postos de trabalho Projeto das Instalações Fabris Projeto do Arranjo Físico Fabril Sistema de Produção (PCP & MAM) Engenharia de Manufatura Engenharia do Produto Projeto Estratégico Fabril Mercado Definição do Layout (detalhar/ criar modelo) Ergonomia (listar apenas os aspectos gerais e inserir as tabelas de antropometria) Projetos: civil, hidráulico, incêndio, elétrico,... Verificação e atendimento de normas (listar algumas principais) Define como dispor as máquinas, equipamentos, matérias-primas, estoque e pessoal de produção para atender a demanda prevista e a estratégia de produção.

56 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO LAYOUT

57 Características É feito em duas fases: –Fase 1 – Análise preliminar (localização), com a avaliação de uma gama maior de possibilidades e seleção do local –Fase 2 – Planejamento Estratégico da Unidade Fabril Resultados: –Fase 1 = relatório para alta gerência, que irá tomar a decisão do local –Fase 2 = proposta de layout do parque fabril, ou seja, a localização das edificações e de suas futuras ampliações Custo: –baixo, pois envolve poucas pessoas (altos executivos e 1 ou 2 engenheiros de produção e consultores)

58 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO LAYOUT Fase 1 – Análise preliminar (localização)

59 Desenvolver Estratégia Avaliar candidatos Configurar rede de operações Dimensionar capacidade/terreno Identificar terrenos candidatos Localização é: A posição geográfica de uma operação relativamente aos recursos, a outras operações ou clientes com quais interage. Níveis de localização: Escolha da região/país Escolha da área da região ou país Escolha do local específico na área

60 Discusão Quais são as vantagens de se investir em uma nova planta nas seguintes áreas? LESTE DA ÁSIA NAFTA UNIÃO EUROPÉIA

61 Exemplo Caso Whirlpool Centro Administrativo Reúne todas as atividades administrativas da Empresa. Jaboatão dos Guararapes Armazena produtos acabados, para agilizar o abastecimento dos mercados das regiões Norte e Nordeste.. Manaus Base de produção de microondas e condicionadores de ar. Possui posição estratégica para exportação. Rio Claro Produz lavadoras, lava- louças, fogões 4 bocas e cooktops Tamboré Concentra todas as atividades de logística de armazenamento e controle de distribuição de produtos acabados e peças.. São Paulo Área de Atendimento ao Consumidor. Joinville Nesta planta são fabricadas refrigeradores, freezers e secadoras. Embraco Especializada em soluções para refrigeração e líder mundial do mercado de compressores herméticos

62 Fase 1 – Análise preliminar (localização) Desenvolver Estratégia Avaliar candidatos Configurar rede de operações Dimensionar capacidade/terreno Identificar terrenos candidatos Envolve: Determinação da missão: Declaração concisa de produtos, processos e principais tarefas de produção da nova planta Muito importante para o planejamento do arranjo físico pois dificilmente uma instalação conseguiria realizar bem mais de duas atividades.

63 Fase 1 – Análise preliminar (localização) Desenvolver Estratégia Avaliar candidatos Configurar rede de operações Dimensionar capacidade/terreno Identificar terrenos candidatos Todas operações fazem parte de uma rede maior de clientes e fornecedores. Rede de suprimento total da operação = rede do lado do fornecimento + rede do lado da demanda Conhecer a rede permite escolher a melhor localização em relação aos fornecedores e clientes da empresa Avaliar possibilidade de Integração Vertical (atuar em outras partes da rede, como cliente ou fornecedor)

64 Clientes de segunda camada Clientes de primeira camada Fornecedores de primeira camada Fornecedores de segunda camada Exemplo de estrutura básica de uma rede Agência de recrutamento Fornecedor de materiais de limpeza Fornecedor de equipamentos Serviços de segurança Serviços de limpeza Serviços de manutenção Supermercado Atacadista Varejistas Clientes dos varejistas

65 Fase 1 – Análise preliminar (localização) Desenvolver Estratégia Avaliar candidatos Configurar rede de operações Dimensionar capacidade/terreno Identificar terrenos candidatos Com base: Nos dados presentes na missão da planta (produtos / processos) Na visão de mercado da empresa (volume de produção / demanda) Estima-se: 1.A capacidade produtiva necessária 2.Quantidade de espaço para: produção estoques, veículos, pessoas, etc. 3.Área mínima necessária para o terreno

66 Fase 1 – Análise preliminar (localização) Desenvolver Estratégia Avaliar candidatos Configurar rede de operações Dimensionar capacidade/terreno Identificar terrenos candidatos Fator determinante: Manufatura Clima de trabalho favorável Proximidade de mercados Qualidade de vida Proximidade de fornecedores Proximidade com empresas colaboradoras/aparentadas Utilidades, taxas (federais e estaduais) Fator determinante: Serviços Proximidade com consumidores Custos de transporte e proximidade com mercados Localização de concorrentes Fatores específicos do local

67 Dificuldades Outras línguas Diferentes normas e costumes Leis e regulamentos não familiares Gestão da força de trabalho (sindicatos, horários, etc.) Custos não esperados Accompany Krajewski & Ritzman Operations Management: Strategy and Analysis, Sixth Edition © 2002 Prentice Hall, Inc.

68 Fase 1 – Análise preliminar (localização) Desenvolver Estratégia Avaliar candidatos Configurar rede de operações Dimensionar capacidade/terreno Identificar terrenos candidatos Métodos mais comuns: Método da Pontuação Ponderada Método do centro de gravidade Análise de custos

69 MÉTODO DA PONTUAÇÃO PONDERADA

70 Método da pontuação ponderada 1.Identificar os critérios que podem ser usados par avaliar as diferentes organizações –Exemplos: proximidade de mercados; proximidade de fornecedores; localização de concorrentes; proximidade com consumidores, etc.; 2.Determinação do peso relativo de cada critério (1 = min.; 5 = max.) 3.Avaliar cada localização segundo cada critério –Pode-se utilizar qualquer escala (0 a 10; 0 a 100) 4.Realizar somatório. Ex.: CritériosPesoLocal ALocal BLocal C Custos do local4866 Impostos Locais2258 Disponibilidade de mão-de-obra1864 Acesso à rodovias1564 Acesso à aeroporto1267 Potencial para expansão1745 SOMATÓRIO PONDERADO Qual é o melhor resultado? Ou a diferença não é significativa?

71 MÉTODO DO CENTRO DE GRAVIDADE

72 Método do Centro de gravidade Objetivo: determinar a localização que minimiza os custos de transporte –Corresponde ao centro de massa do sistema É calculado por: Onde: –x i = a coordenada x da fonte ou destino i –y i = a coordenada y da fonte ou destino i –V i = a quantidade a ser enviada de ou para a fonte ou destino

73 Exemplo – Método do centro de gravidade Determinar o centro de gravidade para o problema geográfico ao lado Legenda: (xi, yi) Coordenadas do ponto i [Vi] Quantidade enviada/mês

74 Solução: Ponto CoordenadasVolume(Vi) xyton/mês A2,54,52 B2,5 5 C5,54,510 D527 E85 F7220 G92,514 Vi = 68 xg =6,67 yg =3,02 O que fazer?

75 MÉTODO DA ANÁLISE DE CUSTOS Accompany Krajewski & Ritzman Operations Management: Strategy and Analysis, Sixth Edition © 2002 Prentice Hall, Inc.

76 76

77 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO LAYOUT Fase 2 – Planejamento Estratégico da Unidade Fabril

78 2.1Aperfeiçoar Informações 2.2 Aperfeiçoar Estratégia 2.3Dimensionar Terreno 2.4Planta do terreno 2.5Layout com ocupação do terreno 2.6Layout dos locais alternativos 2.7Avaliar & Selecionar

79 Características Inclui o planejamento do número, tamanho e localização dos prédios –Os elementos fundamentais do planejamento do espaço (UPE, espaço, afinidades e limitações) aplicam-se ao nível supra –Contudo, as afinidades são mais simples e está incluído o uso do espaço exterior –O engenheiro de produção frequentemente posiciona os prédios no terreno em conjunto com um arquiteto ou engenheiro civil Esta fase deve considerar expansões futuras –Neste nível o planejamento ainda afeta o longo prazo

80 Fatores a serem considerados Plano diretor –Irá descrever como serão feitas as futuras expansões –Garante a flexibilidade necessária à fábrica Estilos de desenvolvimento do terreno Agrupamento das UPEs

81 Estilos de desenvolvimento do terreno 81

82 Estilos de desenvolvimento do terreno 82

83 Agrupamento das UPEs OUTROS: Por Produto; Por Necessidades especiais.

84 Planejamento do Terreno: EXEMPLO Resumo de UPEs

85 Planejamento do Terreno: EXEMPLO 85 Diagrama de Afinidades

86 Planejamento do Terreno: EXEMPLO 86 Layout Primitivo Com Expansão

87 Planejamento do Terreno: EXEMPLO 87 Layout Primitivo Codificado Visando Expansão

88 Planejamento do Terreno: EXEMPLO 88 Layout Primitivo Codificado Visando Construção

89 Planejamento do Terreno: EXEMPLO Planejamento De Espaço (Construção) FASE 1FASE 2

90 Planejamento do Terreno: EXEMPLO Planejamento De Espaço (Mobilidade) FASE 1FASE 2

91 PLANEJAMENTO TÁTICO DO LAYOUT Estes tópicos serão estudados mais detalhadamente ao longo do semestre


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